quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Revolução de 1932

Revolução Constitucionalista de 1932 (9/7/1932 – 2/10/1932)

Revolução Constitucionalista de 1932 (9/7/1932 – 2/10/1932)    Os motivos que iniciaram o movimento datam de dois anos antes, quando a Revolução de 1930 depôs o presidente Washington Luís e impediu a posse do paulista Júlio Prestes. A entrada do gaúcho Getúlio Vargas à presidência, pôs um fim na chamada política do café com leite e desagradou as elites paulistas, representadas pelo Partido Republicano Paulista, o PRP, que viram não só o poder sobre a política brasileira ser perdido, como presenciaram também o então estado mais rico da federação ser submetido a um situação de submissão.  Uma das primeiras medidas do governo federal ao assumir foi dissolver congresso e os poderes estaduais. Enquanto outros estados ganharam interventores nascidos neles, São Paulo teve que se contentar com militares de outros locais, já que o Partido Democrata, que era a favor da revolução de 30, não conseguiu indicar ninguém para o cargo. Além disso, viram o major Miguel Costa, expulso da Polícia Militar por tentar derrubar o governo em 1924, assumir o comando da corporação.  As pressões sobre Getúlio Vargas começaram. As forças políticas e econômicas de São Paulo exigiam uma nova Assembleia Constituinte, novas eleições e o fim do governo provisório.  Em dois anos passaram pelo governo do estado quatro interventores federais. Nenhum deles conseguiu manter o controle.  As intervenções da ditadura varguista eram constantes e desagradavam cada vez mais a oposição em São Paulo.  Em 1932 a capital era um barril de pólvora. A maioria da população era a favor das exigências das elites. Havia ainda um grupo de tenentes do clube 3 de outubro que eram a favor do golpe de Getúlio e contra as reformas exigidas. Grandes comícios começaram a acontecer na capital paulista.  Vargas tentou acalmar a situação apresentando um novo código eleitoral e marcando eleições para 1933. Além disso, nomeou o paulista Pedro Toledo como interventor.    No dia 23 de maio um comício de estudantes da Faculdade São Francisco, que protestavam contra a intervenção de Osvaldo Aranha (representante da ditadura) no governo de Pedro Toledo, tentou invadir o clube 3 de outubro, onde se concentrava os membros da Liga Revolucionária que apoiava a ditadura. O grupo foi recebido a balas. Cinco jovens morreram no confronto: Mário Martins de Almeida, Euclides Bueno Miragaia, Dráusio Marcondes de Sousa e Antônio Américo Camargo de Andrade e Orlando de Oliveira Alvarenga (incluído depois na lista). As inicias de seus nomes - MMDC - foi o nome escolhido pelo movimento de oposição à ditadura, que começava a planejar a luta armada.  O MMDC ganhou apoio do povo paulista e de seus principais partidos, o PRP, e o Partido Democrata. Em 9 de julho as forças paulistas lideradas pelo General Isidoro Dias Lopes tomaram o estado e iniciaram a marcha para o Rio de Janeiro. Acreditava-se que Minas Gerais, Mato Grosso e Rio Grande do Sul ajudariam enviando forças para retirar Getúlio Vargas do poder.  Não aconteceu. Houve movimentos isolados no Rio Grande e no Mato Grosso facilmente destruídos. Em pouco tempo São Paulo, que planejava uma ofensiva rápida contra a capital, se viu cercado por mais de 100 mil tropas federais.  Se os outros estados não vieram ajudar, o mesmo não se pode dizer do povo paulista, que mesmo diante de um movimento articulado pelas elites do estado, se mobilizou para ajudar seus exércitos. Houve mais de 200 mil voluntários, sendo 60 mil combatentes. Mas houve outras dificuldades.  Praticamente sitiado, São Paulo se viu sem alternativa para conseguir armamentos. Passou a arrecadar ouro doado por seus moradores e tentou comprar armas dos Estados Unidos, mas o navio foi interceptado pela Marinha.  Com tantos problemas, a revolução foi derrotada. Em 2 de outubro, na cidade de Cruzeiro, as forças paulistas se entregam ao líder da ofensiva federal. Apesar de ter sido derrotado no campo de batalha, politicamente o movimento atingiu seus objetivos. A luta pela constituição foi fortalecida, e em 1933 as eleições foram realizadas colocando o civil Armando Sales como governador do estado.

Os motivos que iniciaram o movimento datam de dois anos antes, quando a Revolução de 1930 depôs o presidente Washington Luís e impediu a posse do paulista Júlio Prestes. A entrada do gaúcho Getúlio Vargas à presidência, pôs um fim na chamada política do café com leite e desagradou as elites paulistas, representadas pelo Partido Republicano Paulista, o PRP, que viram não só o poder sobre a política brasileira ser perdido, como presenciaram também o então estado mais rico da federação ser submetido a um situação de submissão.

Uma das primeiras medidas do governo federal ao assumir foi dissolver congresso e os poderes estaduais. Enquanto outros estados ganharam interventores nascidos neles, São Paulo teve que se contentar com militares de outros locais, já que o Partido Democrata, que era a favor da revolução de 30, não conseguiu indicar ninguém para o cargo. Além disso, viram o major Miguel Costa, expulso da Polícia Militar por tentar derrubar o governo em 1924, assumir o comando da corporação.
As pressões sobre Getúlio Vargas começaram. As forças políticas e econômicas de São Paulo exigiam uma nova Assembleia Constituinte, novas eleições e o fim do governo provisório.
Em dois anos passaram pelo governo do estado quatro interventores federais. Nenhum deles conseguiu manter o controle.  As intervenções da ditadura varguista eram constantes e desagradavam cada vez mais a oposição em São Paulo.
Em 1932 a capital era um barril de pólvora. A maioria da população era a favor das exigências das elites. Havia ainda um grupo de tenentes do clube 3 de outubro que eram a favor do golpe de Getúlio e contra as reformas exigidas. Grandes comícios começaram a acontecer na capital paulista.
Vargas tentou acalmar a situação apresentando um novo código eleitoral e marcando eleições para 1933. Além disso, nomeou o paulista Pedro Toledo como interventor.
Revolução Constitucionalista de 1932 (9/7/1932 – 2/10/1932)    Os motivos que iniciaram o movimento datam de dois anos antes, quando a Revolução de 1930 depôs o presidente Washington Luís e impediu a posse do paulista Júlio Prestes. A entrada do gaúcho Getúlio Vargas à presidência, pôs um fim na chamada política do café com leite e desagradou as elites paulistas, representadas pelo Partido Republicano Paulista, o PRP, que viram não só o poder sobre a política brasileira ser perdido, como presenciaram também o então estado mais rico da federação ser submetido a um situação de submissão.  Uma das primeiras medidas do governo federal ao assumir foi dissolver congresso e os poderes estaduais. Enquanto outros estados ganharam interventores nascidos neles, São Paulo teve que se contentar com militares de outros locais, já que o Partido Democrata, que era a favor da revolução de 30, não conseguiu indicar ninguém para o cargo. Além disso, viram o major Miguel Costa, expulso da Polícia Militar por tentar derrubar o governo em 1924, assumir o comando da corporação.  As pressões sobre Getúlio Vargas começaram. As forças políticas e econômicas de São Paulo exigiam uma nova Assembleia Constituinte, novas eleições e o fim do governo provisório.  Em dois anos passaram pelo governo do estado quatro interventores federais. Nenhum deles conseguiu manter o controle.  As intervenções da ditadura varguista eram constantes e desagradavam cada vez mais a oposição em São Paulo.  Em 1932 a capital era um barril de pólvora. A maioria da população era a favor das exigências das elites. Havia ainda um grupo de tenentes do clube 3 de outubro que eram a favor do golpe de Getúlio e contra as reformas exigidas. Grandes comícios começaram a acontecer na capital paulista.  Vargas tentou acalmar a situação apresentando um novo código eleitoral e marcando eleições para 1933. Além disso, nomeou o paulista Pedro Toledo como interventor.    No dia 23 de maio um comício de estudantes da Faculdade São Francisco, que protestavam contra a intervenção de Osvaldo Aranha (representante da ditadura) no governo de Pedro Toledo, tentou invadir o clube 3 de outubro, onde se concentrava os membros da Liga Revolucionária que apoiava a ditadura. O grupo foi recebido a balas. Cinco jovens morreram no confronto: Mário Martins de Almeida, Euclides Bueno Miragaia, Dráusio Marcondes de Sousa e Antônio Américo Camargo de Andrade e Orlando de Oliveira Alvarenga (incluído depois na lista). As inicias de seus nomes - MMDC - foi o nome escolhido pelo movimento de oposição à ditadura, que começava a planejar a luta armada.  O MMDC ganhou apoio do povo paulista e de seus principais partidos, o PRP, e o Partido Democrata. Em 9 de julho as forças paulistas lideradas pelo General Isidoro Dias Lopes tomaram o estado e iniciaram a marcha para o Rio de Janeiro. Acreditava-se que Minas Gerais, Mato Grosso e Rio Grande do Sul ajudariam enviando forças para retirar Getúlio Vargas do poder.  Não aconteceu. Houve movimentos isolados no Rio Grande e no Mato Grosso facilmente destruídos. Em pouco tempo São Paulo, que planejava uma ofensiva rápida contra a capital, se viu cercado por mais de 100 mil tropas federais.  Se os outros estados não vieram ajudar, o mesmo não se pode dizer do povo paulista, que mesmo diante de um movimento articulado pelas elites do estado, se mobilizou para ajudar seus exércitos. Houve mais de 200 mil voluntários, sendo 60 mil combatentes. Mas houve outras dificuldades.  Praticamente sitiado, São Paulo se viu sem alternativa para conseguir armamentos. Passou a arrecadar ouro doado por seus moradores e tentou comprar armas dos Estados Unidos, mas o navio foi interceptado pela Marinha.  Com tantos problemas, a revolução foi derrotada. Em 2 de outubro, na cidade de Cruzeiro, as forças paulistas se entregam ao líder da ofensiva federal. Apesar de ter sido derrotado no campo de batalha, politicamente o movimento atingiu seus objetivos. A luta pela constituição foi fortalecida, e em 1933 as eleições foram realizadas colocando o civil Armando Sales como governador do estado.

No dia 23 de maio um comício de estudantes da Faculdade São Francisco, que protestavam contra a intervenção de Osvaldo Aranha (representante da ditadura) no governo de Pedro Toledo, tentou invadir o clube 3 de outubro, onde se concentrava os membros da Liga Revolucionária que apoiava a ditadura. O grupo foi recebido a balas. Cinco jovens morreram no confronto: Mário Martins de Almeida, Euclides Bueno Miragaia, Dráusio Marcondes de Sousa e Antônio Américo Camargo de Andrade e Orlando de Oliveira Alvarenga (incluído depois na lista). As inicias de seus nomes - MMDC - foi o nome escolhido pelo movimento de oposição à ditadura, que começava a planejar a luta armada.
O MMDC ganhou apoio do povo paulista e de seus principais partidos, o PRP, e o Partido Democrata. Em 9 de julho as forças paulistas lideradas pelo General Isidoro Dias Lopes tomaram o estado e iniciaram a marcha para o Rio de Janeiro. Acreditava-se que Minas Gerais, Mato Grosso e Rio Grande do Sul ajudariam enviando forças para retirar Getúlio Vargas do poder.
Não aconteceu. Houve movimentos isolados no Rio Grande e no Mato Grosso facilmente destruídos. Em pouco tempo São Paulo, que planejava uma ofensiva rápida contra a capital, se viu cercado por mais de 100 mil tropas federais.
Se os outros estados não vieram ajudar, o mesmo não se pode dizer do povo paulista, que mesmo diante de um movimento articulado pelas elites do estado, se mobilizou para ajudar seus exércitos. Houve mais de 200 mil voluntários, sendo 60 mil combatentes. Mas houve outras dificuldades.
Praticamente sitiado, São Paulo se viu sem alternativa para conseguir armamentos. Passou a arrecadar ouro doado por seus moradores e tentou comprar armas dos Estados Unidos, mas o navio foi interceptado pela Marinha.
Com tantos problemas, a revolução foi derrotada. Em 2 de outubro, na cidade de Cruzeiro, as forças paulistas se entregam ao líder da ofensiva federal. Apesar de ter sido derrotado no campo de batalha, politicamente o movimento atingiu seus objetivos. A luta pela constituição foi fortalecida, e em 1933 as eleições foram realizadas colocando o civil Armando Sales como governador do estado.

Quem foi Tio Sam?

O Tio Sam é um dos símbolos mais famosos de representação dos Estados Unidos, ele foi criado em 1812 e até hoje faz grande sucesso.

O Tio Sam representa os Estados Unidos O Tio Sam é um dos símbolos mais famosos de representação dos Estados Unidos, ele foi criado em 1812 e até hoje faz grande sucesso.  O Tio Sam representa os Estados Unidos O Tio Sam representa os Estados Unidos  Considerado um dos símbolos mais famosos do mundo, o Tio Sam é a personificação do país mais poderoso do planeta, os Estados Unidos da América (EUA). Provavelmente você já ouviu esse nome como uma referência aos EUA. Porém, você sabe como surgiu o Tio Sam?  De acordo com documentos históricos dos Estados Unidos, o termo Tio Sam foi criado em 1812 por soldados estadunidenses que estavam no norte de Nova Iorque. Eles se alimentavam de uma carne cujo recipiente eram barris com a seguinte inscrição: U.S (United States), em português, “Estados Unidos”.  Esses soldados passaram a brincar com o significado das letras, chamando “carinhosamente” Samuel Wilson, dono da empresa fornecedora dos alimentos, de “Uncle Sam”, em português, “Tio Sam”. Em 1870, o cartunista Tomas Nast realizou o desenho do Tio Sam como uma homenagem a Abraham Lincoln (ex-presidente dos Estados Unidos e considerado um herói nacional), que teve os traços de seu rosto como inspiração para o trabalho. Sendo assim, o Tio Sam foi retratado como um senhor de cabelos brancos e barbicha, usando roupas das cores da bandeira dos EUA (azul, vermelho e branco), além da cartola com uma estrela branca.  No entanto, em 1917, James Flagg, a pedido das Forças Armadas dos EUA, alterou o desenho original. O Tio Sam passou a ter o dedo em riste e foi acrescentada a seguinte frase: “I Want You”, em português, “Eu quero você”. Essa modificação foi uma jogada de marketing para o recrutamento de soldados para a Primeira Guerra Mundial.
O Tio Sam representa os Estados Unidos

Considerado um dos símbolos mais famosos do mundo, o Tio Sam é a personificação do país mais poderoso do planeta, os Estados Unidos da América (EUA). Provavelmente você já ouviu esse nome como uma referência aos EUA. Porém, você sabe como surgiu o Tio Sam?

De acordo com documentos históricos dos Estados Unidos, o termo Tio Sam foi criado em 1812 por soldados estadunidenses que estavam no norte de Nova Iorque. Eles se alimentavam de uma carne cujo recipiente eram barris com a seguinte inscrição: U.S (United States), em português, “Estados Unidos”.

Esses soldados passaram a brincar com o significado das letras, chamando “carinhosamente” Samuel Wilson, dono da empresa fornecedora dos alimentos, de “Uncle Sam”, em português, “Tio Sam”.
Em 1870, o cartunista Tomas Nast realizou o desenho do Tio Sam como uma homenagem a Abraham Lincoln (ex-presidente dos Estados Unidos e considerado um herói nacional), que teve os traços de seu rosto como inspiração para o trabalho. Sendo assim, o Tio Sam foi retratado como um senhor de cabelos brancos e barbicha, usando roupas das cores da bandeira dos EUA (azul, vermelho e branco), além da cartola com uma estrela branca.

No entanto, em 1917, James Flagg, a pedido das Forças Armadas dos EUA, alterou o desenho original. O Tio Sam passou a ter o dedo em riste e foi acrescentada a seguinte frase: “I Want You”, em português, “Eu quero você”. Essa modificação foi uma jogada de marketing para o recrutamento de soldados para a Primeira Guerra Mundial.

O que é o cão de Pavlov?

                            

O condicionamento clássico (ou condicionamento pavloviano ou condicionamento respondente) é um processo que descreve a génese e a modificação de alguns comportamentos com base nos efeitos do binómio estímulo-resposta sobre o sistema nervoso central dos seres vivos. O termo condicionamento clássico encontra-se historicamente vinculado à "psicologia da aprendizagem" ou ao "comportamentalismo" (Behaviorismo) de John B. Watson, Ivan Pavlov e Burrhus Frederic Skinner.

A experiência que elucidou a existência do condicionamento clássico envolveu a salivação condicionada dos cães do fisiólogo russo Ivan Pavlov. 

Num estudo sobre a acção de enzimas no estômago dos animais (que lhe dera um Prémio Nobel), interessou-se pela salivação que surgia nos cães sem a presença da comida. 

Pavlov queria elucidar como os reflexos condicionados eram adquiridos. 

Os cães  salivam naturalmente por comida; assim, Pavlov chamou à correlação entre o estímulo incondicionado (comida) e a resposta incondicionado (salivação) de reflexo incondicionado.

Por outro lado quando um estimulo não provoca qualquer tipo de resposta, denomina-se de estimulo neutro  (som da campainha).

A experiência de Pavlov consistiu em associar um estimulo não condicionado (comida) com a apresentação de um estimulo neutro (som de uma campainha).

Após a repetição desta associação de estímulos verificou  que o  cão aprendeu a salivar perante o estimulo que antes não provocava qualquer resposta (neutro) mesmo na ausência do estimulo incondicionado (comida).

Assim este comportamento  seria denominado de  resposta condicionada  (aprendida).
  1. Som da campainha (E. neutro)-----> ausência de resposta;
  2. Comida (E. incondicionado) -----> Salivação (R. incondicionada); (reflexo Incondicionado)
  3. Som da Campainha (E. Neutro) +  Comida (E. Incondicionado)  ---->  Salivação (Resposta incondicionda);
  4. ...
  5. ...
  6. ...
  7. Som  da campainha (E. Condicionado) -----> Salivação (Resposta Condicionada);

Teoria Hipodérmica

  A Teoria Hipodérmica é um modelo de Teoria da Comunicação, e está alocada na subdivisão da Comunicação denominada Comunicação de Massa, e opera da seguinte forma: supõe-se que uma mensagem midiática enviada a um público de massa afeta da mesma maneira todos os indivíduos.  Os conceitos da Teoria Hipodérmica foram elaborados pela Escola Norte-Americana na década de 1930, e os objetivos do desenvolvimento deste modelo de Teoria da Comunicação giravam em torno da busca por uma maneira de compreender as influências da comunicação no comportamento da população, para a partir disto ser possível pensar estratégias para exercer influência comportamental sobre o povo.  Também conhecida por Teoria da Bala Mágica, a Teoria Hipodérmica é assim definida por basear-se da suposição de que todo estímulo causado por uma mensagem enviada terá resposta, sem encontrar resistência do receptor, como o disparo de uma arma de fogo ou uma agulha hipodérmica, que perfuram a pele humana sem dificuldade. A passividade do receptor é a principal característica do indivíduo nesta teoria.  A Teoria Hipodérmica analisa a mídia com embasamento no Behaviorismo, conjunto das teorias psicológicas que definem como principal objeto de estudo psicológico o comportamento.  No entanto, a Teoria Hipodérmica é tida como limitada, por ter um embasamento extremamente simples, considerando a massa de indivíduos receptores completamente homogênea, desconsiderando qualquer particularidade social, política, religiosa ou histórica. Nela, todos os indivíduos são pensados como equivalentes e presume-se que recebam as mensagens da mesma forma.  Tal teoria surgiu no período entre guerras e durante a Segunda Guerra Mundial muitos cientistas foram contratados para estudar a melhor forma de uso da mesma, pois os meios de comunicação de massa tiveram papel crucial no momento de dominar o pensamento da população – a exemplo do rádio, usado por Adolf Hitler para discursar para multidões. A Teoria Hipodérmica está diretamente ligada a formas de dominação social, atreladas a interesses econômicos e/ou políticos.  A Teoria Hipodérmica foi o primeiro modelo de Teoria da Comunicação, após seu desenvolvimento foram produzidos muitos outros estudos comunicacionais, e também surgiram outras diversas Teorias da Comunicação. A Teoria Hipodérmica logo ficou defasada, pois deixava a desejar ao não tratar com devida importância as especificidades sócio-culturais dos sujeitos, por isso logo surgiram outras teorias, melhoramentos da mesma.  A Comunicação de Massa é inerente à sociedade do conhecimento, logo, está em constante mutação. A Teoria Hipodérmica foi o passo inicial para o desenvolvimento dos estudos comunicacionais de massa, que permitem o atual eficiente fluxo ininterrupto de informações, apenas era simplista demais para permanecer por muito tempo em exercício.

Teoria Hipodérmica é um modelo de Teoria da Comunicação, e está alocada na subdivisão da Comunicação denominada Comunicação de Massa, e opera da seguinte forma: supõe-se que uma mensagem midiática enviada a um público de massa afeta da mesma maneira todos os indivíduos.

Os conceitos da Teoria Hipodérmica foram elaborados pela Escola Norte-Americana na década de 1930, e os objetivos do desenvolvimento deste modelo de Teoria da Comunicação giravam em torno da busca por uma maneira de compreender as influências da comunicação no comportamento da população, para a partir disto ser possível pensar estratégias para exercer influência comportamental sobre o povo.

Também conhecida por Teoria da Bala Mágica, a Teoria Hipodérmica é assim definida por basear-se da suposição de que todo estímulo causado por uma mensagem enviada terá resposta, sem encontrar resistência do receptor, como o disparo de uma arma de fogo ou uma agulha hipodérmica, que perfuram a pele humana sem dificuldade. A passividade do receptor é a principal característica do indivíduo nesta teoria.

A Teoria Hipodérmica analisa a mídia com embasamento no Behaviorismo, conjunto das teorias psicológicas que definem como principal objeto de estudo psicológico o comportamento.

No entanto, a Teoria Hipodérmica é tida como limitada, por ter um embasamento extremamente simples, considerando a massa de indivíduos receptores completamente homogênea, desconsiderando qualquer particularidade social, política, religiosa ou histórica. Nela, todos os indivíduos são pensados como equivalentes e presume-se que recebam as mensagens da mesma forma.

Tal teoria surgiu no período entre guerras e durante a Segunda Guerra Mundial muitos cientistas foram contratados para estudar a melhor forma de uso da mesma, pois os meios de comunicação de massa tiveram papel crucial no momento de dominar o pensamento da população – a exemplo do rádio, usado por Adolf Hitler para discursar para multidões. A Teoria Hipodérmica está diretamente ligada a formas de dominação social, atreladas a interesses econômicos e/ou políticos.

A Teoria Hipodérmica foi o primeiro modelo de Teoria da Comunicação, após seu desenvolvimento foram produzidos muitos outros estudos comunicacionais, e também surgiram outras diversas Teorias da Comunicação. A Teoria Hipodérmica logo ficou defasada, pois deixava a desejar ao não tratar com devida importância as especificidades sócio-culturais dos sujeitos, por isso logo surgiram outras teorias, melhoramentos da mesma.

A Comunicação de Massa é inerente à sociedade do conhecimento, logo, está em constante mutação. A Teoria Hipodérmica foi o passo inicial para o desenvolvimento dos estudos comunicacionais de massa, que permitem o atual eficiente fluxo ininterrupto de informações, apenas era simplista demais para permanecer por muito tempo em exercício.

Alemães criam dispositivo que leva chuva a regiões desérticas

Parece ficção científica, mas não é. Uma fundação alemã chamada Desert Greening criou um dispositivo que, segundo ela, leva chuva a lugares que têm falta d'água.
O projeto é inspirado no "cloudbuster", um dispositivo desenvolvido pelo cientista Wilhelm Reich na década de 1950 nos Estados Unidos.
O sistema que é utilizado de forma semelhante aos para-raios, manipula o que Reich chama de "energia orgônica" para atrair nuvens e chuva num raio de 200 km².
cloudbuster_chuva01

A partir desse conhecimento, o Desert Greening testou um dispositivo semelhante em uma região no interior da Argélia, na África, país muito quente e bastante árido. A tecnologia está sendo aplicada no país desde 2005. De acordo com a fundação, a região anda recebendo muita chuva nos últimos anos e já possui muitas árvores e vegetação.
Integrantes da Desert Greening estiveram no interior de São Paulo no final do ano passado. Em sua fanpage, a fundação diz que foi responsável pelo forte temporal que atingiu a capital paulista no dia 3 de novembro.
Desert Greening

Desert Greening

Veja o vídeo sobre o projeto (com tradução em inglês):

Teoria da Comunicação.

CLICK NA IMAGEM PARA AUMENTALA
























































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