sábado, 1 de junho de 2013

Artesanato

                                               O artesanato consiste no próprio trabalho manual ou criação de um artesão. Com a mecanização da indústria, o artesão é visto como aquele que produz objetos que fazem parte da cultura popular. Geralmente os objetos utilitários ou decorativos que são feitos, possuem em sua estética características da cultura da comunidade ou da região onde são criados.   Por tradição, o artesanato é a produção de especificidade familiar, onde o artesão é o proprietário dos meios de produção e trabalha em conjunto com a família em sua própria casa.   Os primeiros objetos feitos pelo homem eram artesanais. No período neolítico (6.000 a.C.) o homem aprendeu a polir a pedra, a fabricar a cerâmica como utensílio para armazenar e cozer alimentos, e descobriu a técnica de tecelagem das fibras animais e vegetais.   Historicamente o artesão é responsável pela seleção da matéria-prima a ser usada, pelo projeto do produto a ser executado, transformação da matéria-prima em produto acabado.   As técnicas do artesanato brasileiro que se sobressaem são a cerâmica, as rendas, a cestaria, a tecelagem e os trabalhos em madeira, pedra e couro. A cerâmica utiliza dois ingredientes básicos: argila e água. A partir disso se fabrica vasos, louças, imagens de santos, bonecas e figuras de bichos.   A cestaria é feita com fibras vegetais, como o buriti, a carnaúba, a piaçava e o babaçu. As técnicas do artesanato que receberam forte influência indígena são comumente encontradas nos estados do Ceará, Piauí, Maranhão, Bahia, Rio Grande do Norte, Tocantins, Roraima e Amazonas.   O trabalho com a madeira é muito empregado pelos santeiros de Ibimirim (PE) e de várias cidades do Piauí que aplicaram um estilo próprio para representar cenas religiosas
Peças de artesanato

O artesanato consiste no próprio trabalho manual ou criação de um artesão. Com a mecanização da indústria, o artesão é visto como aquele que produz objetos que fazem parte da cultura popular. Geralmente os objetos utilitários ou decorativos que são feitos, possuem em sua estética características da cultura da comunidade ou da região onde são criados. 

Por tradição, o artesanato é a produção de especificidade familiar, onde o artesão é o proprietário dos meios de produção e trabalha em conjunto com a família em sua própria casa. 

Os primeiros objetos feitos pelo homem eram artesanais. No período neolítico (6.000 a.C.) o homem aprendeu a polir a pedra, a fabricar a cerâmica como utensílio para armazenar e cozer alimentos, e descobriu a técnica de tecelagem das fibras animais e vegetais. 

Historicamente o artesão é responsável pela seleção da matéria-prima a ser usada, pelo projeto do produto a ser executado, transformação da matéria-prima em produto acabado. 

As técnicas do artesanato brasileiro que se sobressaem são a cerâmica, as rendas, a cestaria, a tecelagem e os trabalhos em madeira, pedra e couro. A cerâmica utiliza dois ingredientes básicos: argila e água. A partir disso se fabrica vasos, louças, imagens de santos, bonecas e figuras de bichos. 

A cestaria é feita com fibras vegetais, como o buriti, a carnaúba, a piaçava e o babaçu. As técnicas do artesanato que receberam forte influência indígena são comumente encontradas nos estados do Ceará, Piauí, Maranhão, Bahia, Rio Grande do Norte, Tocantins, Roraima e Amazonas. 

O trabalho com a madeira é muito empregado pelos santeiros de Ibimirim (PE) e de várias cidades do Piauí que aplicaram um estilo próprio para representar cenas religiosas

Arte Rupestre

                                                  Arte rupestre é o nome da mais antiga representação artística da história do homem. Os mais antigos indícios dessa arte são datados no período Paleolítico Superior (40.000 a.C.); consistiam em pinturas e desenhos gravados em paredes e tetos das cavernas. Isso demonstra que o homem pré-histórico já sentia a necessidade de expressão através das artes, algo inerente ao ser humano.   As representações feitas nas cavernas eram de grandes animais selvagens, na tentativa de tentar reproduzir as caçadas da forma mais real possível. O homem pré-histórico usava ossos de animais, cerâmicas e pedras como pincéis, além de fabricar suas próprias tinturas através de folhas de árvores, sangue de animais e excrementos humanos.   Émile Cartilhac, um dos mais respeitados historiadores da Pré-História do final do século XIX, acreditava que as manifestações artísticas feitas nas cavernas eram algo de autoria dos criacionistas (aqueles que crêem que Deus criou o universo), pois assim, eles poderiam desmentir a teoria evolucionista de Charles Darwin, visto segundo ela, o homem da época não era dotado de capacidade suficiente para fazer aquilo.   No entanto, a veracidade da arte rupestre foi comprovada mediante recentes reavaliações, demonstrando o alto nível de capacidade de arte do homem pré-histórico, que, com ferramentas básicas, produziu manifestações artísticas bastante relevantes para sua época, transformando as cavernas nos primeiros museus da humanidade. Os principais sítios de arte rupestre estão localizados na França, norte da Espanha, Itália, Portugal e Alemanha.
Arte Rupestre

Arte rupestre é o nome da mais antiga representação artística da história do homem. Os mais antigos indícios dessa arte são datados no período Paleolítico Superior (40.000 a.C.); consistiam em pinturas e desenhos gravados em paredes e tetos das cavernas. Isso demonstra que o homem pré-histórico já sentia a necessidade de expressão através das artes, algo inerente ao ser humano. 

As representações feitas nas cavernas eram de grandes animais selvagens, na tentativa de tentar reproduzir as caçadas da forma mais real possível. O homem pré-histórico usava ossos de animais, cerâmicas e pedras como pincéis, além de fabricar suas próprias tinturas através de folhas de árvores, sangue de animais e excrementos humanos. 

Émile Cartilhac, um dos mais respeitados historiadores da Pré-História do final do século XIX, acreditava que as manifestações artísticas feitas nas cavernas eram algo de autoria dos criacionistas (aqueles que crêem que Deus criou o universo), pois assim, eles poderiam desmentir a teoria evolucionista de Charles Darwin, visto segundo ela, o homem da época não era dotado de capacidade suficiente para fazer aquilo. 

No entanto, a veracidade da arte rupestre foi comprovada mediante recentes reavaliações, demonstrando o alto nível de capacidade de arte do homem pré-histórico, que, com ferramentas básicas, produziu manifestações artísticas bastante relevantes para sua época, transformando as cavernas nos primeiros museus da humanidade. Os principais sítios de arte rupestre estão localizados na França, norte da Espanha, Itália, Portugal e Alemanha.

Arte Gótica


                                       Em meados do século XII, o comércio começou a se alicerçar. Isso fez com que o âmbito social se deslocasse do campo para as cidades, surgindo assim a burguesia urbana. No século XVI, surgiu um novo estilo arquitetônico denominado de gótico pelos estudiosos, pois consideravam sua aparência tão bárbara que poderia ter sido criado pelos godos. A origem da expressão gótica não tem relação direta com os godos, uma antiga nação germânica que invadiu o Império Romano no século V. Posteriormente, a denominação gótica perdeu seu caráter depreciativo e ficou definitivamente ligado à arquitetura dos arcos ogivais. Por volta de 1140, surgiu a primeira construção gótica Abadia Saint-Denis, na França. A principal diferença observada entre uma igreja gótica e uma românica é a fachada.   • A divisão da arte gótica   1º Período – De 1100 a 1200, denominado de período de transição ou gótico primitivo.   2º Período – De 1200 a 1300, denominado de período gótico lanceolado.   3º Período – De 1300 a 1400, denominado de período gótico irradiante.   4º Período – De 1400 a 1500, denominado de período gótico flamejante ou “flamboyant”.   • Pintura gótica   Desenvolveu-se durante os séculos XII, XIV e início do século XV, quando começou a incorporar novos aspectos, os quais prenunciavam o Renascimento. Sua principal característica foi a procura do realismo na representação dos seres que compunham as obras pintadas. Obras magníficas foram apresentadas durante o período da arte gótica, destacando-se dois grandes pintores; Giovanni Gualteri, Giotto.
Basílica de Santa Maria

Em meados do século XII, o comércio começou a se alicerçar. Isso fez com que o âmbito social se deslocasse do campo para as cidades, surgindo assim a burguesia urbana. No século XVI, surgiu um novo estilo arquitetônico denominado de gótico pelos estudiosos, pois consideravam sua aparência tão bárbara que poderia ter sido criado pelos godos. A origem da expressão gótica não tem relação direta com os godos, uma antiga nação germânica que invadiu o Império Romano no século V. Posteriormente, a denominação gótica perdeu seu caráter depreciativo e ficou definitivamente ligado à arquitetura dos arcos ogivais. Por volta de 1140, surgiu a primeira construção gótica Abadia Saint-Denis, na França. A principal diferença observada entre uma igreja gótica e uma românica é a fachada. 

• A divisão da arte gótica 
1º Período – De 1100 a 1200, denominado de período de transição ou gótico primitivo. 

2º Período – De 1200 a 1300, denominado de período gótico lanceolado. 

3º Período – De 1300 a 1400, denominado de período gótico irradiante. 

4º Período – De 1400 a 1500, denominado de período gótico flamejante ou “flamboyant”. 

• Pintura gótica 

Desenvolveu-se durante os séculos XII, XIV e início do século XV, quando começou a incorporar novos aspectos, os quais prenunciavam o Renascimento. Sua principal característica foi a procura do realismo na representação dos seres que compunham as obras pintadas. Obras magníficas foram apresentadas durante o período da arte gótica, destacando-se dois grandes pintores; Giovanni Gualteri, Giotto.

Arte

                                                    A arte é compreendida como a atividade ligada à manifestação de ordem estética por parte do ser humano. Beleza, equilíbrio, harmonia, revolta são valores estéticos da criação humana que resumem as suas emoções, sua história, seus sentimentos e a sua cultura, o que também define a arte.   A plástica, a música, a escultura, o cinema, o teatro, a dança são as várias formas pela qual a arte se apresenta. Arte é a representação máxima do momento, o termo história da arte aponta o conjunto das obras de uma época, país ou escola das artes visuais.   Com o intuito de tornar conhecido suas crenças, para despertar e distrair a si mesmo e aos outros, para novas formas de explorações e interpretações de objetos e cenas o homem cria a arte.   A arte era atribuída à atividades comerciais durante os séculos XIII e XIV. Durante o Renascimento, o conceito de arte dividiu-se de um lado pintura, literatura, escultura, arquitetura e música e, de outro, as artes com sentido utilitário como cerâmica e tapeçaria.  No século XIX, “arte” referia-se às criações estéticas que tinham como finalidade a beleza. Já no século XX, arte reporta-se às artes plásticas.
Beleza, valor estético da criação da criação humana

A arte é compreendida como a atividade ligada à manifestação de ordem estética por parte do ser humano. Beleza, equilíbrio, harmonia, revolta são valores estéticos da criação humana que resumem as suas emoções, sua história, seus sentimentos e a sua cultura, o que também define a arte.

A plástica, a música, a escultura, o cinema, o teatro, a dança são as várias formas pela qual a arte se apresenta. Arte é a representação máxima do momento, o termo história da arte aponta o conjunto das obras de uma época, país ou escola das artes visuais.

Com o intuito de tornar conhecido suas crenças, para despertar e distrair a si mesmo e aos outros, para novas formas de explorações e interpretações de objetos e cenas o homem cria a arte.

A arte era atribuída à atividades comerciais durante os séculos XIII e XIV. Durante o Renascimento, o conceito de arte dividiu-se de um lado pintura, literatura, escultura, arquitetura e música e, de outro, as artes com sentido utilitário como cerâmica e tapeçaria.
No século XIX, “arte” referia-se às criações estéticas que tinham como finalidade a beleza. Já no século XX, arte reporta-se às artes plásticas. 

A Pop-art

                                     


                                                                    
exemplo de um feito com as técnicas do Pop-art

O movimento pop-art surgiu na Inglaterra, por volta dos anos 50, mas realizou todo o seu potencial na Nova York dos anos 60, quando dividiu com o minimalismo as atenções do mundo artístico.
A expressão “pop-art” vem do inglês que significa “arte popular”.
A fonte da criação para os artistas ligados a esse movimento era o dia-a-dia das grandes cidades norte-americanas, pois a proposta era romper qualquer barreira entre a arte e a vida que a tecnologia criou nas grandes cidades.
Os recursos expressivos da pop-art são semelhantes aos dos meios de comunicação de massa, como o cinema, a publicidade, a TV e desenhos em quadrinhos.
Um exemplo bastante ilustrativo é o trabalho feito por Andy Warhol (1930-1987), que realizou, a partir de uma fotografia de Marilyn Monroe, uma seqüência de imagens dela que, apesar das alterações nas cores, permanecem invariáveis.

A Arte Plumária

                                                            
                                                             
Coca feito com penas de japu

A arte plumária é conhecida no mundo inteiro e está presente nos museus mais importantes, tanto no Brasil quanto em outros países. Ela é famosa pela sua beleza e riqueza.

Todos os grupos têm seu estilo e sua técnica, mas a grande preocupação é fazer com que a arte plumária saia com perfeição. Cada acessório feito carrega inúmeros signos, e somente os povos do mesmo grupo pode interpretar esse significado.

São os homens que fazem a produção das peças, pois eles seguem certo ritual de coleta, tingimento, caça e outros. As cores das penas não alteradas, obtendo a coloração do amarelo-alaranjado.

A matéria prima são as seguintes:

• Penas: são retiradas das assas e da calda do pássaro.
• Plumas: se localiza na costa e no peito da ave.
• Plumagem: encontra-se no pescoço, nas costas e no peito das aves.


Para fazer a criação da arte plumária, existe dois hábitos em que os índios brasileiros fazem:

-As tribos dos cerrados, costumam fazer peças enormes, como por exemplo; as diademas:

- As tribos silvícolas, produzem peças mais delicadas. Colocam as penas em camadas, sobre um pano de algodão.

A arte barroca no Brasil

   

                                             
O barroco teve grande importância no reforço dos valores religiosos disseminados no Brasil Colonial

No Brasil Colonial, a presença dos jesuítas teve grande importância no processo de disseminação do cristianismo católico no interior da colônia. Não por acaso – visando aperfeiçoar suas ações missionárias –, os jesuítas trouxeram da Europa as influências estéticas de cunho fortemente religioso que marcaram o estilo barroco. Na maioria das vezes, esse tipo de criação se manifestou na construção de igrejas e imagens religiosas que tomavam campo nos centros urbanos do país.

Chegando ao Brasil, as construções de traço barroco se lançavam aos olhos de uma população mista formada por alfaiates, ambulantes, funcionários públicos, indígenas, escravos e vadios. Essa população, na maioria das vezes, só conseguia compreender o sentido dos valores religiosos afirmados pela catequese com a imponência de imagens ricas em que a complexa ornamentação pretendia reafirmar o caráter sagrado dos santos e templos religiosos.

De forma geral, as obras e construções barrocas eram fabricadas a partir do uso de pedra-sabão, barro cozido e madeira policromada ou dourada. Além disso, existiu uma visível preocupação em se reproduzir movimentos de conteúdo dramático, o uso de linhas curvas, a preferência por construções de porte grandioso e o uso de um impacto visual capaz de chamar atenção dos apreciadores. O barroco tentou exprimir uma religiosidade de princípio medieval com a sofisticação da arte renascentista.

Dentre os principais representantes dessa arte podemos destacar o escultor Antônio Francisco Lisboa, mais conhecido como Aleijadinho, e o pintor Manuel da Costa Ataíde. Ambos viveram o auge do barroco no Brasil, na passagem do século XVIII para o XIX, promovendo um estilo próprio que tendeu a eliminar alguns dos excessos perceptíveis nas obras que tinham maior aproximação com o barroco desenvolvido no Velho Mundo.

O valor educativo lançado à arte barroca é percebido na dinâmica dos elementos trabalhados em suas principais obras. A tensão entre o medieval e o renascentista pode ser observada no uso de imagens austeras combinadas com a sofisticação dos ornamentos. Paralelamente, os itens acessórios tinham um valor narrativo onde o observador poderia identificar um santo e sua história através do dragão de São Jorge; ou a chave dos céus carregada por São Pedro.

O aparecimento desses artistas no ambiente colonial indicava um período de relativa prosperidade material nas cidades e vilas que se enriqueciam graças aos recursos trazidos pela exploração do ouro, a partir do século XVIII. Em muitos casos, essa nova situação fazia com que mulatos e outras figuras marginalizadas do mundo colonial alcançassem prestígio ou um interessante meio de sustentação.

Dessa maneira, podemos ver interessantes situações históricas por meio do desenvolvimento de tal arte no Brasil. Uma das mais intrigantes se remete à formação de um mercado consumidor dessa arte de caráter fortemente religioso. As irmandades, igrejas e particulares eram os principais consumidores das construções arquitetônicas e imagens barrocas. Atualmente, o barroco possui grande valor histórico e estético e tem a maioria de suas obras concentradas em regiões do interior mineiro e no Nordeste.

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