quinta-feira, 31 de agosto de 2017

DINÂMICA POPULACIONAL

  O estudo sobre a dinâmica populacional do mundo não é algo recente. Remonta-se a um período anterior ao século XVIII, em que se formularam teorias sobre o crescimento populacional utilizadas até os dias atuais. Cada uma dessas teorias correspondia a uma visão de sociedade e do próprio movimento histórico que se seguia. Embora houvesse essas distinções, todas as teorias formuladas até então se preocupavam em explicar o crescimento da população e seus impactos sobre a natureza e a organização da sociedade. Assim, para conseguir responder às duvidas sobre o futuro das sociedades o estudo sobre a dinâmica populacional elencou três tipos de indicadores, que funcionariam como padrões a serem analisados: mortalidade, natalidade e fecundidade. A mortalidade é calculada a partir da relação entre o número de óbitos em um determinado ano e a população total neste mesmo ano; a seguir, multiplica-se o resultado por mil (para evitar excesso de decimais). Já a mortalidade infantil é calculada a partir da multiplicação por mil do número de crianças, com menos de um ano, que morreram em um determinado ano; a seguir, divide-se o resultado pelo número de crianças nascidas vivas naquele mesmo ano.  Os números oferecidos por estas equações matemáticas devem ser interpretados, ou seja, obter somente o número não é revelador da situação em que a sociedade está submetida. Por isso, alguns pensadores argumentam que a elevação dos números relativos à mortalidade indicaria a superexploração do trabalhador, uma vez que seria o reflexo da redução de salários e acesso à saúde e cuidados básicos. A natalidade é calculada com base na multiplicação por mil do número de nascimentos em um dado ano, dividindo-se o resultado pela população total no ano e local considerados na análise. A fecundidade, por sua vez, relaciona o número de crianças com menos de cinco anos ao número de mulheres em idade reprodutiva (este dado varia conforme o país, podendo ser de 15 a 44 anos; 14 a 49 anos ou 20 a 44 anos). A taxa de fecundidade sofreu alterações com a consolidação da industrialização, uma vez que as mulheres adentraram ao mercado de trabalho, demorando mais tempo para engravidar e constituir família. Vale destacar que os índices de natalidade também vem sofrendo reduções em função das melhores condições de vida de uma parcela significativa da sociedade, como também, por causa de um novo entendimento sobre o papel da família na contemporaneidade. FASES DO CRESCIMENTO POPULACIONAL.  O crescimento populacional é marcado por fases de crescimento. Em uma primeira fase, característica dos países subdesenvolvidos, as taxas de natalidade e mortalidade são elevadas. Isso demonstra que o país não dispõe de políticas públicas ligadas à saúde, uma vez que a população morre com pouca idade e, sequer, oferece métodos contraceptivos à sua população, já que as taxas de natalidade são altas. Nessa fase, a pirâmide populacional apresenta base larga e topo fino.  Primeira fase: Base larga e topo fino Na segunda fase do crescimento populacional, características dos países em desenvolvimento, como o Brasil, as taxas de natalidades apresentam diminuição, mas as taxas de mortalidade permanecem altas. Essas mudanças são reflexos de algumas situações:  - Entrada da mulher no mercado de trabalho, o que pressupõe planejamento familiar; - Urbanização crescente, pessoas migrando do campo em direção às cidades. - Alto custo de vida nas cidades, famílias começam a reduzir sua prole dado os gastos com a criação (escola, saúde, lazer, entre outros). - Acesso à contraceptivos, que promovem o controle da natalidade. - Nesta fase, por sua vez, a pirâmide é apresentada com uma base menor e o topo pequeno, se assemelhando a uma coluna.  Segunda fase: Crescimento Populacional A última fase do crescimento populacional é caracterizada pelas baixas taxas de natalidade e mortalidade, situação pertencente aos países desenvolvidos, sobretudo da Europa. Os países em desenvolvimento e subdesenvolvidos ainda não alcançaram essa fase, estima-se que o Brasil a alcance somente em 2050. Embora possa parecer que estas fases representem etapas para “um país melhor”, países como a França e o Japão temem pelo futuro de suas economias, uma vez que a oferta de força de trabalho tem se reduzido drasticamente, aumentando, em contrapartida, os gastos com o sistema previdenciário. Nesta fase, a pirâmide é invertida em relação à primeira fase, pois apresenta topo largo e base muito estreita.  Última fase do Crescimento Populacional Dessa maneira, por mais que o país tenha um gasto menor com a população jovem (como por exemplo, educação), precisa se preocupar com o envelhecimento de sua população adulta, o que vai gerar mais aposentados e menos força de trabalho disponível, onerando o sistema previdenciário. Para amenizar sua situação, o Japão passou a facilitar a entrada de imigrantes descendentes de japoneses para trabalharem nos setor secundário e terciário de sua economia. Esses imigrantes descendentes de japoneses ficaram conhecidos como dekasséguis. Em países europeus, como a França, a entrada de mão de obra estrangeira é problemática, pois o país possui grupos xenofóbicos, que são contrários à entrada de imigrantes, sobretudo àqueles vindos de países da África. Além da França, os Estados Unidos também possui grupos contrários à entrada de imigrantes, sobretudo àqueles vindos do México.

O estudo sobre a dinâmica populacional do mundo não é algo recente. Remonta-se a um período anterior ao século XVIII, em que se formularam teorias sobre o crescimento populacional utilizadas até os dias atuais. Cada uma dessas teorias correspondia a uma visão de sociedade e do próprio movimento histórico que se seguia. Embora houvesse essas distinções, todas as teorias formuladas até então se preocupavam em explicar o crescimento da população e seus impactos sobre a natureza e a organização da sociedade.
Assim, para conseguir responder às duvidas sobre o futuro das sociedades o estudo sobre a dinâmica populacional elencou três tipos de indicadores, que funcionariam como padrões a serem analisados: mortalidade, natalidade e fecundidade.
A mortalidade é calculada a partir da relação entre o número de óbitos em um determinado ano e a população total neste mesmo ano; a seguir, multiplica-se o resultado por mil (para evitar excesso de decimais). Já a mortalidade infantil é calculada a partir da multiplicação por mil do número de crianças, com menos de um ano, que morreram em um determinado ano; a seguir, divide-se o resultado pelo número de crianças nascidas vivas naquele mesmo ano. 
Os números oferecidos por estas equações matemáticas devem ser interpretados, ou seja, obter somente o número não é revelador da situação em que a sociedade está submetida. Por isso, alguns pensadores argumentam que a elevação dos números relativos à mortalidade indicaria a superexploração do trabalhador, uma vez que seria o reflexo da redução de salários e acesso à saúde e cuidados básicos.
A natalidade é calculada com base na multiplicação por mil do número de nascimentos em um dado ano, dividindo-se o resultado pela população total no ano e local considerados na análise. A fecundidade, por sua vez, relaciona o número de crianças com menos de cinco anos ao número de mulheres em idade reprodutiva (este dado varia conforme o país, podendo ser de 15 a 44 anos; 14 a 49 anos ou 20 a 44 anos).
A taxa de fecundidade sofreu alterações com a consolidação da industrialização, uma vez que as mulheres adentraram ao mercado de trabalho, demorando mais tempo para engravidar e constituir família. Vale destacar que os índices de natalidade também vem sofrendo reduções em função das melhores condições de vida de uma parcela significativa da sociedade, como também, por causa de um novo entendimento sobre o papel da família na contemporaneidade.

FASES DO CRESCIMENTO POPULACIONAL.

O crescimento populacional é marcado por fases de crescimento. Em uma primeira fase, característica dos países subdesenvolvidos, as taxas de natalidade e mortalidade são elevadas. Isso demonstra que o país não dispõe de políticas públicas ligadas à saúde, uma vez que a população morre com pouca idade e, sequer, oferece métodos contraceptivos à sua população, já que as taxas de natalidade são altas. Nessa fase, a pirâmide populacional apresenta base larga e topo fino.
  O estudo sobre a dinâmica populacional do mundo não é algo recente. Remonta-se a um período anterior ao século XVIII, em que se formularam teorias sobre o crescimento populacional utilizadas até os dias atuais. Cada uma dessas teorias correspondia a uma visão de sociedade e do próprio movimento histórico que se seguia. Embora houvesse essas distinções, todas as teorias formuladas até então se preocupavam em explicar o crescimento da população e seus impactos sobre a natureza e a organização da sociedade. Assim, para conseguir responder às duvidas sobre o futuro das sociedades o estudo sobre a dinâmica populacional elencou três tipos de indicadores, que funcionariam como padrões a serem analisados: mortalidade, natalidade e fecundidade. A mortalidade é calculada a partir da relação entre o número de óbitos em um determinado ano e a população total neste mesmo ano; a seguir, multiplica-se o resultado por mil (para evitar excesso de decimais). Já a mortalidade infantil é calculada a partir da multiplicação por mil do número de crianças, com menos de um ano, que morreram em um determinado ano; a seguir, divide-se o resultado pelo número de crianças nascidas vivas naquele mesmo ano.  Os números oferecidos por estas equações matemáticas devem ser interpretados, ou seja, obter somente o número não é revelador da situação em que a sociedade está submetida. Por isso, alguns pensadores argumentam que a elevação dos números relativos à mortalidade indicaria a superexploração do trabalhador, uma vez que seria o reflexo da redução de salários e acesso à saúde e cuidados básicos. A natalidade é calculada com base na multiplicação por mil do número de nascimentos em um dado ano, dividindo-se o resultado pela população total no ano e local considerados na análise. A fecundidade, por sua vez, relaciona o número de crianças com menos de cinco anos ao número de mulheres em idade reprodutiva (este dado varia conforme o país, podendo ser de 15 a 44 anos; 14 a 49 anos ou 20 a 44 anos). A taxa de fecundidade sofreu alterações com a consolidação da industrialização, uma vez que as mulheres adentraram ao mercado de trabalho, demorando mais tempo para engravidar e constituir família. Vale destacar que os índices de natalidade também vem sofrendo reduções em função das melhores condições de vida de uma parcela significativa da sociedade, como também, por causa de um novo entendimento sobre o papel da família na contemporaneidade. FASES DO CRESCIMENTO POPULACIONAL.  O crescimento populacional é marcado por fases de crescimento. Em uma primeira fase, característica dos países subdesenvolvidos, as taxas de natalidade e mortalidade são elevadas. Isso demonstra que o país não dispõe de políticas públicas ligadas à saúde, uma vez que a população morre com pouca idade e, sequer, oferece métodos contraceptivos à sua população, já que as taxas de natalidade são altas. Nessa fase, a pirâmide populacional apresenta base larga e topo fino.  Primeira fase: Base larga e topo fino Na segunda fase do crescimento populacional, características dos países em desenvolvimento, como o Brasil, as taxas de natalidades apresentam diminuição, mas as taxas de mortalidade permanecem altas. Essas mudanças são reflexos de algumas situações:  - Entrada da mulher no mercado de trabalho, o que pressupõe planejamento familiar; - Urbanização crescente, pessoas migrando do campo em direção às cidades. - Alto custo de vida nas cidades, famílias começam a reduzir sua prole dado os gastos com a criação (escola, saúde, lazer, entre outros). - Acesso à contraceptivos, que promovem o controle da natalidade. - Nesta fase, por sua vez, a pirâmide é apresentada com uma base menor e o topo pequeno, se assemelhando a uma coluna.  Segunda fase: Crescimento Populacional A última fase do crescimento populacional é caracterizada pelas baixas taxas de natalidade e mortalidade, situação pertencente aos países desenvolvidos, sobretudo da Europa. Os países em desenvolvimento e subdesenvolvidos ainda não alcançaram essa fase, estima-se que o Brasil a alcance somente em 2050. Embora possa parecer que estas fases representem etapas para “um país melhor”, países como a França e o Japão temem pelo futuro de suas economias, uma vez que a oferta de força de trabalho tem se reduzido drasticamente, aumentando, em contrapartida, os gastos com o sistema previdenciário. Nesta fase, a pirâmide é invertida em relação à primeira fase, pois apresenta topo largo e base muito estreita.  Última fase do Crescimento Populacional Dessa maneira, por mais que o país tenha um gasto menor com a população jovem (como por exemplo, educação), precisa se preocupar com o envelhecimento de sua população adulta, o que vai gerar mais aposentados e menos força de trabalho disponível, onerando o sistema previdenciário. Para amenizar sua situação, o Japão passou a facilitar a entrada de imigrantes descendentes de japoneses para trabalharem nos setor secundário e terciário de sua economia. Esses imigrantes descendentes de japoneses ficaram conhecidos como dekasséguis. Em países europeus, como a França, a entrada de mão de obra estrangeira é problemática, pois o país possui grupos xenofóbicos, que são contrários à entrada de imigrantes, sobretudo àqueles vindos de países da África. Além da França, os Estados Unidos também possui grupos contrários à entrada de imigrantes, sobretudo àqueles vindos do México.
Primeira fase: Base larga e topo fino
Na segunda fase do crescimento populacional, características dos países em desenvolvimento, como o Brasil, as taxas de natalidades apresentam diminuição, mas as taxas de mortalidade permanecem altas. Essas mudanças são reflexos de algumas situações:

- Entrada da mulher no mercado de trabalho, o que pressupõe planejamento familiar;
- Urbanização crescente, pessoas migrando do campo em direção às cidades.
- Alto custo de vida nas cidades, famílias começam a reduzir sua prole dado os gastos com a criação (escola, saúde, lazer, entre outros).
- Acesso à contraceptivos, que promovem o controle da natalidade.
- Nesta fase, por sua vez, a pirâmide é apresentada com uma base menor e o topo pequeno, se assemelhando a uma coluna.
  O estudo sobre a dinâmica populacional do mundo não é algo recente. Remonta-se a um período anterior ao século XVIII, em que se formularam teorias sobre o crescimento populacional utilizadas até os dias atuais. Cada uma dessas teorias correspondia a uma visão de sociedade e do próprio movimento histórico que se seguia. Embora houvesse essas distinções, todas as teorias formuladas até então se preocupavam em explicar o crescimento da população e seus impactos sobre a natureza e a organização da sociedade. Assim, para conseguir responder às duvidas sobre o futuro das sociedades o estudo sobre a dinâmica populacional elencou três tipos de indicadores, que funcionariam como padrões a serem analisados: mortalidade, natalidade e fecundidade. A mortalidade é calculada a partir da relação entre o número de óbitos em um determinado ano e a população total neste mesmo ano; a seguir, multiplica-se o resultado por mil (para evitar excesso de decimais). Já a mortalidade infantil é calculada a partir da multiplicação por mil do número de crianças, com menos de um ano, que morreram em um determinado ano; a seguir, divide-se o resultado pelo número de crianças nascidas vivas naquele mesmo ano.  Os números oferecidos por estas equações matemáticas devem ser interpretados, ou seja, obter somente o número não é revelador da situação em que a sociedade está submetida. Por isso, alguns pensadores argumentam que a elevação dos números relativos à mortalidade indicaria a superexploração do trabalhador, uma vez que seria o reflexo da redução de salários e acesso à saúde e cuidados básicos. A natalidade é calculada com base na multiplicação por mil do número de nascimentos em um dado ano, dividindo-se o resultado pela população total no ano e local considerados na análise. A fecundidade, por sua vez, relaciona o número de crianças com menos de cinco anos ao número de mulheres em idade reprodutiva (este dado varia conforme o país, podendo ser de 15 a 44 anos; 14 a 49 anos ou 20 a 44 anos). A taxa de fecundidade sofreu alterações com a consolidação da industrialização, uma vez que as mulheres adentraram ao mercado de trabalho, demorando mais tempo para engravidar e constituir família. Vale destacar que os índices de natalidade também vem sofrendo reduções em função das melhores condições de vida de uma parcela significativa da sociedade, como também, por causa de um novo entendimento sobre o papel da família na contemporaneidade. FASES DO CRESCIMENTO POPULACIONAL.  O crescimento populacional é marcado por fases de crescimento. Em uma primeira fase, característica dos países subdesenvolvidos, as taxas de natalidade e mortalidade são elevadas. Isso demonstra que o país não dispõe de políticas públicas ligadas à saúde, uma vez que a população morre com pouca idade e, sequer, oferece métodos contraceptivos à sua população, já que as taxas de natalidade são altas. Nessa fase, a pirâmide populacional apresenta base larga e topo fino.  Primeira fase: Base larga e topo fino Na segunda fase do crescimento populacional, características dos países em desenvolvimento, como o Brasil, as taxas de natalidades apresentam diminuição, mas as taxas de mortalidade permanecem altas. Essas mudanças são reflexos de algumas situações:  - Entrada da mulher no mercado de trabalho, o que pressupõe planejamento familiar; - Urbanização crescente, pessoas migrando do campo em direção às cidades. - Alto custo de vida nas cidades, famílias começam a reduzir sua prole dado os gastos com a criação (escola, saúde, lazer, entre outros). - Acesso à contraceptivos, que promovem o controle da natalidade. - Nesta fase, por sua vez, a pirâmide é apresentada com uma base menor e o topo pequeno, se assemelhando a uma coluna.  Segunda fase: Crescimento Populacional A última fase do crescimento populacional é caracterizada pelas baixas taxas de natalidade e mortalidade, situação pertencente aos países desenvolvidos, sobretudo da Europa. Os países em desenvolvimento e subdesenvolvidos ainda não alcançaram essa fase, estima-se que o Brasil a alcance somente em 2050. Embora possa parecer que estas fases representem etapas para “um país melhor”, países como a França e o Japão temem pelo futuro de suas economias, uma vez que a oferta de força de trabalho tem se reduzido drasticamente, aumentando, em contrapartida, os gastos com o sistema previdenciário. Nesta fase, a pirâmide é invertida em relação à primeira fase, pois apresenta topo largo e base muito estreita.  Última fase do Crescimento Populacional Dessa maneira, por mais que o país tenha um gasto menor com a população jovem (como por exemplo, educação), precisa se preocupar com o envelhecimento de sua população adulta, o que vai gerar mais aposentados e menos força de trabalho disponível, onerando o sistema previdenciário. Para amenizar sua situação, o Japão passou a facilitar a entrada de imigrantes descendentes de japoneses para trabalharem nos setor secundário e terciário de sua economia. Esses imigrantes descendentes de japoneses ficaram conhecidos como dekasséguis. Em países europeus, como a França, a entrada de mão de obra estrangeira é problemática, pois o país possui grupos xenofóbicos, que são contrários à entrada de imigrantes, sobretudo àqueles vindos de países da África. Além da França, os Estados Unidos também possui grupos contrários à entrada de imigrantes, sobretudo àqueles vindos do México.
Segunda fase: Crescimento Populacional
A última fase do crescimento populacional é caracterizada pelas baixas taxas de natalidade e mortalidade, situação pertencente aos países desenvolvidos, sobretudo da Europa. Os países em desenvolvimento e subdesenvolvidos ainda não alcançaram essa fase, estima-se que o Brasil a alcance somente em 2050. Embora possa parecer que estas fases representem etapas para “um país melhor”, países como a França e o Japão temem pelo futuro de suas economias, uma vez que a oferta de força de trabalho tem se reduzido drasticamente, aumentando, em contrapartida, os gastos com o sistema previdenciário. Nesta fase, a pirâmide é invertida em relação à primeira fase, pois apresenta topo largo e base muito estreita.
  O estudo sobre a dinâmica populacional do mundo não é algo recente. Remonta-se a um período anterior ao século XVIII, em que se formularam teorias sobre o crescimento populacional utilizadas até os dias atuais. Cada uma dessas teorias correspondia a uma visão de sociedade e do próprio movimento histórico que se seguia. Embora houvesse essas distinções, todas as teorias formuladas até então se preocupavam em explicar o crescimento da população e seus impactos sobre a natureza e a organização da sociedade. Assim, para conseguir responder às duvidas sobre o futuro das sociedades o estudo sobre a dinâmica populacional elencou três tipos de indicadores, que funcionariam como padrões a serem analisados: mortalidade, natalidade e fecundidade. A mortalidade é calculada a partir da relação entre o número de óbitos em um determinado ano e a população total neste mesmo ano; a seguir, multiplica-se o resultado por mil (para evitar excesso de decimais). Já a mortalidade infantil é calculada a partir da multiplicação por mil do número de crianças, com menos de um ano, que morreram em um determinado ano; a seguir, divide-se o resultado pelo número de crianças nascidas vivas naquele mesmo ano.  Os números oferecidos por estas equações matemáticas devem ser interpretados, ou seja, obter somente o número não é revelador da situação em que a sociedade está submetida. Por isso, alguns pensadores argumentam que a elevação dos números relativos à mortalidade indicaria a superexploração do trabalhador, uma vez que seria o reflexo da redução de salários e acesso à saúde e cuidados básicos. A natalidade é calculada com base na multiplicação por mil do número de nascimentos em um dado ano, dividindo-se o resultado pela população total no ano e local considerados na análise. A fecundidade, por sua vez, relaciona o número de crianças com menos de cinco anos ao número de mulheres em idade reprodutiva (este dado varia conforme o país, podendo ser de 15 a 44 anos; 14 a 49 anos ou 20 a 44 anos). A taxa de fecundidade sofreu alterações com a consolidação da industrialização, uma vez que as mulheres adentraram ao mercado de trabalho, demorando mais tempo para engravidar e constituir família. Vale destacar que os índices de natalidade também vem sofrendo reduções em função das melhores condições de vida de uma parcela significativa da sociedade, como também, por causa de um novo entendimento sobre o papel da família na contemporaneidade. FASES DO CRESCIMENTO POPULACIONAL.  O crescimento populacional é marcado por fases de crescimento. Em uma primeira fase, característica dos países subdesenvolvidos, as taxas de natalidade e mortalidade são elevadas. Isso demonstra que o país não dispõe de políticas públicas ligadas à saúde, uma vez que a população morre com pouca idade e, sequer, oferece métodos contraceptivos à sua população, já que as taxas de natalidade são altas. Nessa fase, a pirâmide populacional apresenta base larga e topo fino.  Primeira fase: Base larga e topo fino Na segunda fase do crescimento populacional, características dos países em desenvolvimento, como o Brasil, as taxas de natalidades apresentam diminuição, mas as taxas de mortalidade permanecem altas. Essas mudanças são reflexos de algumas situações:  - Entrada da mulher no mercado de trabalho, o que pressupõe planejamento familiar; - Urbanização crescente, pessoas migrando do campo em direção às cidades. - Alto custo de vida nas cidades, famílias começam a reduzir sua prole dado os gastos com a criação (escola, saúde, lazer, entre outros). - Acesso à contraceptivos, que promovem o controle da natalidade. - Nesta fase, por sua vez, a pirâmide é apresentada com uma base menor e o topo pequeno, se assemelhando a uma coluna.  Segunda fase: Crescimento Populacional A última fase do crescimento populacional é caracterizada pelas baixas taxas de natalidade e mortalidade, situação pertencente aos países desenvolvidos, sobretudo da Europa. Os países em desenvolvimento e subdesenvolvidos ainda não alcançaram essa fase, estima-se que o Brasil a alcance somente em 2050. Embora possa parecer que estas fases representem etapas para “um país melhor”, países como a França e o Japão temem pelo futuro de suas economias, uma vez que a oferta de força de trabalho tem se reduzido drasticamente, aumentando, em contrapartida, os gastos com o sistema previdenciário. Nesta fase, a pirâmide é invertida em relação à primeira fase, pois apresenta topo largo e base muito estreita.  Última fase do Crescimento Populacional Dessa maneira, por mais que o país tenha um gasto menor com a população jovem (como por exemplo, educação), precisa se preocupar com o envelhecimento de sua população adulta, o que vai gerar mais aposentados e menos força de trabalho disponível, onerando o sistema previdenciário. Para amenizar sua situação, o Japão passou a facilitar a entrada de imigrantes descendentes de japoneses para trabalharem nos setor secundário e terciário de sua economia. Esses imigrantes descendentes de japoneses ficaram conhecidos como dekasséguis. Em países europeus, como a França, a entrada de mão de obra estrangeira é problemática, pois o país possui grupos xenofóbicos, que são contrários à entrada de imigrantes, sobretudo àqueles vindos de países da África. Além da França, os Estados Unidos também possui grupos contrários à entrada de imigrantes, sobretudo àqueles vindos do México.
Última fase do Crescimento Populacional
Dessa maneira, por mais que o país tenha um gasto menor com a população jovem (como por exemplo, educação), precisa se preocupar com o envelhecimento de sua população adulta, o que vai gerar mais aposentados e menos força de trabalho disponível, onerando o sistema previdenciário. Para amenizar sua situação, o Japão passou a facilitar a entrada de imigrantes descendentes de japoneses para trabalharem nos setor secundário e terciário de sua economia. Esses imigrantes descendentes de japoneses ficaram conhecidos como dekasséguis. Em países europeus, como a França, a entrada de mão de obra estrangeira é problemática, pois o país possui grupos xenofóbicos, que são contrários à entrada de imigrantes, sobretudo àqueles vindos de países da África. Além da França, os Estados Unidos também possui grupos contrários à entrada de imigrantes, sobretudo àqueles vindos do México.

Domínios morfoclimáticos.

DOMÍNIO AMAZÔNICO

Devido a sua localização geográfica e vasta extensão territorial, o Brasil é um país que possui uma grande variedade de climas e, consequentemente, isso se reflete na formação de diferentes tipos de vegetação. A relação é importante para a prova de geografia do Enem, por isso, fique atento.
O conceito de domínios morfoclimáticos foi utilizado pelo geógrafo brasileiro Aziz Ab’Saber, cujo objetivo era fazer um levantamento da diversidade paisagística do território brasileiro. Esse conceito estabelece uma associação ou integração entre diferentes elementos, como: relevo, tipos de solo, clima, hidrologia e as formas de vegetação.
DOMÍNIO AMAZÔNICO Devido a sua localização geográfica e vasta extensão territorial, o Brasil é um país que possui uma grande variedade de climas e, consequentemente, isso se reflete na formação de diferentes tipos de vegetação. A relação é importante para a prova de geografia do Enem, por isso, fique atento. O conceito de domínios morfoclimáticos foi utilizado pelo geógrafo brasileiro Aziz Ab’Saber, cujo objetivo era fazer um levantamento da diversidade paisagística do território brasileiro. Esse conceito estabelece uma associação ou integração entre diferentes elementos, como: relevo, tipos de solo, clima, hidrologia e as formas de vegetação. Domínios Morfoclimáticos (Foto: Colégio Qi) Domínios Morfoclimáticos (Foto: Colégio Qi) Podemos identificar seis diferentes domínios morfoclimáticos e, entre eles, as chamadas faixas de transição. Atualmente, o desmatamento é a grande preocupação em relação a esse domínio, que vem sendo destruído por várias atividades econômicas, entre elas: crescimento da atividade agrícola, principalmente pelo cultivo de soja, aumento do número de pastagens, implantação de projetos de mineração e a realização de atividade madeireira. Domínio Amazônico Localizado em sua maior parte na Região Norte do Brasil, esse domínio apresenta uma grande variedade de espécies animais e vegetais.  O relevo é parte importante na distribuição geográfica desse domínio, pois como a área é formada por planícies e planaltos, podemos identificar três diferentes extratos na distribuição da vegetação: - Igapó – área da floresta permanentemente alagada e onde encontramos espécies nativas como a vitória-régia, planta adaptada a essas condições de inundação. - Mata de Várzea – áreas de inundações periódicas, de acordo com as cheias dos rios. Nesse extrato podemos destacar a presença de seringueiras (maniçoba e maçaranduba). - Mata de Terra Firme – corresponde a áreas de terras mais altas onde encontramos árvores de grande porte, podendo atingir cerca de 65 metros. Domínio Amazônico (Foto: Reprodução/Brasil Turismo) Domínio Amazônico (Foto: Reprodução/Brasil Turismo) Atualmente, o desmatamento é a grande preocupação em relação a esse domínio, que vem sendo destruído por várias atividades econômicas, entre elas: crescimento da atividade agrícola, principalmente pelo cultivo de soja, aumento do número de pastagens,  implantação de projetos de mineração e a realização de atividade madeireira.    MARES DE MORRO Localizada ao longo do litoral brasileiro, o domínio de mares de morros recebe esse nome em função de sua estrutura geológica. Formada por dobramentos cristalinos da Era Pré-Cambriana, esse relevo sofreu intensa ação erosiva ao longo dos milhões de anos, o que contribuiu para a formação de morros com vertentes arredondadas, chamadas de “morros em meia-laranja”.   A vegetação característica desse domínio é a Floresta Tropical Úmida ou Mata Atlântica, que possui cerca de 20 mil espécies de plantas, das quais 8 mil são consideradas endêmicas.  Essa foi, com certeza, a vegetação que mais sofreu os efeitos da devastação ambiental, promovida desde o período colonial até os dias de hoje. Os principais fatores responsáveis por essa destruição foram: - a extração de Pau-Brasil, realizada pelos portugueses; - a expansão das atividades agrícolas; - o crescimento urbano-industrial. Como consequência desse processo de destruição, dos 100% da mata original resta hoje apenas cerca de 7%, distribuídos em blocos isolados ao longo do litoral. É comum que esses fragmentos sejam encontrados apenas em áreas de difícil acesso, como em encostas íngremes. CERRADO O cerrado estende-se, em sua maior parte, pelos planaltos e chapadões do Centro-Oeste brasileiro. O cerrado típico é formado de arbustos e árvores de médio porte que, em geral, apresentam-se bem afastados uns dos outros. Os troncos e galhos possuem um aspecto retorcido e com casca bastante grossa. As queimadas, ao contrário do que muitos imaginam, para esse tipo de domínio é de certa forma importante, pois contribuem para a reciclagem de nutrientes e, consequentemente, fazem surgir novas espécies após a passagem do fogo. Após a década de 1950, o cerrado passou por um intenso processo de degradação ambiental, associado à abertura de rodovias e a construção de Brasília.   A expansão da fronteira agrícola é outro fator determinante para a ampliação do desmatamento. O cultivo da soja e a utilização de áreas do cerrado como pastagem contribuíram de maneira significativa para a ocorrência desse problema ambiental. CAATINGA Caatinga (Foto: Reprodução/Colégio Qi) Caatinga (Foto: Reprodução/Colégio Qi) Característica do sertão nordestino, esse tipo de domínio é específico dessa região, pois se relaciona diretamente ao clima semiárido, que apresenta baixos índices pluviométricos. Essa vegetação é formada por plantas xerófilas, que são adaptadas a ambientes de clima seco e possuem a capacidade de armazenar água em seu interior. Além disso, os espinhos desses tipos de planta substituem as folhas, o que possibilita uma menor perda de água para o meio externo. Depois da Mata Atlântica e do cerrado, a caatinga é o domínio morfoclimático mais alterado do Brasil, muito em função da utilização dessa região para a prática da agricultura e da criação de animais. MATA DAS ARAUCÁRIAS Localizada nas áreas de altitude da Região Sul do Brasil, a Mata das Araucárias ou dos Pinhais está associada a uma região de clima subtropical e, portanto, com temperaturas mais baixas se comparadas com as demais regiões do país. Araucárias (Foto: Reprodução) Araucárias (Foto: Reprodução) O pinheiro-do-paraná, formação vegetal predominante, é uma das árvores nativas da região. Sua utilização, ao longo do século XIX, principalmente por imigrantes italianos e alemães, estava associada à construção de casas e móveis.  Restam hoje menos de 10% da mata original, principalmente em razão da utilização da madeira pelas indústrias de papel e celulose e moveleira. PRADARIAS Pampas gaúchos (Foto: Reprodução/Colégio Qi) Pampas gaúchos (Foto: Reprodução/Colégio Qi) Também conhecido por Pampa ou Campanha Gaúcha, esse domínio é composto por uma vegetação rasteira, formada por herbáceas e gramíneas. Localizado no sul do país, em especial no estado do Rio Grande do Sul, essa região exibe relevo suavemente ondulado (coxilhas), onde se desenvolvem práticas como a pecuária extensiva e a agricultura da soja e do trigo. O pisoteio constante do gado e a prática da monocultura, respectivamente, têm levado à compactação e à redução da fertilidade do solo, gerando áreas desertificadas.Domínios Morfoclimáticos (Foto: Colégio Qi)
Podemos identificar seis diferentes domínios morfoclimáticos e, entre eles, as chamadas faixas de transição.
Atualmente, o desmatamento é a grande preocupação em relação a esse domínio, que vem sendo destruído por várias atividades econômicas, entre elas: crescimento da atividade agrícola, principalmente pelo cultivo de soja, aumento do número de pastagens, implantação de projetos de mineração e a realização de atividade madeireira.
Domínio Amazônico
Localizado em sua maior parte na Região Norte do Brasil, esse domínio apresenta uma grande variedade de espécies animais e vegetais. 
O relevo é parte importante na distribuição geográfica desse domínio, pois como a área é formada por planícies e planaltos, podemos identificar três diferentes extratos na distribuição da vegetação:
- Igapó – área da floresta permanentemente alagada e onde encontramos espécies nativas como a vitória-régia, planta adaptada a essas condições de inundação.
- Mata de Várzea – áreas de inundações periódicas, de acordo com as cheias dos rios. Nesse extrato podemos destacar a presença de seringueiras (maniçoba e maçaranduba).
- Mata de Terra Firme – corresponde a áreas de terras mais altas onde encontramos árvores de grande porte, podendo atingir cerca de 65 metros.
Domínio Amazônico (Foto: Reprodução/Brasil Turismo)Domínio Amazônico (Foto: Reprodução/Brasil Turismo)
Atualmente, o desmatamento é a grande preocupação em relação a esse domínio, que vem sendo destruído por várias atividades econômicas, entre elas: crescimento da atividade agrícola, principalmente pelo cultivo de soja, aumento do número de pastagens,  implantação de projetos de mineração e a realização de atividade madeireira. 


MARES DE MORRO

Localizada ao longo do litoral brasileiro, o domínio de mares de morros recebe esse nome em função de sua estrutura geológica. Formada por dobramentos cristalinos da Era Pré-Cambriana, esse relevo sofreu intensa ação erosiva ao longo dos milhões de anos, o que contribuiu para a formação de morros com vertentes arredondadas, chamadas de “morros em meia-laranja”.
DOMÍNIO AMAZÔNICO Devido a sua localização geográfica e vasta extensão territorial, o Brasil é um país que possui uma grande variedade de climas e, consequentemente, isso se reflete na formação de diferentes tipos de vegetação. A relação é importante para a prova de geografia do Enem, por isso, fique atento. O conceito de domínios morfoclimáticos foi utilizado pelo geógrafo brasileiro Aziz Ab’Saber, cujo objetivo era fazer um levantamento da diversidade paisagística do território brasileiro. Esse conceito estabelece uma associação ou integração entre diferentes elementos, como: relevo, tipos de solo, clima, hidrologia e as formas de vegetação. Domínios Morfoclimáticos (Foto: Colégio Qi) Domínios Morfoclimáticos (Foto: Colégio Qi) Podemos identificar seis diferentes domínios morfoclimáticos e, entre eles, as chamadas faixas de transição. Atualmente, o desmatamento é a grande preocupação em relação a esse domínio, que vem sendo destruído por várias atividades econômicas, entre elas: crescimento da atividade agrícola, principalmente pelo cultivo de soja, aumento do número de pastagens, implantação de projetos de mineração e a realização de atividade madeireira. Domínio Amazônico Localizado em sua maior parte na Região Norte do Brasil, esse domínio apresenta uma grande variedade de espécies animais e vegetais.  O relevo é parte importante na distribuição geográfica desse domínio, pois como a área é formada por planícies e planaltos, podemos identificar três diferentes extratos na distribuição da vegetação: - Igapó – área da floresta permanentemente alagada e onde encontramos espécies nativas como a vitória-régia, planta adaptada a essas condições de inundação. - Mata de Várzea – áreas de inundações periódicas, de acordo com as cheias dos rios. Nesse extrato podemos destacar a presença de seringueiras (maniçoba e maçaranduba). - Mata de Terra Firme – corresponde a áreas de terras mais altas onde encontramos árvores de grande porte, podendo atingir cerca de 65 metros. Domínio Amazônico (Foto: Reprodução/Brasil Turismo) Domínio Amazônico (Foto: Reprodução/Brasil Turismo) Atualmente, o desmatamento é a grande preocupação em relação a esse domínio, que vem sendo destruído por várias atividades econômicas, entre elas: crescimento da atividade agrícola, principalmente pelo cultivo de soja, aumento do número de pastagens,  implantação de projetos de mineração e a realização de atividade madeireira.    MARES DE MORRO Localizada ao longo do litoral brasileiro, o domínio de mares de morros recebe esse nome em função de sua estrutura geológica. Formada por dobramentos cristalinos da Era Pré-Cambriana, esse relevo sofreu intensa ação erosiva ao longo dos milhões de anos, o que contribuiu para a formação de morros com vertentes arredondadas, chamadas de “morros em meia-laranja”.   A vegetação característica desse domínio é a Floresta Tropical Úmida ou Mata Atlântica, que possui cerca de 20 mil espécies de plantas, das quais 8 mil são consideradas endêmicas.  Essa foi, com certeza, a vegetação que mais sofreu os efeitos da devastação ambiental, promovida desde o período colonial até os dias de hoje. Os principais fatores responsáveis por essa destruição foram: - a extração de Pau-Brasil, realizada pelos portugueses; - a expansão das atividades agrícolas; - o crescimento urbano-industrial. Como consequência desse processo de destruição, dos 100% da mata original resta hoje apenas cerca de 7%, distribuídos em blocos isolados ao longo do litoral. É comum que esses fragmentos sejam encontrados apenas em áreas de difícil acesso, como em encostas íngremes. CERRADO O cerrado estende-se, em sua maior parte, pelos planaltos e chapadões do Centro-Oeste brasileiro. O cerrado típico é formado de arbustos e árvores de médio porte que, em geral, apresentam-se bem afastados uns dos outros. Os troncos e galhos possuem um aspecto retorcido e com casca bastante grossa. As queimadas, ao contrário do que muitos imaginam, para esse tipo de domínio é de certa forma importante, pois contribuem para a reciclagem de nutrientes e, consequentemente, fazem surgir novas espécies após a passagem do fogo. Após a década de 1950, o cerrado passou por um intenso processo de degradação ambiental, associado à abertura de rodovias e a construção de Brasília.   A expansão da fronteira agrícola é outro fator determinante para a ampliação do desmatamento. O cultivo da soja e a utilização de áreas do cerrado como pastagem contribuíram de maneira significativa para a ocorrência desse problema ambiental. CAATINGA Caatinga (Foto: Reprodução/Colégio Qi) Caatinga (Foto: Reprodução/Colégio Qi) Característica do sertão nordestino, esse tipo de domínio é específico dessa região, pois se relaciona diretamente ao clima semiárido, que apresenta baixos índices pluviométricos. Essa vegetação é formada por plantas xerófilas, que são adaptadas a ambientes de clima seco e possuem a capacidade de armazenar água em seu interior. Além disso, os espinhos desses tipos de planta substituem as folhas, o que possibilita uma menor perda de água para o meio externo. Depois da Mata Atlântica e do cerrado, a caatinga é o domínio morfoclimático mais alterado do Brasil, muito em função da utilização dessa região para a prática da agricultura e da criação de animais. MATA DAS ARAUCÁRIAS Localizada nas áreas de altitude da Região Sul do Brasil, a Mata das Araucárias ou dos Pinhais está associada a uma região de clima subtropical e, portanto, com temperaturas mais baixas se comparadas com as demais regiões do país. Araucárias (Foto: Reprodução) Araucárias (Foto: Reprodução) O pinheiro-do-paraná, formação vegetal predominante, é uma das árvores nativas da região. Sua utilização, ao longo do século XIX, principalmente por imigrantes italianos e alemães, estava associada à construção de casas e móveis.  Restam hoje menos de 10% da mata original, principalmente em razão da utilização da madeira pelas indústrias de papel e celulose e moveleira. PRADARIAS Pampas gaúchos (Foto: Reprodução/Colégio Qi) Pampas gaúchos (Foto: Reprodução/Colégio Qi) Também conhecido por Pampa ou Campanha Gaúcha, esse domínio é composto por uma vegetação rasteira, formada por herbáceas e gramíneas. Localizado no sul do país, em especial no estado do Rio Grande do Sul, essa região exibe relevo suavemente ondulado (coxilhas), onde se desenvolvem práticas como a pecuária extensiva e a agricultura da soja e do trigo. O pisoteio constante do gado e a prática da monocultura, respectivamente, têm levado à compactação e à redução da fertilidade do solo, gerando áreas desertificadas.

A vegetação característica desse domínio é a Floresta Tropical Úmida ou Mata Atlântica, que possui cerca de 20 mil espécies de plantas, das quais 8 mil são consideradas endêmicas. 
Essa foi, com certeza, a vegetação que mais sofreu os efeitos da devastação ambiental, promovida desde o período colonial até os dias de hoje. Os principais fatores responsáveis por essa destruição foram:
- a extração de Pau-Brasil, realizada pelos portugueses;
- a expansão das atividades agrícolas;
- o crescimento urbano-industrial.
Como consequência desse processo de destruição, dos 100% da mata original resta hoje apenas cerca de 7%, distribuídos em blocos isolados ao longo do litoral. É comum que esses fragmentos sejam encontrados apenas em áreas de difícil acesso, como em encostas íngremes.

CERRADO

O cerrado estende-se, em sua maior parte, pelos planaltos e chapadões do Centro-Oeste brasileiro. O cerrado típico é formado de arbustos e árvores de médio porte que, em geral, apresentam-se bem afastados uns dos outros. Os troncos e galhos possuem um aspecto retorcido e com casca bastante grossa.
As queimadas, ao contrário do que muitos imaginam, para esse tipo de domínio é de certa forma importante, pois contribuem para a reciclagem de nutrientes e, consequentemente, fazem surgir novas espécies após a passagem do fogo.
Após a década de 1950, o cerrado passou por um intenso processo de degradação ambiental, associado à abertura de rodovias e a construção de Brasília. 
DOMÍNIO AMAZÔNICO Devido a sua localização geográfica e vasta extensão territorial, o Brasil é um país que possui uma grande variedade de climas e, consequentemente, isso se reflete na formação de diferentes tipos de vegetação. A relação é importante para a prova de geografia do Enem, por isso, fique atento. O conceito de domínios morfoclimáticos foi utilizado pelo geógrafo brasileiro Aziz Ab’Saber, cujo objetivo era fazer um levantamento da diversidade paisagística do território brasileiro. Esse conceito estabelece uma associação ou integração entre diferentes elementos, como: relevo, tipos de solo, clima, hidrologia e as formas de vegetação. Domínios Morfoclimáticos (Foto: Colégio Qi) Domínios Morfoclimáticos (Foto: Colégio Qi) Podemos identificar seis diferentes domínios morfoclimáticos e, entre eles, as chamadas faixas de transição. Atualmente, o desmatamento é a grande preocupação em relação a esse domínio, que vem sendo destruído por várias atividades econômicas, entre elas: crescimento da atividade agrícola, principalmente pelo cultivo de soja, aumento do número de pastagens, implantação de projetos de mineração e a realização de atividade madeireira. Domínio Amazônico Localizado em sua maior parte na Região Norte do Brasil, esse domínio apresenta uma grande variedade de espécies animais e vegetais.  O relevo é parte importante na distribuição geográfica desse domínio, pois como a área é formada por planícies e planaltos, podemos identificar três diferentes extratos na distribuição da vegetação: - Igapó – área da floresta permanentemente alagada e onde encontramos espécies nativas como a vitória-régia, planta adaptada a essas condições de inundação. - Mata de Várzea – áreas de inundações periódicas, de acordo com as cheias dos rios. Nesse extrato podemos destacar a presença de seringueiras (maniçoba e maçaranduba). - Mata de Terra Firme – corresponde a áreas de terras mais altas onde encontramos árvores de grande porte, podendo atingir cerca de 65 metros. Domínio Amazônico (Foto: Reprodução/Brasil Turismo) Domínio Amazônico (Foto: Reprodução/Brasil Turismo) Atualmente, o desmatamento é a grande preocupação em relação a esse domínio, que vem sendo destruído por várias atividades econômicas, entre elas: crescimento da atividade agrícola, principalmente pelo cultivo de soja, aumento do número de pastagens,  implantação de projetos de mineração e a realização de atividade madeireira.    MARES DE MORRO Localizada ao longo do litoral brasileiro, o domínio de mares de morros recebe esse nome em função de sua estrutura geológica. Formada por dobramentos cristalinos da Era Pré-Cambriana, esse relevo sofreu intensa ação erosiva ao longo dos milhões de anos, o que contribuiu para a formação de morros com vertentes arredondadas, chamadas de “morros em meia-laranja”.   A vegetação característica desse domínio é a Floresta Tropical Úmida ou Mata Atlântica, que possui cerca de 20 mil espécies de plantas, das quais 8 mil são consideradas endêmicas.  Essa foi, com certeza, a vegetação que mais sofreu os efeitos da devastação ambiental, promovida desde o período colonial até os dias de hoje. Os principais fatores responsáveis por essa destruição foram: - a extração de Pau-Brasil, realizada pelos portugueses; - a expansão das atividades agrícolas; - o crescimento urbano-industrial. Como consequência desse processo de destruição, dos 100% da mata original resta hoje apenas cerca de 7%, distribuídos em blocos isolados ao longo do litoral. É comum que esses fragmentos sejam encontrados apenas em áreas de difícil acesso, como em encostas íngremes. CERRADO O cerrado estende-se, em sua maior parte, pelos planaltos e chapadões do Centro-Oeste brasileiro. O cerrado típico é formado de arbustos e árvores de médio porte que, em geral, apresentam-se bem afastados uns dos outros. Os troncos e galhos possuem um aspecto retorcido e com casca bastante grossa. As queimadas, ao contrário do que muitos imaginam, para esse tipo de domínio é de certa forma importante, pois contribuem para a reciclagem de nutrientes e, consequentemente, fazem surgir novas espécies após a passagem do fogo. Após a década de 1950, o cerrado passou por um intenso processo de degradação ambiental, associado à abertura de rodovias e a construção de Brasília.   A expansão da fronteira agrícola é outro fator determinante para a ampliação do desmatamento. O cultivo da soja e a utilização de áreas do cerrado como pastagem contribuíram de maneira significativa para a ocorrência desse problema ambiental. CAATINGA Caatinga (Foto: Reprodução/Colégio Qi) Caatinga (Foto: Reprodução/Colégio Qi) Característica do sertão nordestino, esse tipo de domínio é específico dessa região, pois se relaciona diretamente ao clima semiárido, que apresenta baixos índices pluviométricos. Essa vegetação é formada por plantas xerófilas, que são adaptadas a ambientes de clima seco e possuem a capacidade de armazenar água em seu interior. Além disso, os espinhos desses tipos de planta substituem as folhas, o que possibilita uma menor perda de água para o meio externo. Depois da Mata Atlântica e do cerrado, a caatinga é o domínio morfoclimático mais alterado do Brasil, muito em função da utilização dessa região para a prática da agricultura e da criação de animais. MATA DAS ARAUCÁRIAS Localizada nas áreas de altitude da Região Sul do Brasil, a Mata das Araucárias ou dos Pinhais está associada a uma região de clima subtropical e, portanto, com temperaturas mais baixas se comparadas com as demais regiões do país. Araucárias (Foto: Reprodução) Araucárias (Foto: Reprodução) O pinheiro-do-paraná, formação vegetal predominante, é uma das árvores nativas da região. Sua utilização, ao longo do século XIX, principalmente por imigrantes italianos e alemães, estava associada à construção de casas e móveis.  Restam hoje menos de 10% da mata original, principalmente em razão da utilização da madeira pelas indústrias de papel e celulose e moveleira. PRADARIAS Pampas gaúchos (Foto: Reprodução/Colégio Qi) Pampas gaúchos (Foto: Reprodução/Colégio Qi) Também conhecido por Pampa ou Campanha Gaúcha, esse domínio é composto por uma vegetação rasteira, formada por herbáceas e gramíneas. Localizado no sul do país, em especial no estado do Rio Grande do Sul, essa região exibe relevo suavemente ondulado (coxilhas), onde se desenvolvem práticas como a pecuária extensiva e a agricultura da soja e do trigo. O pisoteio constante do gado e a prática da monocultura, respectivamente, têm levado à compactação e à redução da fertilidade do solo, gerando áreas desertificadas.
A expansão da fronteira agrícola é outro fator determinante para a ampliação do desmatamento. O cultivo da soja e a utilização de áreas do cerrado como pastagem contribuíram de maneira significativa para a ocorrência desse problema ambiental.

CAATINGA

Caatinga (Foto: Reprodução/Colégio Qi)Caatinga (Foto: Reprodução/Colégio Qi)
Característica do sertão nordestino, esse tipo de domínio é específico dessa região, pois se relaciona diretamente ao clima semiárido, que apresenta baixos índices pluviométricos.
Essa vegetação é formada por plantas xerófilas, que são adaptadas a ambientes de clima seco e possuem a capacidade de armazenar água em seu interior. Além disso, os espinhos desses tipos de planta substituem as folhas, o que possibilita uma menor perda de água para o meio externo.
Depois da Mata Atlântica e do cerrado, a caatinga é o domínio morfoclimático mais alterado do Brasil, muito em função da utilização dessa região para a prática da agricultura e da criação de animais.

MATA DAS ARAUCÁRIAS

Localizada nas áreas de altitude da Região Sul do Brasil, a Mata das Araucárias ou dos Pinhais está associada a uma região de clima subtropical e, portanto, com temperaturas mais baixas se comparadas com as demais regiões do país.
DOMÍNIO AMAZÔNICO Devido a sua localização geográfica e vasta extensão territorial, o Brasil é um país que possui uma grande variedade de climas e, consequentemente, isso se reflete na formação de diferentes tipos de vegetação. A relação é importante para a prova de geografia do Enem, por isso, fique atento. O conceito de domínios morfoclimáticos foi utilizado pelo geógrafo brasileiro Aziz Ab’Saber, cujo objetivo era fazer um levantamento da diversidade paisagística do território brasileiro. Esse conceito estabelece uma associação ou integração entre diferentes elementos, como: relevo, tipos de solo, clima, hidrologia e as formas de vegetação. Domínios Morfoclimáticos (Foto: Colégio Qi) Domínios Morfoclimáticos (Foto: Colégio Qi) Podemos identificar seis diferentes domínios morfoclimáticos e, entre eles, as chamadas faixas de transição. Atualmente, o desmatamento é a grande preocupação em relação a esse domínio, que vem sendo destruído por várias atividades econômicas, entre elas: crescimento da atividade agrícola, principalmente pelo cultivo de soja, aumento do número de pastagens, implantação de projetos de mineração e a realização de atividade madeireira. Domínio Amazônico Localizado em sua maior parte na Região Norte do Brasil, esse domínio apresenta uma grande variedade de espécies animais e vegetais.  O relevo é parte importante na distribuição geográfica desse domínio, pois como a área é formada por planícies e planaltos, podemos identificar três diferentes extratos na distribuição da vegetação: - Igapó – área da floresta permanentemente alagada e onde encontramos espécies nativas como a vitória-régia, planta adaptada a essas condições de inundação. - Mata de Várzea – áreas de inundações periódicas, de acordo com as cheias dos rios. Nesse extrato podemos destacar a presença de seringueiras (maniçoba e maçaranduba). - Mata de Terra Firme – corresponde a áreas de terras mais altas onde encontramos árvores de grande porte, podendo atingir cerca de 65 metros. Domínio Amazônico (Foto: Reprodução/Brasil Turismo) Domínio Amazônico (Foto: Reprodução/Brasil Turismo) Atualmente, o desmatamento é a grande preocupação em relação a esse domínio, que vem sendo destruído por várias atividades econômicas, entre elas: crescimento da atividade agrícola, principalmente pelo cultivo de soja, aumento do número de pastagens,  implantação de projetos de mineração e a realização de atividade madeireira.    MARES DE MORRO Localizada ao longo do litoral brasileiro, o domínio de mares de morros recebe esse nome em função de sua estrutura geológica. Formada por dobramentos cristalinos da Era Pré-Cambriana, esse relevo sofreu intensa ação erosiva ao longo dos milhões de anos, o que contribuiu para a formação de morros com vertentes arredondadas, chamadas de “morros em meia-laranja”.   A vegetação característica desse domínio é a Floresta Tropical Úmida ou Mata Atlântica, que possui cerca de 20 mil espécies de plantas, das quais 8 mil são consideradas endêmicas.  Essa foi, com certeza, a vegetação que mais sofreu os efeitos da devastação ambiental, promovida desde o período colonial até os dias de hoje. Os principais fatores responsáveis por essa destruição foram: - a extração de Pau-Brasil, realizada pelos portugueses; - a expansão das atividades agrícolas; - o crescimento urbano-industrial. Como consequência desse processo de destruição, dos 100% da mata original resta hoje apenas cerca de 7%, distribuídos em blocos isolados ao longo do litoral. É comum que esses fragmentos sejam encontrados apenas em áreas de difícil acesso, como em encostas íngremes. CERRADO O cerrado estende-se, em sua maior parte, pelos planaltos e chapadões do Centro-Oeste brasileiro. O cerrado típico é formado de arbustos e árvores de médio porte que, em geral, apresentam-se bem afastados uns dos outros. Os troncos e galhos possuem um aspecto retorcido e com casca bastante grossa. As queimadas, ao contrário do que muitos imaginam, para esse tipo de domínio é de certa forma importante, pois contribuem para a reciclagem de nutrientes e, consequentemente, fazem surgir novas espécies após a passagem do fogo. Após a década de 1950, o cerrado passou por um intenso processo de degradação ambiental, associado à abertura de rodovias e a construção de Brasília.   A expansão da fronteira agrícola é outro fator determinante para a ampliação do desmatamento. O cultivo da soja e a utilização de áreas do cerrado como pastagem contribuíram de maneira significativa para a ocorrência desse problema ambiental. CAATINGA Caatinga (Foto: Reprodução/Colégio Qi) Caatinga (Foto: Reprodução/Colégio Qi) Característica do sertão nordestino, esse tipo de domínio é específico dessa região, pois se relaciona diretamente ao clima semiárido, que apresenta baixos índices pluviométricos. Essa vegetação é formada por plantas xerófilas, que são adaptadas a ambientes de clima seco e possuem a capacidade de armazenar água em seu interior. Além disso, os espinhos desses tipos de planta substituem as folhas, o que possibilita uma menor perda de água para o meio externo. Depois da Mata Atlântica e do cerrado, a caatinga é o domínio morfoclimático mais alterado do Brasil, muito em função da utilização dessa região para a prática da agricultura e da criação de animais. MATA DAS ARAUCÁRIAS Localizada nas áreas de altitude da Região Sul do Brasil, a Mata das Araucárias ou dos Pinhais está associada a uma região de clima subtropical e, portanto, com temperaturas mais baixas se comparadas com as demais regiões do país. Araucárias (Foto: Reprodução) Araucárias (Foto: Reprodução) O pinheiro-do-paraná, formação vegetal predominante, é uma das árvores nativas da região. Sua utilização, ao longo do século XIX, principalmente por imigrantes italianos e alemães, estava associada à construção de casas e móveis.  Restam hoje menos de 10% da mata original, principalmente em razão da utilização da madeira pelas indústrias de papel e celulose e moveleira. PRADARIAS Pampas gaúchos (Foto: Reprodução/Colégio Qi) Pampas gaúchos (Foto: Reprodução/Colégio Qi) Também conhecido por Pampa ou Campanha Gaúcha, esse domínio é composto por uma vegetação rasteira, formada por herbáceas e gramíneas. Localizado no sul do país, em especial no estado do Rio Grande do Sul, essa região exibe relevo suavemente ondulado (coxilhas), onde se desenvolvem práticas como a pecuária extensiva e a agricultura da soja e do trigo. O pisoteio constante do gado e a prática da monocultura, respectivamente, têm levado à compactação e à redução da fertilidade do solo, gerando áreas desertificadas.Araucárias (Foto: Reprodução)
O pinheiro-do-paraná, formação vegetal predominante, é uma das árvores nativas da região. Sua utilização, ao longo do século XIX, principalmente por imigrantes italianos e alemães, estava associada à construção de casas e móveis. 
Restam hoje menos de 10% da mata original, principalmente em razão da utilização da madeira pelas indústrias de papel e celulose e moveleira.

PRADARIAS

DOMÍNIO AMAZÔNICO Devido a sua localização geográfica e vasta extensão territorial, o Brasil é um país que possui uma grande variedade de climas e, consequentemente, isso se reflete na formação de diferentes tipos de vegetação. A relação é importante para a prova de geografia do Enem, por isso, fique atento. O conceito de domínios morfoclimáticos foi utilizado pelo geógrafo brasileiro Aziz Ab’Saber, cujo objetivo era fazer um levantamento da diversidade paisagística do território brasileiro. Esse conceito estabelece uma associação ou integração entre diferentes elementos, como: relevo, tipos de solo, clima, hidrologia e as formas de vegetação. Domínios Morfoclimáticos (Foto: Colégio Qi) Domínios Morfoclimáticos (Foto: Colégio Qi) Podemos identificar seis diferentes domínios morfoclimáticos e, entre eles, as chamadas faixas de transição. Atualmente, o desmatamento é a grande preocupação em relação a esse domínio, que vem sendo destruído por várias atividades econômicas, entre elas: crescimento da atividade agrícola, principalmente pelo cultivo de soja, aumento do número de pastagens, implantação de projetos de mineração e a realização de atividade madeireira. Domínio Amazônico Localizado em sua maior parte na Região Norte do Brasil, esse domínio apresenta uma grande variedade de espécies animais e vegetais.  O relevo é parte importante na distribuição geográfica desse domínio, pois como a área é formada por planícies e planaltos, podemos identificar três diferentes extratos na distribuição da vegetação: - Igapó – área da floresta permanentemente alagada e onde encontramos espécies nativas como a vitória-régia, planta adaptada a essas condições de inundação. - Mata de Várzea – áreas de inundações periódicas, de acordo com as cheias dos rios. Nesse extrato podemos destacar a presença de seringueiras (maniçoba e maçaranduba). - Mata de Terra Firme – corresponde a áreas de terras mais altas onde encontramos árvores de grande porte, podendo atingir cerca de 65 metros. Domínio Amazônico (Foto: Reprodução/Brasil Turismo) Domínio Amazônico (Foto: Reprodução/Brasil Turismo) Atualmente, o desmatamento é a grande preocupação em relação a esse domínio, que vem sendo destruído por várias atividades econômicas, entre elas: crescimento da atividade agrícola, principalmente pelo cultivo de soja, aumento do número de pastagens,  implantação de projetos de mineração e a realização de atividade madeireira.    MARES DE MORRO Localizada ao longo do litoral brasileiro, o domínio de mares de morros recebe esse nome em função de sua estrutura geológica. Formada por dobramentos cristalinos da Era Pré-Cambriana, esse relevo sofreu intensa ação erosiva ao longo dos milhões de anos, o que contribuiu para a formação de morros com vertentes arredondadas, chamadas de “morros em meia-laranja”.   A vegetação característica desse domínio é a Floresta Tropical Úmida ou Mata Atlântica, que possui cerca de 20 mil espécies de plantas, das quais 8 mil são consideradas endêmicas.  Essa foi, com certeza, a vegetação que mais sofreu os efeitos da devastação ambiental, promovida desde o período colonial até os dias de hoje. Os principais fatores responsáveis por essa destruição foram: - a extração de Pau-Brasil, realizada pelos portugueses; - a expansão das atividades agrícolas; - o crescimento urbano-industrial. Como consequência desse processo de destruição, dos 100% da mata original resta hoje apenas cerca de 7%, distribuídos em blocos isolados ao longo do litoral. É comum que esses fragmentos sejam encontrados apenas em áreas de difícil acesso, como em encostas íngremes. CERRADO O cerrado estende-se, em sua maior parte, pelos planaltos e chapadões do Centro-Oeste brasileiro. O cerrado típico é formado de arbustos e árvores de médio porte que, em geral, apresentam-se bem afastados uns dos outros. Os troncos e galhos possuem um aspecto retorcido e com casca bastante grossa. As queimadas, ao contrário do que muitos imaginam, para esse tipo de domínio é de certa forma importante, pois contribuem para a reciclagem de nutrientes e, consequentemente, fazem surgir novas espécies após a passagem do fogo. Após a década de 1950, o cerrado passou por um intenso processo de degradação ambiental, associado à abertura de rodovias e a construção de Brasília.   A expansão da fronteira agrícola é outro fator determinante para a ampliação do desmatamento. O cultivo da soja e a utilização de áreas do cerrado como pastagem contribuíram de maneira significativa para a ocorrência desse problema ambiental. CAATINGA Caatinga (Foto: Reprodução/Colégio Qi) Caatinga (Foto: Reprodução/Colégio Qi) Característica do sertão nordestino, esse tipo de domínio é específico dessa região, pois se relaciona diretamente ao clima semiárido, que apresenta baixos índices pluviométricos. Essa vegetação é formada por plantas xerófilas, que são adaptadas a ambientes de clima seco e possuem a capacidade de armazenar água em seu interior. Além disso, os espinhos desses tipos de planta substituem as folhas, o que possibilita uma menor perda de água para o meio externo. Depois da Mata Atlântica e do cerrado, a caatinga é o domínio morfoclimático mais alterado do Brasil, muito em função da utilização dessa região para a prática da agricultura e da criação de animais. MATA DAS ARAUCÁRIAS Localizada nas áreas de altitude da Região Sul do Brasil, a Mata das Araucárias ou dos Pinhais está associada a uma região de clima subtropical e, portanto, com temperaturas mais baixas se comparadas com as demais regiões do país. Araucárias (Foto: Reprodução) Araucárias (Foto: Reprodução) O pinheiro-do-paraná, formação vegetal predominante, é uma das árvores nativas da região. Sua utilização, ao longo do século XIX, principalmente por imigrantes italianos e alemães, estava associada à construção de casas e móveis.  Restam hoje menos de 10% da mata original, principalmente em razão da utilização da madeira pelas indústrias de papel e celulose e moveleira. PRADARIAS Pampas gaúchos (Foto: Reprodução/Colégio Qi) Pampas gaúchos (Foto: Reprodução/Colégio Qi) Também conhecido por Pampa ou Campanha Gaúcha, esse domínio é composto por uma vegetação rasteira, formada por herbáceas e gramíneas. Localizado no sul do país, em especial no estado do Rio Grande do Sul, essa região exibe relevo suavemente ondulado (coxilhas), onde se desenvolvem práticas como a pecuária extensiva e a agricultura da soja e do trigo. O pisoteio constante do gado e a prática da monocultura, respectivamente, têm levado à compactação e à redução da fertilidade do solo, gerando áreas desertificadas.Pampas gaúchos (Foto: Reprodução/Colégio Qi)
Também conhecido por Pampa ou Campanha Gaúcha, esse domínio é composto por uma vegetação rasteira, formada por herbáceas e gramíneas.
Localizado no sul do país, em especial no estado do Rio Grande do Sul, essa região exibe relevo suavemente ondulado (coxilhas), onde se desenvolvem práticas como a pecuária extensiva e a agricultura da soja e do trigo. O pisoteio constante do gado e a prática da monocultura, respectivamente, têm levado à compactação e à redução da fertilidade do solo, gerando áreas desertificadas.

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

A Geografia da Água: uso e problemas.

 As diversas questões ambientais e sociais que envolvem a água tornam-a importante para o Enem. A água corresponde a um imenso recurso natural do qual as sociedades humanas necessitam para sobreviver. Em várias partes do mundo, o acesso à água é diferenciado, mas por motivos diferentes: enquanto em alguns países existe uma abundância desse recurso, em outros a escassez leva milhões de pessoas a sobreviverem em condições sub-humanas.  De toda a água existente em nosso planeta, cerca de 97,5% é salgada e apenas 2,5% é de água doce. Desses 2,5%, podemos estimar que a reserva de água doce do nosso planeta encontra-se distribuída da seguinte maneira: - 68,9% encontram-se congeladas nas calotas polares e nos cumes das altas montanhas; - 29,9% localizam-se no subsolo, como em aquíferos; - 0,9% em outros reservatórios, como nuvens, vapor d’água, etc; - 0,3%, apenas, estão disponíveis em rios e lagos. É justamente desse pequeno percentual, encontrado em rios e lagos, que toda a população mundial depende para sobreviver. O fato de a água possuir um ciclo de renovação através do processo de evaporação dos mares, rios e lagos, garante sua renovação, entretanto, este recurso vital à nossa sobrevivência está se esgotando. O principal problema está associado à relação entre o tempo necessário para essa renovação e o ritmo de exploração dos recursos hídricos. Para se ter ideia, de acordo com os dados da WBCSD (World Business Council for Sustainable Development), em 60% das cidades europeias com mais de 100.000 pessoas, a água subterrânea está sendo usada em um ritmo mais rápido do que pode ser reabastecida.  A escassez de água pelo mundo (Foto: Reprodução/International Water  Management Institute, 2007)  Por essa razão, a escassez de água é um problema que já afeta quase todos os continentes, e de acordo com dados da FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura), em 2025, cerca de 1,8 bilhão de pessoas estarão vivendo em países ou regiões com escassez de água absoluta. Além disso, mais da metade da população mundial poderia estar vivendo sob estresse hídrico, o que corresponde a um desequilíbrio entre a oferta e a demanda de água em determinada região. PRINCIPAIS USOS DA ÁGUA Em todo o mundo, a maior parte da água que utilizamos destina-se à prática agrícola. Cerca de 70% de toda a água doce é utilizada em irrigação de plantações e, a maior parte dessa água não pode ser reaproveitada, pois encontra-se contaminada por fertilizantes e pesticidas químicos. Dos 30% restantes, aproximadamente 20% são utilizados pela atividade industrial em seus processos de produção. Uma das atividades industriais que mais consome água é a de produção de couro. Em um quilo de couro utilizado para produzir roupas e artefatos, como bolsas e sapatos, gasta-se nada menos do que 16,6 mil litros de água.  água - uso e problemas (Foto: Reprodução/Colégio Qi) Os outros 10% são utilizados pela população mundial para realização de diversas tarefas, que vão desde o próprio consumo até a sua utilização para o preparo de alimentos, higiene pessoal, limpeza na habitação, entre outros. ÁGUA POTÁVEL: UM RECURSO AMEAÇADO  O principal problema da água na atualidade está diretamente associado à falta de água potável no mundo, devido a um gerenciamento inadequado dos recursos hídricos. Os principais responsáveis pela contaminação da água de nosso planeta são: - a falta de saneamento básico e o lançamento de esgoto doméstico in natura; - a descarga de dejetos industriais sem o devido tratamento; - a contaminação por produtos químicos provenientes de atividades agrícolas. Nos últimos anos, o consumo de água no mundo aumentou em razão do crescimento populacional, principalmente em países como a China e a Índia. Com um número maior de habitantes, é necessário um aumento da produção agrícola. A estimativa é de que, para alimentarmos os cerca de 8 bilhões de habitantes em 2025, será necessário um aumento de 14% no consumo de água, comprometendo ainda mais nossos recursos. Outro fator que pode ser considerado uma ameaça à oferta de água corresponde ao elevado índice de urbanização. Na maioria dos países subdesenvolvidos e em desenvolvimento, cujo processo de urbanização é recente, as águas residuais são lançadas nos rios, lagos e oceanos sem nenhum tipo de tratamento, ameaçando a saúde da população e o acesso à água potável. Segundo dados da Unesco, 27% da população urbana no mundo em desenvolvimento não têm água encanada em sua casa. O aumento da industrialização nos países em desenvolvimento também se torna uma ameaça à escassez, pois como muitas indústrias dos países desenvolvidos são altamente poluentes, algumas delas estão se deslocando em direção aos países emergentes. PRINCIPAIS PROBLEMAS Apesar da ONU declarar em Assembléia Geral no ano de 2010 que possuir acesso à água potável e ao saneamento básico é um direito humano essencial, ainda hoje muitas pessoas nem sequer sabem o que é possuir água tratada em suas residências. Parte desse problema está associada à existência de conflitos envolvendo a disputa por recursos hídricos e pelo controle de bacias hidrográficas. Atualmente, a maioria dos conflitos está relacionada às condições climáticas e existência de rios localizados na fronteira entre países. O Oriente Médio é hoje a região com maiores problemas de acesso à água potável devido as suas condições climáticas, já que na região predominam climas áridos. Nos poucos países em que existem nascentes de água,esse recurso possui uma importância geopolítica muito grande. Um exemplo de disputa por água existe entre Israel, Líbano, Síria e Jordânia que disputam o domínio da Bacia do rio Jordão. O rio Jordão nasce em território sírio, na região das Colinas de Golã e, por essa razão,esse território é historicamente disputado entre esses países. Outro exemplo ocorre nas proximidades dos rios Tigres e Eufrates, que nascem na Turquia, mas que atravessam países como o Iraque e Síria. O controle das nascentes dos rios em território turco possibilita a construção de barragens para usinas hidrelétricas, canais de irrigação para a agricultura, diminuindo a vazão do rio o que afetaria o abastecimento dos demais países.
As diversas questões ambientais e sociais que envolvem a água tornam-a importante para o Enem. A água corresponde a um imenso recurso natural do qual as sociedades humanas necessitam para sobreviver. Em várias partes do mundo, o acesso à água é diferenciado, mas por motivos diferentes: enquanto em alguns países existe uma abundância desse recurso, em outros a escassez leva milhões de pessoas a sobreviverem em condições sub-humanas. 
De toda a água existente em nosso planeta, cerca de 97,5% é salgada e apenas 2,5% é de água doce. Desses 2,5%, podemos estimar que a reserva de água doce do nosso planeta encontra-se distribuída da seguinte maneira:
- 68,9% encontram-se congeladas nas calotas polares e nos cumes das altas montanhas;
- 29,9% localizam-se no subsolo, como em aquíferos;
- 0,9% em outros reservatórios, como nuvens, vapor d’água, etc;
- 0,3%, apenas, estão disponíveis em rios e lagos.
É justamente desse pequeno percentual, encontrado em rios e lagos, que toda a população mundial depende para sobreviver.
O fato de a água possuir um ciclo de renovação através do processo de evaporação dos mares, rios e lagos, garante sua renovação, entretanto, este recurso vital à nossa sobrevivência está se esgotando. O principal problema está associado à relação entre o tempo necessário para essa renovação e o ritmo de exploração dos recursos hídricos. Para se ter ideia, de acordo com os dados da WBCSD (World Business Council for Sustainable Development), em 60% das cidades europeias com mais de 100.000 pessoas, a água subterrânea está sendo usada em um ritmo mais rápido do que pode ser reabastecida.

Por essa razão, a escassez de água é um problema que já afeta quase todos os continentes, e de acordo com dados da FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura), em 2025, cerca de 1,8 bilhão de pessoas estarão vivendo em países ou regiões com escassez de água absoluta. Além disso, mais da metade da população mundial poderia estar vivendo sob estresse hídrico, o que corresponde a um desequilíbrio entre a oferta e a demanda de água em determinada região.

PRINCIPAIS USOS DA ÁGUA

Em todo o mundo, a maior parte da água que utilizamos destina-se à prática agrícola. Cerca de 70% de toda a água doce é utilizada em irrigação de plantações e, a maior parte dessa água não pode ser reaproveitada, pois encontra-se contaminada por fertilizantes e pesticidas químicos.
Dos 30% restantes, aproximadamente 20% são utilizados pela atividade industrial em seus processos de produção. Uma das atividades industriais que mais consome água é a de produção de couro. Em um quilo de couro utilizado para produzir roupas e artefatos, como bolsas e sapatos, gasta-se nada menos do que 16,6 mil litros de água.
Os outros 10% são utilizados pela população mundial para realização de diversas tarefas, que vão desde o próprio consumo até a sua utilização para o preparo de alimentos, higiene pessoal, limpeza na habitação, entre outros.
ÁGUA POTÁVEL: UM RECURSO AMEAÇADO 
O principal problema da água na atualidade está diretamente associado à falta de água potável no mundo, devido a um gerenciamento inadequado dos recursos hídricos. Os principais responsáveis pela contaminação da água de nosso planeta são:
- a falta de saneamento básico e o lançamento de esgoto doméstico in natura;
- a descarga de dejetos industriais sem o devido tratamento;
- a contaminação por produtos químicos provenientes de atividades agrícolas.
Nos últimos anos, o consumo de água no mundo aumentou em razão do crescimento populacional, principalmente em países como a China e a Índia. Com um número maior de habitantes, é necessário um aumento da produção agrícola. A estimativa é de que, para alimentarmos os cerca de 8 bilhões de habitantes em 2025, será necessário um aumento de 14% no consumo de água, comprometendo ainda mais nossos recursos.
Outro fator que pode ser considerado uma ameaça à oferta de água corresponde ao elevado índice de urbanização. Na maioria dos países subdesenvolvidos e em desenvolvimento, cujo processo de urbanização é recente, as águas residuais são lançadas nos rios, lagos e oceanos sem nenhum tipo de tratamento, ameaçando a saúde da população e o acesso à água potável. Segundo dados da Unesco, 27% da população urbana no mundo em desenvolvimento não têm água encanada em sua casa.
O aumento da industrialização nos países em desenvolvimento também se torna uma ameaça à escassez, pois como muitas indústrias dos países desenvolvidos são altamente poluentes, algumas delas estão se deslocando em direção aos países emergentes.

PRINCIPAIS PROBLEMAS

Apesar da ONU declarar em Assembléia Geral no ano de 2010 que possuir acesso à água potável e ao saneamento básico é um direito humano essencial, ainda hoje muitas pessoas nem sequer sabem o que é possuir água tratada em suas residências. Parte desse problema está associada à existência de conflitos envolvendo a disputa por recursos hídricos e pelo controle de bacias hidrográficas.
Atualmente, a maioria dos conflitos está relacionada às condições climáticas e existência de rios localizados na fronteira entre países.
O Oriente Médio é hoje a região com maiores problemas de acesso à água potável devido as suas condições climáticas, já que na região predominam climas áridos. Nos poucos países em que existem nascentes de água,esse recurso possui uma importância geopolítica muito grande.
Um exemplo de disputa por água existe entre Israel, Líbano, Síria e Jordânia que disputam o domínio da Bacia do rio Jordão. O rio Jordão nasce em território sírio, na região das Colinas de Golã e, por essa razão,esse território é historicamente disputado entre esses países.
Outro exemplo ocorre nas proximidades dos rios Tigres e Eufrates, que nascem na Turquia, mas que atravessam países como o Iraque e Síria. O controle das nascentes dos rios em território turco possibilita a construção de barragens para usinas hidrelétricas, canais de irrigação para a agricultura, diminuindo a vazão do rio o que afetaria o abastecimento dos demais países.

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