quinta-feira, 27 de outubro de 2016

LHC para quasipartículas desvendará matéria sólida

Materiais Avançados
  Elétrons (azul) e lacunas (vermelho) colidiram dentro de um cristal de disseleneto de tungstênio (estrutura na parte inferior). Após a colisão, a energia adquirida durante a aceleração é emitida em fótons de alta energia (raios coloridos) que guardam informações fundamentais sobre o cristal.[Imagem: Fabian Langer/Universidade de Regensburg]  Colisor de estado sólido  A viabilidade de construção de um colisor de estado sólido que choca quasipartículas acaba de ser demonstrada por Fabian Langer (Universidade de Regensburg - Alemanha) e uma equipe internacional de pesquisadores.  A diferença com os colisores de partículas, como o LHC, é que esses futuros laboratórios deverão ser pequenos e funcionarão em matéria sólida, e não na forma de feixes de partículas que se chocam.  Os colisores de partículas estão permitindo desvendar o funcionamento da matéria, como ocorreu recentemente com a descoberta do bóson de Higgs.  Contudo, apesar do fato de que toda a tecnologia moderna depende do conhecimento das propriedades estruturais e eletrônicas de materiais sólidos - os semicondutores, por exemplo -, até agora não existe um equivalente de estado sólido para um colisor em nível atômico.  Quasipartículas  Dentro de um sólido, os análogos mais úteis das partículas, como os prótons, são as chamadas quasipartículas, entidades que ficam a meio caminho entre a matéria e a luz, como os fônons, os sólitons, os excitons e os topolaritons.  Para entender do que se trata uma quasipartícula, imagine que, se cada torcedor em um estádio for como um átomo em um sólido, então a quasipartícula é a onda que a torcida faz quando os torcedores se levantam e se sentam em sincronia. Essas ondulações estão na base de tecnologias como a plasmônica e seus chips à velocidade da luz, novas formas de converter luz em eletricidade, e de um tipo muito especial de laser, chamado spaser, apenas para citar alguns exemplos.  Experimentos anteriores já permitiram acelerar quasipartículas como os excitons - pares de elétrons e lacunas (vacâncias de elétron) ligados pela força elétrica - usando raios laser, mas até agora ninguém havia conseguido fazer duas quasipartículas se chocarem.   Os promissores skyrmions e os isolantes topológicos poderão ter seus segredos desvendados nos aceleradores de estado sólido. [Imagem: Dustin Gilbert / NIST] Pulsos terahertz  O feito foi conseguido usando uma fonte de laser única no mundo, localizada no Laboratório Terahertz em Regensburg, na Alemanha. Como as quasipartículas têm um tempo de vida extremamente curto, é crucial trabalhar em escalas de tempo ultracurtas - se um segundo fosse esticado para a idade do universo, uma quasipartícula não duraria mais do que algumas horas.  O pulso de laser na frequência dos terahertz acelerou os pares de elétrons e lacunas (excitons) em um prazo mais curto do que uma única oscilação da luz - 1 terahertz equivale a 1 trilhão de oscilações por segundo. O experimento foi feito em uma fina pastilha de disseleneto de tungstênio, um material promissor que já foi usado até para construir um transístor quântico.  Quando os excitons se chocam, eles emitem rajadas ultracurtas de luz que codificam as principais propriedades do sólido no qual a colisão ocorre.  "Estes experimentos temporizados de colisão em um sólido provam que os conceitos básicos dos colisores, que transformaram a nossa compreensão do mundo subatômico, podem ser transferidos da física de partículas para a pesquisa de estado sólido. Eles também lançam uma nova luz sobre as quasipartículas," disse o professor Mark Sherwin, da Universidade da Califórnia em Santa Bárbara, nos EUA.  Fonte: Bibliografia:  Lightwave-driven quasiparticle collisions on a subcycle timescale F. Langer, M. Hohenleutner, C. P. Schmid, C. Poellmann, P. Nagler, T. Korn, C. Schüller, M. S. Sherwin, U. Huttner, J. T. Steiner, S. W. Koch, M. Kira, R. Huber Nature Vol.: 533, 225-229 DOI: 10.1038/nature17958
Elétrons (azul) e lacunas (vermelho) colidiram dentro de um cristal de disseleneto de tungstênio (estrutura na parte inferior). Após a colisão, a energia adquirida durante a aceleração é emitida em fótons de alta energia (raios coloridos) que guardam informações fundamentais sobre o cristal.[Imagem: Fabian Langer/Universidade de Regensburg]

Colisor de estado sólido
A viabilidade de construção de um colisor de estado sólido que choca quasipartículas acaba de ser demonstrada por Fabian Langer (Universidade de Regensburg - Alemanha) e uma equipe internacional de pesquisadores.
A diferença com os colisores de partículas, como o LHC, é que esses futuros laboratórios deverão ser pequenos e funcionarão em matéria sólida, e não na forma de feixes de partículas que se chocam.
Os colisores de partículas estão permitindo desvendar o funcionamento da matéria, como ocorreu recentemente com a descoberta do bóson de Higgs.
Contudo, apesar do fato de que toda a tecnologia moderna depende do conhecimento das propriedades estruturais e eletrônicas de materiais sólidos - os semicondutores, por exemplo -, até agora não existe um equivalente de estado sólido para um colisor em nível atômico.
Quasipartículas
Dentro de um sólido, os análogos mais úteis das partículas, como os prótons, são as chamadas quasipartículas, entidades que ficam a meio caminho entre a matéria e a luz, como os fônons, os sólitons, os excitons e os topolaritons.
Para entender do que se trata uma quasipartícula, imagine que, se cada torcedor em um estádio for como um átomo em um sólido, então a quasipartícula é a onda que a torcida faz quando os torcedores se levantam e se sentam em sincronia. Essas ondulações estão na base de tecnologias como a plasmônica e seus chips à velocidade da luz, novas formas de converter luz em eletricidade, e de um tipo muito especial de laser, chamado spaser, apenas para citar alguns exemplos.
Experimentos anteriores já permitiram acelerar quasipartículas como os excitons - pares de elétrons e lacunas (vacâncias de elétron) ligados pela força elétrica - usando raios laser, mas até agora ninguém havia conseguido fazer duas quasipartículas se chocarem.
  Elétrons (azul) e lacunas (vermelho) colidiram dentro de um cristal de disseleneto de tungstênio (estrutura na parte inferior). Após a colisão, a energia adquirida durante a aceleração é emitida em fótons de alta energia (raios coloridos) que guardam informações fundamentais sobre o cristal.[Imagem: Fabian Langer/Universidade de Regensburg]  Colisor de estado sólido  A viabilidade de construção de um colisor de estado sólido que choca quasipartículas acaba de ser demonstrada por Fabian Langer (Universidade de Regensburg - Alemanha) e uma equipe internacional de pesquisadores.  A diferença com os colisores de partículas, como o LHC, é que esses futuros laboratórios deverão ser pequenos e funcionarão em matéria sólida, e não na forma de feixes de partículas que se chocam.  Os colisores de partículas estão permitindo desvendar o funcionamento da matéria, como ocorreu recentemente com a descoberta do bóson de Higgs.  Contudo, apesar do fato de que toda a tecnologia moderna depende do conhecimento das propriedades estruturais e eletrônicas de materiais sólidos - os semicondutores, por exemplo -, até agora não existe um equivalente de estado sólido para um colisor em nível atômico.  Quasipartículas  Dentro de um sólido, os análogos mais úteis das partículas, como os prótons, são as chamadas quasipartículas, entidades que ficam a meio caminho entre a matéria e a luz, como os fônons, os sólitons, os excitons e os topolaritons.  Para entender do que se trata uma quasipartícula, imagine que, se cada torcedor em um estádio for como um átomo em um sólido, então a quasipartícula é a onda que a torcida faz quando os torcedores se levantam e se sentam em sincronia. Essas ondulações estão na base de tecnologias como a plasmônica e seus chips à velocidade da luz, novas formas de converter luz em eletricidade, e de um tipo muito especial de laser, chamado spaser, apenas para citar alguns exemplos.  Experimentos anteriores já permitiram acelerar quasipartículas como os excitons - pares de elétrons e lacunas (vacâncias de elétron) ligados pela força elétrica - usando raios laser, mas até agora ninguém havia conseguido fazer duas quasipartículas se chocarem.   Os promissores skyrmions e os isolantes topológicos poderão ter seus segredos desvendados nos aceleradores de estado sólido. [Imagem: Dustin Gilbert / NIST] Pulsos terahertz  O feito foi conseguido usando uma fonte de laser única no mundo, localizada no Laboratório Terahertz em Regensburg, na Alemanha. Como as quasipartículas têm um tempo de vida extremamente curto, é crucial trabalhar em escalas de tempo ultracurtas - se um segundo fosse esticado para a idade do universo, uma quasipartícula não duraria mais do que algumas horas.  O pulso de laser na frequência dos terahertz acelerou os pares de elétrons e lacunas (excitons) em um prazo mais curto do que uma única oscilação da luz - 1 terahertz equivale a 1 trilhão de oscilações por segundo. O experimento foi feito em uma fina pastilha de disseleneto de tungstênio, um material promissor que já foi usado até para construir um transístor quântico.  Quando os excitons se chocam, eles emitem rajadas ultracurtas de luz que codificam as principais propriedades do sólido no qual a colisão ocorre.  "Estes experimentos temporizados de colisão em um sólido provam que os conceitos básicos dos colisores, que transformaram a nossa compreensão do mundo subatômico, podem ser transferidos da física de partículas para a pesquisa de estado sólido. Eles também lançam uma nova luz sobre as quasipartículas," disse o professor Mark Sherwin, da Universidade da Califórnia em Santa Bárbara, nos EUA.  Fonte: Bibliografia:  Lightwave-driven quasiparticle collisions on a subcycle timescale F. Langer, M. Hohenleutner, C. P. Schmid, C. Poellmann, P. Nagler, T. Korn, C. Schüller, M. S. Sherwin, U. Huttner, J. T. Steiner, S. W. Koch, M. Kira, R. Huber Nature Vol.: 533, 225-229 DOI: 10.1038/nature17958
Os promissores skyrmions e os isolantes topológicos poderão ter seus segredos desvendados nos aceleradores de estado sólido. [Imagem: Dustin Gilbert / NIST]
Pulsos terahertz
O feito foi conseguido usando uma fonte de laser única no mundo, localizada no Laboratório Terahertz em Regensburg, na Alemanha. Como as quasipartículas têm um tempo de vida extremamente curto, é crucial trabalhar em escalas de tempo ultracurtas - se um segundo fosse esticado para a idade do universo, uma quasipartícula não duraria mais do que algumas horas.
O pulso de laser na frequência dos terahertz acelerou os pares de elétrons e lacunas (excitons) em um prazo mais curto do que uma única oscilação da luz - 1 terahertz equivale a 1 trilhão de oscilações por segundo. O experimento foi feito em uma fina pastilha de disseleneto de tungstênio, um material promissor que já foi usado até para construir um transístor quântico.
Quando os excitons se chocam, eles emitem rajadas ultracurtas de luz que codificam as principais propriedades do sólido no qual a colisão ocorre.
"Estes experimentos temporizados de colisão em um sólido provam que os conceitos básicos dos colisores, que transformaram a nossa compreensão do mundo subatômico, podem ser transferidos da física de partículas para a pesquisa de estado sólido. Eles também lançam uma nova luz sobre as quasipartículas," disse o professor Mark Sherwin, da Universidade da Califórnia em Santa Bárbara, nos EUA.
Fonte: Bibliografia:
Lightwave-driven quasiparticle collisions on a subcycle timescale
F. Langer, M. Hohenleutner, C. P. Schmid, C. Poellmann, P. Nagler, T. Korn, C. Schüller, M. S. Sherwin, U. Huttner, J. T. Steiner, S. W. Koch, M. Kira, R. Huber
Nature
Vol.: 533, 225-229
DOI: 10.1038/nature17958

Matéria e antimatéria podem ser criadas com laser

Faça-se a matéria

Faça-se a matéria   O pulso de laser se propaga ao longo do eixo X, enquanto a superfície da folha metálica fica na perpendicular.[Imagem: Kostyukov/Nerush/IAP RAS]   A interação entre a luz e a matéria está na base de inúmeras tecnologias, das células solares à plasmônica e à spintrônica, sem falar de todas aquelas que levam o termo "quântico" no nome, como a computação quântica.  Mas quando a luz atinge intensidades muito elevadas, sobretudo na forma de lasers de alta potência, as coisas começam a ficar deveras interessantes - para dizer o mínimo.  Igor Kostyukov e Evgeny Nerush, da Academia Russa de Ciências, acabam de publicar um artigo explicando como produzir elétrons e pósitrons a partir de interações laser-matéria em intensidades ultrafortes.  Em outras palavras, eles calcularam como fazer para criar matéria e antimatéria usando lasers.  Não parece de todo estranho para quem está acostumado com a criação de matéria a partir do vácuo quântico, mas agora os dois físicos não estão falando apenas de fótons, mas de elétrons e pósitrons, as antipartículas dos elétrons.  Produção de matéria e antimatéria do "nada"  O conceito fundamental por trás desses experimentos aparentemente bizarros é fornecido por uma área da física conhecida como eletrodinâmica quântica, que explica como um forte campo elétrico pode fazer o vácuo quântico "ferver" - como o vácuo quântico é tudo, menos vazio, as partículas virtuais que existem nele saltam para a "realidade", onde podem ser capturadas.  "O campo [elétrico] pode converter esses tipos de partículas de um estado virtual, no qual as partículas não são diretamente observáveis, para um estado real," explicou Kostyukov.  A coisa deverá funcionar da seguinte forma: o forte campo elétrico injetado pelo laser causará grandes perdas de radiação pelos elétrons de uma placa metálica que servirá como alvo porque uma quantidade significativa da sua energia será convertida em raios gama - fótons de alta energia, que são as partículas que formam a luz. Os fótons de alta energia produzidos nesse processo vão interagir com o campo do laser e criar pares de elétrons e pósitrons.  Como resultado, emerge um novo estado da matéria: partículas fortemente interativas, campos ópticos e radiação gama, uma mistura cuja dinâmica é regida pela interação entre fenômenos da física clássica e processos quânticos.   Distribuição dos elétrons (verde) e dos pósitrons (vermelho) produzidos pela cascata eletrodinâmica quântica. [Imagem: Kostyukov/Nerush/IAP RAS] Cascata quântica  Embora vários experimentos de laboratório já tenham comprovado que a geração de luz e matéria a partir do vácuo funciona de fato, a nova teoria - que ainda não está completa - depende de um fenômeno diferente, conhecido como "cascata eletrodinâmica quântica", uma espécie de reação autossustentada. Além de não ser totalmente compreendido, esse fenômeno ainda depende do desenvolvimento de equipamentos que possam permitir sua observação em laboratório.  Os dois físicos salientam que elucidaram a fase inicial do fenômeno, quando os pares elétron-pósitron produzidos não interferem significativamente com a interação entre o laser e a folha metálica.  "Agora, nós estamos explorando o estágio não-linear, quando o plasma autogerado de elétrons-pósitrons modifica a interação. E nós vamos tentar expandir nossos resultados para configurações mais gerais das interações laser-matéria e outros regimes de interação, levando em consideração uma faixa de parâmetros mais ampla," disse Kostyukov.  Segundo ele, quando esses experimentos puderem ser realizados, o fenômeno da geração de matéria e antimatéria pelo laser poderá ser importante não apenas em pesquisas fundamentais de física e na bem-vinda produção de antimatéria, mas também em fontes de plasma e feixes de fótons e pósitrons que deverão superar muito a intensidade dos atuais aceleradores.    Fonte: PhysOrg  Bibliografia:  Production and dynamics of positrons in ultrahigh intensity laser-foil interactions Igor Yu. Kostyukov, Evgeny N. Nerush Physics of Plasmas Vol.: 23, 093119 DOI: 10.1063/1.4962567
O pulso de laser se propaga ao longo do eixo X, enquanto a superfície da folha metálica fica na perpendicular.[Imagem: Kostyukov/Nerush/IAP RAS]


A interação entre a luz e a matéria está na base de inúmeras tecnologias, das células solares à plasmônica e à spintrônica, sem falar de todas aquelas que levam o termo "quântico" no nome, como a computação quântica.
Mas quando a luz atinge intensidades muito elevadas, sobretudo na forma de lasers de alta potência, as coisas começam a ficar deveras interessantes - para dizer o mínimo.
Igor Kostyukov e Evgeny Nerush, da Academia Russa de Ciências, acabam de publicar um artigo explicando como produzir elétrons e pósitrons a partir de interações laser-matéria em intensidades ultrafortes.
Em outras palavras, eles calcularam como fazer para criar matéria e antimatéria usando lasers.
Não parece de todo estranho para quem está acostumado com a criação de matéria a partir do vácuo quântico, mas agora os dois físicos não estão falando apenas de fótons, mas de elétrons e pósitrons, as antipartículas dos elétrons.
Produção de matéria e antimatéria do "nada"
O conceito fundamental por trás desses experimentos aparentemente bizarros é fornecido por uma área da física conhecida como eletrodinâmica quântica, que explica como um forte campo elétrico pode fazer o vácuo quântico "ferver" - como o vácuo quântico é tudo, menos vazio, as partículas virtuais que existem nele saltam para a "realidade", onde podem ser capturadas.
"O campo [elétrico] pode converter esses tipos de partículas de um estado virtual, no qual as partículas não são diretamente observáveis, para um estado real," explicou Kostyukov.
A coisa deverá funcionar da seguinte forma: o forte campo elétrico injetado pelo laser causará grandes perdas de radiação pelos elétrons de uma placa metálica que servirá como alvo porque uma quantidade significativa da sua energia será convertida em raios gama - fótons de alta energia, que são as partículas que formam a luz. Os fótons de alta energia produzidos nesse processo vão interagir com o campo do laser e criar pares de elétrons e pósitrons.

Como resultado, emerge um novo estado da matéria: partículas fortemente interativas, campos ópticos e radiação gama, uma mistura cuja dinâmica é regida pela interação entre fenômenos da física clássica e processos quânticos.
Faça-se a matéria   O pulso de laser se propaga ao longo do eixo X, enquanto a superfície da folha metálica fica na perpendicular.[Imagem: Kostyukov/Nerush/IAP RAS]   A interação entre a luz e a matéria está na base de inúmeras tecnologias, das células solares à plasmônica e à spintrônica, sem falar de todas aquelas que levam o termo "quântico" no nome, como a computação quântica.  Mas quando a luz atinge intensidades muito elevadas, sobretudo na forma de lasers de alta potência, as coisas começam a ficar deveras interessantes - para dizer o mínimo.  Igor Kostyukov e Evgeny Nerush, da Academia Russa de Ciências, acabam de publicar um artigo explicando como produzir elétrons e pósitrons a partir de interações laser-matéria em intensidades ultrafortes.  Em outras palavras, eles calcularam como fazer para criar matéria e antimatéria usando lasers.  Não parece de todo estranho para quem está acostumado com a criação de matéria a partir do vácuo quântico, mas agora os dois físicos não estão falando apenas de fótons, mas de elétrons e pósitrons, as antipartículas dos elétrons.  Produção de matéria e antimatéria do "nada"  O conceito fundamental por trás desses experimentos aparentemente bizarros é fornecido por uma área da física conhecida como eletrodinâmica quântica, que explica como um forte campo elétrico pode fazer o vácuo quântico "ferver" - como o vácuo quântico é tudo, menos vazio, as partículas virtuais que existem nele saltam para a "realidade", onde podem ser capturadas.  "O campo [elétrico] pode converter esses tipos de partículas de um estado virtual, no qual as partículas não são diretamente observáveis, para um estado real," explicou Kostyukov.  A coisa deverá funcionar da seguinte forma: o forte campo elétrico injetado pelo laser causará grandes perdas de radiação pelos elétrons de uma placa metálica que servirá como alvo porque uma quantidade significativa da sua energia será convertida em raios gama - fótons de alta energia, que são as partículas que formam a luz. Os fótons de alta energia produzidos nesse processo vão interagir com o campo do laser e criar pares de elétrons e pósitrons.  Como resultado, emerge um novo estado da matéria: partículas fortemente interativas, campos ópticos e radiação gama, uma mistura cuja dinâmica é regida pela interação entre fenômenos da física clássica e processos quânticos.   Distribuição dos elétrons (verde) e dos pósitrons (vermelho) produzidos pela cascata eletrodinâmica quântica. [Imagem: Kostyukov/Nerush/IAP RAS] Cascata quântica  Embora vários experimentos de laboratório já tenham comprovado que a geração de luz e matéria a partir do vácuo funciona de fato, a nova teoria - que ainda não está completa - depende de um fenômeno diferente, conhecido como "cascata eletrodinâmica quântica", uma espécie de reação autossustentada. Além de não ser totalmente compreendido, esse fenômeno ainda depende do desenvolvimento de equipamentos que possam permitir sua observação em laboratório.  Os dois físicos salientam que elucidaram a fase inicial do fenômeno, quando os pares elétron-pósitron produzidos não interferem significativamente com a interação entre o laser e a folha metálica.  "Agora, nós estamos explorando o estágio não-linear, quando o plasma autogerado de elétrons-pósitrons modifica a interação. E nós vamos tentar expandir nossos resultados para configurações mais gerais das interações laser-matéria e outros regimes de interação, levando em consideração uma faixa de parâmetros mais ampla," disse Kostyukov.  Segundo ele, quando esses experimentos puderem ser realizados, o fenômeno da geração de matéria e antimatéria pelo laser poderá ser importante não apenas em pesquisas fundamentais de física e na bem-vinda produção de antimatéria, mas também em fontes de plasma e feixes de fótons e pósitrons que deverão superar muito a intensidade dos atuais aceleradores.    Fonte: PhysOrg  Bibliografia:  Production and dynamics of positrons in ultrahigh intensity laser-foil interactions Igor Yu. Kostyukov, Evgeny N. Nerush Physics of Plasmas Vol.: 23, 093119 DOI: 10.1063/1.4962567
Distribuição dos elétrons (verde) e dos pósitrons (vermelho) produzidos pela cascata eletrodinâmica quântica. [Imagem: Kostyukov/Nerush/IAP RAS]
Cascata quântica
Embora vários experimentos de laboratório já tenham comprovado que a geração de luz e matéria a partir do vácuo funciona de fato, a nova teoria - que ainda não está completa - depende de um fenômeno diferente, conhecido como "cascata eletrodinâmica quântica", uma espécie de reação autossustentada. Além de não ser totalmente compreendido, esse fenômeno ainda depende do desenvolvimento de equipamentos que possam permitir sua observação em laboratório.
Os dois físicos salientam que elucidaram a fase inicial do fenômeno, quando os pares elétron-pósitron produzidos não interferem significativamente com a interação entre o laser e a folha metálica.
"Agora, nós estamos explorando o estágio não-linear, quando o plasma autogerado de elétrons-pósitrons modifica a interação. E nós vamos tentar expandir nossos resultados para configurações mais gerais das interações laser-matéria e outros regimes de interação, levando em consideração uma faixa de parâmetros mais ampla," disse Kostyukov.
Segundo ele, quando esses experimentos puderem ser realizados, o fenômeno da geração de matéria e antimatéria pelo laser poderá ser importante não apenas em pesquisas fundamentais de física e na bem-vinda produção de antimatéria, mas também em fontes de plasma e feixes de fótons e pósitrons que deverão superar muito a intensidade dos atuais aceleradores.

Fonte: PhysOrg
Bibliografia:

Production and dynamics of positrons in ultrahigh intensity laser-foil interactions
Igor Yu. Kostyukov, Evgeny N. Nerush
Physics of Plasmas
Vol.: 23, 093119
DOI: 10.1063/1.4962567

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Setembro passado, o mês mais quente dos últimos 136 anos!

Período foi 0,91ºC mais quente que a temperatura média dos setembros entre os anos de 1951 e 1980.


Período foi 0,91ºC mais quente que a temperatura média dos setembros entre os anos de 1951 e 1980.   Mapa da temperatura na Terra em setembro de 2016 (Foto: Nasa/GISS)  O ultimo mês foi o setembro mais quente em 136 anos, de acordo com os registros da Nasa. O período foi 0,91ºC mais quente que a temperatura média dos setembros entre os anos de 1951 e 1980. A temperatura de setembro de 2016 teve uma pequena diferença de 0,004 graus Celsius em relação com o mais quente setembro anterior, o de 2014. A margem é tão estreita que mantém os dois meses quase que empatados.  A Nasa aponta que 11 dos últimos 12 meses consecutivos, que datam desde outubro de 2015, estabeleceram novos recordes de temperatura. Ela também divulgou uma mudança na avaliação com relação ao mês de junho deste ano, que tinha sido relatado como o mais quente da história. Segundo a agência, o último junho foi o terceiro mais quente, atrás dos anos de 2015 e 1998.  “Rankings mensais são sensíveis a atualizações nos registros, e nossa mais recente atualização para as leituras do meio do inverno no pólo sul mudou o ranking de junho”, disse Gavin Schmidt, diretor do Instituto Goddard para Estudos Espaciais (GISS, sigla em inglês). “Nós continuamos a destacar que, enquanto rankings mensais são de interesse jornalístico, eles não são tão importantes como as tendências a longo prazo”.  A análise mensal da GISS é feita a partir de dados disponíveis e coletados em 6.300 estações meteorológicas em todo o mundo, com instrumentos navais e localizados em boias para a medição da temperatura da superfície do mar e estações de pesquisa da Antártica.  Fonte: NASA
Mapa da temperatura na Terra em setembro de 2016 (Foto: Nasa/GISS)

O ultimo mês foi o setembro mais quente em 136 anos, de acordo com os registros da Nasa. O período foi 0,91ºC mais quente que a temperatura média dos setembros entre os anos de 1951 e 1980.

A temperatura de setembro de 2016 teve uma pequena diferença de 0,004 graus Celsius em relação com o mais quente setembro anterior, o de 2014. A margem é tão estreita que mantém os dois meses quase que empatados.

A Nasa aponta que 11 dos últimos 12 meses consecutivos, que datam desde outubro de 2015, estabeleceram novos recordes de temperatura. Ela também divulgou uma mudança na avaliação com relação ao mês de junho deste ano, que tinha sido relatado como o mais quente da história. Segundo a agência, o último junho foi o terceiro mais quente, atrás dos anos de 2015 e 1998.

“Rankings mensais são sensíveis a atualizações nos registros, e nossa mais recente atualização para as leituras do meio do inverno no pólo sul mudou o ranking de junho”, disse Gavin Schmidt, diretor do Instituto Goddard para Estudos Espaciais (GISS, sigla em inglês). “Nós continuamos a destacar que, enquanto rankings mensais são de interesse jornalístico, eles não são tão importantes como as tendências a longo prazo”.

A análise mensal da GISS é feita a partir de dados disponíveis e coletados em 6.300 estações meteorológicas em todo o mundo, com instrumentos navais e localizados em boias para a medição da temperatura da superfície do mar e estações de pesquisa da Antártica.

Fonte: NASA


segunda-feira, 17 de outubro de 2016

A terceira guerra mundial será muito rápida e muito letal, adverte Pentágono

O próximo conflito global ocorrerá em uma velocidade que os seres humanos mal conseguirão acompanhar, devido ao fato de que a inteligência artificial provavelmente estará coordenando todas as ações.

O próximo conflito global ocorrerá em uma velocidade que os seres humanos mal conseguirão acompanhar, devido ao fato de que a inteligência artificial provavelmente estará coordenando todas as ações.    O número de mortos poderá aumentar exponencialmente, disse um chefe do Pentágono, devido ao uso da IA e de “armas inteligentes”.  O Major-General William Hix disse: “Um conflito convencional em um futuro próximo será extremamente letal e rápido, e nós mal conseguiremos cronometrá-lo”.  “A velocidade dos acontecimentos pode ultrapassar nossa capacidade humana de acompanhá-la.”  “A velocidade em que as máquinas tomarão decisões no futuro provavelmente desafiará nossa capacidade, exigindo uma nova relação entre homem e máquina”, ele afirma.  No início deste ano, chefes do Pentágono advertiram que o mundo está entrando em uma corrida armamentista por armas robóticas. Segundo eles, o resultado pode envolver armas como o ‘Exterminador’, de Arnold Schwarzenegger.    O general da Força Aérea, Paul Selva, vice-presidente dos Chefes de Estado no Departamento de Defesa, admitiu que a tecnologia pode levar os sistemas robóticos a se tornarem … um Exterminador, sem consciência alguma.”  Selva diz que a chave para o controle é garantir que as máquinas não possam decidir matar por si só, garantindo sempre a aprovação de um humano para tanto.  O Human Rights Watch adverte que robôs capazes de ‘tomar essa decisão’ por si só poderão ser viáveis dentro de algumas décadas.    Fonte: Yahoo

O número de mortos poderá aumentar exponencialmente, disse um chefe do Pentágono, devido ao uso da IA e de “armas inteligentes”.
O Major-General William Hix disse: “Um conflito convencional em um futuro próximo será extremamente letal e rápido, e nós mal conseguiremos cronometrá-lo”.
“A velocidade dos acontecimentos pode ultrapassar nossa capacidade humana de acompanhá-la.”
“A velocidade em que as máquinas tomarão decisões no futuro provavelmente desafiará nossa capacidade, exigindo uma nova relação entre homem e máquina”, ele afirma.
No início deste ano, chefes do Pentágono advertiram que o mundo está entrando em uma corrida armamentista por armas robóticas. Segundo eles, o resultado pode envolver armas como o ‘Exterminador’, de Arnold Schwarzenegger.
O próximo conflito global ocorrerá em uma velocidade que os seres humanos mal conseguirão acompanhar, devido ao fato de que a inteligência artificial provavelmente estará coordenando todas as ações.    O número de mortos poderá aumentar exponencialmente, disse um chefe do Pentágono, devido ao uso da IA e de “armas inteligentes”.  O Major-General William Hix disse: “Um conflito convencional em um futuro próximo será extremamente letal e rápido, e nós mal conseguiremos cronometrá-lo”.  “A velocidade dos acontecimentos pode ultrapassar nossa capacidade humana de acompanhá-la.”  “A velocidade em que as máquinas tomarão decisões no futuro provavelmente desafiará nossa capacidade, exigindo uma nova relação entre homem e máquina”, ele afirma.  No início deste ano, chefes do Pentágono advertiram que o mundo está entrando em uma corrida armamentista por armas robóticas. Segundo eles, o resultado pode envolver armas como o ‘Exterminador’, de Arnold Schwarzenegger.    O general da Força Aérea, Paul Selva, vice-presidente dos Chefes de Estado no Departamento de Defesa, admitiu que a tecnologia pode levar os sistemas robóticos a se tornarem … um Exterminador, sem consciência alguma.”  Selva diz que a chave para o controle é garantir que as máquinas não possam decidir matar por si só, garantindo sempre a aprovação de um humano para tanto.  O Human Rights Watch adverte que robôs capazes de ‘tomar essa decisão’ por si só poderão ser viáveis dentro de algumas décadas.    Fonte: Yahoo

O general da Força Aérea, Paul Selva, vice-presidente dos Chefes de Estado no Departamento de Defesa, admitiu que a tecnologia pode levar os sistemas robóticos a se tornarem … um Exterminador, sem consciência alguma.”
Selva diz que a chave para o controle é garantir que as máquinas não possam decidir matar por si só, garantindo sempre a aprovação de um humano para tanto.
Human Rights Watch adverte que robôs capazes de ‘tomar essa decisão’ por si só poderão ser viáveis dentro de algumas décadas.

Fonte: Yahoo


Cientista finlandês encontra um mistério nas pirâmides da Bósnia.

Um cientista da Finlândia declarou ter descoberto anomalias nas pirâmides da Bósnia em Visoko, as quais não podem ser explicadas como fenômenos naturais. Seriam estas provas concretas de que são estruturas feitas pelo homem?

Um cientista da Finlândia declarou ter descoberto anomalias nas pirâmides da Bósnia em Visoko, as quais não podem ser explicadas como fenômenos naturais. Seriam estas provas concretas de que são estruturas feitas pelo homem?    O pesquisador finlandês registrou sons vindos do topo da Grande Pirâmide de Visoko, os quais NÃO são o resultado de quaisquer fenômenos naturais. De acordo com a BH News Agency Patria (NAP), um engenheiro de som chamado Heikki Savolainen declarou ter encontrado anomalias nas pirâmides em Visoko que não podem ser explicadas como fenômenos naturais. O especialista em sonoplastia ficou em Visoko, na Bósnia e Herzegovina por uma semana e fez gravações eletromagnéticas, de ultrassom e infrassom no Vale Bósnio das Pirâmides. O que ele encontrou desafia as explicações. De fato, de acordo com Savolainen, seus resultados são espetaculares. Ele disse que há uma conexão óbvia entre a radiação eletromagnética e ultrasônica do topo da Pirâmide do Sol e os túneis subterrâneos. Isto, ele argumenta, mostra que os túneis observáveis e as pirâmides são de fato a mesma entidade. A tese da existência das Pirâmides da Bósnia tem sido pesadamente atacada por pesquisadores ao redor do globo, os quais rejeitam a noção de que há pirâmides naquele país. Porém, pesquisas têm mostrado que não somente há pirâmides na Bósnia, mas que elas também podem ser as estruturas artificiais mais antigas da face do planeta. De acordo com uma análise feita no local, as Pirâmides da Bósnia teriam aproximadamente 29.200, +/- 400 anos, anos. Foi reportado que o facho de ‘ultrassom’ encontrado no fundo da Pirâmide do Sol vem em blocos regulares de 9.3333 Hz, com picos de até 28.3000 kHz. Além disso, a filtragem de energia mostra que o nível de ionização tem mais de 43.000 íons negativos, que é 200 vezes mais alto do que a concentração média, o que faz com que estas câmara subterrâneas mostrem propriedades de cura. Testes confirmaram que os níveis de ‘radiação negativa’ através das grades Hartman, Curry e Schneider são iguais a zero nos túneis descobertos. Ocorre que as pirâmides da Bósnia podem ser, afinal, um dos monumentos antigos mais fantásticos já construídos por uma civilização há muito tempo perdida, a qual habitou a Europa moderna há dezenas de milhares de anos. A Pirâmide do Sol, com seus 220 metros de altura, excede a Grande Pirâmide do Egito, que mede 146 metros de altura. Mas o que descobrirmos ser impressionante é o fato de que a orientação da pirâmide para o Norte é precisa, com um erro de 0 graus, 0 minutos e 12 segundos. Uma incrível precisão, e isto é onde a Pirâmide do Sol na Bósnia possui um fato comum com a Grande Pirâmide do Egito. No Egito, a Grande Pirâmide reside na interseção da linha mais longa de latitude, e a mais longa de longitude, que é o exato centro de massa de terra no nosso planeta.

O pesquisador finlandês registrou sons vindos do topo da Grande Pirâmide de Visoko, os quais NÃO são o resultado de quaisquer fenômenos naturais.
De acordo com a BH News Agency Patria (NAP), um engenheiro de som chamado Heikki Savolainen declarou ter encontrado anomalias nas pirâmides em Visoko que não podem ser explicadas como fenômenos naturais.
O especialista em sonoplastia ficou em Visoko, na Bósnia e Herzegovina por uma semana e fez gravações eletromagnéticas, de ultrassom e infrassom no Vale Bósnio das Pirâmides.
O que ele encontrou desafia as explicações. De fato, de acordo com Savolainen, seus resultados são espetaculares.
Ele disse que há uma conexão óbvia entre a radiação eletromagnética e ultrasônica do topo da Pirâmide do Sol e os túneis subterrâneos. Isto, ele argumenta, mostra que os túneis observáveis e as pirâmides são de fato a mesma entidade.
A tese da existência das Pirâmides da Bósnia tem sido pesadamente atacada por pesquisadores ao redor do globo, os quais rejeitam a noção de que há pirâmides naquele país.
Porém, pesquisas têm mostrado que não somente há pirâmides na Bósnia, mas que elas também podem ser as estruturas artificiais mais antigas da face do planeta.
De acordo com uma análise feita no local, as Pirâmides da Bósnia teriam aproximadamente 29.200, +/- 400 anos, anos.
Foi reportado que o facho de ‘ultrassom’ encontrado no fundo da Pirâmide do Sol vem em blocos regulares de 9.3333 Hz, com picos de até 28.3000 kHz.
Além disso, a filtragem de energia mostra que o nível de ionização tem mais de 43.000 íons negativos, que é 200 vezes mais alto do que a concentração média, o que faz com que estas câmara subterrâneas mostrem propriedades de cura.
Testes confirmaram que os níveis de ‘radiação negativa’ através das grades Hartman, Curry e Schneider são iguais a zero nos túneis descobertos.
Ocorre que as pirâmides da Bósnia podem ser, afinal, um dos monumentos antigos mais fantásticos já construídos por uma civilização há muito tempo perdida, a qual habitou a Europa moderna há dezenas de milhares de anos.
A Pirâmide do Sol, com seus 220 metros de altura, excede a Grande Pirâmide do Egito, que mede 146 metros de altura. Mas o que descobrirmos ser impressionante é o fato de que a orientação da pirâmide para o Norte é precisa, com um erro de 0 graus, 0 minutos e 12 segundos.
Uma incrível precisão, e isto é onde a Pirâmide do Sol na Bósnia possui um fato comum com a Grande Pirâmide do Egito. No Egito, a Grande Pirâmide reside na interseção da linha mais longa de latitude, e a mais longa de longitude, que é o exato centro de massa de terra no nosso planeta.

Fonte: http://www.ancient-code.com

domingo, 16 de outubro de 2016

Nikola Tesla relata em 1895 experiencia incrível: ''Eu podia ver o passado, presente e futuro, tudo ao mesmo tempo''

Em 1895, durante a realização de pesquisas com o seu transformador, Nikola Tesla teve suas primeiras indicações de que o tempo e o espaço poderia ser influenciados através da utilização de campos magnéticos altamente carregados que giram. 

Em 1895, durante a realização de pesquisas com o seu transformador, Nikola Tesla teve suas primeiras indicações de que o tempo e o espaço poderia ser influenciados através da utilização de campos magnéticos altamente carregados que giram.     Parte dessa revelação surgiu da experimentação de Tesla com freqüências de rádio e transmissão de energia elétrica através da atmosfera. Simples descoberta de Tesla seria, anos mais tarde, levar ao infame experimento Filadélfia e os projetos de viagem no tempo Montauk. Mas mesmo antes de surgir estes programas militares ultra-secretos, Tesla fez algumas descobertas fascinantes sobre a natureza do tempo e as possibilidades reais de viagem no tempo.  Com esses experimentos em eletricidade de alta tensão e campos magnéticos, Tesla descobriu que tempo e espaço poderia ser violado, ou deformado, criando uma "porta" que poderia levar a outros tempos. Mas com esta descoberta monumental, Tesla também descobriu, através da experiência pessoal, os perigos reais inerentes com a viagem no tempo.  A primeira experiência de Tesla com a viagem no tempo foi em março de 1895. Um repórter do New York Herald escreveu o dia 13 de março, que ele se deparou com o inventor em um pequeno café, parecendo abalado após ser atingido por 3,5 milhões de volts, "Acho que você não vai me achar um companheiro agradável esta noite” disse Tesla, “ O fato é que eu quase morri hoje. A faísca saltou três pés no ar e me pegou aqui no ombro direito. Se a minha assistente não tivesse desligado a corrente instantaneamente, poderia ter sido o meu fim. "  Tesla, em contacto com a ressonância da carga eletromagnética, encontrou-se fora de sua referência de janela de espaço/ tempo. Ele relatou que ele podia ver o passado, presente e futuro, tudo ao mesmo tempo. Mas ele foi paralisado dentro do campo eletromagnético, incapaz de ajudar a si mesmo. Sua assistente, desligando a corrente, salvou Tesla antes de qualquer dano permanente fosse feito. A repetição deste mesmo incidente ocorreria anos mais tarde durante o Experimento Filadélfia. Infelizmente, os marinheiros envolvidos foram deixados fora da sua referência de janela de espaço/ tempo por muito tempo com resultados desastrosos.  Experiências de viagem no tempo secretos de Tesla continuaram nas mãos de outros que não estavam tão preocupados com a humanidade como Tesla.

Parte dessa revelação surgiu da experimentação de Tesla com freqüências de rádio e transmissão de energia elétrica através da atmosfera. Simples descoberta de Tesla seria, anos mais tarde, levar ao infame experimento Filadélfia e os projetos de viagem no tempo Montauk. Mas mesmo antes de surgir estes programas militares ultra-secretos, Tesla fez algumas descobertas fascinantes sobre a natureza do tempo e as possibilidades reais de viagem no tempo.

Com esses experimentos em eletricidade de alta tensão e campos magnéticos, Tesla descobriu que tempo e espaço poderia ser violado, ou deformado, criando uma "porta" que poderia levar a outros tempos. Mas com esta descoberta monumental, Tesla também descobriu, através da experiência pessoal, os perigos reais inerentes com a viagem no tempo.

A primeira experiência de Tesla com a viagem no tempo foi em março de 1895. Um repórter do New York Herald escreveu o dia 13 de março, que ele se deparou com o inventor em um pequeno café, parecendo abalado após ser atingido por 3,5 milhões de volts, "Acho que você não vai me achar um companheiro agradável esta noite” disse Tesla, “ O fato é que eu quase morri hoje. A faísca saltou três pés no ar e me pegou aqui no ombro direito. Se a minha assistente não tivesse desligado a corrente instantaneamente, poderia ter sido o meu fim. "

Tesla, em contacto com a ressonância da carga eletromagnética, encontrou-se fora de sua referência de janela de espaço/ tempo. Ele relatou que ele podia ver o passado, presente e futuro, tudo ao mesmo tempo. Mas ele foi paralisado dentro do campo eletromagnético, incapaz de ajudar a si mesmo. Sua assistente, desligando a corrente, salvou Tesla antes de qualquer dano permanente fosse feito. A repetição deste mesmo incidente ocorreria anos mais tarde durante o Experimento Filadélfia. Infelizmente, os marinheiros envolvidos foram deixados fora da sua referência de janela de espaço/ tempo por muito tempo com resultados desastrosos.

Experiências de viagem no tempo secretos de Tesla continuaram nas mãos de outros que não estavam tão preocupados com a humanidade como Tesla.

Mapa com diagramas matemáticos de Nikola tesla é descoberto e revela esquema surpreendente

Um conjunto de desenhos originais de Nikola Tesla recentemente descobertos revelam um mapa de multiplicação que contém todos os números em um simples sistema muito fácil de usar. 


Um conjunto de desenhos originais de Nikola Tesla recentemente descobertos revelam um mapa de multiplicação que contém todos os números em um simples sistema muito fácil de usar.     Os desenhos foram descobertos em uma loja de antiguidades no centro de Phoenix Arizona por um artista local, Abe Zucca. Acredita-se que foram criados durante os últimos anos do laboratório de Energia Livre de Tesla, Wardenclyffe. Acredita-se que manuscrito abrigue muitas soluções para questões não respondidas atualmente sobre matemática. Os esboços foram escondidos em um pequeno tronco com inúmeros outros desenhos e os manuscritos que variam de dispositivos tecnológicos portáteis a sistemas, muitas notas foram rabiscadas com tudo em cima deles. Algumas das peças já são familiares para o público, mas alguns outras não são. O mais notável é o mapa para multiplicação ou a matemática espiral. Zucca fez algumas cópias e mostrou os desenhos em torno de diferentes pensadores, sonhadores, e matemáticos. Poucos dias depois, um instrutor de alta Matemática Escolar, Joey Grether, estava trabalhando em decifrar o sistema e tivemos alguns avanços. Grether sugeriu que a espiral não só explora Multiplicação como uma teia entrelaçada, mas que, "oferece uma compreensão visual abrangente de como todos os números que são auto-organizados em 12 posições de composição."   "Este dispositivo permite-nos ver números como padrões, a formação de números primos, primos gémeos, números altamente compósitos, multiplicação e divisão, bem como alguns outros sistemas, imagino eu, que estão ainda a serem descobertos." O diagrama em si é muito intuitivo, permitindo aos alunos ver como os números de todo o trabalho em conjunto com base em uma espiral com 12 posições. 12, ou 12x (múltiplos de 12) é o sistema mais altamente composto, que é por isso que temos 12 meses em um ano, 12 polegadas em um pé, 24 horas em um dia, etc. 12 pode ser dividido por 2, 3, 4, e 6. Assim, pode todos os múltiplos de 12. Para cada 12 números, há uma chance de 4 números serem primos. Eles acontecem a cair em posições (pense horas) 5, 7, 11 e 1.     Tesla ficou também conhecido pela frase "Se você soubesse a magnificência da 3, 6 e 9, então você teria a chave para o universo." Acontece que quando o dispositivo é examinado, as raízes digitais dos números nas posições 3, 6, 9, 12 repetem constantemente a mesma sequência de 3, 6, 9! É isso que Tesla estava se referindo também? A auto-organização dos números e suas raízes digitais? É difícil dizer, mas Grether parece pensar assim. "Esta descoberta é fenomenal. Se conseguíssemos fazer os estudantes de todo o mundo a usar esta técnica, para jogar com ele e ajudar a descobrir como usá-la, poderíamos superar nossa aversão cultural à Matemática. Em vez de memorizar a tabuada, poderíamos aprender as posições dos números e ter uma melhor compreensão de como eles funcionam. "  Há um outro fato sobre a espiral Tesla que faz com que ela seja mais interessante. O diagrama é datado de 12/12/12! 1912. Grether e seus alunos querem transformar 12 de dezembro em um feriado nacional.  Fonte: http://cbsnews.com.co/

Os desenhos foram descobertos em uma loja de antiguidades no centro de Phoenix Arizona por um artista local, Abe Zucca. Acredita-se que foram criados durante os últimos anos do laboratório de Energia Livre de Tesla, Wardenclyffe. Acredita-se que manuscrito abrigue muitas soluções para questões não respondidas atualmente sobre matemática. Os esboços foram escondidos em um pequeno tronco com inúmeros outros desenhos e os manuscritos que variam de dispositivos tecnológicos portáteis a sistemas, muitas notas foram rabiscadas com tudo em cima deles. Algumas das peças já são familiares para o público, mas alguns outras não são. O mais notável é o mapa para multiplicação ou a matemática espiral. Zucca fez algumas cópias e mostrou os desenhos em torno de diferentes pensadores, sonhadores, e matemáticos. Poucos dias depois, um instrutor de alta Matemática Escolar, Joey Grether, estava trabalhando em decifrar o sistema e tivemos alguns avanços. Grether sugeriu que a espiral não só explora Multiplicação como uma teia entrelaçada, mas que, "oferece uma compreensão visual abrangente de como todos os números que são auto-organizados em 12 posições de composição." 

"Este dispositivo permite-nos ver números como padrões, a formação de números primos, primos gémeos, números altamente compósitos, multiplicação e divisão, bem como alguns outros sistemas, imagino eu, que estão ainda a serem descobertos." O diagrama em si é muito intuitivo, permitindo aos alunos ver como os números de todo o trabalho em conjunto com base em uma espiral com 12 posições. 12, ou 12x (múltiplos de 12) é o sistema mais altamente composto, que é por isso que temos 12 meses em um ano, 12 polegadas em um pé, 24 horas em um dia, etc. 12 pode ser dividido por 2, 3, 4, e 6. Assim, pode todos os múltiplos de 12. Para cada 12 números, há uma chance de 4 números serem primos. Eles acontecem a cair em posições (pense horas) 5, 7, 11 e 1. 

Um conjunto de desenhos originais de Nikola Tesla recentemente descobertos revelam um mapa de multiplicação que contém todos os números em um simples sistema muito fácil de usar.     Os desenhos foram descobertos em uma loja de antiguidades no centro de Phoenix Arizona por um artista local, Abe Zucca. Acredita-se que foram criados durante os últimos anos do laboratório de Energia Livre de Tesla, Wardenclyffe. Acredita-se que manuscrito abrigue muitas soluções para questões não respondidas atualmente sobre matemática. Os esboços foram escondidos em um pequeno tronco com inúmeros outros desenhos e os manuscritos que variam de dispositivos tecnológicos portáteis a sistemas, muitas notas foram rabiscadas com tudo em cima deles. Algumas das peças já são familiares para o público, mas alguns outras não são. O mais notável é o mapa para multiplicação ou a matemática espiral. Zucca fez algumas cópias e mostrou os desenhos em torno de diferentes pensadores, sonhadores, e matemáticos. Poucos dias depois, um instrutor de alta Matemática Escolar, Joey Grether, estava trabalhando em decifrar o sistema e tivemos alguns avanços. Grether sugeriu que a espiral não só explora Multiplicação como uma teia entrelaçada, mas que, "oferece uma compreensão visual abrangente de como todos os números que são auto-organizados em 12 posições de composição."   "Este dispositivo permite-nos ver números como padrões, a formação de números primos, primos gémeos, números altamente compósitos, multiplicação e divisão, bem como alguns outros sistemas, imagino eu, que estão ainda a serem descobertos." O diagrama em si é muito intuitivo, permitindo aos alunos ver como os números de todo o trabalho em conjunto com base em uma espiral com 12 posições. 12, ou 12x (múltiplos de 12) é o sistema mais altamente composto, que é por isso que temos 12 meses em um ano, 12 polegadas em um pé, 24 horas em um dia, etc. 12 pode ser dividido por 2, 3, 4, e 6. Assim, pode todos os múltiplos de 12. Para cada 12 números, há uma chance de 4 números serem primos. Eles acontecem a cair em posições (pense horas) 5, 7, 11 e 1.     Tesla ficou também conhecido pela frase "Se você soubesse a magnificência da 3, 6 e 9, então você teria a chave para o universo." Acontece que quando o dispositivo é examinado, as raízes digitais dos números nas posições 3, 6, 9, 12 repetem constantemente a mesma sequência de 3, 6, 9! É isso que Tesla estava se referindo também? A auto-organização dos números e suas raízes digitais? É difícil dizer, mas Grether parece pensar assim. "Esta descoberta é fenomenal. Se conseguíssemos fazer os estudantes de todo o mundo a usar esta técnica, para jogar com ele e ajudar a descobrir como usá-la, poderíamos superar nossa aversão cultural à Matemática. Em vez de memorizar a tabuada, poderíamos aprender as posições dos números e ter uma melhor compreensão de como eles funcionam. "  Há um outro fato sobre a espiral Tesla que faz com que ela seja mais interessante. O diagrama é datado de 12/12/12! 1912. Grether e seus alunos querem transformar 12 de dezembro em um feriado nacional.  Fonte: http://cbsnews.com.co/

Tesla ficou também conhecido pela frase "Se você soubesse a magnificência da 3, 6 e 9, então você teria a chave para o universo." Acontece que quando o dispositivo é examinado, as raízes digitais dos números nas posições 3, 6, 9, 12 repetem constantemente a mesma sequência de 3, 6, 9! É isso que Tesla estava se referindo também? A auto-organização dos números e suas raízes digitais? É difícil dizer, mas Grether parece pensar assim. "Esta descoberta é fenomenal. Se conseguíssemos fazer os estudantes de todo o mundo a usar esta técnica, para jogar com ele e ajudar a descobrir como usá-la, poderíamos superar nossa aversão cultural à Matemática. Em vez de memorizar a tabuada, poderíamos aprender as posições dos números e ter uma melhor compreensão de como eles funcionam. "  Há um outro fato sobre a espiral Tesla que faz com que ela seja mais interessante. O diagrama é datado de 12/12/12! 1912. Grether e seus alunos querem transformar 12 de dezembro em um feriado nacional.



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