terça-feira, 20 de maio de 2014

As misteriosas luzes brilhantes na Noruega

A presença de bolas estranhas de luz pairando sobre um vale no centro da Noruega tem confundido os cientistas há anos.
Conhecido como o Fenômeno Hessdalen, as esferas de luzes aparecem piscando e são grandes atrativos para os ufólogos.  Os cientistas consideram que as luzes incomuns podem ser formadas por uma “bateria” natural enterrada no subsolo, criada por minerais metálicos que reagem com um rio sulfuroso que passa por eles.  Se a teoria for provada como correta, poderia vir ai uma nova forma de armazenar energia. Algumas das luzes derivam suavemente pelo céu por até duas horas, enquanto outros piscam em cores brancas ou azul e pairam através do vale, desaparecendo em segundos, relatou a New Scientist. Um engenheiro de computação chamado Erling Strand da Universidade Ostfold na Noruega, tem procurado a física por trás do fenômeno natural desde 1982, quando shows de luzes freqüentes chamou a atenção da imprensa e cientistas.

A presença de bolas estranhas de luz pairando sobre um vale no centro da Noruega tem confundido os cientistas há anos. Conhecido como o Fenômeno Hessdalen, as esferas de luzes aparecem piscando e são grandes atrativos para os ufólogos.  Os cientistas consideram que as luzes incomuns podem ser formadas por uma “bateria” natural enterrada no subsolo, criada por minerais metálicos que reagem com um rio sulfuroso que passa por eles.  Se a teoria for provada como correta, poderia vir ai uma nova forma de armazenar energia. Algumas das luzes derivam suavemente pelo céu por até duas horas, enquanto outros piscam em cores brancas ou azul e pairam através do vale, desaparecendo em segundos, relatou a New Scientist. Um engenheiro de computação chamado Erling Strand da Universidade Ostfold na Noruega, tem procurado a física por trás do fenômeno natural desde 1982, quando shows de luzes freqüentes chamou a atenção da imprensa e cientistas.  Ele montou Projeto Hessdalen em uma tentativa de unir especialistas tentando desvendar o mistério de como se formam as luzes misteriosas, e foi capaz de rapidamente descartar as teorias de que as luzes vinham de aviões, veículos ou edifícios.  Os pesquisadores notaram uma pequena oscilação no campo magnético das áreas antes da formação das luzes, mas quando eles mediram a radioatividade e atividade sísmica – ambos os quais podem causar tal fenômeno – não havia nada de incomum nas 248 milhas do local (400 km) ao norte de Oslo. Uma equipe internacional de especialistas, em seguida, mediram o tamanho, forma e velocidade das esferas usando radar e análise espectral de examinar os elementos que compõem a luz.  VEJA O VÍDEO                   Os pesquisadores revelaram que as luzes não fazem nenhum som, não deixam quaisquer marcas de queimaduras no chão, ao contrário de um raio bola. Elas, no entanto esterilizam a área de contato, matando os micróbios do solo. Jader Monari do Instituto de Radioastronomia em Medicina, Itália, estudou o site Hessdalen desde 1996 e descobriu que as rochas no vale são ricos em zinco e ferro de um lado do rio que passa por ele, e rico em cobre no outro lado.  ‘Se houver enxofre na água  e no meio, o local seria uma bateria perfeita “, disse. Alguns especialistas acham que o fenômeno é algum tipo de plasma que produz a luz, talvez ele se comporte como um gás ionizante em forma de uma nuvem de íons e elétrons – plasma – que produzem luz. Plasmas podem ser frios ao toque e também pode matar micróbios, mas eles exigem temperaturas incrivelmente altas e uma grande oferta de energia para serem produzidos.  Outros acreditam que as luzes são um tipo de raio bola porque bolas semelhantes de luz vistos e analisados ​​na China mostrou que eles foram formados de silício, ferro e cálcio – que estão presentes nas luzes Hessdalen, juntamente com a adição de um elemento chamado escândio. Mas as luzes Hessdalen não aparecem quando há um raio, levando Dr. Hauge para sugerir outra idéia.  Ele propôs que a forma do vale, o clima e a geologia gerariam uma carga elétrica em massa e que a eletricidade estática nas montanhas era açoitada por fortes ventos.  Outros especialistas acreditam que as luzes são alimentadas por radioatividade e decaimento do radônio na atmosfera. Eles acham que as luzes são feitas de ‘plasma empoeirado’ contendo partículas de poeira ionizados.  Eles vão procurar a presença de radônio no vale para testar a sua ideia de que as bolhas de gás pode entrar em erupção a partir do solo, pegar poeira e entrar no ar como uma esfera brilhante.  Seja qual for a razão para a formação de luzes, a resposta poderia levar a uma nova forma de armazenar energia.  “Se nós temos algum tipo de instalação que poderíamos pegar partículas carregadas e trancá-los lá dentro, então você pode armazenar energia”, disse o Dr. Hauge.
Ele montou Projeto Hessdalen em uma tentativa de unir especialistas tentando desvendar o mistério de como se formam as luzes misteriosas, e foi capaz de rapidamente descartar as teorias de que as luzes vinham de aviões, veículos ou edifícios.

Os pesquisadores notaram uma pequena oscilação no campo magnético das áreas antes da formação das luzes, mas quando eles mediram a radioatividade e atividade sísmica – ambos os quais podem causar tal fenômeno – não havia nada de incomum nas 248 milhas do local (400 km) ao norte de Oslo. Uma equipe internacional de especialistas, em seguida, mediram o tamanho, forma e velocidade das esferas usando radar e análise espectral de examinar os elementos que compõem a luz.

VEJA O VÍDEO

                

Os pesquisadores revelaram que as luzes não fazem nenhum som, não deixam quaisquer marcas de queimaduras no chão, ao contrário de um raio bola. Elas, no entanto esterilizam a área de contato, matando os micróbios do solo.
Jader Monari do Instituto de Radioastronomia em Medicina, Itália, estudou o site Hessdalen desde 1996 e descobriu que as rochas no vale são ricos em zinco e ferro de um lado do rio que passa por ele, e rico em cobre no outro lado.

‘Se houver enxofre na água  e no meio, o local seria uma bateria perfeita “, disse.
Alguns especialistas acham que o fenômeno é algum tipo de plasma que produz a luz, talvez ele se comporte como um gás ionizante em forma de uma nuvem de íons e elétrons – plasma – que produzem luz. Plasmas podem ser frios ao toque e também pode matar micróbios, mas eles exigem temperaturas incrivelmente altas e uma grande oferta de energia para serem produzidos.

Outros acreditam que as luzes são um tipo de raio bola porque bolas semelhantes de luz vistos e analisados ​​na China mostrou que eles foram formados de silício, ferro e cálcio – que estão presentes nas luzes Hessdalen, juntamente com a adição de um elemento chamado escândio. Mas as luzes Hessdalen não aparecem quando há um raio, levando Dr. Hauge para sugerir outra idéia.

Ele propôs que a forma do vale, o clima e a geologia gerariam uma carga elétrica em massa e que a eletricidade estática nas montanhas era açoitada por fortes ventos.
A presença de bolas estranhas de luz pairando sobre um vale no centro da Noruega tem confundido os cientistas há anos. Conhecido como o Fenômeno Hessdalen, as esferas de luzes aparecem piscando e são grandes atrativos para os ufólogos.  Os cientistas consideram que as luzes incomuns podem ser formadas por uma “bateria” natural enterrada no subsolo, criada por minerais metálicos que reagem com um rio sulfuroso que passa por eles.  Se a teoria for provada como correta, poderia vir ai uma nova forma de armazenar energia. Algumas das luzes derivam suavemente pelo céu por até duas horas, enquanto outros piscam em cores brancas ou azul e pairam através do vale, desaparecendo em segundos, relatou a New Scientist. Um engenheiro de computação chamado Erling Strand da Universidade Ostfold na Noruega, tem procurado a física por trás do fenômeno natural desde 1982, quando shows de luzes freqüentes chamou a atenção da imprensa e cientistas.  Ele montou Projeto Hessdalen em uma tentativa de unir especialistas tentando desvendar o mistério de como se formam as luzes misteriosas, e foi capaz de rapidamente descartar as teorias de que as luzes vinham de aviões, veículos ou edifícios.  Os pesquisadores notaram uma pequena oscilação no campo magnético das áreas antes da formação das luzes, mas quando eles mediram a radioatividade e atividade sísmica – ambos os quais podem causar tal fenômeno – não havia nada de incomum nas 248 milhas do local (400 km) ao norte de Oslo. Uma equipe internacional de especialistas, em seguida, mediram o tamanho, forma e velocidade das esferas usando radar e análise espectral de examinar os elementos que compõem a luz.  VEJA O VÍDEO                   Os pesquisadores revelaram que as luzes não fazem nenhum som, não deixam quaisquer marcas de queimaduras no chão, ao contrário de um raio bola. Elas, no entanto esterilizam a área de contato, matando os micróbios do solo. Jader Monari do Instituto de Radioastronomia em Medicina, Itália, estudou o site Hessdalen desde 1996 e descobriu que as rochas no vale são ricos em zinco e ferro de um lado do rio que passa por ele, e rico em cobre no outro lado.  ‘Se houver enxofre na água  e no meio, o local seria uma bateria perfeita “, disse. Alguns especialistas acham que o fenômeno é algum tipo de plasma que produz a luz, talvez ele se comporte como um gás ionizante em forma de uma nuvem de íons e elétrons – plasma – que produzem luz. Plasmas podem ser frios ao toque e também pode matar micróbios, mas eles exigem temperaturas incrivelmente altas e uma grande oferta de energia para serem produzidos.  Outros acreditam que as luzes são um tipo de raio bola porque bolas semelhantes de luz vistos e analisados ​​na China mostrou que eles foram formados de silício, ferro e cálcio – que estão presentes nas luzes Hessdalen, juntamente com a adição de um elemento chamado escândio. Mas as luzes Hessdalen não aparecem quando há um raio, levando Dr. Hauge para sugerir outra idéia.  Ele propôs que a forma do vale, o clima e a geologia gerariam uma carga elétrica em massa e que a eletricidade estática nas montanhas era açoitada por fortes ventos.  Outros especialistas acreditam que as luzes são alimentadas por radioatividade e decaimento do radônio na atmosfera. Eles acham que as luzes são feitas de ‘plasma empoeirado’ contendo partículas de poeira ionizados.  Eles vão procurar a presença de radônio no vale para testar a sua ideia de que as bolhas de gás pode entrar em erupção a partir do solo, pegar poeira e entrar no ar como uma esfera brilhante.  Seja qual for a razão para a formação de luzes, a resposta poderia levar a uma nova forma de armazenar energia.  “Se nós temos algum tipo de instalação que poderíamos pegar partículas carregadas e trancá-los lá dentro, então você pode armazenar energia”, disse o Dr. Hauge.
Outros especialistas acreditam que as luzes são alimentadas por radioatividade e decaimento do radônio na atmosfera. Eles acham que as luzes são feitas de ‘plasma empoeirado’ contendo partículas de poeira ionizados.

Eles vão procurar a presença de radônio no vale para testar a sua ideia de que as bolhas de gás pode entrar em erupção a partir do solo, pegar poeira e entrar no ar como uma esfera brilhante.

Seja qual for a razão para a formação de luzes, a resposta poderia levar a uma nova forma de armazenar energia.

“Se nós temos algum tipo de instalação que poderíamos pegar partículas carregadas e trancá-los lá dentro, então você pode armazenar energia”, disse o Dr. Hauge.

sexta-feira, 16 de maio de 2014

ALERTA: Um forte El Niño pode estar se desenvolvendo EM 2014.

Os dados de satélites e sensores oceânicos indicam que um forte El Niño parece estar se desenvolvendo no Oceano Pacífico equatorial.  O fenômeno, que é um  ciclo natural do clima e traz temperaturas anormalmente altas para o Oceano Pacífico, ocorre quando a temperatura da superfície do mar oriental do Pacífico equatorial está superaquecida, o que acaba provocando mudanças na circulação atmosférica que afeta os padrões de chuvas e tempestades em todo o mundo.
Os dados de satélites e sensores oceânicos indicam que um forte El Niño parece estar se desenvolvendo no Oceano Pacífico equatorial.  O fenômeno, que é um  ciclo natural do clima e traz temperaturas anormalmente altas para o Oceano Pacífico, ocorre quando a temperatura da superfície do mar oriental do Pacífico equatorial está superaquecida, o que acaba provocando mudanças na circulação atmosférica que afeta os padrões de chuvas e tempestades em todo o mundo.  A média de altura da superfície do mar de 10 dias centrada no dia 02 de maio de 1997 (à esquerda), e 3 de maio de 2014 (tons de vermelho e laranja indicam a água mais quente que está acima do nível do mar normal;. A azul mostra as regiões de temperaturas abaixo da média e a branca indica condições normais ao nível do mar). Crédito: NASA Earth Observatory, TOPEX / Poseidon satélite (1997), Oceano Missão Superfície Topografia / satélite Jason 2 (2014).  Altura da superfície do mar pode revelar se esse calor está sendo armazenado em determinadas regiões do oceano, uma vez que a água se expande quando se aquece. A altura acima do normal da superfície do mar no Oceano Pacífico equatorial, por sua vez, pode sugerir que um El Niño está em desenvolvimento, de acordo com o Observatório Terra da NASA . Uma anomalia semelhante apareceu durante o mês de Maio de 1997 – que coincidiu com um dos mais fortes El Niños já experimentados. Naquele ano, a América do Norte viu um de seus invernos mais quentes e mais úmidos no registro; na América Central e América do Sul foram observadas tempestades imensas e grandes inundações; a Indonésia, juntamente com partes da Ásia sofreram secas severas, segundo o Observatório da Terra.   Anomalias registradas em todo o Planeta.  “O que estamos vendo agora no Oceano Pacífico tropical é semelhante às condições em início de 1997″, disse Eric Lindstrom, gerente do programa de oceanografia na sede da NASA, em comunicado ao Earth Observatory. “Se isso continuar, nós poderíamos estar olhando para um grande El Niño neste outono. Mas não há garantias.” Uma rede de sensores instaladas em áreas do Oceano Pacífico revela que uma profunda piscina de água morna está se deslocando para o leste, apoiando os dados de satélite, de acordo com o Observatório da Terra.  O modelo emitidO no dia 8 de maio pelo Centro de Previsão do Clima e Serviço Meteorológico Nacional prevê que as chances de um El Niño estar em desenvolvimento durante o verão são mais de 65 por cento. “Estas condições atmosféricas e oceânicas indicam coletivamente uma evolução contínua em direção a El Niño”, conforme emitiu o alerta.  Este evento pode ser apenas o começo do mais intenso El Niños que estar por vir, de acordo com a pesquisa detalhada, lançada no dia 19 de janeiro na revista Nature Climate Change. Esse estudo sugeriu que os mais poderosos eventos de El Niño pode ocorrer a cada 10 anos, em vez de a cada 20 anos, devido ao aumento da temperatura da superfície do mar em geral no leste do Oceano Pacífico.
A média de altura da superfície do mar de 10 dias centrada no dia 02 de maio de 1997 (à esquerda), e 3 de maio de 2014 (tons de vermelho e laranja indicam a água mais quente que está acima do nível do mar normal;. A azul mostra as regiões de temperaturas abaixo da média e a branca indica condições normais ao nível do mar). Crédito: NASA Earth Observatory, TOPEX / Poseidon satélite (1997), Oceano Missão Superfície Topografia / satélite Jason 2 (2014).

Altura da superfície do mar pode revelar se esse calor está sendo armazenado em determinadas regiões do oceano, uma vez que a água se expande quando se aquece. A altura acima do normal da superfície do mar no Oceano Pacífico equatorial, por sua vez, pode sugerir que um El Niño está em desenvolvimento, de acordo com o Observatório Terra da NASA . Uma anomalia semelhante apareceu durante o mês de Maio de 1997 – que coincidiu com um dos mais fortes El Niños já experimentados. Naquele ano, a América do Norte viu um de seus invernos mais quentes e mais úmidos no registro; na América Central e América do Sul foram observadas tempestades imensas e grandes inundações; a Indonésia, juntamente com partes da Ásia sofreram secas severas, segundo o Observatório da Terra.

Os dados de satélites e sensores oceânicos indicam que um forte El Niño parece estar se desenvolvendo no Oceano Pacífico equatorial.  O fenômeno, que é um  ciclo natural do clima e traz temperaturas anormalmente altas para o Oceano Pacífico, ocorre quando a temperatura da superfície do mar oriental do Pacífico equatorial está superaquecida, o que acaba provocando mudanças na circulação atmosférica que afeta os padrões de chuvas e tempestades em todo o mundo.  A média de altura da superfície do mar de 10 dias centrada no dia 02 de maio de 1997 (à esquerda), e 3 de maio de 2014 (tons de vermelho e laranja indicam a água mais quente que está acima do nível do mar normal;. A azul mostra as regiões de temperaturas abaixo da média e a branca indica condições normais ao nível do mar). Crédito: NASA Earth Observatory, TOPEX / Poseidon satélite (1997), Oceano Missão Superfície Topografia / satélite Jason 2 (2014).  Altura da superfície do mar pode revelar se esse calor está sendo armazenado em determinadas regiões do oceano, uma vez que a água se expande quando se aquece. A altura acima do normal da superfície do mar no Oceano Pacífico equatorial, por sua vez, pode sugerir que um El Niño está em desenvolvimento, de acordo com o Observatório Terra da NASA . Uma anomalia semelhante apareceu durante o mês de Maio de 1997 – que coincidiu com um dos mais fortes El Niños já experimentados. Naquele ano, a América do Norte viu um de seus invernos mais quentes e mais úmidos no registro; na América Central e América do Sul foram observadas tempestades imensas e grandes inundações; a Indonésia, juntamente com partes da Ásia sofreram secas severas, segundo o Observatório da Terra.   Anomalias registradas em todo o Planeta.  “O que estamos vendo agora no Oceano Pacífico tropical é semelhante às condições em início de 1997″, disse Eric Lindstrom, gerente do programa de oceanografia na sede da NASA, em comunicado ao Earth Observatory. “Se isso continuar, nós poderíamos estar olhando para um grande El Niño neste outono. Mas não há garantias.” Uma rede de sensores instaladas em áreas do Oceano Pacífico revela que uma profunda piscina de água morna está se deslocando para o leste, apoiando os dados de satélite, de acordo com o Observatório da Terra.  O modelo emitidO no dia 8 de maio pelo Centro de Previsão do Clima e Serviço Meteorológico Nacional prevê que as chances de um El Niño estar em desenvolvimento durante o verão são mais de 65 por cento. “Estas condições atmosféricas e oceânicas indicam coletivamente uma evolução contínua em direção a El Niño”, conforme emitiu o alerta.  Este evento pode ser apenas o começo do mais intenso El Niños que estar por vir, de acordo com a pesquisa detalhada, lançada no dia 19 de janeiro na revista Nature Climate Change. Esse estudo sugeriu que os mais poderosos eventos de El Niño pode ocorrer a cada 10 anos, em vez de a cada 20 anos, devido ao aumento da temperatura da superfície do mar em geral no leste do Oceano Pacífico.
Anomalias registradas em todo o Planeta.

“O que estamos vendo agora no Oceano Pacífico tropical é semelhante às condições em início de 1997″, disse Eric Lindstrom, gerente do programa de oceanografia na sede da NASA, em comunicado ao Earth Observatory. “Se isso continuar, nós poderíamos estar olhando para um grande El Niño neste outono. Mas não há garantias.” Uma rede de sensores instaladas em áreas do Oceano Pacífico revela que uma profunda piscina de água morna está se deslocando para o leste, apoiando os dados de satélite, de acordo com o Observatório da Terra.

O modelo emitidO no dia 8 de maio pelo Centro de Previsão do Clima e Serviço Meteorológico Nacional prevê que as chances de um El Niño estar em desenvolvimento durante o verão são mais de 65 por cento. “Estas condições atmosféricas e oceânicas indicam coletivamente uma evolução contínua em direção a El Niño”, conforme emitiu o alerta.

Este evento pode ser apenas o começo do mais intenso El Niños que estar por vir, de acordo com a pesquisa detalhada, lançada no dia 19 de janeiro na revista Nature Climate Change. Esse estudo sugeriu que os mais poderosos eventos de El Niño pode ocorrer a cada 10 anos, em vez de a cada 20 anos, devido ao aumento da temperatura da superfície do mar em geral no leste do Oceano Pacífico.

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Seca atual só ocorre a cada 3.378 anos


Conclusão é de estudo elaborado pelo governo Alckmin que avaliou a severidade da estiagem histórica registrada no Sistema Cantareira...


SÃO PAULO - Um relatório técnico produzido pelo Centro Tecnológico de Hidráulica e Recursos Hídricos do governo Geraldo Alckmin (PSDB) aponta que uma crise de estiagem tão crítica quanto a registrada no Sistema Cantareira em pleno período chuvoso ocorre só a cada 3.378 anos. Segundo o estudo, que avaliou a severidade desta seca histórica no principal manancial paulista, a probabilidade de o cenário se repetir é de apenas 0,033%.
Cantareira registrou ontem 8,8% da capacidade. Em Bragança Paulista, nível é de 2% - LUIS MOURA/ESTADÃO CONTEÚDO-11/5/2014 Conclusão é de estudo elaborado pelo governo Alckmin que avaliou a severidade da estiagem histórica registrada no Sistema Cantareira...  SÃO PAULO - Um relatório técnico produzido pelo Centro Tecnológico de Hidráulica e Recursos Hídricos do governo Geraldo Alckmin (PSDB) aponta que uma crise de estiagem tão crítica quanto a registrada no Sistema Cantareira em pleno período chuvoso ocorre só a cada 3.378 anos. Segundo o estudo, que avaliou a severidade desta seca histórica no principal manancial paulista, a probabilidade de o cenário se repetir é de apenas 0,033%.  Cantareira registrou ontem 8,8% da capacidade. Em Bragança Paulista, nível é de 2% "Isto comprova que a estiagem ocorrida no período de outubro/2013 a março/2014 foi bastante crítica, com o período de retorno extremamente elevado, em outras palavras, baixíssima probabilidade de ocorrência", afirma o documento ao qual o Estado teve acesso. O parecer é assinado pelo técnico Paulo Takashi Nakayama e avalia o período de retorno da chuva registrada nesses seis meses na região e das vazões afluentes ao Cantareira.  O período de retorno ou tempo de recorrência é o tempo médio em anos em que um evento é igualado ou superado pelo menos uma vez. Calculou-se o período de retorno da chuva acumulada entre outubro de 2013 e março deste ano com base na série histórica da chuva mensal registrada em quatro estações pluviométricas distribuídas na região onde ficam os rios e represas que compõem o Sistema Cantareira.  Com exceção da estação em Nazaré Paulista, onde fica a Represa Atibainha, todos os outros pontos registraram período de retorno do volume de chuva superior a 1.000 anos. Mais crítico da história do sistema, inaugurado na década de 1970, o mês de fevereiro apresentou um tempo de recorrência de 10.000 anos. Ou seja, um índice pluviométrico tão baixo só voltaria a ocorrer no ano 12.014.  Para integrantes do governo Alckmin, o estudo comprova que a crise atual é a mais severa da história, e ajuda a desconstruir as críticas feitas pelos adversários políticos de que faltou planejamento para evitar a escassez hídrica.  Os pré-candidatos ao governo do Estado Alexandre Padilha (PT) e Paulo Skaf (PMDB) têm criticado o tucano e a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) por falhas na gestão dos recursos hídricos.  TV. Após escalar o apresentador de TV Rodrigo Faro para convocar seus clientes a economizar água por causa da histórica estiagem do Sistema Cantareira, a Sabesp agora enaltece a "coragem", "determinação" e "solidariedade" dos paulistas para enfrentar a crise de abastecimento de água.  "Paulista é aquele que nasceu para vencer, faça chuva ou faça sol", afirma a nova peça publicitária da Sabesp. Com um minuto de duração, a propaganda diz que "paulista é todo aquele que nasce da união da coragem com a determinação" e que "agora um novo desafio surgiu" porque "a chuva não veio" e "São Paulo vive a maior seca da sua história".  Nesta segunda-feira, 12, Alckmin voltou a descartar a necessidade de racionamento de água. "Nós não temos nenhum racionamento nos municípios operados pela Sabesp. Nenhum caso", disse.  FONTE: ESTADÃO
Cantareira registrou ontem 8,8% da capacidade. Em Bragança Paulista, nível é de 2%
"Isto comprova que a estiagem ocorrida no período de outubro/2013 a março/2014 foi bastante crítica, com o período de retorno extremamente elevado, em outras palavras, baixíssima probabilidade de ocorrência", afirma o documento ao qual o Estado teve acesso. O parecer é assinado pelo técnico Paulo Takashi Nakayama e avalia o período de retorno da chuva registrada nesses seis meses na região e das vazões afluentes ao Cantareira.
O período de retorno ou tempo de recorrência é o tempo médio em anos em que um evento é igualado ou superado pelo menos uma vez. Calculou-se o período de retorno da chuva acumulada entre outubro de 2013 e março deste ano com base na série histórica da chuva mensal registrada em quatro estações pluviométricas distribuídas na região onde ficam os rios e represas que compõem o Sistema Cantareira.
Com exceção da estação em Nazaré Paulista, onde fica a Represa Atibainha, todos os outros pontos registraram período de retorno do volume de chuva superior a 1.000 anos. Mais crítico da história do sistema, inaugurado na década de 1970, o mês de fevereiro apresentou um tempo de recorrência de 10.000 anos. Ou seja, um índice pluviométrico tão baixo só voltaria a ocorrer no ano 12.014.
Para integrantes do governo Alckmin, o estudo comprova que a crise atual é a mais severa da história, e ajuda a desconstruir as críticas feitas pelos adversários políticos de que faltou planejamento para evitar a escassez hídrica.
Os pré-candidatos ao governo do Estado Alexandre Padilha (PT) e Paulo Skaf (PMDB) têm criticado o tucano e a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) por falhas na gestão dos recursos hídricos.
TV. Após escalar o apresentador de TV Rodrigo Faro para convocar seus clientes a economizar água por causa da histórica estiagem do Sistema Cantareira, a Sabesp agora enaltece a "coragem", "determinação" e "solidariedade" dos paulistas para enfrentar a crise de abastecimento de água.
"Paulista é aquele que nasceu para vencer, faça chuva ou faça sol", afirma a nova peça publicitária da Sabesp. Com um minuto de duração, a propaganda diz que "paulista é todo aquele que nasce da união da coragem com a determinação" e que "agora um novo desafio surgiu" porque "a chuva não veio" e "São Paulo vive a maior seca da sua história".
Nesta segunda-feira, 12, Alckmin voltou a descartar a necessidade de racionamento de água. "Nós não temos nenhum racionamento nos municípios operados pela Sabesp. Nenhum caso", disse.
FONTE: ESTADÃO

segunda-feira, 12 de maio de 2014

“Terraformação” de Marte? Nasa pretende enviar plantas terrestres para o Planeta vermelho

Terraformação é o processo de transformar um ambiente hostil para um adequado para a vida humana. Sendo que Marte é o maior e melhor candidato para terraformação.  O tema, que era assunto apenas  da ficção científica, agora está se tornando uma área de pesquisa viável. O famoso astrônomo e vencedor do prêmio Pulitzer , Carl Sagan, disse que há uma enorme promessa na busca de vida antiga em Marte. Se a vida uma vez foi sustentável em Marte, é de extrema importância saber o que fez Marte evoluir para o planeta frio e sem vida que é hoje. Com este conhecimento, podemos transformar Marte, invertendo o processo. Nasa
Etapas da terraformação de Marte Imagem: AstroPT Terraformação é o processo de transformar um ambiente hostil para um adequado para a vida humana. Sendo que Marte é o maior e melhor candidato para terraformação.  O tema, que era assunto apenas  da ficção científica, agora está se tornando uma área de pesquisa viável. O famoso astrônomo e vencedor do prêmio Pulitzer , Carl Sagan, disse que há uma enorme promessa na busca de vida antiga em Marte. Se a vida uma vez foi sustentável em Marte, é de extrema importância saber o que fez Marte evoluir para o planeta frio e sem vida que é hoje. Com este conhecimento, podemos transformar Marte, invertendo o processo. Nasa  Etapas da terraformação de Marte Imagem: AstroPT Segundo a notícia da NASA, os pesquisadores propuseram colocar uma experiência para observar o crescimento de plantas na próxima missão, que está programada para lançamento em meados de 2020, chegando no planeta vermelho no início de 2021. o Estudo, conhecido como o Experimento Marte Plant (MPX), poderia ajudar a estabelecer as bases para a colonização de Marte , dizem seus criadores.  “A fim de criar a longo prazo, uma base sustentável em Marte, seria interessante estabelecer uma colônia em que as plantas podem, pelo menos, crescer.”, afirma o pesquisador MPX e vice-diretor Heather Smith, do Centro de Pesquisa Ames da NASA em Mountain View, Califórnia , disse ele no dia 24 de abril na 2ª conferência “Marte para seres humanos” em Washington, DC “Este seria o primeiro passo para isso … nós só enviaríamos as sementes para lá e veríamos elas crescerem.”  Os cientistas da NASA acreditam que é tecnologicamente possível, no momento presente criar consideráveis ​​mudanças climáticas globais, permitindo que os seres humanos passem a viver em Marte. Mas isso não vai ser uma tarefa fácil. O aumento da temperatura e pressão atmosférica da superfície por si só poderia ser alcançado em poucas décadas.  Esta pesquisa tem fortes implicações ambientais para a Terra. O que os pesquisadores estão tentando fazer envolve o aquecimento global, uma espécie de efeito estufa no planeta frio Marte. Os cientistas podem ser capazes de testar suas hipóteses sobre o aquecimento global em suas tentativas de elevar a temperatura da superfície de Marte. Da mesma forma, uma vez que as teorias, eles podem ser aplicados para o nosso próprio planeta, na tentativa de reverter o dano ambiental causado pela poluição e desmatamento.   Outros especialistas descordam:  Marte teria que ter mais massa – foi a falta de massa que tornou a sua atmosfera rarefeita ( o Planeta não  conseguiu “segurar” a atmosfera que acabou vazando para o espaço ). De que serviria criar uma atmosfera mais densa em Marte, se ele voltaria a perdê-la? Como se colocaria massa em Marte? Marte teria que ter um campo magnético como o terrestre. Como o conseguir produzir um? Por mais dióxido de carbono que tiremos de Marte e por mais oxigênio e azoto/nitrogênio que coloquemos em Marte, precisaríamos não só desses, mas de todos os outros gases existentes na atmosfera terrestre. Mais difícil que isso: precisaríamos das mesmas proporções de gases atmosféricos. Mais uma vez, parece-me inviável… Posteriormente, Marte precisaria de ter uma temperatura e uma pressão semelhantes à Terra, de modo a conseguir ter água à superfície. Por fim, precisaríamos de colocar em Marte, vida tal como a conhecemos na Terra. Não poderia ser “vida esporádica”, mas sim um ecossistema inteiro. Outros e esses assuntos você lê no AstroPT.
Etapas da terraformação de Marte Imagem: AstroPT
Segundo a notícia da NASA, os pesquisadores propuseram colocar uma experiência para observar o crescimento de plantas na próxima missão, que está programada para lançamento em meados de 2020, chegando no planeta vermelho no início de 2021. o Estudo, conhecido como o Experimento Marte Plant (MPX), poderia ajudar a estabelecer as bases para a colonização de Marte , dizem seus criadores.

“A fim de criar a longo prazo, uma base sustentável em Marte, seria interessante estabelecer uma colônia em que as plantas podem, pelo menos, crescer.”, afirma o pesquisador MPX e vice-diretor Heather Smith, do Centro de Pesquisa Ames da NASA em Mountain View, Califórnia , disse ele no dia 24 de abril na 2ª conferência “Marte para seres humanos” em Washington, DC “Este seria o primeiro passo para isso … nós só enviaríamos as sementes para lá e veríamos elas crescerem.”
Terraformação é o processo de transformar um ambiente hostil para um adequado para a vida humana. Sendo que Marte é o maior e melhor candidato para terraformação.  O tema, que era assunto apenas  da ficção científica, agora está se tornando uma área de pesquisa viável. O famoso astrônomo e vencedor do prêmio Pulitzer , Carl Sagan, disse que há uma enorme promessa na busca de vida antiga em Marte. Se a vida uma vez foi sustentável em Marte, é de extrema importância saber o que fez Marte evoluir para o planeta frio e sem vida que é hoje. Com este conhecimento, podemos transformar Marte, invertendo o processo. Nasa  Etapas da terraformação de Marte Imagem: AstroPT Segundo a notícia da NASA, os pesquisadores propuseram colocar uma experiência para observar o crescimento de plantas na próxima missão, que está programada para lançamento em meados de 2020, chegando no planeta vermelho no início de 2021. o Estudo, conhecido como o Experimento Marte Plant (MPX), poderia ajudar a estabelecer as bases para a colonização de Marte , dizem seus criadores.  “A fim de criar a longo prazo, uma base sustentável em Marte, seria interessante estabelecer uma colônia em que as plantas podem, pelo menos, crescer.”, afirma o pesquisador MPX e vice-diretor Heather Smith, do Centro de Pesquisa Ames da NASA em Mountain View, Califórnia , disse ele no dia 24 de abril na 2ª conferência “Marte para seres humanos” em Washington, DC “Este seria o primeiro passo para isso … nós só enviaríamos as sementes para lá e veríamos elas crescerem.”  Os cientistas da NASA acreditam que é tecnologicamente possível, no momento presente criar consideráveis ​​mudanças climáticas globais, permitindo que os seres humanos passem a viver em Marte. Mas isso não vai ser uma tarefa fácil. O aumento da temperatura e pressão atmosférica da superfície por si só poderia ser alcançado em poucas décadas.  Esta pesquisa tem fortes implicações ambientais para a Terra. O que os pesquisadores estão tentando fazer envolve o aquecimento global, uma espécie de efeito estufa no planeta frio Marte. Os cientistas podem ser capazes de testar suas hipóteses sobre o aquecimento global em suas tentativas de elevar a temperatura da superfície de Marte. Da mesma forma, uma vez que as teorias, eles podem ser aplicados para o nosso próprio planeta, na tentativa de reverter o dano ambiental causado pela poluição e desmatamento.   Outros especialistas descordam:  Marte teria que ter mais massa – foi a falta de massa que tornou a sua atmosfera rarefeita ( o Planeta não  conseguiu “segurar” a atmosfera que acabou vazando para o espaço ). De que serviria criar uma atmosfera mais densa em Marte, se ele voltaria a perdê-la? Como se colocaria massa em Marte? Marte teria que ter um campo magnético como o terrestre. Como o conseguir produzir um? Por mais dióxido de carbono que tiremos de Marte e por mais oxigênio e azoto/nitrogênio que coloquemos em Marte, precisaríamos não só desses, mas de todos os outros gases existentes na atmosfera terrestre. Mais difícil que isso: precisaríamos das mesmas proporções de gases atmosféricos. Mais uma vez, parece-me inviável… Posteriormente, Marte precisaria de ter uma temperatura e uma pressão semelhantes à Terra, de modo a conseguir ter água à superfície. Por fim, precisaríamos de colocar em Marte, vida tal como a conhecemos na Terra. Não poderia ser “vida esporádica”, mas sim um ecossistema inteiro. Outros e esses assuntos você lê no AstroPT.
Os cientistas da NASA acreditam que é tecnologicamente possível, no momento presente criar consideráveis ​​mudanças climáticas globais, permitindo que os seres humanos passem a viver em Marte. Mas isso não vai ser uma tarefa fácil. O aumento da temperatura e pressão atmosférica da superfície por si só poderia ser alcançado em poucas décadas.  Esta pesquisa tem fortes implicações ambientais para a Terra. O que os pesquisadores estão tentando fazer envolve o aquecimento global, uma espécie de efeito estufa no planeta frio Marte. Os cientistas podem ser capazes de testar suas hipóteses sobre o aquecimento global em suas tentativas de elevar a temperatura da superfície de Marte. Da mesma forma, uma vez que as teorias, eles podem ser aplicados para o nosso próprio planeta, na tentativa de reverter o dano ambiental causado pela poluição e desmatamento.
Terraformação é o processo de transformar um ambiente hostil para um adequado para a vida humana. Sendo que Marte é o maior e melhor candidato para terraformação.  O tema, que era assunto apenas  da ficção científica, agora está se tornando uma área de pesquisa viável. O famoso astrônomo e vencedor do prêmio Pulitzer , Carl Sagan, disse que há uma enorme promessa na busca de vida antiga em Marte. Se a vida uma vez foi sustentável em Marte, é de extrema importância saber o que fez Marte evoluir para o planeta frio e sem vida que é hoje. Com este conhecimento, podemos transformar Marte, invertendo o processo. Nasa  Etapas da terraformação de Marte Imagem: AstroPT Segundo a notícia da NASA, os pesquisadores propuseram colocar uma experiência para observar o crescimento de plantas na próxima missão, que está programada para lançamento em meados de 2020, chegando no planeta vermelho no início de 2021. o Estudo, conhecido como o Experimento Marte Plant (MPX), poderia ajudar a estabelecer as bases para a colonização de Marte , dizem seus criadores.  “A fim de criar a longo prazo, uma base sustentável em Marte, seria interessante estabelecer uma colônia em que as plantas podem, pelo menos, crescer.”, afirma o pesquisador MPX e vice-diretor Heather Smith, do Centro de Pesquisa Ames da NASA em Mountain View, Califórnia , disse ele no dia 24 de abril na 2ª conferência “Marte para seres humanos” em Washington, DC “Este seria o primeiro passo para isso … nós só enviaríamos as sementes para lá e veríamos elas crescerem.”  Os cientistas da NASA acreditam que é tecnologicamente possível, no momento presente criar consideráveis ​​mudanças climáticas globais, permitindo que os seres humanos passem a viver em Marte. Mas isso não vai ser uma tarefa fácil. O aumento da temperatura e pressão atmosférica da superfície por si só poderia ser alcançado em poucas décadas.  Esta pesquisa tem fortes implicações ambientais para a Terra. O que os pesquisadores estão tentando fazer envolve o aquecimento global, uma espécie de efeito estufa no planeta frio Marte. Os cientistas podem ser capazes de testar suas hipóteses sobre o aquecimento global em suas tentativas de elevar a temperatura da superfície de Marte. Da mesma forma, uma vez que as teorias, eles podem ser aplicados para o nosso próprio planeta, na tentativa de reverter o dano ambiental causado pela poluição e desmatamento.   Outros especialistas descordam:  Marte teria que ter mais massa – foi a falta de massa que tornou a sua atmosfera rarefeita ( o Planeta não  conseguiu “segurar” a atmosfera que acabou vazando para o espaço ). De que serviria criar uma atmosfera mais densa em Marte, se ele voltaria a perdê-la? Como se colocaria massa em Marte? Marte teria que ter um campo magnético como o terrestre. Como o conseguir produzir um? Por mais dióxido de carbono que tiremos de Marte e por mais oxigênio e azoto/nitrogênio que coloquemos em Marte, precisaríamos não só desses, mas de todos os outros gases existentes na atmosfera terrestre. Mais difícil que isso: precisaríamos das mesmas proporções de gases atmosféricos. Mais uma vez, parece-me inviável… Posteriormente, Marte precisaria de ter uma temperatura e uma pressão semelhantes à Terra, de modo a conseguir ter água à superfície. Por fim, precisaríamos de colocar em Marte, vida tal como a conhecemos na Terra. Não poderia ser “vida esporádica”, mas sim um ecossistema inteiro. Outros e esses assuntos você lê no AstroPT.

Outros especialistas descordam:

Marte teria que ter mais massa – foi a falta de massa que tornou a sua atmosfera rarefeita ( o Planeta não  conseguiu “segurar” a atmosfera que acabou vazando para o espaço ). De que serviria criar uma atmosfera mais densa em Marte, se ele voltaria a perdê-la? Como se colocaria massa em Marte?
Marte teria que ter um campo magnético como o terrestre. Como o conseguir produzir um?
Por mais dióxido de carbono que tiremos de Marte e por mais oxigênio e azoto/nitrogênio que coloquemos em Marte, precisaríamos não só desses, mas de todos os outros gases existentes na atmosfera terrestre. Mais difícil que isso: precisaríamos das mesmas proporções de gases atmosféricos. Mais uma vez, parece-me inviável…
Posteriormente, Marte precisaria de ter uma temperatura e uma pressão semelhantes à Terra, de modo a conseguir ter água à superfície.
Por fim, precisaríamos de colocar em Marte, vida tal como a conhecemos na Terra. Não poderia ser “vida esporádica”, mas sim um ecossistema inteiro. Outros e esses assuntos você lê no AstroPT.
Terraformação é o processo de transformar um ambiente hostil para um adequado para a vida humana. Sendo que Marte é o maior e melhor candidato para terraformação.  O tema, que era assunto apenas  da ficção científica, agora está se tornando uma área de pesquisa viável. O famoso astrônomo e vencedor do prêmio Pulitzer , Carl Sagan, disse que há uma enorme promessa na busca de vida antiga em Marte. Se a vida uma vez foi sustentável em Marte, é de extrema importância saber o que fez Marte evoluir para o planeta frio e sem vida que é hoje. Com este conhecimento, podemos transformar Marte, invertendo o processo. Nasa  Etapas da terraformação de Marte Imagem: AstroPT Segundo a notícia da NASA, os pesquisadores propuseram colocar uma experiência para observar o crescimento de plantas na próxima missão, que está programada para lançamento em meados de 2020, chegando no planeta vermelho no início de 2021. o Estudo, conhecido como o Experimento Marte Plant (MPX), poderia ajudar a estabelecer as bases para a colonização de Marte , dizem seus criadores.  “A fim de criar a longo prazo, uma base sustentável em Marte, seria interessante estabelecer uma colônia em que as plantas podem, pelo menos, crescer.”, afirma o pesquisador MPX e vice-diretor Heather Smith, do Centro de Pesquisa Ames da NASA em Mountain View, Califórnia , disse ele no dia 24 de abril na 2ª conferência “Marte para seres humanos” em Washington, DC “Este seria o primeiro passo para isso … nós só enviaríamos as sementes para lá e veríamos elas crescerem.”  Os cientistas da NASA acreditam que é tecnologicamente possível, no momento presente criar consideráveis ​​mudanças climáticas globais, permitindo que os seres humanos passem a viver em Marte. Mas isso não vai ser uma tarefa fácil. O aumento da temperatura e pressão atmosférica da superfície por si só poderia ser alcançado em poucas décadas.  Esta pesquisa tem fortes implicações ambientais para a Terra. O que os pesquisadores estão tentando fazer envolve o aquecimento global, uma espécie de efeito estufa no planeta frio Marte. Os cientistas podem ser capazes de testar suas hipóteses sobre o aquecimento global em suas tentativas de elevar a temperatura da superfície de Marte. Da mesma forma, uma vez que as teorias, eles podem ser aplicados para o nosso próprio planeta, na tentativa de reverter o dano ambiental causado pela poluição e desmatamento.   Outros especialistas descordam:  Marte teria que ter mais massa – foi a falta de massa que tornou a sua atmosfera rarefeita ( o Planeta não  conseguiu “segurar” a atmosfera que acabou vazando para o espaço ). De que serviria criar uma atmosfera mais densa em Marte, se ele voltaria a perdê-la? Como se colocaria massa em Marte? Marte teria que ter um campo magnético como o terrestre. Como o conseguir produzir um? Por mais dióxido de carbono que tiremos de Marte e por mais oxigênio e azoto/nitrogênio que coloquemos em Marte, precisaríamos não só desses, mas de todos os outros gases existentes na atmosfera terrestre. Mais difícil que isso: precisaríamos das mesmas proporções de gases atmosféricos. Mais uma vez, parece-me inviável… Posteriormente, Marte precisaria de ter uma temperatura e uma pressão semelhantes à Terra, de modo a conseguir ter água à superfície. Por fim, precisaríamos de colocar em Marte, vida tal como a conhecemos na Terra. Não poderia ser “vida esporádica”, mas sim um ecossistema inteiro. Outros e esses assuntos você lê no AstroPT.



sábado, 10 de maio de 2014

Marx - Teoria da Dialética: Contribuição original à filosofia de Hege

A recente crise financeira que abalou os mercados comerciais do mundo todo e que, muito provavelmente, em maior ou menor grau, provocará uma recessão econômica em escala global, em nada surpreenderia Karl Marx (1818-1883), que, no século 19, previu abalos semelhantes.

No entanto, diferente da análise de Marx, as crises parecem, hoje, ser mais um processo de acomodação do sistema capitalista do que o prenúncio de seu fim, como queria o pensador alemão na época.
A recente crise financeira que abalou os mercados comerciais do mundo todo e que, muito provavelmente, em maior ou menor grau, provocará uma recessão econômica em escala global, em nada surpreenderia Karl Marx (1818-1883), que, no século 19, previu abalos semelhantes.  No entanto, diferente da análise de Marx, as crises parecem, hoje, ser mais um processo de acomodação do sistema capitalista do que o prenúncio de seu fim, como queria o pensador alemão na época.  Contradições como estas são lugares comuns na leitura da extensa e complexa obra de Marx. Se, depois da queda do muro de Berlim e da falência dos regimes socialistas no Leste Europeu, no final da década de 1980, foi o próprio marxismo que entrou em crise, pode-se, apesar disso, dizer que é impossível entender o século 20 e, também, entrar no século 21 sem conhecer as revolucionárias ideias de Marx.  Por que, afinal, Marx é tão importante e controverso? Será que suas ideias continuam atuais?  Ao final das Teses contra Feuerbach (1845), Marx escreveu sua célebre frase: "Os filósofos se limitaram a interpretar o mundo de várias formas; cabe transformá-lo". E, realmente, poucos teóricos realizam tal proeza: foi com base em suas teorias que, por mais de 50 anos, o mundo esteve dividido em dois antagônicos blocos políticos e econômicos, um capitalista e outro socialista.  Nas mãos de políticos e estudiosos marxistas, o pensamento de Marx converteu-se em doutrina que, ainda hoje, orienta partidos políticos no Brasil, como o PCdoB e o PSOL, e movimentos sindicais e populares, como o MST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra).  Mas, em sua maior parte, a doutrina marxista é de "segunda mão", ou seja, originária de interpretações dadas por dirigentes soviéticos como Lênin, Trotsky e Stálin, ou o chinês Mao Tsé-Tung. Poucos, na verdade, se aventuraram a desbravar a obra de Marx, que trouxe contribuições originais para a filosofia, a sociologia, a economia política e a história.  A seguir, abordamos apenas a teoria da dialética de Marx. Método dialético Para os filósofos gregos, dialética era a arte do diálogo. Para um dos filósofos mais influentes na carreira de Marx, Hegel, dialética é uma forma de pensar a realidade em constante mudança por meio de termos contrários que dão origem a um terceiro, que os concilia.  A dialética compõe-se, assim, de três termos: tese; antítese e síntese.  Tese (A) é uma afirmação; antítese (B), é uma afirmação contrária, e síntese (C), como o nome indica, é o resultado da síntese entre as duas primeiras. A síntese supera a tese e a antítese (portanto, é algo de natureza diferente), ao mesmo tempo em que conserva elementos das duas e conduz a discussão, nesse processo, a um grau mais elevado. E, na sequência, dá origem a uma nova tese, que inicia novamente o ciclo.  Por exemplo, eu tenho uma ideia a respeito de algo, é minha tese (A): "Países com climas quentes são melhores para se viver". Meu interlocutor não concorda e contra-argumenta: "Não, são países com climas frios que são melhores para se viver". Esta é a antítese (B). Depois de alguma discussão, chegamos a uma conclusão - a síntese (C): "Países com climas amenos são mais agradáveis para se morar."  Pode parecer bobagem, mas é justamente assim que, em nosso cotidiano, usamos a dialética mesmo sem o saber, toda vez que conciliamos ideias opostas - em casa, no trabalho, na comunidade, etc. - em assuntos diversos. E é por isso que nos jornais que lemos costumamos encontrar ao menos dois pontos de vistas divergentes sobre um determinado tema, para que possamos fazer uma síntese do que de melhor cada um deles nos apresenta.  A originalidade de Hegel foi fazer desta lógica dialética uma lógica do ser, isto é, que rege o próprio modo de ser das coisas que, para ele, é um perpétuo vir-a-ser, um realizar-se contínuo. Assim, também, a própria história, em que o Estado moderno seria a síntese de interesses em conflito entre família e sociedade civil, segundo Hegel.  Ditadura do proletariado Marx achava que a dialética de Hegel estava de "cabeça para baixo" e era preciso corrigi-la. Isso porque Hegel, grosso modo, era idealista, isto é, via a Razão como determinante da realidade objetiva, enquanto Marx era materialista e pensava justamente o contrário: que era o mundo material que condicionava a ideia que fazíamos dele. Por isso, ele desenvolveu uma interpretação que ficou conhecida como materialismo dialético.  O que Marx trouxe de original foi uma análise dialética das relações sociais e econômicas (as bases materiais e concretas da sociedade) que formavam uma estrutura que explicava fatos históricos e culturais.  Diferente de Hegel, ele escrevia em meio à Revolução Industrial, em que uma massa de trabalhadores vivia em condições deploráveis nas grandes cidades, o que estimulava o crescimento de movimentos socialistas e anarquistas em toda a Europa.  A sociedade capitalista, segundo Marx, funcionava com base no antagonismo entre duas classes: a burguesia, que detinha os modos de produção (fábricas, empresas, terras, comércio, etc.), e o proletariado, trabalhadores que vendiam sua força de trabalho.  Na dialética marxista, a burguesia seria a tese - e o proletariado, sua antítese. A síntese seria a superação da sociedade de classes por uma sem classes, o comunismo. As crises do capitalismo, então, decorreriam dos conflitos entre burguesia e proletariado, e seriam o prenúncio de uma superação dialética da economia política.  Ao assumirem seu papel histórico e dialético, os trabalhadores instituiriam, no lugar do sistema capitalista, a ditadura do proletariado, que seria um Estado provisório a ser superado pelo comunismo. Na prática, no entanto, a ditadura do proletariado não passou de... ditadura.  Marx, hoje Apesar da sociedade comunista não ter advindo, em parte porque os trabalhadores constituíram uma nova classe, a classe média, e vivem mais preocupados em conseguir um bom emprego, casa, carro e luxos da vida moderna, as teorias de Marx preservam muito de sua força.  Toda vez que achamos que alguma coisa está errada em uma sociedade em que uma minoria tem muito dinheiro e a maior parte da população vive em dificuldade, e que os sonhos de consumo nos tornam apenas mais vazios, estamos pensando na companhia de Marx.  O que ler A obra mais importante de Karl Marx é O Capital (Editora Civilização Brasileira, em 3 tomos). Porém, por se tratar de um livro difícil para pessoas não-treinadas em economia, seria melhor começar pelo Manifesto Comunista, escrito em parceria com Engels. A coleção Os Pensadores traz uma coletânea de textos do autor. Sobre dialética, leiam O que é dialética (Brasiliense), de Leandro Konder.
Contradições como estas são lugares comuns na leitura da extensa e complexa obra de Marx. Se, depois da queda do muro de Berlim e da falência dos regimes socialistas no Leste Europeu, no final da década de 1980, foi o próprio marxismo que entrou em crise, pode-se, apesar disso, dizer que é impossível entender o século 20 e, também, entrar no século 21 sem conhecer as revolucionárias ideias de Marx.

Por que, afinal, Marx é tão importante e controverso? Será que suas ideias continuam atuais?

Ao final das Teses contra Feuerbach (1845), Marx escreveu sua célebre frase: "Os filósofos se limitaram a interpretar o mundo de várias formas; cabe transformá-lo". E, realmente, poucos teóricos realizam tal proeza: foi com base em suas teorias que, por mais de 50 anos, o mundo esteve dividido em dois antagônicos blocos políticos e econômicos, um capitalista e outro socialista.

Nas mãos de políticos e estudiosos marxistas, o pensamento de Marx converteu-se em doutrina que, ainda hoje, orienta partidos políticos no Brasil, como o PCdoB e o PSOL, e movimentos sindicais e populares, como o MST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra).
A recente crise financeira que abalou os mercados comerciais do mundo todo e que, muito provavelmente, em maior ou menor grau, provocará uma recessão econômica em escala global, em nada surpreenderia Karl Marx (1818-1883), que, no século 19, previu abalos semelhantes.  No entanto, diferente da análise de Marx, as crises parecem, hoje, ser mais um processo de acomodação do sistema capitalista do que o prenúncio de seu fim, como queria o pensador alemão na época.  Contradições como estas são lugares comuns na leitura da extensa e complexa obra de Marx. Se, depois da queda do muro de Berlim e da falência dos regimes socialistas no Leste Europeu, no final da década de 1980, foi o próprio marxismo que entrou em crise, pode-se, apesar disso, dizer que é impossível entender o século 20 e, também, entrar no século 21 sem conhecer as revolucionárias ideias de Marx.  Por que, afinal, Marx é tão importante e controverso? Será que suas ideias continuam atuais?  Ao final das Teses contra Feuerbach (1845), Marx escreveu sua célebre frase: "Os filósofos se limitaram a interpretar o mundo de várias formas; cabe transformá-lo". E, realmente, poucos teóricos realizam tal proeza: foi com base em suas teorias que, por mais de 50 anos, o mundo esteve dividido em dois antagônicos blocos políticos e econômicos, um capitalista e outro socialista.  Nas mãos de políticos e estudiosos marxistas, o pensamento de Marx converteu-se em doutrina que, ainda hoje, orienta partidos políticos no Brasil, como o PCdoB e o PSOL, e movimentos sindicais e populares, como o MST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra).  Mas, em sua maior parte, a doutrina marxista é de "segunda mão", ou seja, originária de interpretações dadas por dirigentes soviéticos como Lênin, Trotsky e Stálin, ou o chinês Mao Tsé-Tung. Poucos, na verdade, se aventuraram a desbravar a obra de Marx, que trouxe contribuições originais para a filosofia, a sociologia, a economia política e a história.  A seguir, abordamos apenas a teoria da dialética de Marx. Método dialético Para os filósofos gregos, dialética era a arte do diálogo. Para um dos filósofos mais influentes na carreira de Marx, Hegel, dialética é uma forma de pensar a realidade em constante mudança por meio de termos contrários que dão origem a um terceiro, que os concilia.  A dialética compõe-se, assim, de três termos: tese; antítese e síntese.  Tese (A) é uma afirmação; antítese (B), é uma afirmação contrária, e síntese (C), como o nome indica, é o resultado da síntese entre as duas primeiras. A síntese supera a tese e a antítese (portanto, é algo de natureza diferente), ao mesmo tempo em que conserva elementos das duas e conduz a discussão, nesse processo, a um grau mais elevado. E, na sequência, dá origem a uma nova tese, que inicia novamente o ciclo.  Por exemplo, eu tenho uma ideia a respeito de algo, é minha tese (A): "Países com climas quentes são melhores para se viver". Meu interlocutor não concorda e contra-argumenta: "Não, são países com climas frios que são melhores para se viver". Esta é a antítese (B). Depois de alguma discussão, chegamos a uma conclusão - a síntese (C): "Países com climas amenos são mais agradáveis para se morar."  Pode parecer bobagem, mas é justamente assim que, em nosso cotidiano, usamos a dialética mesmo sem o saber, toda vez que conciliamos ideias opostas - em casa, no trabalho, na comunidade, etc. - em assuntos diversos. E é por isso que nos jornais que lemos costumamos encontrar ao menos dois pontos de vistas divergentes sobre um determinado tema, para que possamos fazer uma síntese do que de melhor cada um deles nos apresenta.  A originalidade de Hegel foi fazer desta lógica dialética uma lógica do ser, isto é, que rege o próprio modo de ser das coisas que, para ele, é um perpétuo vir-a-ser, um realizar-se contínuo. Assim, também, a própria história, em que o Estado moderno seria a síntese de interesses em conflito entre família e sociedade civil, segundo Hegel.  Ditadura do proletariado Marx achava que a dialética de Hegel estava de "cabeça para baixo" e era preciso corrigi-la. Isso porque Hegel, grosso modo, era idealista, isto é, via a Razão como determinante da realidade objetiva, enquanto Marx era materialista e pensava justamente o contrário: que era o mundo material que condicionava a ideia que fazíamos dele. Por isso, ele desenvolveu uma interpretação que ficou conhecida como materialismo dialético.  O que Marx trouxe de original foi uma análise dialética das relações sociais e econômicas (as bases materiais e concretas da sociedade) que formavam uma estrutura que explicava fatos históricos e culturais.  Diferente de Hegel, ele escrevia em meio à Revolução Industrial, em que uma massa de trabalhadores vivia em condições deploráveis nas grandes cidades, o que estimulava o crescimento de movimentos socialistas e anarquistas em toda a Europa.  A sociedade capitalista, segundo Marx, funcionava com base no antagonismo entre duas classes: a burguesia, que detinha os modos de produção (fábricas, empresas, terras, comércio, etc.), e o proletariado, trabalhadores que vendiam sua força de trabalho.  Na dialética marxista, a burguesia seria a tese - e o proletariado, sua antítese. A síntese seria a superação da sociedade de classes por uma sem classes, o comunismo. As crises do capitalismo, então, decorreriam dos conflitos entre burguesia e proletariado, e seriam o prenúncio de uma superação dialética da economia política.  Ao assumirem seu papel histórico e dialético, os trabalhadores instituiriam, no lugar do sistema capitalista, a ditadura do proletariado, que seria um Estado provisório a ser superado pelo comunismo. Na prática, no entanto, a ditadura do proletariado não passou de... ditadura.  Marx, hoje Apesar da sociedade comunista não ter advindo, em parte porque os trabalhadores constituíram uma nova classe, a classe média, e vivem mais preocupados em conseguir um bom emprego, casa, carro e luxos da vida moderna, as teorias de Marx preservam muito de sua força.  Toda vez que achamos que alguma coisa está errada em uma sociedade em que uma minoria tem muito dinheiro e a maior parte da população vive em dificuldade, e que os sonhos de consumo nos tornam apenas mais vazios, estamos pensando na companhia de Marx.  O que ler A obra mais importante de Karl Marx é O Capital (Editora Civilização Brasileira, em 3 tomos). Porém, por se tratar de um livro difícil para pessoas não-treinadas em economia, seria melhor começar pelo Manifesto Comunista, escrito em parceria com Engels. A coleção Os Pensadores traz uma coletânea de textos do autor. Sobre dialética, leiam O que é dialética (Brasiliense), de Leandro Konder.
Mas, em sua maior parte, a doutrina marxista é de "segunda mão", ou seja, originária de interpretações dadas por dirigentes soviéticos como Lênin, Trotsky e Stálin, ou o chinês Mao Tsé-Tung. Poucos, na verdade, se aventuraram a desbravar a obra de Marx, que trouxe contribuições originais para a filosofia, a sociologia, a economia política e a história.

A seguir, abordamos apenas a teoria da dialética de Marx.
Método dialético
Para os filósofos gregos, dialética era a arte do diálogo. Para um dos filósofos mais influentes na carreira de Marx, Hegel, dialética é uma forma de pensar a realidade em constante mudança por meio de termos contrários que dão origem a um terceiro, que os concilia.

A dialética compõe-se, assim, de três termos:
  • tese;
  • antítese e
  • síntese.

    Tese (A) é uma afirmação; antítese (B), é uma afirmação contrária, e síntese (C), como o nome indica, é o resultado da síntese entre as duas primeiras. A síntese supera a tese e a antítese (portanto, é algo de natureza diferente), ao mesmo tempo em que conserva elementos das duas e conduz a discussão, nesse processo, a um grau mais elevado. E, na sequência, dá origem a uma nova tese, que inicia novamente o ciclo.

    Por exemplo, eu tenho uma ideia a respeito de algo, é minha tese (A): "Países com climas quentes são melhores para se viver". Meu interlocutor não concorda e contra-argumenta: "Não, são países com climas frios que são melhores para se viver". Esta é a antítese (B). Depois de alguma discussão, chegamos a uma conclusão - a síntese (C): "Países com climas amenos são mais agradáveis para se morar."

    Pode parecer bobagem, mas é justamente assim que, em nosso cotidiano, usamos a dialética mesmo sem o saber, toda vez que conciliamos ideias opostas - em casa, no trabalho, na comunidade, etc. - em assuntos diversos. E é por isso que nos jornais que lemos costumamos encontrar ao menos dois pontos de vistas divergentes sobre um determinado tema, para que possamos fazer uma síntese do que de melhor cada um deles nos apresenta.

    A originalidade de Hegel foi fazer desta lógica dialética uma lógica do ser, isto é, que rege o próprio modo de ser das coisas que, para ele, é um perpétuo vir-a-ser, um realizar-se contínuo. Assim, também, a própria história, em que o Estado moderno seria a síntese de interesses em conflito entre família e sociedade civil, segundo Hegel.
A recente crise financeira que abalou os mercados comerciais do mundo todo e que, muito provavelmente, em maior ou menor grau, provocará uma recessão econômica em escala global, em nada surpreenderia Karl Marx (1818-1883), que, no século 19, previu abalos semelhantes.  No entanto, diferente da análise de Marx, as crises parecem, hoje, ser mais um processo de acomodação do sistema capitalista do que o prenúncio de seu fim, como queria o pensador alemão na época.  Contradições como estas são lugares comuns na leitura da extensa e complexa obra de Marx. Se, depois da queda do muro de Berlim e da falência dos regimes socialistas no Leste Europeu, no final da década de 1980, foi o próprio marxismo que entrou em crise, pode-se, apesar disso, dizer que é impossível entender o século 20 e, também, entrar no século 21 sem conhecer as revolucionárias ideias de Marx.  Por que, afinal, Marx é tão importante e controverso? Será que suas ideias continuam atuais?  Ao final das Teses contra Feuerbach (1845), Marx escreveu sua célebre frase: "Os filósofos se limitaram a interpretar o mundo de várias formas; cabe transformá-lo". E, realmente, poucos teóricos realizam tal proeza: foi com base em suas teorias que, por mais de 50 anos, o mundo esteve dividido em dois antagônicos blocos políticos e econômicos, um capitalista e outro socialista.  Nas mãos de políticos e estudiosos marxistas, o pensamento de Marx converteu-se em doutrina que, ainda hoje, orienta partidos políticos no Brasil, como o PCdoB e o PSOL, e movimentos sindicais e populares, como o MST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra).  Mas, em sua maior parte, a doutrina marxista é de "segunda mão", ou seja, originária de interpretações dadas por dirigentes soviéticos como Lênin, Trotsky e Stálin, ou o chinês Mao Tsé-Tung. Poucos, na verdade, se aventuraram a desbravar a obra de Marx, que trouxe contribuições originais para a filosofia, a sociologia, a economia política e a história.  A seguir, abordamos apenas a teoria da dialética de Marx. Método dialético Para os filósofos gregos, dialética era a arte do diálogo. Para um dos filósofos mais influentes na carreira de Marx, Hegel, dialética é uma forma de pensar a realidade em constante mudança por meio de termos contrários que dão origem a um terceiro, que os concilia.  A dialética compõe-se, assim, de três termos: tese; antítese e síntese.  Tese (A) é uma afirmação; antítese (B), é uma afirmação contrária, e síntese (C), como o nome indica, é o resultado da síntese entre as duas primeiras. A síntese supera a tese e a antítese (portanto, é algo de natureza diferente), ao mesmo tempo em que conserva elementos das duas e conduz a discussão, nesse processo, a um grau mais elevado. E, na sequência, dá origem a uma nova tese, que inicia novamente o ciclo.  Por exemplo, eu tenho uma ideia a respeito de algo, é minha tese (A): "Países com climas quentes são melhores para se viver". Meu interlocutor não concorda e contra-argumenta: "Não, são países com climas frios que são melhores para se viver". Esta é a antítese (B). Depois de alguma discussão, chegamos a uma conclusão - a síntese (C): "Países com climas amenos são mais agradáveis para se morar."  Pode parecer bobagem, mas é justamente assim que, em nosso cotidiano, usamos a dialética mesmo sem o saber, toda vez que conciliamos ideias opostas - em casa, no trabalho, na comunidade, etc. - em assuntos diversos. E é por isso que nos jornais que lemos costumamos encontrar ao menos dois pontos de vistas divergentes sobre um determinado tema, para que possamos fazer uma síntese do que de melhor cada um deles nos apresenta.  A originalidade de Hegel foi fazer desta lógica dialética uma lógica do ser, isto é, que rege o próprio modo de ser das coisas que, para ele, é um perpétuo vir-a-ser, um realizar-se contínuo. Assim, também, a própria história, em que o Estado moderno seria a síntese de interesses em conflito entre família e sociedade civil, segundo Hegel.  Ditadura do proletariado Marx achava que a dialética de Hegel estava de "cabeça para baixo" e era preciso corrigi-la. Isso porque Hegel, grosso modo, era idealista, isto é, via a Razão como determinante da realidade objetiva, enquanto Marx era materialista e pensava justamente o contrário: que era o mundo material que condicionava a ideia que fazíamos dele. Por isso, ele desenvolveu uma interpretação que ficou conhecida como materialismo dialético.  O que Marx trouxe de original foi uma análise dialética das relações sociais e econômicas (as bases materiais e concretas da sociedade) que formavam uma estrutura que explicava fatos históricos e culturais.  Diferente de Hegel, ele escrevia em meio à Revolução Industrial, em que uma massa de trabalhadores vivia em condições deploráveis nas grandes cidades, o que estimulava o crescimento de movimentos socialistas e anarquistas em toda a Europa.  A sociedade capitalista, segundo Marx, funcionava com base no antagonismo entre duas classes: a burguesia, que detinha os modos de produção (fábricas, empresas, terras, comércio, etc.), e o proletariado, trabalhadores que vendiam sua força de trabalho.  Na dialética marxista, a burguesia seria a tese - e o proletariado, sua antítese. A síntese seria a superação da sociedade de classes por uma sem classes, o comunismo. As crises do capitalismo, então, decorreriam dos conflitos entre burguesia e proletariado, e seriam o prenúncio de uma superação dialética da economia política.  Ao assumirem seu papel histórico e dialético, os trabalhadores instituiriam, no lugar do sistema capitalista, a ditadura do proletariado, que seria um Estado provisório a ser superado pelo comunismo. Na prática, no entanto, a ditadura do proletariado não passou de... ditadura.  Marx, hoje Apesar da sociedade comunista não ter advindo, em parte porque os trabalhadores constituíram uma nova classe, a classe média, e vivem mais preocupados em conseguir um bom emprego, casa, carro e luxos da vida moderna, as teorias de Marx preservam muito de sua força.  Toda vez que achamos que alguma coisa está errada em uma sociedade em que uma minoria tem muito dinheiro e a maior parte da população vive em dificuldade, e que os sonhos de consumo nos tornam apenas mais vazios, estamos pensando na companhia de Marx.  O que ler A obra mais importante de Karl Marx é O Capital (Editora Civilização Brasileira, em 3 tomos). Porém, por se tratar de um livro difícil para pessoas não-treinadas em economia, seria melhor começar pelo Manifesto Comunista, escrito em parceria com Engels. A coleção Os Pensadores traz uma coletânea de textos do autor. Sobre dialética, leiam O que é dialética (Brasiliense), de Leandro Konder.
Ditadura do proletariado Marx achava que a dialética de Hegel estava de "cabeça para baixo" e era preciso corrigi-la. Isso porque Hegel, grosso modo, era idealista, isto é, via a Razão como determinante da realidade objetiva, enquanto Marx era materialista e pensava justamente o contrário: que era o mundo material que condicionava a ideia que fazíamos dele. Por isso, ele desenvolveu uma interpretação que ficou conhecida como materialismo dialético.

O que Marx trouxe de original foi uma análise dialética das relações sociais e econômicas (as bases materiais e concretas da sociedade) que formavam uma estrutura que explicava fatos históricos e culturais.

Diferente de Hegel, ele escrevia em meio à Revolução Industrial, em que uma massa de trabalhadores vivia em condições deploráveis nas grandes cidades, o que estimulava o crescimento de movimentos socialistas e anarquistas em toda a Europa.

sociedade capitalista, segundo Marx, funcionava com base no antagonismo entre duas classes: a burguesia, que detinha os modos de produção (fábricas, empresas, terras, comércio, etc.), e o proletariado, trabalhadores que vendiam sua força de trabalho.

Na dialética marxista, a burguesia seria a tese - e o proletariado, sua antítese. A síntese seria a superação da sociedade de classes por uma sem classes, o comunismo. As crises do capitalismo, então, decorreriam dos conflitos entre burguesia e proletariado, e seriam o prenúncio de uma superação dialética da economia política.

Ao assumirem seu papel histórico e dialético, os trabalhadores instituiriam, no lugar do sistema capitalista, a ditadura do proletariado, que seria um Estado provisório a ser superado pelo comunismo. Na prática, no entanto, a ditadura do proletariado não passou de... ditadura.
A recente crise financeira que abalou os mercados comerciais do mundo todo e que, muito provavelmente, em maior ou menor grau, provocará uma recessão econômica em escala global, em nada surpreenderia Karl Marx (1818-1883), que, no século 19, previu abalos semelhantes.  No entanto, diferente da análise de Marx, as crises parecem, hoje, ser mais um processo de acomodação do sistema capitalista do que o prenúncio de seu fim, como queria o pensador alemão na época.  Contradições como estas são lugares comuns na leitura da extensa e complexa obra de Marx. Se, depois da queda do muro de Berlim e da falência dos regimes socialistas no Leste Europeu, no final da década de 1980, foi o próprio marxismo que entrou em crise, pode-se, apesar disso, dizer que é impossível entender o século 20 e, também, entrar no século 21 sem conhecer as revolucionárias ideias de Marx.  Por que, afinal, Marx é tão importante e controverso? Será que suas ideias continuam atuais?  Ao final das Teses contra Feuerbach (1845), Marx escreveu sua célebre frase: "Os filósofos se limitaram a interpretar o mundo de várias formas; cabe transformá-lo". E, realmente, poucos teóricos realizam tal proeza: foi com base em suas teorias que, por mais de 50 anos, o mundo esteve dividido em dois antagônicos blocos políticos e econômicos, um capitalista e outro socialista.  Nas mãos de políticos e estudiosos marxistas, o pensamento de Marx converteu-se em doutrina que, ainda hoje, orienta partidos políticos no Brasil, como o PCdoB e o PSOL, e movimentos sindicais e populares, como o MST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra).  Mas, em sua maior parte, a doutrina marxista é de "segunda mão", ou seja, originária de interpretações dadas por dirigentes soviéticos como Lênin, Trotsky e Stálin, ou o chinês Mao Tsé-Tung. Poucos, na verdade, se aventuraram a desbravar a obra de Marx, que trouxe contribuições originais para a filosofia, a sociologia, a economia política e a história.  A seguir, abordamos apenas a teoria da dialética de Marx. Método dialético Para os filósofos gregos, dialética era a arte do diálogo. Para um dos filósofos mais influentes na carreira de Marx, Hegel, dialética é uma forma de pensar a realidade em constante mudança por meio de termos contrários que dão origem a um terceiro, que os concilia.  A dialética compõe-se, assim, de três termos: tese; antítese e síntese.  Tese (A) é uma afirmação; antítese (B), é uma afirmação contrária, e síntese (C), como o nome indica, é o resultado da síntese entre as duas primeiras. A síntese supera a tese e a antítese (portanto, é algo de natureza diferente), ao mesmo tempo em que conserva elementos das duas e conduz a discussão, nesse processo, a um grau mais elevado. E, na sequência, dá origem a uma nova tese, que inicia novamente o ciclo.  Por exemplo, eu tenho uma ideia a respeito de algo, é minha tese (A): "Países com climas quentes são melhores para se viver". Meu interlocutor não concorda e contra-argumenta: "Não, são países com climas frios que são melhores para se viver". Esta é a antítese (B). Depois de alguma discussão, chegamos a uma conclusão - a síntese (C): "Países com climas amenos são mais agradáveis para se morar."  Pode parecer bobagem, mas é justamente assim que, em nosso cotidiano, usamos a dialética mesmo sem o saber, toda vez que conciliamos ideias opostas - em casa, no trabalho, na comunidade, etc. - em assuntos diversos. E é por isso que nos jornais que lemos costumamos encontrar ao menos dois pontos de vistas divergentes sobre um determinado tema, para que possamos fazer uma síntese do que de melhor cada um deles nos apresenta.  A originalidade de Hegel foi fazer desta lógica dialética uma lógica do ser, isto é, que rege o próprio modo de ser das coisas que, para ele, é um perpétuo vir-a-ser, um realizar-se contínuo. Assim, também, a própria história, em que o Estado moderno seria a síntese de interesses em conflito entre família e sociedade civil, segundo Hegel.  Ditadura do proletariado Marx achava que a dialética de Hegel estava de "cabeça para baixo" e era preciso corrigi-la. Isso porque Hegel, grosso modo, era idealista, isto é, via a Razão como determinante da realidade objetiva, enquanto Marx era materialista e pensava justamente o contrário: que era o mundo material que condicionava a ideia que fazíamos dele. Por isso, ele desenvolveu uma interpretação que ficou conhecida como materialismo dialético.  O que Marx trouxe de original foi uma análise dialética das relações sociais e econômicas (as bases materiais e concretas da sociedade) que formavam uma estrutura que explicava fatos históricos e culturais.  Diferente de Hegel, ele escrevia em meio à Revolução Industrial, em que uma massa de trabalhadores vivia em condições deploráveis nas grandes cidades, o que estimulava o crescimento de movimentos socialistas e anarquistas em toda a Europa.  A sociedade capitalista, segundo Marx, funcionava com base no antagonismo entre duas classes: a burguesia, que detinha os modos de produção (fábricas, empresas, terras, comércio, etc.), e o proletariado, trabalhadores que vendiam sua força de trabalho.  Na dialética marxista, a burguesia seria a tese - e o proletariado, sua antítese. A síntese seria a superação da sociedade de classes por uma sem classes, o comunismo. As crises do capitalismo, então, decorreriam dos conflitos entre burguesia e proletariado, e seriam o prenúncio de uma superação dialética da economia política.  Ao assumirem seu papel histórico e dialético, os trabalhadores instituiriam, no lugar do sistema capitalista, a ditadura do proletariado, que seria um Estado provisório a ser superado pelo comunismo. Na prática, no entanto, a ditadura do proletariado não passou de... ditadura.  Marx, hoje Apesar da sociedade comunista não ter advindo, em parte porque os trabalhadores constituíram uma nova classe, a classe média, e vivem mais preocupados em conseguir um bom emprego, casa, carro e luxos da vida moderna, as teorias de Marx preservam muito de sua força.  Toda vez que achamos que alguma coisa está errada em uma sociedade em que uma minoria tem muito dinheiro e a maior parte da população vive em dificuldade, e que os sonhos de consumo nos tornam apenas mais vazios, estamos pensando na companhia de Marx.  O que ler A obra mais importante de Karl Marx é O Capital (Editora Civilização Brasileira, em 3 tomos). Porém, por se tratar de um livro difícil para pessoas não-treinadas em economia, seria melhor começar pelo Manifesto Comunista, escrito em parceria com Engels. A coleção Os Pensadores traz uma coletânea de textos do autor. Sobre dialética, leiam O que é dialética (Brasiliense), de Leandro Konder.
Marx, hoje Apesar da sociedade comunista não ter advindo, em parte porque os trabalhadores constituíram uma nova classe, a classe média, e vivem mais preocupados em conseguir um bom emprego, casa, carro e luxos da vida moderna, as teorias de Marx preservam muito de sua força.

Toda vez que achamos que alguma coisa está errada em uma sociedade em que uma minoria tem muito dinheiro e a maior parte da população vive em dificuldade, e que os sonhos de consumo nos tornam apenas mais vazios, estamos pensando na companhia de Marx.

O que ler A obra mais importante de Karl Marx é O Capital (Editora Civilização Brasileira, em 3 tomos). Porém, por se tratar de um livro difícil para pessoas não-treinadas em economia, seria melhor começar pelo Manifesto Comunista, escrito em parceria com Engels. A coleção Os Pensadores traz uma coletânea de textos do autor. Sobre dialética, leiam O que é dialética (Brasiliense), de Leandro Konder.

# Compartilhe .