sábado, 10 de agosto de 2013

Brasileiros participam de competição internacional de matemática

Alunos brasileiros participam da 20ª Competição Internacional de Matemática para Estudantes Universitários que ocorre na cidade de Blagoevgrad, na Bulgária, até a próxima segunda-feira (12). Hoje (9), eles participam do segundo dia de provas. As questões devem ser resolvidas em idioma inglês e incluem campos de álgebra, análise real e complexa, além de combinatória, cujas pontuações somadas determinam os vencedores.  O Brasil participa da competição desde 2003, conquistando desde então 99 medalhas, sendo uma de ouro especial (Grand First Prize), 16 de ouro (First Prize), 31 de prata (Second Prize) e 51 de bronze (Third Prize). Na última edição, estudantes da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio ficaram em 9º lugar.  A participação brasileira na competição é organizada pela Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM). A delegação deste ano é composta por alunos do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), Instituto Militar de Engenharia (IME), da Universidade de Campinas (Unicamp), Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), entre outros.

Agência Brasil
Brasil - Alunos brasileiros participam da 20ª Competição Internacional de Matemática para Estudantes Universitários que ocorre na cidade de Blagoevgrad, na Bulgária, até a próxima segunda-feira (12). Hoje (9), eles participam do segundo dia de provas. As questões devem ser resolvidas em idioma inglês e incluem campos de álgebra, análise real e complexa, além de combinatória, cujas pontuações somadas determinam os vencedores.
O Brasil participa da competição desde 2003, conquistando desde então 99 medalhas, sendo uma de ouro especial (Grand First Prize), 16 de ouro (First Prize), 31 de prata (Second Prize) e 51 de bronze (Third Prize). Na última edição, estudantes da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio ficaram em 9º lugar.
A participação brasileira na competição é organizada pela Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM). A delegação deste ano é composta por alunos do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), Instituto Militar de Engenharia (IME), da Universidade de Campinas (Unicamp), Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), entre outros.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Escolas de ensino técnico estão otimistas com Sisutec


 As escolas de ensino técnico estão otimistas com o Sistema de Seleção da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec). Para elas, usar a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) pode ajudar a aumentar a entrada no ensino técnico do estudante que deixou a escola recentemente, além de valorizar sua formação. Quem atua no mercado está investindo nesta etapa do ensino, observam esses estabelecimentos.  Até o ano que vem, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) investirá no ensino técnico R$ 1,9 bilhão, sendo R$ 1,5 bilhão provenientes de empréstimo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Atualmente, existem 797 unidades operacionais do Senai espalhadas pelo país, oferecendo cursos presenciais e a distância.  Pelo Sisutec, o Senai disponibilizará 11.116 vagas em 34 cursos no âmbito do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). "Ampliar a oferta de cursos técnicos é o nosso objetivo. O Sisutec é voltado para quem concluiu o ensino médio. Acreditamos que [o sistema] vai chamar para o ensino técnico muitos dos jovens que integrariam a chamada geração 'nem nem', que nem trabalha, nem estuda", disse o gerente de Educação Profissional e de Tecnologia do Senai, Felipe Morgado.  De acordo com Morgado, está ocorrendo no Brasil uma mudança, ainda em fase inicial, que valoriza o ensino técnico. Para ele, isso se deve principalmente ao Pronatec, criado em 2011 com o objetivo de ampliar a oferta de cursos de educação profissional e tecnológica.  Um estudo feito pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que 72% dos ex-alunos de cursos técnicos conseguem trabalho no primeiro ano após a formatura e têm renda média de 2,6 salários mínimos. Além disso, 73% estão ocupados em atividades relacionadas à área de formação. Conforme o estudo, trabalhadores com formação técnica ganham 24% a mais que os que têm apenas o ensino básico. Os dados são referentes ao período de 2010 a 2012 e foram divulgados neste ano.  A valorização da etapa e o investimento do governo tornam o mercado atrativo. "O Iesb já tinha um programa de escola técnica em funcionamento desde 2012. Quando surgiu a possibilidade de aderir ao Sisutec, mudamos todos os nossos rumos para atender à demanda do programa", informou o coordenador de Cursos Técnicos da instituição, Murilo Pereira. Ele explicou que a criação de cursos foi, então, direcionada para o atendimento da demanda do novo sistema de seleção.  O Iesb vai oferecer 4.480 vagas das 8.232 disponíveis em todo o Distrito Federal. A instituição aguarda a confirmação do preenchimento das vagas para fechar o investimento que será necessário. Grande parte da estrutura de graduação será usada também pelos 23 cursos técnicos que serão oferecidos nas três unidades do instituto.  Pereira ressaltou que o ensino técnico pode ser uma boa opção para os estudantes que buscam formação rápida – um curso técnico dura em média um ano e meio – e voltada para o mercado de trabalho. O estudo da CNI mostra que alunos formados por determinados cursos técnicos têm salário inicial maior que o dos que concluem certas modalidades de graduação.  O técnico em informática Eduardo Dias confirma a diferença. Em 2007, há sete anos no mercado de trabalho, ele decidiu conciliar sua ocupação com uma formação técnica. "O curso foi muito bom, aprendi muito e pude ter um documento comprovando o que aprendi". Apesar de já trabalhar na área de informática, Dias enfrentava dificuldades quando queria mudar de emprego porque não tinha nenhum certificado.  Até as 19h de hoje (7), segundo dia de inscrições, o Sisutec teve 176.038 inscritos. Como cada candidato pode fazer duas opções, o sistema recebeu 337.601 inscrições.   Os candidatos inscritos serão selecionados para 239.792 vagas de cursos técnicos. São 117 cursos com duração de um a dois anos. A seleção será feita com base na nota do estudante no Enem do ano passado. Os que fizeram todo o ensino médio na rede pública ou em instituições particulares, na condição de bolsistas integrais, terão prioridade na ocupação de 85% das vagas oferecidas, todas gratuitas.  Fazem parte do Sisutec 586 instituições, entre estabelecimentos de educação superior e escolas técnicas particulares, institutos federais de educação, ciência e tecnologia, escolas técnicas vinculadas a universidades federais, escolas estaduais e municipais e entidades do Sistema S.  O Ministério da Educação ainda não informou quanto será gasto na manutenção das bolsas ofertadas pelo Sisutec. No lançamento do sistema, o ministro Aloizio Mercadante disse que o valor por estudante será semelhante ao do Pronatec, ficando em torno de R$ 10 a hora-aluno. Os recursos serão repassados às instituições participantes.

 As escolas de ensino técnico estão otimistas com o Sistema de Seleção da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec). Para elas, usar a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) pode ajudar a aumentar a entrada no ensino técnico do estudante que deixou a escola recentemente, além de valorizar sua formação. Quem atua no mercado está investindo nesta etapa do ensino, observam esses estabelecimentos.
Até o ano que vem, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) investirá no ensino técnico R$ 1,9 bilhão, sendo R$ 1,5 bilhão provenientes de empréstimo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Atualmente, existem 797 unidades operacionais do Senai espalhadas pelo país, oferecendo cursos presenciais e a distância.
Pelo Sisutec, o Senai disponibilizará 11.116 vagas em 34 cursos no âmbito do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). "Ampliar a oferta de cursos técnicos é o nosso objetivo. O Sisutec é voltado para quem concluiu o ensino médio. Acreditamos que [o sistema] vai chamar para o ensino técnico muitos dos jovens que integrariam a chamada geração 'nem nem', que nem trabalha, nem estuda", disse o gerente de Educação Profissional e de Tecnologia do Senai, Felipe Morgado.
De acordo com Morgado, está ocorrendo no Brasil uma mudança, ainda em fase inicial, que valoriza o ensino técnico. Para ele, isso se deve principalmente ao Pronatec, criado em 2011 com o objetivo de ampliar a oferta de cursos de educação profissional e tecnológica.
Um estudo feito pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que 72% dos ex-alunos de cursos técnicos conseguem trabalho no primeiro ano após a formatura e têm renda média de 2,6 salários mínimos. Além disso, 73% estão ocupados em atividades relacionadas à área de formação. Conforme o estudo, trabalhadores com formação técnica ganham 24% a mais que os que têm apenas o ensino básico. Os dados são referentes ao período de 2010 a 2012 e foram divulgados neste ano.
A valorização da etapa e o investimento do governo tornam o mercado atrativo. "O Iesb já tinha um programa de escola técnica em funcionamento desde 2012. Quando surgiu a possibilidade de aderir ao Sisutec, mudamos todos os nossos rumos para atender à demanda do programa", informou o coordenador de Cursos Técnicos da instituição, Murilo Pereira. Ele explicou que a criação de cursos foi, então, direcionada para o atendimento da demanda do novo sistema de seleção.
O Iesb vai oferecer 4.480 vagas das 8.232 disponíveis em todo o Distrito Federal. A instituição aguarda a confirmação do preenchimento das vagas para fechar o investimento que será necessário. Grande parte da estrutura de graduação será usada também pelos 23 cursos técnicos que serão oferecidos nas três unidades do instituto.
Pereira ressaltou que o ensino técnico pode ser uma boa opção para os estudantes que buscam formação rápida – um curso técnico dura em média um ano e meio – e voltada para o mercado de trabalho. O estudo da CNI mostra que alunos formados por determinados cursos técnicos têm salário inicial maior que o dos que concluem certas modalidades de graduação.
O técnico em informática Eduardo Dias confirma a diferença. Em 2007, há sete anos no mercado de trabalho, ele decidiu conciliar sua ocupação com uma formação técnica. "O curso foi muito bom, aprendi muito e pude ter um documento comprovando o que aprendi". Apesar de já trabalhar na área de informática, Dias enfrentava dificuldades quando queria mudar de emprego porque não tinha nenhum certificado.
Até as 19h de hoje (7), segundo dia de inscrições, o Sisutec teve 176.038 inscritos. Como cada candidato pode fazer duas opções, o sistema recebeu 337.601 inscrições. 
Os candidatos inscritos serão selecionados para 239.792 vagas de cursos técnicos. São 117 cursos com duração de um a dois anos. A seleção será feita com base na nota do estudante no Enem do ano passado. Os que fizeram todo o ensino médio na rede pública ou em instituições particulares, na condição de bolsistas integrais, terão prioridade na ocupação de 85% das vagas oferecidas, todas gratuitas.
Fazem parte do Sisutec 586 instituições, entre estabelecimentos de educação superior e escolas técnicas particulares, institutos federais de educação, ciência e tecnologia, escolas técnicas vinculadas a universidades federais, escolas estaduais e municipais e entidades do Sistema S.
O Ministério da Educação ainda não informou quanto será gasto na manutenção das bolsas ofertadas pelo Sisutec. No lançamento do sistema, o ministro Aloizio Mercadante disse que o valor por estudante será semelhante ao do Pronatec, ficando em torno de R$ 10 a hora-aluno. Os recursos serão repassados às instituições participantes.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Mais de 92 mil candidatos se inscrevem no Sisutec


 O Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec) teve 92.605 candidatos inscritos até as 19h de hoje (6), segundo balanço divulgado pelo Ministério da Educação (MEC). Como cada um pode fazer duas opções de curso, o sistema recebeu, ao todo, 177.189 inscrições, no primeiro dia do prazo. Os interessados tem até o dia 12 para se candidatar pela internet.  Esses candidatos serão selecionados para 239.792 vagas de cursos técnicos. São 117 cursos com duração de um a dois anos. A seleção será feita com base na nota do estudante no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2012. Os candidatos que cursaram o ensino médio completo na rede pública ou em instituições particulares na condição de bolsista integral terão prioridade na ocupação de 85% das vagas oferecidas na seleção, todas gratuitas.  Fazem parte do Sisutec 586 instituições, entre estabelecimentos de educação superior e escolas técnicas particulares; institutos federais de educação, ciência e tecnologia; escolas técnicas vinculadas a universidades federais; escolas estaduais e municipais e entidades do Sistema S.  Os cursos com maior oferta de vagas são os ligados à tecnologia da informação, saúde e área industrial. Lideram a lista os de técnico em informática (23 mil), técnico em enfermagem (14 mil), técnico em logística (13 mil), técnico em segurança do trabalho (13 mil) e técnico em redes de computadores (11 mil). São Paulo (76 mil) é a unidade federativa onde há a maior oferta de vagas, seguido de Pernambuco (40 mil), Minas Gerais (27 mil), do Paraná (17 mil) e do Distrito Federal (8 mil). A oferta de vagas pode ser consultada também no site do sistema.  O resultado da primeira chamada será divulgado no dia 14. A matrícula deve ser feita nos dias 15 e 16. O resultado da segunda convocação está previsto para o dia 19 deste mês, com matrícula no dia seguinte.   A exemplo do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que seleciona estudantes para instituições públicas de educação superior, o processo seletivo do Sisutec será aberto duas vezes por ano.
O Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec) teve 92.605 candidatos inscritos até as 19h de hoje (6), segundo balanço divulgado pelo Ministério da Educação (MEC). Como cada um pode fazer duas opções de curso, o sistema recebeu, ao todo, 177.189 inscrições, no primeiro dia do prazo. Os interessados tem até o dia 12 para se candidatar pela internet.
Esses candidatos serão selecionados para 239.792 vagas de cursos técnicos. São 117 cursos com duração de um a dois anos. A seleção será feita com base na nota do estudante no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2012. Os candidatos que cursaram o ensino médio completo na rede pública ou em instituições particulares na condição de bolsista integral terão prioridade na ocupação de 85% das vagas oferecidas na seleção, todas gratuitas.
Fazem parte do Sisutec 586 instituições, entre estabelecimentos de educação superior e escolas técnicas particulares; institutos federais de educação, ciência e tecnologia; escolas técnicas vinculadas a universidades federais; escolas estaduais e municipais e entidades do Sistema S.
Os cursos com maior oferta de vagas são os ligados à tecnologia da informação, saúde e área industrial. Lideram a lista os de técnico em informática (23 mil), técnico em enfermagem (14 mil), técnico em logística (13 mil), técnico em segurança do trabalho (13 mil) e técnico em redes de computadores (11 mil). São Paulo (76 mil) é a unidade federativa onde há a maior oferta de vagas, seguido de Pernambuco (40 mil), Minas Gerais (27 mil), do Paraná (17 mil) e do Distrito Federal (8 mil). A oferta de vagas pode ser consultada também no site do sistema.
O resultado da primeira chamada será divulgado no dia 14. A matrícula deve ser feita nos dias 15 e 16. O resultado da segunda convocação está previsto para o dia 19 deste mês, com matrícula no dia seguinte.

A exemplo do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que seleciona estudantes para instituições públicas de educação superior, o processo seletivo do Sisutec será aberto duas vezes por ano.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Cabral anuncia que a Escola Friedenreich, no Maracanã, não será demolida


Agência Brasil  Rio de Janeiro - O governador Sérgio Cabral anunciou na tarde de hoje (5), pelo Twitter, que a Escola Municipal Friedenreich, instalada há mais de 48 anos, no entorno do Estádio Jornalista Mário Filho, o Maracanã, "permanece onde está", disse em sua conta na rede social.  A medida foi tomada a exemplo do que ocorreu com Estádio de Atletismo Célio de Barros e o Parque Aquático Júlio de Lamare, que também ficam no Complexo Esportivo do Maracanã. A Escola Friedenreich abriga atende a cerca de 350 alunos com necessidades especiais, como crianças com síndrome de Down e autistas e tem acessibilidade para deficientes físicos.  A Escola Friendereich é uma das mais importantes na educação infantil e no ensino fundamental no Rio de Janeiro. A instituição conseguiu a décima colocação nacional no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e ficou em quarto lugar no Rio de Janeiro.  A Associação de Pais e Alunos da Escola Friedenreich comemorou a decisão do governo do estado. A entidade lutou muito para que as crianças permanecessem no local onde estão completamente adaptadas. O processo pedagógico é o mais importante, segundo os pais dos alunos, "além dos laços que se estreitam entre as crianças para a vida toda".
Agência Brasil
Rio de Janeiro - O governador Sérgio Cabral anunciou na tarde de hoje (5), pelo Twitter, que a Escola Municipal Friedenreich, instalada há mais de 48 anos, no entorno do Estádio Jornalista Mário Filho, o Maracanã, "permanece onde está", disse em sua conta na rede social.
A medida foi tomada a exemplo do que ocorreu com Estádio de Atletismo Célio de Barros e o Parque Aquático Júlio de Lamare, que também ficam no Complexo Esportivo do Maracanã. A Escola Friedenreich abriga atende a cerca de 350 alunos com necessidades especiais, como crianças com síndrome de Down e autistas e tem acessibilidade para deficientes físicos.
A Escola Friendereich é uma das mais importantes na educação infantil e no ensino fundamental no Rio de Janeiro. A instituição conseguiu a décima colocação nacional no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e ficou em quarto lugar no Rio de Janeiro.
A Associação de Pais e Alunos da Escola Friedenreich comemorou a decisão do governo do estado. A entidade lutou muito para que as crianças permanecessem no local onde estão completamente adaptadas. O processo pedagógico é o mais importante, segundo os pais dos alunos, "além dos laços que se estreitam entre as crianças para a vida toda".

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Justiça de SP determina que Anna Cintra deixe reitoria da PUC-SP


 TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) determinou na quinta-feira (1º) que a professora Anna Maria Marques Cintra deixe o cargo de reitora da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo).

Segundo decisão do juiz Anderson Cortez Mendes, a nomeação de Anna Cintra e do vice-reitor, José Eduardo Martinez, por dom Odilo Pedro Scherer --arcebispo de São Paulo e grão-chanceler da universidade-- foi "nula". Ainda cabe recurso.

A decisão do TJ-SP seguiu determinação do Consun (Conselho Universitário) que suspendeu a lista tríplice enviada a dom Odilo. Sem ela, a nomeação de um candidato à reitoria feita pelo grão-chanceler perde a validade.

Na época, a Fundação São Paulo julgou "incoerente" a decisão do conselho suspendendo a lista tríplice, pois há quase 90 dias o mesmo órgão havia aprovado os três nomes.
O Consun, formado por 47 representantes de professores, estudantes e funcionários, é a instância máxima da PUC depois do Consad --conselho administrativo, formado pelo reitor e pela Fundação São Paulo, mantenedora da universidade.

"Os poderes conferidos ao grão-chanceler devem ser exercidos sob o prisma democrático, de forma a afastar o arbítrio da manifestação de sua vontade como órgão da universidade, ceifando a possibilidade de apreciação do recurso estatutariamente previsto", afirma o juiz.
Ainda segundo a decisão, "instituída a Fundação São Paulo, com a dotação de bens visando ao alcance de sua finalidade, a vontade de seu instituidor não vale por si só, mas deve observância ao estatuto e ao regimento geral da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo."

Na mesma sessão que derrubou a lista tríplice, o Consun também apontou o professor da Faculdade de Educação Marcos Tarciso Masetto para assumir temporariamente como reitor.
De acordo com decisão proferida ontem pelo juiz Mendes, Anna e Martinez devem deixar o cargo e Masetto deve ocupar a reitoria interinamente.
Em nota, a PUC-SP e a Fundação São Paulo informaram que ainda não foram notificadas da decisão e que a reitora Anna Cintra continuará desempenhando normalmente suas funções.
Segundo o comunicado, tão logo as partes sejam notificadas da decisão mencionada será interposto recurso de apelação endereçado ao Tribunal de Justiça.

TERCEIRA COLOCADA

A questão foi parar na Justiça após Anna Cintra ser indicada ao cargo por dom Odilo Scherer mesmo tendo ficado em terceiro lugar na eleição, realizada desde 1980 na universidade.
Participam do processo eleitoral professores, funcionários e alunos da instituição. Os três nomes com maior número de votos formam a lista tríplice, que deve ser homologado pelo Consun.

O resultado então é submetido ao grão-chanceler da instituição e presidente do Conselho Superior da Fundação São Paulo, órgão que administra a PUC-SP.
Por causa da nomeação da professora, estudantes e docentes entraram em greve por 34 dias.

A eleição foi vencida por Dirceu de Mello, que já era reitor da universidade e concorreu ao segundo mandato.
Segundo os estudantes, desde 1980 todos os vencedores das eleições para reitor assumiram efetivamente o cargo.



MEC define regras para supervisão de residentes do Mais Médicos


Agência Brasil  Brasília – O Ministério da Educação definiu os procedimentos para adesão de instituições públicas como as estaduais e municipais de educação superior e de saúde, escolas e programas de residência médica ao Programa Mais Médicos. Estabeleceu também as regras para atuação de supervisores e tutores que vão supervisionar os médicos residentes do programa. Os procedimentos estão em portaria publicada na edição de hoje (2) do Diário Oficial da União.  As instituições interessadas em aderir devem preencher um termo de pré-adesão entre 05 a 12 de agosto. Serão selecionadas instituições, escolas e programas de residência apenas nas unidades da federação onde não houver adesão de instituição federal de educação superior.  De acordo com a portaria, podem aderir ao Mais Médicos as instituições públicas estaduais e municipais de educação superior com curso de medicina gratuito; os programas de residência em medicina de família e comunidade, de medicina preventiva e social e clínica médica credenciados pela Comissão Nacional de Residência Médica; as escolas de governo em saúde pública, com, no mínimo, um programa de residência médica ou de pós-graduação na área de saúde coletiva ou afins; e as secretarias municipais e estaduais de saúde com ao menos um programa de residência médica vinculado a elas.  No momento da pré-adesão, as instituições, escolas e programas de residência devem indicar um tutor acadêmico responsável pelas atividades. Os tutores receberão bolsa-tutoria e serão responsáveis pela orientação acadêmica e planejamento das atividades do supervisor. Caberá aos tutores coordenar as atividades acadêmicas da integração entre ensino e serviço, atuando em cooperação com os supervisores e os gestores do Sistema Único de Saúde (SUS).  Os supervisores serão selecionados por meio de edital e também receberão bolsa, conforme avaliação e autorização das instituições. Eles terão atribuições como acompanhar periodicamente as atividades dos médicos participantes do Programa Mais Médicos e devem estar disponíveis para esses profissionais por meio de telefone e internet. Serão responsáveis também por aplicar a  avaliação.  Lançado em julho, o Mais Médicos tem o objetivo de levar médicos para o interior e para periferias de grandes cidades e prevê que os profissionais atuem na atenção básica da rede pública de saúde sob a supervisão de instituições públicas de ensino.
Agência Brasil
Brasília – O Ministério da Educação definiu os procedimentos para adesão de instituições públicas como as estaduais e municipais de educação superior e de saúde, escolas e programas de residência médica ao Programa Mais Médicos. Estabeleceu também as regras para atuação de supervisores e tutores que vão supervisionar os médicos residentes do programa. Os procedimentos estão em portaria publicada na edição de hoje (2) do Diário Oficial da União.
As instituições interessadas em aderir devem preencher um termo de pré-adesão entre 05 a 12 de agosto. Serão selecionadas instituições, escolas e programas de residência apenas nas unidades da federação onde não houver adesão de instituição federal de educação superior.
De acordo com a portaria, podem aderir ao Mais Médicos as instituições públicas estaduais e municipais de educação superior com curso de medicina gratuito; os programas de residência em medicina de família e comunidade, de medicina preventiva e social e clínica médica credenciados pela Comissão Nacional de Residência Médica; as escolas de governo em saúde pública, com, no mínimo, um programa de residência médica ou de pós-graduação na área de saúde coletiva ou afins; e as secretarias municipais e estaduais de saúde com ao menos um programa de residência médica vinculado a elas.
No momento da pré-adesão, as instituições, escolas e programas de residência devem indicar um tutor acadêmico responsável pelas atividades. Os tutores receberão bolsa-tutoria e serão responsáveis pela orientação acadêmica e planejamento das atividades do supervisor. Caberá aos tutores coordenar as atividades acadêmicas da integração entre ensino e serviço, atuando em cooperação com os supervisores e os gestores do Sistema Único de Saúde (SUS).
Os supervisores serão selecionados por meio de edital e também receberão bolsa, conforme avaliação e autorização das instituições. Eles terão atribuições como acompanhar periodicamente as atividades dos médicos participantes do Programa Mais Médicos e devem estar disponíveis para esses profissionais por meio de telefone e internet. Serão responsáveis também por aplicar a  avaliação.
Lançado em julho, o Mais Médicos tem o objetivo de levar médicos para o interior e para periferias de grandes cidades e prevê que os profissionais atuem na atenção básica da rede pública de saúde sob a supervisão de instituições públicas de ensino.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Estudantes que fizerem o Enem terão maior oferta de vagas no ensino tecnológico


Agência Brasil  Brasília – O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, disse hoje (1°) que vai lançar um programa para ampliar a oferta de ensino tecnológico profissionalizante com seleção a partir da nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Os detalhes serão anunciados na próxima semana, segundo Mercadante.  Nos moldes do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) – que oferece vagas em instituições públicas de ensino superior e nos institutos federais de ciência e tecnologia e centros federais de educação tecnológica – o SisuTec vai concentrar a oferta de vagas nas instituições federais de ensino tecnológico profissionalizante. De acordo com o ministro, a quantidade de vagas passará por grande ampliação e participação das melhores escolas da área.  “Dentro do Sisu, além das vagas nas universidades públicas, vamos fazer grande oferta de vagas no ensino tecnológico profissionalizante”, disse Mercadante após participar de cerimônia de entrega de ônibus escolares do Programa Caminho da Escola para o Distrito Federal.  O Sisu foi desenvolvido pelo Ministério da Educação para selecionar candidatos às vagas das instituições públicas de ensino superior a partir da nota obtida no Enem. A seleção é feita pelo sistema com base na nota obtida pelo candidato.
Agência Brasil
Brasília – O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, disse hoje (1°) que vai lançar um programa para ampliar a oferta de ensino tecnológico profissionalizante com seleção a partir da nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Os detalhes serão anunciados na próxima semana, segundo Mercadante.
Nos moldes do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) – que oferece vagas em instituições públicas de ensino superior e nos institutos federais de ciência e tecnologia e centros federais de educação tecnológica – o SisuTec vai concentrar a oferta de vagas nas instituições federais de ensino tecnológico profissionalizante. De acordo com o ministro, a quantidade de vagas passará por grande ampliação e participação das melhores escolas da área.
“Dentro do Sisu, além das vagas nas universidades públicas, vamos fazer grande oferta de vagas no ensino tecnológico profissionalizante”, disse Mercadante após participar de cerimônia de entrega de ônibus escolares do Programa Caminho da Escola para o Distrito Federal.
O Sisu foi desenvolvido pelo Ministério da Educação para selecionar candidatos às vagas das instituições públicas de ensino superior a partir da nota obtida no Enem. A seleção é feita pelo sistema com base na nota obtida pelo candidato.

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