sábado, 6 de julho de 2013

Selecionados na segunda chamada do Sisu podem fazer matrícula a partir de hoje


Começou ontem as matrículas dos selecionados na segunda chamada do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). O prazo vai até terça-feira (9). O estudante que perder o prazo perde a vaga. O resultado da segunda chamada da edição de inverno do Sisu foi divulgado no último dia 1º e está disponível no site do programa.
O estudante deve verificar, na instituição de ensino que o convocou, o local, horário e os procedimentos para a matrícula.
O Sisu foi desenvolvido pelo Ministério da Educação para selecionar os candidatos às vagas das instituições públicas de ensino superior, a partir da nota no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A seleção é feita pelo sistema com base na nota obtida pelo candidato.
Os estudantes que não forem convocados em nenhuma das chamadas podem entrar na lista de espera até o dia 12 de julho. O candidato deve acessar o site do Sisu e, no boletim, clicar no botão que confirma o interesse em participar da lista de espera. As convocações da lista de espera começam no dia 17, caso haja vaga não preenchida.
Esta edição do Sisu teve 788.819 estudantes inscritos. Foram oferecidas 39.724 vagas em 54 instituições públicas de ensino superior.





sexta-feira, 5 de julho de 2013

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Qualquer relação comparativa, não será mera coincidência...

Um professor de economia em uma universidade americana disse que nunca havia reprovado um só aluno, até que certa vez reprovou uma classe inteira. Esta classe em particular havia insistido que o socialismo realmente funcionava: com um governo assistencialista intermediando a riqueza ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e justo. O professor então disse, "Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas." Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam 'justas'. Todos receberão as mesmas notas, o que significa que em teoria ninguém será reprovado, assim como também ninguém receberá um "A". Após calculada a média da primeira prova todos receberam "B". Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado. Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Já aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Como um resultado, a segunda média das provas foi "D". Ninguém gostou. Depois da terceira prova, a média geral foi um "F". As notas não voltaram a patamares mais altos mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram aquela disciplina... Para sua total surpresa. O professor explicou: "o experimento socialista falhou porque quando a recompensa é grande o esforço pelo sucesso individual é grande. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros para dar aos que não batalharam por elas, então ninguém mais vai tentar ou querer fazer seu melhor. Tão simples quanto o exemplo de Cuba, Coréia do Norte, Venezuela e o Brasil e Argentina, que estão chegando lá.."  1. Você não pode levar o mais pobre à prosperidade apenas tirando a prosperidade do mais rico;  2. Para cada um recebendo sem ter de trabalhar, há uma pessoa trabalhando sem receber;  3. O governo não consegue dar nada a ninguém sem que tenha tomado de outra pessoa;  4. Ao contrário do conhecimento, é impossível multiplicar a riqueza tentando dividi-la;  5. Quando metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.

Um professor de economia em uma universidade americana disse que nunca havia reprovado um só aluno, até que certa vez reprovou uma classe inteira.
Esta classe em particular havia insistido que o socialismo realmente funcionava: com um governo assistencialista intermediando a riqueza
ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e justo.
O professor então disse, "Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas."
Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam 'justas'. Todos receberão as mesmas notas, o que significa que em teoria ninguém será reprovado, assim como também ninguém receberá um "A".
Após calculada a média da primeira prova todos receberam "B". Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.
Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Já aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Como um resultado, a segunda média das provas foi "D". Ninguém gostou.
Depois da terceira prova, a média geral foi um "F". As notas não voltaram a patamares mais altos mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram aquela disciplina... Para sua total surpresa.
O professor explicou: "o experimento socialista falhou porque quando a recompensa é grande o esforço pelo sucesso individual é grande. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros para dar aos que não batalharam por elas, então ninguém mais vai tentar ou querer fazer seu melhor. Tão simples quanto o exemplo de Cuba, Coréia do Norte, Venezuela e o Brasil e Argentina, que estão chegando lá.."

1. Você não pode levar o mais pobre à prosperidade apenas tirando a prosperidade do mais rico;

2. Para cada um recebendo sem ter de trabalhar, há uma pessoa trabalhando sem receber;

3. O governo não consegue dar nada a ninguém sem que tenha tomado de outra pessoa;

4. Ao contrário do conhecimento, é impossível multiplicar a riqueza tentando dividi-la;

5. Quando metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Estudantes e movimento negro pedem cotas na USP e desaprovam bônus

Estudantes e movimento negro pedem cotas na USP e desaprovam bônus

São Paulo – Estudantes da Universidade de São Paulo (USP) e membros do movimento negro protestaram hoje em favor da adoção de cotas nas vagas da universidade para pretos, pardos e indígenas. O grupo fez um ato em frente ao prédio da administração da universidade onde o Conselho Universitário (CO) decidiu aprovar a implementação de novas medidas de inclusão social  no vestibular da instituição.
“Mais uma vez a USP demonstra que não quer discutir cotas. Todos os projetos que eles dizem ser para incluir a população pobre e preta não é cotas. A gente exige cotas, que é reserva de vagas. Ou seja, garantia de que vai ter população pobre e preta aqui dentro”, destacou Valéria Couto da Silva, estudante e membro do Núcleo de Consciência Negra da USP.
O Conselho Universitário (CO) da USP aprovou hoje a meta, para ser atingida até 2018, de que 50% das vagas de seus cursos, em cada turno, sejam preenchidas por alunos que tenham cursado integralmente o ensino médio em escolas públicas. Dos 50% oriundos de escolas estaduais, o percentual de pretos, pardos e indígenas deverá atingir o percentual verificado pelo último censo demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As medidas já valem para o próximo vestibular. Até agora, o grupo não tinha bônus para o ingresso na universidade.
“A proposta para a gente é uma falsa inclusão. Esse processo não inclui nem a população pobre nem a população negra, isso só prejudica o debate. Não só os estudantes da USP, mas todo o movimento negro, que está apoiando essa manifestação, defendemos a cota racial”, destacou Cipriano Filho, da Uniafro Brasil.
Sobre os novos bônus, o conselho criou um bônus que pode elevar a nota em até 5% – a depender do resultado obtido na prova – dos vestibulandos que se declararem negros, pardos ou indígenas e tenham cursado integralmente o ensino básico em escolas públicas, e aumentou de 8% para 12% a bonificação na nota dos alunos que tenham cursado o ensino médio em escola pública; elevou de 8% para 15% a bonificação dos candidatos que fizeram o ensino fundamental e integralmente o ensino médio na rede pública. Também aumentou de 15% para 20% o bônus para o aluno que cursou integralmente o ensino fundamental na rede pública e o segundo e terceiro anos do ensino médio em escolas públicas.
Assim, o aluno negro, pardo e indígena que tiver cursado integralmente o ensino fundamental na rede pública e o segundo e terceiro anos do ensino médio em escolas públicas pode chegar a ter até 25% de sua nota do vestibular aumentada pelos bônus recebidos, a depender do seu desempenho na prova.
“O núcleo de consciência negra pauta essa questão há mais de 20 anos dentro da universidade e nunca a universidade tinha sequer citado a palavra raça ou negro em algum documento interno relacionado a seleção de estudantes. Por esse aspecto, pela primeira vez, a USP admite que exite uma dívida histórica com o povo negro e por isso a existência desses tímidos 5%”, disse o representante dos estudantes de pós-graduação no Conselho Universitário, Leandro Salvático.
Em contrapartida a proposta da USP, o movimento negro propôs um projeto de lei à Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo que prevê cotas para as vagas da universidade: 25% para população que se declara negra, parda e indígena; 20% para oriundos da escola pública; e 5% para pessoas com alguma deficiência.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Senado deve desobedecer governo e manter 75% dos royalties para educação


  Os líderes dos partidos fizeram há pouco uma reunião no Senado e decidiram contrariar o pedido do governo para que seja aprovado o texto original do projeto que destina 100% dos royalties do petróleo para educação em vez do texto aprovado na Câmara dos Deputados. O projeto aprovado na Câmara destinaria dez vez des mais recursos para a área que o texto o governo.  Durante a discussão, ficou decidido que será mantida a divisão aprovada pela Câmara de 75% dos royalties do petróleo para educação e 25% dos royalties para a saúde. No entanto, o PLC 41/2013 deve sofrer alterações e terá de voltar à Câmara dos Deputados.   O substitutivo do deputado André Figueiredo (PDT-CE) determina o uso de 50% de todos os recursos recebidos pelo fundo social do pré-sal. O texto inclui na divisão contratos firmados que só começaram a ser explorados a partir de 3 de dezembro de 2012, e não apenas os contratos assinados após essa data, como queria o governo.   Durante a discussão, ficou decidido que será mantida a divisão aprovada pela Câmara de 75% dos royalties do petróleo para educação e 25% dos royalties para a saúde. No entanto, o PLC 41/2013 deve sofrer alterações e terá de voltar à Câmara dos Deputados.   O substitutivo do deputado André Figueiredo (PDT-CE) determina o uso de 50% de todos os recursos recebidos pelo fundo social do pré-sal. O texto inclui na divisão contratos firmados que só começaram a ser explorados a partir de 3 de dezembro de 2012, e não apenas os contratos assinados após essa data, como queria o governo.   "Todos os países produtores de petróleo, quando pegaram todos os recursos do petróleo e jogaram diretamente na economia, viveram a chamada 'doença holandesa'. A moeda fica muito valorizada e isso prejudica todos os setores da economia. É só olhar para a Venezuela, o Iraque, o Irã e a Arábia Saudita", disse o ministro da Educação.  Judicialização O texto aprovado pela Câmara inclui na divisão contratos firmados que só começaram a ser explorados a partir de 3 de dezembro de 2012, o que multiplicou por dez os recursos repassados à educação e à saúde. No entanto, Ideli Salvatti disse que essa alteração pode gerar "judicialização" da partilha dos royalties.  "Nós fizemos uma ponderação muito firme de que o Senado avaliasse se vale a pena, pelo fato de querer entrar num campo que o Judiciário poderá ser acionado, e do nosso ponto de vista será acionado, nós colocarmos em risco a destinação que todos nós queremos dos royalties para a educação", disse a ministra.  Aloizio Mercadante acompanha a discussão no plenário do Senado.

Os líderes dos partidos fizeram há pouco uma reunião no Senado e decidiram contrariar o pedido do governo para que seja aprovado o texto original do projeto que destina 100% dos royalties do petróleo para educação em vez do texto aprovado na Câmara dos Deputados. O projeto aprovado na Câmara destinaria dez vez des mais recursos para a área que o texto o governo
Durante a discussão, ficou decidido que será mantida a divisão aprovada pela Câmara de 75% dos royalties do petróleo para educação e 25% dos royalties para a saúde. No entanto, o PLC 41/2013 deve sofrer alterações e terá de voltar à Câmara dos Deputados. 
O substitutivo do deputado André Figueiredo (PDT-CE) determina o uso de 50% de todos os recursos recebidos pelo fundo social do pré-sal. O texto inclui na divisão contratos firmados que só começaram a ser explorados a partir de 3 de dezembro de 2012, e não apenas os contratos assinados após essa data, como queria o governo. 
Durante a discussão, ficou decidido que será mantida a divisão aprovada pela Câmara de 75% dos royalties do petróleo para educação e 25% dos royalties para a saúde. No entanto, o PLC 41/2013 deve sofrer alterações e terá de voltar à Câmara dos Deputados. 
O substitutivo do deputado André Figueiredo (PDT-CE) determina o uso de 50% de todos os recursos recebidos pelo fundo social do pré-sal. O texto inclui na divisão contratos firmados que só começaram a ser explorados a partir de 3 de dezembro de 2012, e não apenas os contratos assinados após essa data, como queria o governo. 
"Todos os países produtores de petróleo, quando pegaram todos os recursos do petróleo e jogaram diretamente na economia, viveram a chamada 'doença holandesa'. A moeda fica muito valorizada e isso prejudica todos os setores da economia. É só olhar para a Venezuela, o Iraque, o Irã e a Arábia Saudita", disse o ministro da Educação.

Judicialização

O texto aprovado pela Câmara inclui na divisão contratos firmados que só começaram a ser explorados a partir de 3 de dezembro de 2012, o que multiplicou por dez os recursos repassados à educação e à saúde. No entanto, Ideli Salvatti disse que essa alteração pode gerar "judicialização" da partilha dos royalties.
"Nós fizemos uma ponderação muito firme de que o Senado avaliasse se vale a pena, pelo fato de querer entrar num campo que o Judiciário poderá ser acionado, e do nosso ponto de vista será acionado, nós colocarmos em risco a destinação que todos nós queremos dos royalties para a educação", disse a ministra.
Aloizio Mercadante acompanha a discussão no plenário do Senado. 
Os líderes dos partidos fizeram há pouco uma reunião no Senado e decidiram contrariar o pedido do governo para que seja aprovado o texto original do projeto que destina 100% dos royalties do petróleo para educação em vez do texto aprovado na Câmara dos Deputados. O projeto aprovado na Câmara destinaria dez vez des mais recursos para a área que o texto o governo.  Durante a discussão, ficou decidido que será mantida a divisão aprovada pela Câmara de 75% dos royalties do petróleo para educação e 25% dos royalties para a saúde. No entanto, o PLC 41/2013 deve sofrer alterações e terá de voltar à Câmara dos Deputados.   O substitutivo do deputado André Figueiredo (PDT-CE) determina o uso de 50% de todos os recursos recebidos pelo fundo social do pré-sal. O texto inclui na divisão contratos firmados que só começaram a ser explorados a partir de 3 de dezembro de 2012, e não apenas os contratos assinados após essa data, como queria o governo.   Durante a discussão, ficou decidido que será mantida a divisão aprovada pela Câmara de 75% dos royalties do petróleo para educação e 25% dos royalties para a saúde. No entanto, o PLC 41/2013 deve sofrer alterações e terá de voltar à Câmara dos Deputados.   O substitutivo do deputado André Figueiredo (PDT-CE) determina o uso de 50% de todos os recursos recebidos pelo fundo social do pré-sal. O texto inclui na divisão contratos firmados que só começaram a ser explorados a partir de 3 de dezembro de 2012, e não apenas os contratos assinados após essa data, como queria o governo.   "Todos os países produtores de petróleo, quando pegaram todos os recursos do petróleo e jogaram diretamente na economia, viveram a chamada 'doença holandesa'. A moeda fica muito valorizada e isso prejudica todos os setores da economia. É só olhar para a Venezuela, o Iraque, o Irã e a Arábia Saudita", disse o ministro da Educação.  Judicialização O texto aprovado pela Câmara inclui na divisão contratos firmados que só começaram a ser explorados a partir de 3 de dezembro de 2012, o que multiplicou por dez os recursos repassados à educação e à saúde. No entanto, Ideli Salvatti disse que essa alteração pode gerar "judicialização" da partilha dos royalties.  "Nós fizemos uma ponderação muito firme de que o Senado avaliasse se vale a pena, pelo fato de querer entrar num campo que o Judiciário poderá ser acionado, e do nosso ponto de vista será acionado, nós colocarmos em risco a destinação que todos nós queremos dos royalties para a educação", disse a ministra.  Aloizio Mercadante acompanha a discussão no plenário do Senado.

Prêmio vai distinguir prefeito que apresente melhor padrão de qualidade da rede de ensino pública!!!!!!!!!!

Um prêmio criado pela organização não governamental Instituto Alfa e Beto (IAB) pretende contribuir para melhorar a qualidade do ensino fundamental da rede pública, no Brasil. “A ideia do prêmio [Prefeito Nota 10] é estimular os municípios a oferecer uma rede de ensino de qualidade”, disse hoje (1º)  o presidente do IAB, João Batista Araujo e Oliveira, psicólogo especialista em educação e ex-secretário executivo do Ministério da Educação (MEC).  A primeira edição do prêmio está prevista para 2014. A premiação ocorrerá a cada dois anos, a partir dos resultados da Avaliação Nacional do Rendimento Escolar (Anresc), também conhecida como Prova Brasil. João Batista Oliveira explicou que a ideia que prevalece no país, sempre que são divulgados os resultados da Prova Brasil, é dar-se ênfase a uma escola de excelência, sem levar em conta que a função do prefeito não é ter somente uma escola boa, mas que toda escola tenha um padrão de qualidade.  “Por isso, o objetivo do prêmio é mostrar a diferença entre ter uma escola boa e ter todas as escolas com determinado padrão. A gente quer provocar essa reflexão nos governos [municipais] e premiar aquele que tiver o maior número, a maior quantidade de boas escolas. E não uma escola diferenciada”.  O Prefeito Nota 10 será escolhido pelo IAB com base nos microdados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) referentes à Prova Brasil. “A gente pega a base de dados do Inep, analisa, vê quais escolas preenchem o critério. Tem que ser um município que tenha 70% dos alunos na rede municipal, 70% dos alunos da rede tenham feito a prova e 70% deles estejam acima do nível médio mínimo que o MEC considera como adequado”.  O IAB vai conferir ao Prefeito Nota 10 um prêmio em dinheiro no valor de R$ 200 mil. Não há obrigatoriedade para que o dinheiro do prêmio seja aplicado na melhoria da rede pública de ensino do município, esclareceu Oliveira. “É uma decisão do prefeito. Cada prefeito vai fazer o que quiser. A gente vai, na entrega do prêmio, sugerir que ele faça isso. A ideia é chamar a atenção do ator político, que é o prefeito, para a responsabilidade dele com a questão da educação. O prêmio é focado nisso”, disse.  Os prefeitos interessados em participar do prêmio não precisam fazer inscrição. Ela é automática e se refere ao município de melhor avaliação na Prova Brasil. O prêmio será entregue em solenidade que ocorrerá em São Paulo, durante o Seminário Internacional do IAB.  Especialista em educação, João Batista Oliveira avaliou que o ensino público hoje no Brasil “é uma vergonha. Os indicadores são péssimos, as mudanças nos últimos 15, 20 anos, são mínimas, as políticas são inadequadas. Aumentam os recursos e não tem resultados”. Ele destacou que recursos não são o problema da educação no país. “O problema é político. Faltam políticas adequadas. E antes de botar mais recursos, falta melhorar o uso desses recursos”.
Um prêmio criado pela organização não governamental Instituto Alfa e Beto (IAB) pretende contribuir para melhorar a qualidade do ensino fundamental da rede pública, no Brasil. “A ideia do prêmio [Prefeito Nota 10] é estimular os municípios a oferecer uma rede de ensino de qualidade”, disse hoje (1º)  o presidente do IAB, João Batista Araujo e Oliveira, psicólogo especialista em educação e ex-secretário executivo do Ministério da Educação (MEC).
A primeira edição do prêmio está prevista para 2014. A premiação ocorrerá a cada dois anos, a partir dos resultados da Avaliação Nacional do Rendimento Escolar (Anresc), também conhecida como Prova Brasil. João Batista Oliveira explicou que a ideia que prevalece no país, sempre que são divulgados os resultados da Prova Brasil, é dar-se ênfase a uma escola de excelência, sem levar em conta que a função do prefeito não é ter somente uma escola boa, mas que toda escola tenha um padrão de qualidade.
“Por isso, o objetivo do prêmio é mostrar a diferença entre ter uma escola boa e ter todas as escolas com determinado padrão. A gente quer provocar essa reflexão nos governos [municipais] e premiar aquele que tiver o maior número, a maior quantidade de boas escolas. E não uma escola diferenciada”.
O Prefeito Nota 10 será escolhido pelo IAB com base nos microdados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) referentes à Prova Brasil. “A gente pega a base de dados do Inep, analisa, vê quais escolas preenchem o critério. Tem que ser um município que tenha 70% dos alunos na rede municipal, 70% dos alunos da rede tenham feito a prova e 70% deles estejam acima do nível médio mínimo que o MEC considera como adequado”.
O IAB vai conferir ao Prefeito Nota 10 um prêmio em dinheiro no valor de R$ 200 mil. Não há obrigatoriedade para que o dinheiro do prêmio seja aplicado na melhoria da rede pública de ensino do município, esclareceu Oliveira. “É uma decisão do prefeito. Cada prefeito vai fazer o que quiser. A gente vai, na entrega do prêmio, sugerir que ele faça isso. A ideia é chamar a atenção do ator político, que é o prefeito, para a responsabilidade dele com a questão da educação. O prêmio é focado nisso”, disse.
Os prefeitos interessados em participar do prêmio não precisam fazer inscrição. Ela é automática e se refere ao município de melhor avaliação na Prova Brasil. O prêmio será entregue em solenidade que ocorrerá em São Paulo, durante o Seminário Internacional do IAB.
Especialista em educação, João Batista Oliveira avaliou que o ensino público hoje no Brasil “é uma vergonha. Os indicadores são péssimos, as mudanças nos últimos 15, 20 anos, são mínimas, as políticas são inadequadas. Aumentam os recursos e não tem resultados”. Ele destacou que recursos não são o problema da educação no país. “O problema é político. Faltam políticas adequadas. E antes de botar mais recursos, falta melhorar o uso desses recursos”.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

‘Esse é o legado da Copa’: fotógrafo fala sobre imagem impactante que se espalhou pelas redes sociais

Uma foto tirada momentos antes da partida entre Brasil e México, em Fortaleza, tem sido compartilhada por milhares de usuários de redes sociais. A imagem foi registrada pelo fotógrafo Edimar Soares, do jornal O Povo, no entorno da Arena Castelão e retrata claramente o abismo social existente no Brasil.
Enquanto torcedores caminhavam animados para a partida, uma jovem procurava comida em uma lixeira na entrada do estádio. Sem pensar duas vezes, o fotógrafo registrou a cena impactante.
“Esse é o legado que a Copa das Confederações deixa para algumas pessoas, uma cena humilhante”, escreveu Edimar em seu perfil no Facebook.
Fortaleza Uma foto tirada momentos antes da partida entre Brasil e México, em Fortaleza, tem sido compartilhada por milhares de usuários de redes sociais. A imagem foi registrada pelo fotógrafo Edimar Soares, do jornal O Povo, no entorno da Arena Castelão e retrata claramente o abismo social existente no Brasil.  Enquanto torcedores caminhavam animados para a partida, uma jovem procurava comida em uma lixeira na entrada do estádio. Sem pensar duas vezes, o fotógrafo registrou a cena impactante.  “Esse é o legado que a Copa das Confederações deixa para algumas pessoas, uma cena humilhante”, escreveu Edimar em seu perfil no Facebook.   Foto: Edimar Soares/O Povo
Foto: Edimar Soares/O Povo

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