terça-feira, 2 de maio de 2017

Cientistas finalmente descobrem os segredos do Triângulo das Bermudas

  O Triângulo das Bermudas é um dos maiores mistérios do século 20. Ele inspirou lendas e obras de ficção, deixando diversas pessoas com medo de passar pela região.  A grande verdade é que até hoje nenhum cientista conseguiu explicar o porquê diversos navios e aviões desapareceram no local. Alguns céticos acreditam que os desaparecimentos acontecem devido às condições meteorológicas.     Segundo algumas pesquisas, os erros humanos que ocorrem devido às más condições atmosféricas são o que criam as lendas sobre o lugar. O número de desaparecimento parece ser igual ao de outros locais do mundo. Mas para entender a lenda criada, é preciso voltar para 1945. Nessa época, uma esquadrilha inteira de aviões de guerra norte-americanos desapareceu nas águas do triângulo. A partir deste episódio, outras notícias referentes ao mesmo local ganharam popularidade, criando um mistério.  Para alguns ufólogos, a região era atingida por abduções alienígenas. Mas, os cientistas descobriram que no Mar de Barents, na Noruega – pertencente ao Oceano Ártico – havia uma série de crateras de mais de 800 metros de diâmetro e mais de 45 metros de profundidade. Nessas crateras há gás metano, que fica submerso até que exploda e seja liberado. Essas explosões são tão fortes que podem causar o colapso de grandes navios.  De acordo com o cientista russo, Igor Yeltsov, da Universidade de Geofísica de Novosibirsk, pode existir uma relação entre estas crateras e os desaparecimentos no Triângulo das Bermudas. Algumas teorias acreditam que o fenômeno aconteça devido à reação de hidratos de gás de gelo proveniente das crateras da Noruega, que possuem gás metano. Após descongelar, é produzida uma reação, resultando em uma grande explosão.    FONTE:  Live Science

O Triângulo das Bermudas é um dos maiores mistérios do século 20. Ele inspirou lendas e obras de ficção, deixando diversas pessoas com medo de passar pela região.
A grande verdade é que até hoje nenhum cientista conseguiu explicar o porquê diversos navios e aviões desapareceram no local. Alguns céticos acreditam que os desaparecimentos acontecem devido às condições meteorológicas.
  O Triângulo das Bermudas é um dos maiores mistérios do século 20. Ele inspirou lendas e obras de ficção, deixando diversas pessoas com medo de passar pela região.  A grande verdade é que até hoje nenhum cientista conseguiu explicar o porquê diversos navios e aviões desapareceram no local. Alguns céticos acreditam que os desaparecimentos acontecem devido às condições meteorológicas.     Segundo algumas pesquisas, os erros humanos que ocorrem devido às más condições atmosféricas são o que criam as lendas sobre o lugar. O número de desaparecimento parece ser igual ao de outros locais do mundo. Mas para entender a lenda criada, é preciso voltar para 1945. Nessa época, uma esquadrilha inteira de aviões de guerra norte-americanos desapareceu nas águas do triângulo. A partir deste episódio, outras notícias referentes ao mesmo local ganharam popularidade, criando um mistério.  Para alguns ufólogos, a região era atingida por abduções alienígenas. Mas, os cientistas descobriram que no Mar de Barents, na Noruega – pertencente ao Oceano Ártico – havia uma série de crateras de mais de 800 metros de diâmetro e mais de 45 metros de profundidade. Nessas crateras há gás metano, que fica submerso até que exploda e seja liberado. Essas explosões são tão fortes que podem causar o colapso de grandes navios.  De acordo com o cientista russo, Igor Yeltsov, da Universidade de Geofísica de Novosibirsk, pode existir uma relação entre estas crateras e os desaparecimentos no Triângulo das Bermudas. Algumas teorias acreditam que o fenômeno aconteça devido à reação de hidratos de gás de gelo proveniente das crateras da Noruega, que possuem gás metano. Após descongelar, é produzida uma reação, resultando em uma grande explosão.    FONTE:  Live Science

Segundo algumas pesquisas, os erros humanos que ocorrem devido às más condições atmosféricas são o que criam as lendas sobre o lugar. O número de desaparecimento parece ser igual ao de outros locais do mundo. Mas para entender a lenda criada, é preciso voltar para 1945. Nessa época, uma esquadrilha inteira de aviões de guerra norte-americanos desapareceu nas águas do triângulo. A partir deste episódio, outras notícias referentes ao mesmo local ganharam popularidade, criando um mistério.
Para alguns ufólogos, a região era atingida por abduções alienígenas. Mas, os cientistas descobriram que no Mar de Barents, na Noruega – pertencente ao Oceano Ártico – havia uma série de crateras de mais de 800 metros de diâmetro e mais de 45 metros de profundidade. Nessas crateras há gás metano, que fica submerso até que exploda e seja liberado. Essas explosões são tão fortes que podem causar o colapso de grandes navios.
De acordo com o cientista russo, Igor Yeltsov, da Universidade de Geofísica de Novosibirsk, pode existir uma relação entre estas crateras e os desaparecimentos no Triângulo das Bermudas. Algumas teorias acreditam que o fenômeno aconteça devido à reação de hidratos de gás de gelo proveniente das crateras da Noruega, que possuem gás metano. Após descongelar, é produzida uma reação, resultando em uma grande explosão.

FONTE:  Live Science

Fotografias impressionantes de antes e depois retratam efeitos das mudanças climáticas nas geleiras

  Uma equipe de cientistas reuniu evidências fotográficas dos efeitos causados pelas mudanças climáticas. Por meio de imagens de “antes e depois”, eles registraram o recuo das geleiras e derretimento do gelo em regiões da Groelândia e Antártida.  A pesquisa de caráter fotográfico foi pulicada no dia 30 de março na revista GSA Today, de acordo com informações da Live Science.  “Nós temos evidências fotográficas não retocadas das geleiras que estão derretendo em todo o Planeta”, disse o coautor do estudo, Gregory Baker, um geólogo da Universidade do Kansas.  “Isso inclui os lençóis de gelo da Groenlândia e da Antártida – que foram consideravelmente reduzidos em tamanho”.  “Estes não são modelos de computador, fantasias ou imagens de satélite em que você teria que fazer todos os tipos de correções”, advertiu. “Estas são simplesmente fotos, algumas registradas até 100 anos atrás. Meus coautores voltaram a muitos desses locais e os clicaram novamente. Então é apenas uma prova direta da perda do gelo em larga escala em todo o mundo”.    Glaciar Mendenhall, no Alasca   Esses registros de 2007 e 2015, feitos no Glaciar Mendenhall do Alasca, revelam que neste período de oito anos houve um recuo de cerca de 550 metros.    (2007)  (2015)   Glaciar Solheimajokull, na Islândia   Também fotografada entre os anos de 2007 e 2015, a geleira localizada na extremidade sul da calota Myrdalsjokull apresentou uma notável diferença de 625 metros de recuo nesse período de oito anos de aquecimento global.   (2007)  (2015)  Glaciar Stein, na Suíça  Localizado na Suíça, este glaciar também enfrentou mudanças relevantes em sua paisagem. Recuando cerca de 550 metros, ele foi registrado entre os anos de 2006 e 2015.    (2006)  (2015)  Glaciar Trift, na Suíça  Também na Suíça, o Glaciar Trift notavelmente retraiu em cerca de 1,7 quilômetro, de acordo com os pesquisadores. Os registros foram feitos entre 2006 e 2015.    (2006)  (2015)  Glaciar Qori Kalis, no Peru  , Este glaciar peruano, da região de Quelccaya recuou emimpressionantes 1,14 quilômetro entre os anos em que foram fotografados: 1978 e 2016.     (1978)  (2016)  Glaciar Columbia, no Alasca Localizado na costa sudeste do Alasca, o glaciar de Columbia é chamado de “um glaciar de maré”. Isso significa que ele flui diretamente para o mar, de acordo com o Observatório Terrestre da NASA. Em 1794, quando exploradores britânicos examinaram a geleira, eles descobriram que seu “nariz” (chamado de terminus) se projetava para a borda norte da Ilha Heather, próxima à foz da baía de Columbia.  “A geleira manteve essa posição até 1980, quando começou a recuar rapidamente para o local em que está hoje”, disse o Observatório. As imagens abaixo mostram a geleira entre os anos de 2009 e 2015, bem como uma retração glacial de 6,5 quilômetros.     (2009)  (2015)  FONTE: LiveScience

Uma equipe de cientistas reuniu evidências fotográficas dos efeitos causados pelas mudanças climáticas. Por meio de imagens de “antes e depois”, eles registraram o recuo das geleiras e derretimento do gelo em regiões da Groelândia e Antártida.  A pesquisa de caráter fotográfico foi pulicada no dia 30 de março na revista GSA Today, de acordo com informações da Live Science.  “Nós temos evidências fotográficas não retocadas das geleiras que estão derretendo em todo o Planeta”, disse o coautor do estudo, Gregory Baker, um geólogo da Universidade do Kansas.
“Isso inclui os lençóis de gelo da Groenlândia e da Antártida – que foram consideravelmente reduzidos em tamanho” “Estes não são modelos de computador, fantasias ou imagens de satélite em que você teria que fazer todos os tipos de correções”, advertiu. “Estas são simplesmente fotos, algumas registradas até 100 anos atrás. Meus coautores voltaram a muitos desses locais e os clicaram novamente. Então é apenas uma prova direta da perda do gelo em larga escala em todo o mundo”.  
Glaciar Mendenhall, no Alasca 
Esses registros de 2007 e 2015, feitos no Glaciar Mendenhall do Alasca, revelam que neste período de oito anos houve um recuo de cerca de 550 metros. 
  Uma equipe de cientistas reuniu evidências fotográficas dos efeitos causados pelas mudanças climáticas. Por meio de imagens de “antes e depois”, eles registraram o recuo das geleiras e derretimento do gelo em regiões da Groelândia e Antártida.  A pesquisa de caráter fotográfico foi pulicada no dia 30 de março na revista GSA Today, de acordo com informações da Live Science.  “Nós temos evidências fotográficas não retocadas das geleiras que estão derretendo em todo o Planeta”, disse o coautor do estudo, Gregory Baker, um geólogo da Universidade do Kansas.  “Isso inclui os lençóis de gelo da Groenlândia e da Antártida – que foram consideravelmente reduzidos em tamanho”.  “Estes não são modelos de computador, fantasias ou imagens de satélite em que você teria que fazer todos os tipos de correções”, advertiu. “Estas são simplesmente fotos, algumas registradas até 100 anos atrás. Meus coautores voltaram a muitos desses locais e os clicaram novamente. Então é apenas uma prova direta da perda do gelo em larga escala em todo o mundo”.    Glaciar Mendenhall, no Alasca   Esses registros de 2007 e 2015, feitos no Glaciar Mendenhall do Alasca, revelam que neste período de oito anos houve um recuo de cerca de 550 metros.    (2007)  (2015)   Glaciar Solheimajokull, na Islândia   Também fotografada entre os anos de 2007 e 2015, a geleira localizada na extremidade sul da calota Myrdalsjokull apresentou uma notável diferença de 625 metros de recuo nesse período de oito anos de aquecimento global.   (2007)  (2015)  Glaciar Stein, na Suíça  Localizado na Suíça, este glaciar também enfrentou mudanças relevantes em sua paisagem. Recuando cerca de 550 metros, ele foi registrado entre os anos de 2006 e 2015.    (2006)  (2015)  Glaciar Trift, na Suíça  Também na Suíça, o Glaciar Trift notavelmente retraiu em cerca de 1,7 quilômetro, de acordo com os pesquisadores. Os registros foram feitos entre 2006 e 2015.    (2006)  (2015)  Glaciar Qori Kalis, no Peru  , Este glaciar peruano, da região de Quelccaya recuou emimpressionantes 1,14 quilômetro entre os anos em que foram fotografados: 1978 e 2016.     (1978)  (2016)  Glaciar Columbia, no Alasca Localizado na costa sudeste do Alasca, o glaciar de Columbia é chamado de “um glaciar de maré”. Isso significa que ele flui diretamente para o mar, de acordo com o Observatório Terrestre da NASA. Em 1794, quando exploradores britânicos examinaram a geleira, eles descobriram que seu “nariz” (chamado de terminus) se projetava para a borda norte da Ilha Heather, próxima à foz da baía de Columbia.  “A geleira manteve essa posição até 1980, quando começou a recuar rapidamente para o local em que está hoje”, disse o Observatório. As imagens abaixo mostram a geleira entre os anos de 2009 e 2015, bem como uma retração glacial de 6,5 quilômetros.     (2009)  (2015)  FONTE: LiveScience
(2007)
  Uma equipe de cientistas reuniu evidências fotográficas dos efeitos causados pelas mudanças climáticas. Por meio de imagens de “antes e depois”, eles registraram o recuo das geleiras e derretimento do gelo em regiões da Groelândia e Antártida.  A pesquisa de caráter fotográfico foi pulicada no dia 30 de março na revista GSA Today, de acordo com informações da Live Science.  “Nós temos evidências fotográficas não retocadas das geleiras que estão derretendo em todo o Planeta”, disse o coautor do estudo, Gregory Baker, um geólogo da Universidade do Kansas.  “Isso inclui os lençóis de gelo da Groenlândia e da Antártida – que foram consideravelmente reduzidos em tamanho”.  “Estes não são modelos de computador, fantasias ou imagens de satélite em que você teria que fazer todos os tipos de correções”, advertiu. “Estas são simplesmente fotos, algumas registradas até 100 anos atrás. Meus coautores voltaram a muitos desses locais e os clicaram novamente. Então é apenas uma prova direta da perda do gelo em larga escala em todo o mundo”.    Glaciar Mendenhall, no Alasca   Esses registros de 2007 e 2015, feitos no Glaciar Mendenhall do Alasca, revelam que neste período de oito anos houve um recuo de cerca de 550 metros.    (2007)  (2015)   Glaciar Solheimajokull, na Islândia   Também fotografada entre os anos de 2007 e 2015, a geleira localizada na extremidade sul da calota Myrdalsjokull apresentou uma notável diferença de 625 metros de recuo nesse período de oito anos de aquecimento global.   (2007)  (2015)  Glaciar Stein, na Suíça  Localizado na Suíça, este glaciar também enfrentou mudanças relevantes em sua paisagem. Recuando cerca de 550 metros, ele foi registrado entre os anos de 2006 e 2015.    (2006)  (2015)  Glaciar Trift, na Suíça  Também na Suíça, o Glaciar Trift notavelmente retraiu em cerca de 1,7 quilômetro, de acordo com os pesquisadores. Os registros foram feitos entre 2006 e 2015.    (2006)  (2015)  Glaciar Qori Kalis, no Peru  , Este glaciar peruano, da região de Quelccaya recuou emimpressionantes 1,14 quilômetro entre os anos em que foram fotografados: 1978 e 2016.     (1978)  (2016)  Glaciar Columbia, no Alasca Localizado na costa sudeste do Alasca, o glaciar de Columbia é chamado de “um glaciar de maré”. Isso significa que ele flui diretamente para o mar, de acordo com o Observatório Terrestre da NASA. Em 1794, quando exploradores britânicos examinaram a geleira, eles descobriram que seu “nariz” (chamado de terminus) se projetava para a borda norte da Ilha Heather, próxima à foz da baía de Columbia.  “A geleira manteve essa posição até 1980, quando começou a recuar rapidamente para o local em que está hoje”, disse o Observatório. As imagens abaixo mostram a geleira entre os anos de 2009 e 2015, bem como uma retração glacial de 6,5 quilômetros.     (2009)  (2015)  FONTE: LiveScience
(2015)


Glaciar Solheimajokull, na Islândia 
Também fotografada entre os anos de 2007 e 2015, a geleira localizada na extremidade sul da calota Myrdalsjokull apresentou uma notável diferença de 625 metros de recuo nesse período de oito anos de aquecimento global.
  Uma equipe de cientistas reuniu evidências fotográficas dos efeitos causados pelas mudanças climáticas. Por meio de imagens de “antes e depois”, eles registraram o recuo das geleiras e derretimento do gelo em regiões da Groelândia e Antártida.  A pesquisa de caráter fotográfico foi pulicada no dia 30 de março na revista GSA Today, de acordo com informações da Live Science.  “Nós temos evidências fotográficas não retocadas das geleiras que estão derretendo em todo o Planeta”, disse o coautor do estudo, Gregory Baker, um geólogo da Universidade do Kansas.  “Isso inclui os lençóis de gelo da Groenlândia e da Antártida – que foram consideravelmente reduzidos em tamanho”.  “Estes não são modelos de computador, fantasias ou imagens de satélite em que você teria que fazer todos os tipos de correções”, advertiu. “Estas são simplesmente fotos, algumas registradas até 100 anos atrás. Meus coautores voltaram a muitos desses locais e os clicaram novamente. Então é apenas uma prova direta da perda do gelo em larga escala em todo o mundo”.    Glaciar Mendenhall, no Alasca   Esses registros de 2007 e 2015, feitos no Glaciar Mendenhall do Alasca, revelam que neste período de oito anos houve um recuo de cerca de 550 metros.    (2007)  (2015)   Glaciar Solheimajokull, na Islândia   Também fotografada entre os anos de 2007 e 2015, a geleira localizada na extremidade sul da calota Myrdalsjokull apresentou uma notável diferença de 625 metros de recuo nesse período de oito anos de aquecimento global.   (2007)  (2015)  Glaciar Stein, na Suíça  Localizado na Suíça, este glaciar também enfrentou mudanças relevantes em sua paisagem. Recuando cerca de 550 metros, ele foi registrado entre os anos de 2006 e 2015.    (2006)  (2015)  Glaciar Trift, na Suíça  Também na Suíça, o Glaciar Trift notavelmente retraiu em cerca de 1,7 quilômetro, de acordo com os pesquisadores. Os registros foram feitos entre 2006 e 2015.    (2006)  (2015)  Glaciar Qori Kalis, no Peru  , Este glaciar peruano, da região de Quelccaya recuou emimpressionantes 1,14 quilômetro entre os anos em que foram fotografados: 1978 e 2016.     (1978)  (2016)  Glaciar Columbia, no Alasca Localizado na costa sudeste do Alasca, o glaciar de Columbia é chamado de “um glaciar de maré”. Isso significa que ele flui diretamente para o mar, de acordo com o Observatório Terrestre da NASA. Em 1794, quando exploradores britânicos examinaram a geleira, eles descobriram que seu “nariz” (chamado de terminus) se projetava para a borda norte da Ilha Heather, próxima à foz da baía de Columbia.  “A geleira manteve essa posição até 1980, quando começou a recuar rapidamente para o local em que está hoje”, disse o Observatório. As imagens abaixo mostram a geleira entre os anos de 2009 e 2015, bem como uma retração glacial de 6,5 quilômetros.     (2009)  (2015)  FONTE: LiveScience
(2007)
  Uma equipe de cientistas reuniu evidências fotográficas dos efeitos causados pelas mudanças climáticas. Por meio de imagens de “antes e depois”, eles registraram o recuo das geleiras e derretimento do gelo em regiões da Groelândia e Antártida.  A pesquisa de caráter fotográfico foi pulicada no dia 30 de março na revista GSA Today, de acordo com informações da Live Science.  “Nós temos evidências fotográficas não retocadas das geleiras que estão derretendo em todo o Planeta”, disse o coautor do estudo, Gregory Baker, um geólogo da Universidade do Kansas.  “Isso inclui os lençóis de gelo da Groenlândia e da Antártida – que foram consideravelmente reduzidos em tamanho”.  “Estes não são modelos de computador, fantasias ou imagens de satélite em que você teria que fazer todos os tipos de correções”, advertiu. “Estas são simplesmente fotos, algumas registradas até 100 anos atrás. Meus coautores voltaram a muitos desses locais e os clicaram novamente. Então é apenas uma prova direta da perda do gelo em larga escala em todo o mundo”.    Glaciar Mendenhall, no Alasca   Esses registros de 2007 e 2015, feitos no Glaciar Mendenhall do Alasca, revelam que neste período de oito anos houve um recuo de cerca de 550 metros.    (2007)  (2015)   Glaciar Solheimajokull, na Islândia   Também fotografada entre os anos de 2007 e 2015, a geleira localizada na extremidade sul da calota Myrdalsjokull apresentou uma notável diferença de 625 metros de recuo nesse período de oito anos de aquecimento global.   (2007)  (2015)  Glaciar Stein, na Suíça  Localizado na Suíça, este glaciar também enfrentou mudanças relevantes em sua paisagem. Recuando cerca de 550 metros, ele foi registrado entre os anos de 2006 e 2015.    (2006)  (2015)  Glaciar Trift, na Suíça  Também na Suíça, o Glaciar Trift notavelmente retraiu em cerca de 1,7 quilômetro, de acordo com os pesquisadores. Os registros foram feitos entre 2006 e 2015.    (2006)  (2015)  Glaciar Qori Kalis, no Peru  , Este glaciar peruano, da região de Quelccaya recuou emimpressionantes 1,14 quilômetro entre os anos em que foram fotografados: 1978 e 2016.     (1978)  (2016)  Glaciar Columbia, no Alasca Localizado na costa sudeste do Alasca, o glaciar de Columbia é chamado de “um glaciar de maré”. Isso significa que ele flui diretamente para o mar, de acordo com o Observatório Terrestre da NASA. Em 1794, quando exploradores britânicos examinaram a geleira, eles descobriram que seu “nariz” (chamado de terminus) se projetava para a borda norte da Ilha Heather, próxima à foz da baía de Columbia.  “A geleira manteve essa posição até 1980, quando começou a recuar rapidamente para o local em que está hoje”, disse o Observatório. As imagens abaixo mostram a geleira entre os anos de 2009 e 2015, bem como uma retração glacial de 6,5 quilômetros.     (2009)  (2015)  FONTE: LiveScience
(2015)

Glaciar Stein, na Suíça 
Localizado na Suíça, este glaciar também enfrentou mudanças relevantes em sua paisagem. Recuando cerca de 550 metros, ele foi registrado entre os anos de 2006 e 2015. 
  Uma equipe de cientistas reuniu evidências fotográficas dos efeitos causados pelas mudanças climáticas. Por meio de imagens de “antes e depois”, eles registraram o recuo das geleiras e derretimento do gelo em regiões da Groelândia e Antártida.  A pesquisa de caráter fotográfico foi pulicada no dia 30 de março na revista GSA Today, de acordo com informações da Live Science.  “Nós temos evidências fotográficas não retocadas das geleiras que estão derretendo em todo o Planeta”, disse o coautor do estudo, Gregory Baker, um geólogo da Universidade do Kansas.  “Isso inclui os lençóis de gelo da Groenlândia e da Antártida – que foram consideravelmente reduzidos em tamanho”.  “Estes não são modelos de computador, fantasias ou imagens de satélite em que você teria que fazer todos os tipos de correções”, advertiu. “Estas são simplesmente fotos, algumas registradas até 100 anos atrás. Meus coautores voltaram a muitos desses locais e os clicaram novamente. Então é apenas uma prova direta da perda do gelo em larga escala em todo o mundo”.    Glaciar Mendenhall, no Alasca   Esses registros de 2007 e 2015, feitos no Glaciar Mendenhall do Alasca, revelam que neste período de oito anos houve um recuo de cerca de 550 metros.    (2007)  (2015)   Glaciar Solheimajokull, na Islândia   Também fotografada entre os anos de 2007 e 2015, a geleira localizada na extremidade sul da calota Myrdalsjokull apresentou uma notável diferença de 625 metros de recuo nesse período de oito anos de aquecimento global.   (2007)  (2015)  Glaciar Stein, na Suíça  Localizado na Suíça, este glaciar também enfrentou mudanças relevantes em sua paisagem. Recuando cerca de 550 metros, ele foi registrado entre os anos de 2006 e 2015.    (2006)  (2015)  Glaciar Trift, na Suíça  Também na Suíça, o Glaciar Trift notavelmente retraiu em cerca de 1,7 quilômetro, de acordo com os pesquisadores. Os registros foram feitos entre 2006 e 2015.    (2006)  (2015)  Glaciar Qori Kalis, no Peru  , Este glaciar peruano, da região de Quelccaya recuou emimpressionantes 1,14 quilômetro entre os anos em que foram fotografados: 1978 e 2016.     (1978)  (2016)  Glaciar Columbia, no Alasca Localizado na costa sudeste do Alasca, o glaciar de Columbia é chamado de “um glaciar de maré”. Isso significa que ele flui diretamente para o mar, de acordo com o Observatório Terrestre da NASA. Em 1794, quando exploradores britânicos examinaram a geleira, eles descobriram que seu “nariz” (chamado de terminus) se projetava para a borda norte da Ilha Heather, próxima à foz da baía de Columbia.  “A geleira manteve essa posição até 1980, quando começou a recuar rapidamente para o local em que está hoje”, disse o Observatório. As imagens abaixo mostram a geleira entre os anos de 2009 e 2015, bem como uma retração glacial de 6,5 quilômetros.     (2009)  (2015)  FONTE: LiveScience
(2006)
  Uma equipe de cientistas reuniu evidências fotográficas dos efeitos causados pelas mudanças climáticas. Por meio de imagens de “antes e depois”, eles registraram o recuo das geleiras e derretimento do gelo em regiões da Groelândia e Antártida.  A pesquisa de caráter fotográfico foi pulicada no dia 30 de março na revista GSA Today, de acordo com informações da Live Science.  “Nós temos evidências fotográficas não retocadas das geleiras que estão derretendo em todo o Planeta”, disse o coautor do estudo, Gregory Baker, um geólogo da Universidade do Kansas.  “Isso inclui os lençóis de gelo da Groenlândia e da Antártida – que foram consideravelmente reduzidos em tamanho”.  “Estes não são modelos de computador, fantasias ou imagens de satélite em que você teria que fazer todos os tipos de correções”, advertiu. “Estas são simplesmente fotos, algumas registradas até 100 anos atrás. Meus coautores voltaram a muitos desses locais e os clicaram novamente. Então é apenas uma prova direta da perda do gelo em larga escala em todo o mundo”.    Glaciar Mendenhall, no Alasca   Esses registros de 2007 e 2015, feitos no Glaciar Mendenhall do Alasca, revelam que neste período de oito anos houve um recuo de cerca de 550 metros.    (2007)  (2015)   Glaciar Solheimajokull, na Islândia   Também fotografada entre os anos de 2007 e 2015, a geleira localizada na extremidade sul da calota Myrdalsjokull apresentou uma notável diferença de 625 metros de recuo nesse período de oito anos de aquecimento global.   (2007)  (2015)  Glaciar Stein, na Suíça  Localizado na Suíça, este glaciar também enfrentou mudanças relevantes em sua paisagem. Recuando cerca de 550 metros, ele foi registrado entre os anos de 2006 e 2015.    (2006)  (2015)  Glaciar Trift, na Suíça  Também na Suíça, o Glaciar Trift notavelmente retraiu em cerca de 1,7 quilômetro, de acordo com os pesquisadores. Os registros foram feitos entre 2006 e 2015.    (2006)  (2015)  Glaciar Qori Kalis, no Peru  , Este glaciar peruano, da região de Quelccaya recuou emimpressionantes 1,14 quilômetro entre os anos em que foram fotografados: 1978 e 2016.     (1978)  (2016)  Glaciar Columbia, no Alasca Localizado na costa sudeste do Alasca, o glaciar de Columbia é chamado de “um glaciar de maré”. Isso significa que ele flui diretamente para o mar, de acordo com o Observatório Terrestre da NASA. Em 1794, quando exploradores britânicos examinaram a geleira, eles descobriram que seu “nariz” (chamado de terminus) se projetava para a borda norte da Ilha Heather, próxima à foz da baía de Columbia.  “A geleira manteve essa posição até 1980, quando começou a recuar rapidamente para o local em que está hoje”, disse o Observatório. As imagens abaixo mostram a geleira entre os anos de 2009 e 2015, bem como uma retração glacial de 6,5 quilômetros.     (2009)  (2015)  FONTE: LiveScience
(2015)

Glaciar Trift, na Suíça 
Também na Suíça, o Glaciar Trift notavelmente retraiu em cerca de 1,7 quilômetro, de acordo com os pesquisadores. Os registros foram feitos entre 2006 e 2015. 

(2006)
(2015)

Glaciar Qori Kalis, no Peru  ,
Este glaciar peruano, da região de Quelccaya recuou emimpressionantes 1,14 quilômetro entre os anos em que foram fotografados: 1978 e 2016.  

(1978)
(2016)

Glaciar Columbia, no Alasca
Localizado na costa sudeste do Alasca, o glaciar de Columbia é chamado de “um glaciar de maré”. Isso significa que ele flui diretamente para o mar, de acordo com o Observatório Terrestre da NASA. Em 1794, quando exploradores britânicos examinaram a geleira, eles descobriram que seu “nariz” (chamado de terminus) se projetava para a borda norte da Ilha Heather, próxima à foz da baía de Columbia.  “A geleira manteve essa posição até 1980, quando começou a recuar rapidamente para o local em que está hoje”, disse o Observatório. As imagens abaixo mostram a geleira entre os anos de 2009 e 2015, bem como uma retração glacial de 6,5 quilômetros.  

(2009)
(2015)

FONTE: LiveScience 


Conheça a história surpreendente do primeiro imperador da China

  A China é um dos países mais importantes do mundo, mas nem sempre foi unificado da forma de conhecemos. Em 259 a.C., o local era dividido em sete estados que viviam em guerra em busca do poder.  O clima era tão pesado que a história é conhecida como Período dos Estados Combatentes. Um desses estados em fúria era Qin, e na família real do lugar nasceu Ying Zheng, filho do rei. Aos 13 anos, o príncipe Zheng se tornou rei e governou até os 22 anos com ajuda de um regente, até que assumiu o controle sozinho. Por cerca de uma década, seu objetivo era tomar os outros estados da China e unificar o país sob seu comando.    O mais impressionante é que ele conseguiu conquistar um por um, nesta ordem:Han, Zhao, Wei, Chu, Yan e Qi. Em 221 a.C. ele começou a governar a China já unificada e inclusive trocou o seu nome para Shi Huang, que significa “primeiro imperador”. Qin Shi Huang realizou diversas mudanças para que a China se tornasse uma nação unificada. Ele reorganizou o governo em unidades administrativas, além de criar uma moeda comum e o um padrão de escrita. Essas medidas foram importantes para que os estados não se vissem como nações concorrentes.  Esta época também foi marcada pela construção da infraestrutura da China, que resultou na possibilidade de diferentes viagens e comércio através de uma rede de canais e estradas. A Grande Muralha da China foi erguida nesta época com o objetivo de proteger o local contra possíveis invasores. Mas como nem tudo são flores, algumas medidas de Qin Shi Huang não foram positivas. Nesta época também foi proibida grande parte das religiões, já que ele acreditava que a lealdade deveria ser destinada somente a ele e a seu governo. Como ele queria que a história da China começasse naquele momento, ordenou a queima de todos os livros.  Como o imperador foi alvo de diversas tentativas de assassinato, ficou obcecado pela ideia de se tornar imortal. Além disso, ele se preocupava com o fato de não saber o que encontraria após a morte. Isso fez com que 700 mil trabalhadores construíssem uma tumba com tamanho de uma pequena cidade, protegida por um exército de 8 mil guerreiros de terracota, cavalos e carruagens. Ele também exigiu que o local fosse cercado por rios de mercúrio– elemento que naquela época “garantia a imortalidade”.  Em 210 a.C., Qin Shi Huang morreu e foi enterrado no local. Sua morte ainda é um mistério, mas segundo os especialistas, foi o próprio mercúrio que ele ingeria – em busca da vida eterna – que o levou à morte. O local construído pelo imperador foi descoberto por fazendeiros em 1974. Atualmente, é possível visitá-lo, com direito a guias e loja de lembranças.  FONTE: Field Museum

A China é um dos países mais importantes do mundo, mas nem sempre foi unificado da forma de conhecemos. Em 259 a.C., o local era dividido em sete estados que viviam em guerra em busca do poder.

O clima era tão pesado que a história é conhecida como Período dos Estados Combatentes. Um desses estados em fúria era Qin, e na família real do lugar nasceu Ying Zheng, filho do rei. Aos 13 anos, o príncipe Zheng se tornou rei e governou até os 22 anos com ajuda de um regente, até que assumiu o controle sozinho. Por cerca de uma década, seu objetivo era tomar os outros estados da China e unificar o país sob seu comando.

  A China é um dos países mais importantes do mundo, mas nem sempre foi unificado da forma de conhecemos. Em 259 a.C., o local era dividido em sete estados que viviam em guerra em busca do poder.  O clima era tão pesado que a história é conhecida como Período dos Estados Combatentes. Um desses estados em fúria era Qin, e na família real do lugar nasceu Ying Zheng, filho do rei. Aos 13 anos, o príncipe Zheng se tornou rei e governou até os 22 anos com ajuda de um regente, até que assumiu o controle sozinho. Por cerca de uma década, seu objetivo era tomar os outros estados da China e unificar o país sob seu comando.    O mais impressionante é que ele conseguiu conquistar um por um, nesta ordem:Han, Zhao, Wei, Chu, Yan e Qi. Em 221 a.C. ele começou a governar a China já unificada e inclusive trocou o seu nome para Shi Huang, que significa “primeiro imperador”. Qin Shi Huang realizou diversas mudanças para que a China se tornasse uma nação unificada. Ele reorganizou o governo em unidades administrativas, além de criar uma moeda comum e o um padrão de escrita. Essas medidas foram importantes para que os estados não se vissem como nações concorrentes.  Esta época também foi marcada pela construção da infraestrutura da China, que resultou na possibilidade de diferentes viagens e comércio através de uma rede de canais e estradas. A Grande Muralha da China foi erguida nesta época com o objetivo de proteger o local contra possíveis invasores. Mas como nem tudo são flores, algumas medidas de Qin Shi Huang não foram positivas. Nesta época também foi proibida grande parte das religiões, já que ele acreditava que a lealdade deveria ser destinada somente a ele e a seu governo. Como ele queria que a história da China começasse naquele momento, ordenou a queima de todos os livros.  Como o imperador foi alvo de diversas tentativas de assassinato, ficou obcecado pela ideia de se tornar imortal. Além disso, ele se preocupava com o fato de não saber o que encontraria após a morte. Isso fez com que 700 mil trabalhadores construíssem uma tumba com tamanho de uma pequena cidade, protegida por um exército de 8 mil guerreiros de terracota, cavalos e carruagens. Ele também exigiu que o local fosse cercado por rios de mercúrio– elemento que naquela época “garantia a imortalidade”.  Em 210 a.C., Qin Shi Huang morreu e foi enterrado no local. Sua morte ainda é um mistério, mas segundo os especialistas, foi o próprio mercúrio que ele ingeria – em busca da vida eterna – que o levou à morte. O local construído pelo imperador foi descoberto por fazendeiros em 1974. Atualmente, é possível visitá-lo, com direito a guias e loja de lembranças.  FONTE: Field Museum

O mais impressionante é que ele conseguiu conquistar um por um, nesta ordem:Han, Zhao, Wei, Chu, Yan e Qi. Em 221 a.C. ele começou a governar a China já unificada e inclusive trocou o seu nome para Shi Huang, que significa “primeiro imperador”. Qin Shi Huang realizou diversas mudanças para que a China se tornasse uma nação unificada. Ele reorganizou o governo em unidades administrativas, além de criar uma moeda comum e o um padrão de escrita. Essas medidas foram importantes para que os estados não se vissem como nações concorrentes.
Esta época também foi marcada pela construção da infraestrutura da China, que resultou na possibilidade de diferentes viagens e comércio através de uma rede de canais e estradas. A Grande Muralha da China foi erguida nesta época com o objetivo de proteger o local contra possíveis invasores. Mas como nem tudo são flores, algumas medidas de Qin Shi Huang não foram positivas. Nesta época também foi proibida grande parte das religiões, já que ele acreditava que a lealdade deveria ser destinada somente a ele e a seu governo. Como ele queria que a história da China começasse naquele momento, ordenou a queima de todos os livros.
Como o imperador foi alvo de diversas tentativas de assassinato, ficou obcecado pela ideia de se tornar imortal. Além disso, ele se preocupava com o fato de não saber o que encontraria após a morte. Isso fez com que 700 mil trabalhadores construíssem uma tumba com tamanho de uma pequena cidade, protegida por um exército de 8 mil guerreiros de terracota, cavalos e carruagens. Ele também exigiu que o local fosse cercado por rios de mercúrio– elemento que naquela época “garantia a imortalidade”.
Em 210 a.C., Qin Shi Huang morreu e foi enterrado no local. Sua morte ainda é um mistério, mas segundo os especialistas, foi o próprio mercúrio que ele ingeria – em busca da vida eterna – que o levou à morte. O local construído pelo imperador foi descoberto por fazendeiros em 1974. Atualmente, é possível visitá-lo, com direito a guias e loja de lembranças.
FONTE: Field Museum 

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Astrônomos preveem colisão estelar que poderá iluminar o céu de uma maneira nunca antes vista

  Larry Molnar, astrônomo e professor da Universidade de Calvin, nos EUA, juntamente com seus colegas do Observatório do Ponto do Apache (Karen Kinemuchi) e Universidade de Wyoming (Henry Kobulnicky) previram que uma significante mudança no céu noturno ocorrerá em 2022 pela colisão de duas estrelas– e o fenômeno astronômico extremamente brilhante poderá ser observado da Terra. Com informações da Calvin.edu.  “É uma chance em um milhão prever uma explosão assim”, disse Molnar. “Isso nunca foi medido antes”. No momento, o sistema binário, conhecido como KIC 9832227,abriga duas estrelas que se encontram tão próximas que chegam a dividir uma mesma atmosfera. A exploração de ambas começou em 2013, quando os pesquisadores observaram que ambos os astros estavam apresentando um aumento de velocidade em suas órbitas e de brilho.    No momento da explosão, que ocorrerá em 2022 e sem oferecer qualquer risco à Terra, as estrelas terão seu brilho aumentado em 10 mil vezes e, portanto, poderão ser vistas a olho nu como parte da constelação de Cygnus. A colisão que provocará a fusão das estrelas binárias, em um evento conhecido como “nova luminosa vermelha”, resultará em uma das estrelas mais brilhantes do céu.  Para realizar medições neste sistema binário, os astrônomos se basearam em outro fenômeno primeiramente observado pelo astrônomo polonês Romuald Tylenda. Ele identificou uma “nova vermelha”, chamada de V1309 Scorpii, que ocorreu de maneira inesperada em 2008. Logo, os cientistas exploraram o uso dessa contagem de tempo distinta para identificar novos casos semelhantes, a fim de preparar todas as observações necessárias.  Contudo, embora a previsão tenha sido estabelecida em 2022, vale ressaltar que esta é uma “data limite”, ou seja, é possível que o evento ocorra antes. No entanto, os astrônomos afirmaram que continuarão monitorando a movimentação das estrelas para que fiquem cientes de qualquer eventualidade.  FONTE:  Calvin.edu

Larry Molnar, astrônomo e professor da Universidade de Calvin, nos EUA, juntamente com seus colegas do Observatório do Ponto do Apache (Karen Kinemuchi) e Universidade de Wyoming (Henry Kobulnicky) previram que uma significante mudança no céu noturno ocorrerá em 2022 pela colisão de duas estrelas– e o fenômeno astronômico extremamente brilhante poderá ser observado da Terra. Com informações da Calvin.edu.

É uma chance em um milhão prever uma explosão assim”, disse Molnar. “Isso nunca foi medido antes”. No momento, o sistema binário, conhecido como KIC 9832227,abriga duas estrelas que se encontram tão próximas que chegam a dividir uma mesma atmosfera. A exploração de ambas começou em 2013, quando os pesquisadores observaram que ambos os astros estavam apresentando um aumento de velocidade em suas órbitas e de brilho.

  Larry Molnar, astrônomo e professor da Universidade de Calvin, nos EUA, juntamente com seus colegas do Observatório do Ponto do Apache (Karen Kinemuchi) e Universidade de Wyoming (Henry Kobulnicky) previram que uma significante mudança no céu noturno ocorrerá em 2022 pela colisão de duas estrelas– e o fenômeno astronômico extremamente brilhante poderá ser observado da Terra. Com informações da Calvin.edu.  “É uma chance em um milhão prever uma explosão assim”, disse Molnar. “Isso nunca foi medido antes”. No momento, o sistema binário, conhecido como KIC 9832227,abriga duas estrelas que se encontram tão próximas que chegam a dividir uma mesma atmosfera. A exploração de ambas começou em 2013, quando os pesquisadores observaram que ambos os astros estavam apresentando um aumento de velocidade em suas órbitas e de brilho.    No momento da explosão, que ocorrerá em 2022 e sem oferecer qualquer risco à Terra, as estrelas terão seu brilho aumentado em 10 mil vezes e, portanto, poderão ser vistas a olho nu como parte da constelação de Cygnus. A colisão que provocará a fusão das estrelas binárias, em um evento conhecido como “nova luminosa vermelha”, resultará em uma das estrelas mais brilhantes do céu.  Para realizar medições neste sistema binário, os astrônomos se basearam em outro fenômeno primeiramente observado pelo astrônomo polonês Romuald Tylenda. Ele identificou uma “nova vermelha”, chamada de V1309 Scorpii, que ocorreu de maneira inesperada em 2008. Logo, os cientistas exploraram o uso dessa contagem de tempo distinta para identificar novos casos semelhantes, a fim de preparar todas as observações necessárias.  Contudo, embora a previsão tenha sido estabelecida em 2022, vale ressaltar que esta é uma “data limite”, ou seja, é possível que o evento ocorra antes. No entanto, os astrônomos afirmaram que continuarão monitorando a movimentação das estrelas para que fiquem cientes de qualquer eventualidade.  FONTE:  Calvin.edu

No momento da explosão, que ocorrerá em 2022 e sem oferecer qualquer risco à Terra, as estrelas terão seu brilho aumentado em 10 mil vezes e, portanto, poderão ser vistas a olho nu como parte da constelação de Cygnus. A colisão que provocará a fusão das estrelas binárias, em um evento conhecido como “nova luminosa vermelha”, resultará em uma das estrelas mais brilhantes do céu.
Para realizar medições neste sistema binário, os astrônomos se basearam em outro fenômeno primeiramente observado pelo astrônomo polonês Romuald Tylenda. Ele identificou uma “nova vermelha”, chamada de V1309 Scorpii, que ocorreu de maneira inesperada em 2008. Logo, os cientistas exploraram o uso dessa contagem de tempo distinta para identificar novos casos semelhantes, a fim de preparar todas as observações necessárias.
Contudo, embora a previsão tenha sido estabelecida em 2022, vale ressaltar que esta é uma “data limite”, ou seja, é possível que o evento ocorra antes. No entanto, os astrônomos afirmaram que continuarão monitorando a movimentação das estrelas para que fiquem cientes de qualquer eventualidade.
FONTE:  Calvin.edu 

Brasil testará avião hipersônico em 2020

 Os materiais necessários para suportar o atrito a uma velocidade de Mach 10 estão entre os principais desafios para a fabricação do avião hipersônico.  Avião hipersônico brasileiro  Engenheiros do Instituto de Estudos Avançados (IEAV), em São José dos Campos (SP), estão dentro do cronograma para testar o primeiro avião hipersônico brasileiro em 2020.  O protótipo, batizado de 14-X, uma homenagem ao 14-Bis de Santos Dumont, terá um motor capaz de levar o avião não-tripulado a uma velocidade de 12 mil quilômetros por hora, ou 3 km por segundo - uma velocidade dez vezes mais rápida que o som.  "Queremos hoje sair do nível laboratorial e dar o grande salto que é para o nível de qualificação em voo dessas tecnologias," afirmou Israel Rêgo, gerente do Laboratório de Aerotermodinâmica e Hipersônica do IEAV.  Os testes iniciais do veículo estão sendo realizados no próprio IEAV, que conta com o maior túnel de vento (T3) da América Latina.  Propulsão hipersônica  A tecnologia de propulsão hipersônica aspirada, que utiliza o ar atmosférico para a combustão, está em desenvolvimento por empresas e agências espaciais dos EUA, Europa e Austrália.  O objetivo do programa brasileiro, chamado Prohiper, é projetar, construir e ensaiar em solo e em voo duas tecnologias: a de uma aeronave - em que é estudado o efeito de sustentação hipersônica (waverider), que permite voar na atmosfera - e a de um motor hipersônico, conhecido na comunidade científica como scramjet.  Ao contrário de um motor-foguete, em que o veículo deve levar a bordo tanto o combustível (hidrazina, álcool, hidrogênio, querosene ou outro) quanto o oxidante (oxigênio), o motor hipersônico usa o próprio ar atmosférico como oxidante para a queima do combustível.  Se parece mais simples, há contudo grandes desafios para viabilizar isto, incluindo o atingimento e a sustentação da pressão na câmara de combustão e a fabricação do avião e do motor com materiais que possam resistir ao atrito provocado pelo voo em Mach 10.  "O grande desafio com relação ao motor é conseguir demonstrar a operacionalidade da combustão hipersônica, que é a fonte de energia para realização do voo," detalhou Rêgo.  Lançamento híbrido  Estima-se que a tecnologia de voo hipersônico possa permitir cargas úteis com até 15% do peso da decolagem dos veículos espaciais.  Atualmente, são utilizados motores-foguete de múltiplos estágios baseados em combustão química em que são necessários carregamentos de combustível e oxidante. Com essa configuração, o peso da carga útil - o satélite - fica limitado a cerca de 5% do peso total do veículo lançador.  Com uma configuração híbrida, um avião hipersônico poderia acelerar fortemente pela atmosfera, contando com um estágio-foguete de menor porte para a parte final do voo, já no espaço, para a colocação do satélite em órbita.  FONTE: FAB (Força Aérea Brasileira)
Os materiais necessários para suportar o atrito a uma velocidade de Mach 10 estão entre os principais desafios para a fabricação do avião hipersônico.

Avião hipersônico brasileiro
Engenheiros do Instituto de Estudos Avançados (IEAV), em São José dos Campos (SP), estão dentro do cronograma para testar o primeiro avião hipersônico brasileiro em 2020.
O protótipo, batizado de 14-X, uma homenagem ao 14-Bis de Santos Dumont, terá um motor capaz de levar o avião não-tripulado a uma velocidade de 12 mil quilômetros por hora, ou 3 km por segundo - uma velocidade dez vezes mais rápida que o som.
"Queremos hoje sair do nível laboratorial e dar o grande salto que é para o nível de qualificação em voo dessas tecnologias," afirmou Israel Rêgo, gerente do Laboratório de Aerotermodinâmica e Hipersônica do IEAV.
Os testes iniciais do veículo estão sendo realizados no próprio IEAV, que conta com o maior túnel de vento (T3) da América Latina.
Propulsão hipersônica
A tecnologia de propulsão hipersônica aspirada, que utiliza o ar atmosférico para a combustão, está em desenvolvimento por empresas e agências espaciais dos EUA, Europa e Austrália.
O objetivo do programa brasileiro, chamado Prohiper, é projetar, construir e ensaiar em solo e em voo duas tecnologias: a de uma aeronave - em que é estudado o efeito de sustentação hipersônica (waverider), que permite voar na atmosfera - e a de um motor hipersônico, conhecido na comunidade científica como scramjet.
Ao contrário de um motor-foguete, em que o veículo deve levar a bordo tanto o combustível (hidrazina, álcool, hidrogênio, querosene ou outro) quanto o oxidante (oxigênio), o motor hipersônico usa o próprio ar atmosférico como oxidante para a queima do combustível.
Se parece mais simples, há contudo grandes desafios para viabilizar isto, incluindo o atingimento e a sustentação da pressão na câmara de combustão e a fabricação do avião e do motor com materiais que possam resistir ao atrito provocado pelo voo em Mach 10.
"O grande desafio com relação ao motor é conseguir demonstrar a operacionalidade da combustão hipersônica, que é a fonte de energia para realização do voo," detalhou Rêgo.
Lançamento híbrido
Estima-se que a tecnologia de voo hipersônico possa permitir cargas úteis com até 15% do peso da decolagem dos veículos espaciais.
Atualmente, são utilizados motores-foguete de múltiplos estágios baseados em combustão química em que são necessários carregamentos de combustível e oxidante. Com essa configuração, o peso da carga útil - o satélite - fica limitado a cerca de 5% do peso total do veículo lançador.
Com uma configuração híbrida, um avião hipersônico poderia acelerar fortemente pela atmosfera, contando com um estágio-foguete de menor porte para a parte final do voo, já no espaço, para a colocação do satélite em órbita.
FONTE: FAB (Força Aérea Brasileira)

Brasileiros tentam decifrar misterioso Manuscrito Voynich

 Um dos maiores segredos da criptografia, o Manuscrito Voynich tem 16 cm de largura, 22 de altura e 4 de espessura. São 122 folhas, com um total de 204 páginas Manuscrito Voynich  Técnicas de física estatística estão ajudando a desvendar os segredos do Manuscrito de Voynich, um texto supostamente escrito antes do século 15 e descoberto em 1912.  Apesar das inúmeras ilustrações, ninguém sabe do que o livro trata porque linguagem é cifrada - as tentativas de decifrá-la tem ocupado os criptógrafos há décadas.  Uma análise feita por físicos brasileiros revela agora que os textos do Voynich não são um conjunto de palavras aleatórias e sem significado e de signos sem sentido, como muitos defendem - sobretudo porque até hoje ninguém conseguiu descobrir seu sistema de escrita.  Como as ilustrações encontradas na obra mostram plantas e corpos celestes, os pesquisadores brasileiros juntam-se ao grupo que defende que o livro que pode trazer informações valiosas sobre ervas e astrologia.  A contribuição da física veio com o uso de conceitos de redes complexas e séries temporais, além de estatísticas sobre as palavras no texto. Séries temporais mostram padrão de repetição de palavras no manuscrito  "Com a análise de séries temporais foi possível verificar a intermitência do uso de palavras no texto, ou seja, qual o padrão de repetição de uma mesma palavra ao longo do manuscrito", explica Osvaldo Novais de Oliveira Junior, professor do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP.  "Em outras obras literárias, conseguir identificar esse padrão de intervalos pode dar dicas sobre um autor ou sobre o assunto de um texto," completa ele.  Séries temporais e redes complexas  Para entender a aplicação de séries temporais na análise de textos, imagine que um livro tenha como tema ciências exatas e que seus primeiros capítulos versem sobre física e os últimos sobre matemática.  No começo, é provável que a palavra "relatividade" apareça com frequência, o que não ocorrerá nos capítulos finais, nos quais a palavra "geometria analítica", por exemplo, aparecerá mais vezes.  Outra abordagem importante para investigar o manuscrito de Voynich foi a de redes complexas, em que um texto é representado por uma rede na qual os nós são as palavras, e se estabelecem conexões quando duas palavras aparecerem juntas. Se houver muitas ocorrências dessas palavras, aumenta-se o peso da conexão.  "Das características da rede, de sua topologia, pode-se extrair informações importantes. Dentre essas características, estão quais palavras são mais conectadas, se há formação de aglomerados de palavras em comunidades, e qual é a distribuição de conexões entre as palavras no texto", elucida Oliveira Junior.  Texto real  Para ter certeza de que o texto do Voynich não se tratava de um texto de palavras ao acaso, os físicos o compararam com textos reais em várias línguas, e identificaram parâmetros das redes que permitem distinguir um texto aleatório de um texto real.  "Fizemos redes com textos reais de 15 idiomas e utilizamos mais de 20 métricas para verificar quais distinguiam um texto aleatório de um texto real. Dessa forma, conseguimos verificar que o Voynich não é um texto aleatório. Pretendíamos também identificar a qual idioma o Voynich é mais similar, mas a quantidade de dados de que dispúnhamos não foi suficiente para obter conclusões estatisticamente significativas. Infelizmente não há muitos textos traduzidos em diversas línguas que estejam disponíveis na internet," conta o professor.  Para identificar as palavras-chave do Voynich, os físicos verificaram nas métricas de rede e séries temporais quais palavras se sobressaiam. E para comprovar a razoabilidade da estratégia, foram utilizadas as mesmas táticas para textos de idiomas conhecidos.  "Utilizamos estratégias de controle, para saber se aquela metodologia era eficiente. No nosso caso, comparamos textos do Novo Testamento em 15 idiomas para identificar palavras-chave. Como a estratégia deu certo, ela também foi utilizada para detectar as palavras-chave do Voynich", afirma Oliveira Junior.  Linguagem do Voynich  A conclusão é que o manuscrito Voynich não é um texto aleatório, tendo sido provavelmente escrito em um idioma desconhecido, artificial.  Mais importante ainda é que as estratégias utilizadas pelos pesquisadores funcionaram bem, o que poderá dar pistas importantes aos futuros (e corajosos) decifradores do manuscrito.  O professor comenta que, embora a análise do misterioso Voynich tenha sido um dos alvos principais da pesquisa, as abordagens de física estatística e física computacional desenvolvidas podem ser úteis para muitas outras aplicações. O conhecimento gerado pode auxiliar na análise de grandes volumes de dados, inclusive de textos.  "Hoje, a maneira como uma máquina aprende é muito rudimentar, requerendo intensa participação de humanos. No futuro, será possível que o computador tome decisões de como aprender e fazer aquisições dessas informações, transformando-as em conhecimento, inclusive para ele próprio", avalia ele.  FONTE: USP
Um dos maiores segredos da criptografia, o Manuscrito Voynich tem 16 cm de largura, 22 de altura e 4 de espessura. São 122 folhas, com um total de 204 páginas
Manuscrito Voynich
Técnicas de física estatística estão ajudando a desvendar os segredos do Manuscrito de Voynich, um texto supostamente escrito antes do século 15 e descoberto em 1912.
Apesar das inúmeras ilustrações, ninguém sabe do que o livro trata porque linguagem é cifrada - as tentativas de decifrá-la tem ocupado os criptógrafos há décadas.
Uma análise feita por físicos brasileiros revela agora que os textos do Voynich não são um conjunto de palavras aleatórias e sem significado e de signos sem sentido, como muitos defendem - sobretudo porque até hoje ninguém conseguiu descobrir seu sistema de escrita.
Como as ilustrações encontradas na obra mostram plantas e corpos celestes, os pesquisadores brasileiros juntam-se ao grupo que defende que o livro que pode trazer informações valiosas sobre ervas e astrologia.
A contribuição da física veio com o uso de conceitos de redes complexas e séries temporais, além de estatísticas sobre as palavras no texto. Séries temporais mostram padrão de repetição de palavras no manuscrito
"Com a análise de séries temporais foi possível verificar a intermitência do uso de palavras no texto, ou seja, qual o padrão de repetição de uma mesma palavra ao longo do manuscrito", explica Osvaldo Novais de Oliveira Junior, professor do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP.
"Em outras obras literárias, conseguir identificar esse padrão de intervalos pode dar dicas sobre um autor ou sobre o assunto de um texto," completa ele.
Séries temporais e redes complexas
Para entender a aplicação de séries temporais na análise de textos, imagine que um livro tenha como tema ciências exatas e que seus primeiros capítulos versem sobre física e os últimos sobre matemática.
No começo, é provável que a palavra "relatividade" apareça com frequência, o que não ocorrerá nos capítulos finais, nos quais a palavra "geometria analítica", por exemplo, aparecerá mais vezes.
Outra abordagem importante para investigar o manuscrito de Voynich foi a de redes complexas, em que um texto é representado por uma rede na qual os nós são as palavras, e se estabelecem conexões quando duas palavras aparecerem juntas. Se houver muitas ocorrências dessas palavras, aumenta-se o peso da conexão.
"Das características da rede, de sua topologia, pode-se extrair informações importantes. Dentre essas características, estão quais palavras são mais conectadas, se há formação de aglomerados de palavras em comunidades, e qual é a distribuição de conexões entre as palavras no texto", elucida Oliveira Junior.
Texto real
Para ter certeza de que o texto do Voynich não se tratava de um texto de palavras ao acaso, os físicos o compararam com textos reais em várias línguas, e identificaram parâmetros das redes que permitem distinguir um texto aleatório de um texto real.
"Fizemos redes com textos reais de 15 idiomas e utilizamos mais de 20 métricas para verificar quais distinguiam um texto aleatório de um texto real. Dessa forma, conseguimos verificar que o Voynich não é um texto aleatório. Pretendíamos também identificar a qual idioma o Voynich é mais similar, mas a quantidade de dados de que dispúnhamos não foi suficiente para obter conclusões estatisticamente significativas. Infelizmente não há muitos textos traduzidos em diversas línguas que estejam disponíveis na internet," conta o professor.
Para identificar as palavras-chave do Voynich, os físicos verificaram nas métricas de rede e séries temporais quais palavras se sobressaiam. E para comprovar a razoabilidade da estratégia, foram utilizadas as mesmas táticas para textos de idiomas conhecidos.
"Utilizamos estratégias de controle, para saber se aquela metodologia era eficiente. No nosso caso, comparamos textos do Novo Testamento em 15 idiomas para identificar palavras-chave. Como a estratégia deu certo, ela também foi utilizada para detectar as palavras-chave do Voynich", afirma Oliveira Junior.
Linguagem do Voynich
A conclusão é que o manuscrito Voynich não é um texto aleatório, tendo sido provavelmente escrito em um idioma desconhecido, artificial.
Mais importante ainda é que as estratégias utilizadas pelos pesquisadores funcionaram bem, o que poderá dar pistas importantes aos futuros (e corajosos) decifradores do manuscrito.
O professor comenta que, embora a análise do misterioso Voynich tenha sido um dos alvos principais da pesquisa, as abordagens de física estatística e física computacional desenvolvidas podem ser úteis para muitas outras aplicações. O conhecimento gerado pode auxiliar na análise de grandes volumes de dados, inclusive de textos.
"Hoje, a maneira como uma máquina aprende é muito rudimentar, requerendo intensa participação de humanos. No futuro, será possível que o computador tome decisões de como aprender e fazer aquisições dessas informações, transformando-as em conhecimento, inclusive para ele próprio", avalia ele.
FONTE: USP

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