quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

A qualidade do transporte público no Brasil e os protestos


A qualidade do transporte público no Brasil e os protestos A disseminação da onda de protestos e manifestações que marcou o ano de 2013 no Brasil é representativa do descontentamento da sociedade – ou de parte dela – para com o transporte público. Mais do que simplesmente insatisfeita com o aumento do preço das passagens, a população também se queixa da qualidade dos serviços prestados em todo o país. O transporte público no Brasil estrutura-se, principalmente, pela utilização de ônibus, além de metrôs e trens, em algumas cidades ou regiões. De acordo com a Constituição Federal, o serviço deve ser administrado e mantido pelos municípios, mas os investimentos devem ser realizados também pelos estados e pelo Governo Federal. É importante ressaltar que, quando se refere ao transporte público, não estamos falando somente dos meios de transporte utilizados, mas de questões referentes à mobilidade urbana e à infraestrutura existente para esse transporte, como estações, terminais etc. Além do mais, é preciso que se compreenda que o transporte público não está isolado da lógica urbana, sobretudo das grandes metrópoles, que concentram a maior parte da população do país. Cidades maiores e com uma maior quantidade de zonas segregadas necessitam de um transporte público mais amplo e massificado para evitar a ocorrência de ônibus lotados e insuficientes para atender à população. De um modo geral, o transporte público no Brasil é considerado ruim e ineficiente, com passagens caras e ônibus frequentemente lotados, veículos em condições ruins, além do grande tempo de espera nos pontos de ônibus e metrô. Mas de onde surgiu esse problema? O Brasil teve o seu processo de industrialização ocorrendo de forma tardia e em uma velocidade bastante elevada, assim como aconteceu na ampla maioria dos países subdesenvolvidos e em desenvolvimento. Tal processo motivou o rápido e descontrolado crescimento das cidades através da expansão do êxodo rural (migração em massa da população do campo para as cidades), oriundo da mecanização e concentração de terras no meio agrário. Essa grande massa populacional encontrou no espaço das grandes cidades dificuldades para a sua permanência. Com o valor dos terrenos e imóveis aumentando consideravelmente e sobrevalorizando a todo o momento, as populações menos abastadas tiveram de buscar por moradia em zonas mais afastadas dos grandes centros, além de favelas, invasões e ocupações irregulares de todo o tipo, isso sem falar do contingente populacional em situação de rua. Para piorar, essas zonas segregadas não contaram com investimentos públicos em infraestrutura, o que gerou áreas muito dependentes das regiões urbanas mais valorizadas. Os serviços concentraram-se nos bairros mais nobres e, consequentemente, o emprego também. O trabalhador precisava se deslocar grandes distâncias em cidades cada vez mais “inchadas” para trabalhar ou utilizar serviços públicos e privados. Eis a origem dos problemas do transporte público no país. Essa necessidade de deslocamento não foi acompanhada de uma política de investimentos unificada em nível nacional que permitisse a sua estruturação. O que sempre se viu na história das cidades brasileiras foi uma grande massa de trabalhadores deslocando-se através de ônibus lotados em grandes distâncias. Com o anúncio de aumento das passagens no país em 2013, a insatisfação da população alavancou-se, culminando nos protestos daquilo que vem sendo chamado como “revolta do vinagre”, termo dado em função da proibição por parte da polícia do uso de vinagre em manifestações para conter os efeitos do gás lacrimogêneo utilizado pelo aparelho policial. Por isso, é preciso compreender que os problemas de transporte referem-se à lógica urbana e devem ser entendidos a partir desse contexto. Para tanto, mais do que melhorar o serviço prestado e diminuir o preço das passagens, é preciso democratizar os espaços das cidades, ampliando a mobilidade e descentralizando os investimentos em infraestrutura, que atualmente se encontram presentes majoritariamente nos espaços nobres e centrais das grandes metrópoles.
O aumento do preço das passagens foi o estopim para a revolta da população no 

Brasil 

A disseminação da onda de protestos e manifestações que marcou o ano de 2013 no Brasil é representativa do descontentamento da sociedade – ou de parte dela – para com o transporte público. Mais do que simplesmente insatisfeita com o aumento do preço das passagens, a população também se queixa da qualidade dos serviços prestados em todo o país.
O transporte público no Brasil estrutura-se, principalmente, pela utilização de ônibus, além de metrôs e trens, em algumas cidades ou regiões. De acordo com a Constituição Federal, o serviço deve ser administrado e mantido pelos municípios, mas os investimentos devem ser realizados também pelos estados e pelo Governo Federal.
É importante ressaltar que, quando se refere ao transporte público, não estamos falando somente dos meios de transporte utilizados, mas de questões referentes à mobilidade urbana e à infraestrutura existente para esse transporte, como estações, terminais etc.
Além do mais, é preciso que se compreenda que o transporte público não está isolado da lógica urbana, sobretudo das grandes metrópoles, que concentram a maior parte da população do país. Cidades maiores e com uma maior quantidade de zonas segregadas necessitam de um transporte público mais amplo e massificado para evitar a ocorrência de ônibus lotados e insuficientes para atender à população.
De um modo geral, o transporte público no Brasil é considerado ruim e ineficiente, com passagens caras e ônibus frequentemente lotados, veículos em condições ruins, além do grande tempo de espera nos pontos de ônibus e metrô. Mas de onde surgiu esse problema?
O Brasil teve o seu processo de industrialização ocorrendo de forma tardia e em uma velocidade bastante elevada, assim como aconteceu na ampla maioria dos países subdesenvolvidos e em desenvolvimento. Tal processo motivou o rápido e descontrolado crescimento das cidades através da expansão do êxodo rural (migração em massa da população do campo para as cidades), oriundo da mecanização e concentração de terras no meio agrário.
Essa grande massa populacional encontrou no espaço das grandes cidades dificuldades para a sua permanência. Com o valor dos terrenos e imóveis aumentando consideravelmente e sobrevalorizando a todo o momento, as populações menos abastadas tiveram de buscar por moradia em zonas mais afastadas dos grandes centros, além de favelas, invasões e ocupações irregulares de todo o tipo, isso sem falar do contingente populacional em situação de rua.
Para piorar, essas zonas segregadas não contaram com investimentos públicos em infraestrutura, o que gerou áreas muito dependentes das regiões urbanas mais valorizadas. Os serviços concentraram-se nos bairros mais nobres e, consequentemente, o emprego também. O trabalhador precisava se deslocar grandes distâncias em cidades cada vez mais “inchadas” para trabalhar ou utilizar serviços públicos e privados.
Eis a origem dos problemas do transporte público no país.
Essa necessidade de deslocamento não foi acompanhada de uma política de investimentos unificada em nível nacional que permitisse a sua estruturação. O que sempre se viu na história das cidades brasileiras foi uma grande massa de trabalhadores deslocando-se através de ônibus lotados em grandes distâncias.
Com o anúncio de aumento das passagens no país em 2013, a insatisfação da população alavancou-se, culminando nos protestos daquilo que vem sendo chamado como “revolta do vinagre”, termo dado em função da proibição por parte da polícia do uso de vinagre em manifestações para conter os efeitos do gás lacrimogêneo utilizado pelo aparelho policial.
Por isso, é preciso compreender que os problemas de transporte referem-se à lógica urbana e devem ser entendidos a partir desse contexto. Para tanto, mais do que melhorar o serviço prestado e diminuir o preço das passagens, é preciso democratizar os espaços das cidades, ampliando a mobilidade e descentralizando os investimentos em infraestrutura, que atualmente se encontram presentes majoritariamente nos espaços nobres e centrais das grandes metrópoles.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Húmus de minhoca

O húmus de minhoca é um adubo natural de baixo custo resultante da decomposição de matéria orgânica digerida por esse anelídeo.

Húmus de minhoca O húmus de minhoca é um adubo natural de baixo custo resultante da decomposição de matéria orgânica digerida por esse anelídeo.  Húmus de minhoca O húmus de minhoca é a excreção desse anelídeo  Denominamos de húmus todo o material de natureza orgânica que sofre degradação no solo. Já o húmus de minhoca é um tipo de adubo produzido por minhocas a partir de restos de matéria orgânica (animais e vegetais). É a excreção desse animal.  As minhocas ingerem os restos orgânicos que, ao passar pelo intestino, sofrem transformações ocasionadas pela presença de micro-organismos e algumas substâncias químicas, tais como hormônios. O húmus liberado por esses animais apresenta-se escuro, de modo semelhante ao pó de café, e seu odor assemelha-se ao de solo de mata.  O húmus de minhocas é uma substância que confere uma nutrição de qualidade para as plantas, além de prevenir algumas doenças. Ele possui diversos nutrientes, tais como nitrogênio, fósforo e potássio, além de alguns hormônios. Todos esses nutrientes são facilmente absorvidos pela planta, o que torna o húmus de minhoca muito eficiente. Vale lembrar que as minhocas, além de produzirem esse importante adubo, são responsáveis também pela aeração do solo e, portanto, são ótimas para a agricultura.  O húmus de minhoca é uma forma de adubação muito barata que pode ser usada facilmente por qualquer produtor. A produção desse adubo pode ser realizada na própria propriedade, o que diminui custos com a aquisição de insumos industriais.  A implantação de minhocários pode ser uma alternativa para alguns agricultores como forma de reduzir alguns custos com adubação. A minhoca mais utilizada para implementação da minhocultura é a espécie conhecida como Vermelha-da-Califórnia, pois se reproduz rápido e consome grande quantidade de matéria orgânica. O material utilizado como matéria-prima geralmente é esterco de animais, entretanto, podem ser usadas cascas de frutas e verduras, restos de poda, entre outros. É importante que materiais que atraem ratos e baratas não sejam usados, tais como restos de comida.  A EMBRAPA (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) tem desenvolvido diversas técnicas para a construção de um minhocário barato e eficiente. Entre uma dessas técnicas, pode-se destacar o minhocário campeiro de bambu, em que todas as paredes laterais são feitas de bambu entrelaçado. O ideal é que seja montado ao ar livre, em local com sombra e relativa declividade para que não se acumule muita água. Para que a água das chuvas não o destrua, pode ser feita uma tampa com bambu ou, então, cobrir a estrutura com folhas. Depois de montada a estrutura, deve-se forrar o fundo do minhocário com sombrite ou filme plástico perfurado. Em seguida, coloca-se uma grande população de minhocas no fundo, cobrindo-as com resíduo orgânico.  O húmus de minhoca é, sem dúvidas, uma grande alternativa para o produtor rural diminuir gastos na sua produção. Além disso, é uma forma de aproveitar os resíduos orgânicos que são produzidos em uma propriedade e melhorar a qualidade do solo.
O húmus de minhoca é a excreção desse anelídeo

Denominamos de húmus todo o material de natureza orgânica que sofre degradação no solo. Já o húmus de minhoca é um tipo de adubo produzido por minhocas a partir de restos de matéria orgânica (animais e vegetais). É a excreção desse animal.
As minhocas ingerem os restos orgânicos que, ao passar pelo intestino, sofrem transformações ocasionadas pela presença de micro-organismos e algumas substâncias químicas, tais como hormônios. O húmus liberado por esses animais apresenta-se escuro, de modo semelhante ao pó de café, e seu odor assemelha-se ao de solo de mata.
O húmus de minhocas é uma substância que confere uma nutrição de qualidade para as plantas, além de prevenir algumas doenças. Ele possui diversos nutrientes, tais como nitrogênio, fósforo e potássio, além de alguns hormônios. Todos esses nutrientes são facilmente absorvidos pela planta, o que torna o húmus de minhoca muito eficiente. Vale lembrar que as minhocas, além de produzirem esse importante adubo, são responsáveis também pela aeração do solo e, portanto, são ótimas para a agricultura.
O húmus de minhoca é uma forma de adubação muito barata que pode ser usada facilmente por qualquer produtor. A produção desse adubo pode ser realizada na própria propriedade, o que diminui custos com a aquisição de insumos industriais.
implantação de minhocários pode ser uma alternativa para alguns agricultores como forma de reduzir alguns custos com adubação. A minhoca mais utilizada para implementação da minhocultura é a espécie conhecida como Vermelha-da-Califórnia, pois se reproduz rápido e consome grande quantidade de matéria orgânica. O material utilizado como matéria-prima geralmente é esterco de animais, entretanto, podem ser usadas cascas de frutas e verduras, restos de poda, entre outros. É importante que materiais que atraem ratos e baratas não sejam usados, tais como restos de comida.
A EMBRAPA (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) tem desenvolvido diversas técnicas para a construção de um minhocário barato e eficiente. Entre uma dessas técnicas, pode-se destacar o minhocário campeiro de bambu, em que todas as paredes laterais são feitas de bambu entrelaçado. O ideal é que seja montado ao ar livre, em local com sombra e relativa declividade para que não se acumule muita água. Para que a água das chuvas não o destrua, pode ser feita uma tampa com bambu ou, então, cobrir a estrutura com folhas. Depois de montada a estrutura, deve-se forrar o fundo do minhocário com sombrite ou filme plástico perfurado. Em seguida, coloca-se uma grande população de minhocas no fundo, cobrindo-as com resíduo orgânico.
O húmus de minhoca é, sem dúvidas, uma grande alternativa para o produtor rural diminuir gastos na sua produção. Além disso, é uma forma de aproveitar os resíduos orgânicos que são produzidos em uma propriedade e melhorar a qualidade do solo.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Uma nova prática inclusiva


Uma nova prática inclusiva O programa de educação inclusiva tem como objetivo colocar em prática uma nova definição, tornando a educação capaz de acolher todo indivíduo, independente das diferenças, eliminando os preconceitos existentes entre os diversos povos e culturas.  Segundo dados do MEC (Ministério da Educação) e SEESP (Secretaria de Educação Especial de São Paulo), o programa de educação inclusiva tem oferecido melhores condições e permanência nas escolas com necessidades educacionais especiais e classes comuns da rede regular de ensino.  A educação inclusiva é tida como uma questão que envolve os direitos humanos de um indivíduo, mas infelizmente o histórico da deficiência no mundo apresenta uma realidade deprimente. Segundo estudiosos, somente por volta dos anos 90 que iniciaram as construções de novas visões da deficiência mental.  Para um educador poder desenvolver um bom trabalho no processo de construção de uma Educação Inclusiva é necessário ocorrer mudanças na questão de gestão escolar, preparando professores nas metodologias que envolvem a educação inclusiva, de forma que venha solucionar as necessidades dos alunos.  Os educadores devem ter o entendimento claro de que o indivíduo com deficiência deve ser inserido no espaço da escola de forma complexa, sem ter nenhum tipo de tratamento ou conduta especial que venha excluí-lo das dinâmicas escolares. Aspectos importantes devem ser observados e sugeridos, segundo doutores na vivência da Educação Inclusiva:   • Conscientizar a comunidade de que o deficiente não vai atrapalhar a aprendizagem dos demais.  • Ter como Filosofia da Educação a consideração às diferenças no aprendizado.  • Ter uma equipe de professores preparados para momentos inusitados.  • Matricular o aluno especial na sala de aula conforme sua idade cronológica.  • Avaliar a aprendizagem do aluno conforme seu potencial.  • Quando necessário, solicitar à família atendimento médico para o aluno.  • Não deixar de aplicar certos conteúdos ao aluno, temendo seu aprendizado e outros.  Segundo dados do MEC (Ministério da Educação) e SEESP (Secretaria de Educação Especial de São Paulo), no processo de formação de gestores e educadores dos sistemas educacionais de inclusão, determinados eixos temáticos são considerados como prioridade nessa formação. Conheçam quais são eles:   Eixos Temáticos da formação de Gestores e Educadores /2005-2006  • Inclusão: Um Desafio para os Sistemas Educacionais  • Fundamentos e Princípios da Educação Inclusiva  • Valores e Paradigmas na Atenção às pessoas com Deficiência  • Diversidade Humana na Escola  • Fundamentos Legais para a Implantação do Sistema Educacional Inclusivo  • Concepções, Princípios e Diretrizes de um Sistema Educacional Inclusivo: o Município, a Escola e a Família.  • Escola e Família: Um Compromisso Comum em Educação  • Educação Infantil no Sistema Educacional Inclusivo  • Orientações e Marcos Legais para a Inclusão  • Experiências Educacionais Inclusivas  • Atendimento Educacional Especializado para Deficiência Mental  • Tecnologias Assistivas no Processo Educacional  • Surdocegueira: Processo de Ensinar e Aprender  • Educação de Alunos com Superdotação/Altas Habilidades  • Inclusão de Alunos Surdos/Deficiência Auditiva  • Inclusão de Alunos Cegos/Deficiência Visual  • Inclusão de Alunos com Autismo.  O ideal é que todas as pessoas que estão envolvidas no processo educacional de inclusão, desde a família até o educador, tenham a consciência da importância de evoluir, com o objetivo de fazer uma revolução educacional de forma que venha enriquecer o progresso da Educação Inclusiva.
O processo de educação inclusiva

O programa de educação inclusiva tem como objetivo colocar em prática uma nova definição, tornando a educação capaz de acolher todo indivíduo, independente das diferenças, eliminando os preconceitos existentes entre os diversos povos e culturas. 
Segundo dados do MEC (Ministério da Educação) e SEESP (Secretaria de Educação Especial de São Paulo), o programa de educação inclusiva tem oferecido melhores condições e permanência nas escolas com necessidades educacionais especiais e classes comuns da rede regular de ensino. 
A educação inclusiva é tida como uma questão que envolve os direitos humanos de um indivíduo, mas infelizmente o histórico da deficiência no mundo apresenta uma realidade deprimente. Segundo estudiosos, somente por volta dos anos 90 que iniciaram as construções de novas visões da deficiência mental. 
Para um educador poder desenvolver um bom trabalho no processo de construção de uma Educação Inclusiva é necessário ocorrer mudanças na questão de gestão escolar, preparando professores nas metodologias que envolvem a educação inclusiva, de forma que venha solucionar as necessidades dos alunos. 
Os educadores devem ter o entendimento claro de que o indivíduo com deficiência deve ser inserido no espaço da escola de forma complexa, sem ter nenhum tipo de tratamento ou conduta especial que venha excluí-lo das dinâmicas escolares. Aspectos importantes devem ser observados e sugeridos, segundo doutores na vivência da Educação Inclusiva: 

• Conscientizar a comunidade de que o deficiente não vai atrapalhar a aprendizagem dos demais. 
• Ter como Filosofia da Educação a consideração às diferenças no aprendizado. 
• Ter uma equipe de professores preparados para momentos inusitados. 
• Matricular o aluno especial na sala de aula conforme sua idade cronológica. 
• Avaliar a aprendizagem do aluno conforme seu potencial. 
• Quando necessário, solicitar à família atendimento médico para o aluno. 
• Não deixar de aplicar certos conteúdos ao aluno, temendo seu aprendizado e outros. 
Segundo dados do MEC (Ministério da Educação) e SEESP (Secretaria de Educação Especial de São Paulo), no processo de formação de gestores e educadores dos sistemas educacionais de inclusão, determinados eixos temáticos são considerados como prioridade nessa formação. Conheçam quais são eles: 

Eixos Temáticos da formação de Gestores e Educadores /2005-2006 
• Inclusão: Um Desafio para os Sistemas Educacionais 
• Fundamentos e Princípios da Educação Inclusiva 
• Valores e Paradigmas na Atenção às pessoas com Deficiência 
• Diversidade Humana na Escola 
• Fundamentos Legais para a Implantação do Sistema Educacional Inclusivo 
• Concepções, Princípios e Diretrizes de um Sistema Educacional Inclusivo: o Município, a Escola e a Família. 
• Escola e Família: Um Compromisso Comum em Educação 
• Educação Infantil no Sistema Educacional Inclusivo 
• Orientações e Marcos Legais para a Inclusão 
• Experiências Educacionais Inclusivas 
• Atendimento Educacional Especializado para Deficiência Mental 
• Tecnologias Assistivas no Processo Educacional 
• Surdocegueira: Processo de Ensinar e Aprender 
• Educação de Alunos com Superdotação/Altas Habilidades 
• Inclusão de Alunos Surdos/Deficiência Auditiva 
• Inclusão de Alunos Cegos/Deficiência Visual 
• Inclusão de Alunos com Autismo. 
O ideal é que todas as pessoas que estão envolvidas no processo educacional de inclusão, desde a família até o educador, tenham a consciência da importância de evoluir, com o objetivo de fazer uma revolução educacional de forma que venha enriquecer o progresso da Educação Inclusiva.

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

FMI


FMI Em 1944, durante a conferência de Bretton Woods, nos Estados Unidos, foi criado o FMI (Fundo Monetário Internacional). Foi criado para trazer mais estabilidade ao câmbio dos países capitalistas e para levantar fundos que auxiliassem as nações com dificuldades financeiras. Tal organização é composta por 184 países membros.  As finalidades do FMI são:  1º) Promover a cooperação monetária internacional, através de uma instituição permanente que forneça a maquinaria para a colaboração em problemas monetários internacionais.  2º) Para facilitar a expansão e o crescimento equilibrado do comércio internacional, e para contribuí-los desse modo há a promoção e à manutenção de níveis de emprego elevados e da renda real e ao desenvolvimento dos recursos produtivos de todos os membros como objetivos preliminares da política econômica.  3º) Para promover a estabilidade de troca, para manter arranjos de troca em ordem entre membros, e para evitar a depreciação do competidor da troca.  4º) Para ajudar no estabelecimento de um sistema multilateral dos pagamentos no respeito de transações atuais entre membros e na eliminação das limitações de troca estrangeira que rompe o crescimento do comércio de mundo.  5º) Para dar a confiança aos membros fazendo os recursos gerais do fundo temporariamente disponível a eles sob proteções adequadas, assim fornecendo as com a oportunidade de corrigir desajustamentos em seu contrapeso de pagamentos sem recorrer às medidas destrutivas da prosperidade nacional ou internacional.  6º) De acordo com o acima, para encurtar a duração e para diminuir o grau de desequilíbrio nos contrapesos de pagamentos internacionais dos membros.
Protestos contra o FMI

Em 1944, durante a conferência de Bretton Woods, nos Estados Unidos, foi criado o FMI (Fundo Monetário Internacional). Foi criado para trazer mais estabilidade ao câmbio dos países capitalistas e para levantar fundos que auxiliassem as nações com dificuldades financeiras. Tal organização é composta por 184 países membros.

As finalidades do FMI são:

1º) Promover a cooperação monetária internacional, através de uma instituição permanente que forneça a maquinaria para a colaboração em problemas monetários internacionais.

2º) Para facilitar a expansão e o crescimento equilibrado do comércio internacional, e para contribuí-los desse modo há a promoção e à manutenção de níveis de emprego elevados e da renda real e ao desenvolvimento dos recursos produtivos de todos os membros como objetivos preliminares da política econômica.

3º) Para promover a estabilidade de troca, para manter arranjos de troca em ordem entre membros, e para evitar a depreciação do competidor da troca.

4º) Para ajudar no estabelecimento de um sistema multilateral dos pagamentos no respeito de transações atuais entre membros e na eliminação das limitações de troca estrangeira que rompe o crescimento do comércio de mundo.

5º) Para dar a confiança aos membros fazendo os recursos gerais do fundo temporariamente disponível a eles sob proteções adequadas, assim fornecendo as com a oportunidade de corrigir desajustamentos em seu contrapeso de pagamentos sem recorrer às medidas destrutivas da prosperidade nacional ou internacional.

6º) De acordo com o acima, para encurtar a duração e para diminuir o grau de desequilíbrio nos contrapesos de pagamentos internacionais dos membros.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Evolucionismo

Desenvolvida principalmente por Charles Darwin, a teoria do Evolucionismo afirma que a sobrevivência das espécies está relacionada com sua seleção natural.

Evolucionismo Desenvolvida principalmente por Charles Darwin, a teoria do Evolucionismo afirma que a sobrevivência das espécies está relacionada com sua seleção natural.  Evolucionismo Estátua de Charles Darwin no Museu de História Natural de Londres  Evolucionismo é uma teoria elaborada e desenvolvida por diversos cientistas para explicar as alterações sofridas pelas diversas espécies de seres vivos ao longo do tempo, em sua relação com o meio ambiente onde elas habitam. O principal cientista ligado ao evolucionismo foi o inglês Charles Robert Darwin (1809-1882), que publicou, em 1859, a obra Sobre a origem das espécies por meio da seleção natural ou a conservação das raças favorecidas na luta pela vida, ou como é mais comumente conhecida, A Origem das Espécies.  Darwin elaborou sua principal obra a partir de uma pesquisa realizada em várias partes do mundo, após uma viagem de circum-navegação ocorrida entre 1831 e 1836, coordenada pelo Almirantado britânico. Nessa viagem, o cientista inglês pôde perceber como diversas espécies aparentadas possuíam características distintas, dependendo do local em que eram encontradas.  Darwin pôde perceber ainda que entre espécies extintas e espécies presentes no meio ambiente havia características comuns. Isso o levou a afirmar que havia um caráter mutável entre as espécies, e não uma característica imutável como antes era comum entender. As espécies não existem da mesma forma ao longo do tempo, elas evoluem. Durante a evolução, elas transmitem geneticamente essas mudanças às gerações posteriores.  Entretanto, para Darwin, evoluir é mudar biologicamente (e não necessariamente se tornar melhor), e as mudanças geralmente ocorrem para que exista uma adaptação das espécies ao meio ambiente em que vivem. A esse processo de mudança em consonância com o meio ambiente Charles Darwin deu o nome de seleção natural.  Charge de Charles Darwin como um macaco, em capa da revista satírica La Petite Lune Charge de Charles Darwin como um macaco, em capa da revista satírica La Petite Lune A teoria elaborada por Charles Darwin causou grande polêmica no meio científico. Isso mesmo tendo existido antes dele cientistas que já afirmavam que toda a alteração no mundo orgânico, bem como no mundo inorgânico, é o resultado de uma lei, e não uma intervenção miraculosa, como escreveu o naturalista francês Jean-Baptiste de Lamark (1744-1829).  Havia ainda à época uma noção de que as espécies tinham suas características fixadas desde o início de sua existência, não havendo o caráter de mudança não divina apontada pelo cientista inglês. Tal concepção era fortemente influenciada pela filosofia religiosa cristã, da criação por Deus de todos os seres vivos desde o início do mundo. Até Charles Darwin teve suas convicções religiosas abaladas com os resultados de suas pesquisas, o que o levou a se recusar a apresentá-los por cerca de vinte anos.  Uma polêmica constante na teoria evolucionista está relacionada com os seres humanos. No que se refere à evolução de homens e mulheres, o evolucionismo indica que nós temos um ancestral comum com algumas espécies de macacos, como o chimpanzé. Pesquisas recentes de decodificação do genoma indicam uma semelhança de 98% entre os genes de seres humanos e chimpanzés. Porém, isso não quer dizer que o homem descende do macaco. Indica apenas que somos parentes.
Estátua de Charles Darwin no Museu de História Natural de Londres

Evolucionismo é uma teoria elaborada e desenvolvida por diversos cientistas para explicar as alterações sofridas pelas diversas espécies de seres vivos ao longo do tempo, em sua relação com o meio ambiente onde elas habitam. O principal cientista ligado ao evolucionismo foi o inglês Charles Robert Darwin (1809-1882), que publicou, em 1859, a obra Sobre a origem das espécies por meio da seleção natural ou a conservação das raças favorecidas na luta pela vida, ou como é mais comumente conhecida, A Origem das Espécies.
Darwin elaborou sua principal obra a partir de uma pesquisa realizada em várias partes do mundo, após uma viagem de circum-navegação ocorrida entre 1831 e 1836, coordenada pelo Almirantado britânico. Nessa viagem, o cientista inglês pôde perceber como diversas espécies aparentadas possuíam características distintas, dependendo do local em que eram encontradas.
Darwin pôde perceber ainda que entre espécies extintas e espécies presentes no meio ambiente havia características comuns. Isso o levou a afirmar que havia um caráter mutável entre as espécies, e não uma característica imutável como antes era comum entender. As espécies não existem da mesma forma ao longo do tempo, elas evoluem. Durante a evolução, elas transmitem geneticamente essas mudanças às gerações posteriores.
Entretanto, para Darwin, evoluir é mudar biologicamente (e não necessariamente se tornar melhor), e as mudanças geralmente ocorrem para que exista uma adaptação das espécies ao meio ambiente em que vivem. A esse processo de mudança em consonância com o meio ambiente Charles Darwin deu o nome de seleção natural.
Charge de Charles Darwin como um macaco, em capa da revista satírica La Petite Lune Desenvolvida principalmente por Charles Darwin, a teoria do Evolucionismo afirma que a sobrevivência das espécies está relacionada com sua seleção natural.  Evolucionismo Estátua de Charles Darwin no Museu de História Natural de Londres  Evolucionismo é uma teoria elaborada e desenvolvida por diversos cientistas para explicar as alterações sofridas pelas diversas espécies de seres vivos ao longo do tempo, em sua relação com o meio ambiente onde elas habitam. O principal cientista ligado ao evolucionismo foi o inglês Charles Robert Darwin (1809-1882), que publicou, em 1859, a obra Sobre a origem das espécies por meio da seleção natural ou a conservação das raças favorecidas na luta pela vida, ou como é mais comumente conhecida, A Origem das Espécies.  Darwin elaborou sua principal obra a partir de uma pesquisa realizada em várias partes do mundo, após uma viagem de circum-navegação ocorrida entre 1831 e 1836, coordenada pelo Almirantado britânico. Nessa viagem, o cientista inglês pôde perceber como diversas espécies aparentadas possuíam características distintas, dependendo do local em que eram encontradas.  Darwin pôde perceber ainda que entre espécies extintas e espécies presentes no meio ambiente havia características comuns. Isso o levou a afirmar que havia um caráter mutável entre as espécies, e não uma característica imutável como antes era comum entender. As espécies não existem da mesma forma ao longo do tempo, elas evoluem. Durante a evolução, elas transmitem geneticamente essas mudanças às gerações posteriores.  Entretanto, para Darwin, evoluir é mudar biologicamente (e não necessariamente se tornar melhor), e as mudanças geralmente ocorrem para que exista uma adaptação das espécies ao meio ambiente em que vivem. A esse processo de mudança em consonância com o meio ambiente Charles Darwin deu o nome de seleção natural.  Charge de Charles Darwin como um macaco, em capa da revista satírica La Petite Lune Charge de Charles Darwin como um macaco, em capa da revista satírica La Petite Lune A teoria elaborada por Charles Darwin causou grande polêmica no meio científico. Isso mesmo tendo existido antes dele cientistas que já afirmavam que toda a alteração no mundo orgânico, bem como no mundo inorgânico, é o resultado de uma lei, e não uma intervenção miraculosa, como escreveu o naturalista francês Jean-Baptiste de Lamark (1744-1829).  Havia ainda à época uma noção de que as espécies tinham suas características fixadas desde o início de sua existência, não havendo o caráter de mudança não divina apontada pelo cientista inglês. Tal concepção era fortemente influenciada pela filosofia religiosa cristã, da criação por Deus de todos os seres vivos desde o início do mundo. Até Charles Darwin teve suas convicções religiosas abaladas com os resultados de suas pesquisas, o que o levou a se recusar a apresentá-los por cerca de vinte anos.  Uma polêmica constante na teoria evolucionista está relacionada com os seres humanos. No que se refere à evolução de homens e mulheres, o evolucionismo indica que nós temos um ancestral comum com algumas espécies de macacos, como o chimpanzé. Pesquisas recentes de decodificação do genoma indicam uma semelhança de 98% entre os genes de seres humanos e chimpanzés. Porém, isso não quer dizer que o homem descende do macaco. Indica apenas que somos parentes.
Charge de Charles Darwin como um macaco, em capa da revista satírica La Petite Lune

A teoria elaborada por Charles Darwin causou grande polêmica no meio científico. Isso mesmo tendo existido antes dele cientistas que já afirmavam que toda a alteração no mundo orgânico, bem como no mundo inorgânico, é o resultado de uma lei, e não uma intervenção miraculosa, como escreveu o naturalista francês Jean-Baptiste de Lamark (1744-1829).
Havia ainda à época uma noção de que as espécies tinham suas características fixadas desde o início de sua existência, não havendo o caráter de mudança não divina apontada pelo cientista inglês. Tal concepção era fortemente influenciada pela filosofia religiosa cristã, da criação por Deus de todos os seres vivos desde o início do mundo. Até Charles Darwin teve suas convicções religiosas abaladas com os resultados de suas pesquisas, o que o levou a se recusar a apresentá-los por cerca de vinte anos.
Uma polêmica constante na teoria evolucionista está relacionada com os seres humanos. No que se refere à evolução de homens e mulheres, o evolucionismo indica que nós temos um ancestral comum com algumas espécies de macacos, como o chimpanzé. Pesquisas recentes de decodificação do genoma indicam uma semelhança de 98% entre os genes de seres humanos e chimpanzés. Porém, isso não quer dizer que o homem descende do macaco. Indica apenas que somos parentes.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Al-Qaeda

Criada por Osama Bin Laden, em 1989, a Al-Qaeda (“A Base” em árabe) é uma organização terrorista formada, principalmente, por fundamentalistas islâmicos e árabes. A princípio, o foco de atuação da Al-Qaeda tinha por objetivo expulsar as tropas russas do território do Afeganistão. Durante esse período os Estados Unidos realizavam ajuda financeira à organização para a compra de armas e realização de treinamentos. No entanto, com a Guerra do Golfo e a instalação de bases militares estadunidenses na península arábica, sede dos principais santuários do Islã, Bin Laden iniciou uma campanha contra os estadunidenses. Esse fato fez com que o rei Fahd expulsasse Bin Laden da Arábia Saudita, em 1991. 

O líder da Al-Qaeda, após ser expulso da Arábia Saudita, passou cinco anos no Sudão, local onde comandou seus primeiros atentados contra instalações militares dos Estados Unidos. Em 1998, a organização assumiu a autoria da explosão de duas embaixadas estadunidenses, localizadas na África, causando 224 mortes. Bin Laden passou a utilizar um discurso ideológico contra os Estados Unidos, alegando que esse país realizava uma política de opressão aos mulçumanos, considerados, portanto, seus principais inimigos.


Criada por Osama Bin Laden, em 1989, a Al-Qaeda (“A Base” em árabe) é uma organização terrorista formada, principalmente, por fundamentalistas islâmicos e árabes. A princípio, o foco de atuação da Al-Qaeda tinha por objetivo expulsar as tropas russas do território do Afeganistão. Durante esse período os Estados Unidos realizavam ajuda financeira à organização para a compra de armas e realização de treinamentos. No entanto, com a Guerra do Golfo e a instalação de bases militares estadunidenses na península arábica, sede dos principais santuários do Islã, Bin Laden iniciou uma campanha contra os estadunidenses. Esse fato fez com que o rei Fahd expulsasse Bin Laden da Arábia Saudita, em 1991.   O líder da Al-Qaeda, após ser expulso da Arábia Saudita, passou cinco anos no Sudão, local onde comandou seus primeiros atentados contra instalações militares dos Estados Unidos. Em 1998, a organização assumiu a autoria da explosão de duas embaixadas estadunidenses, localizadas na África, causando 224 mortes. Bin Laden passou a utilizar um discurso ideológico contra os Estados Unidos, alegando que esse país realizava uma política de opressão aos mulçumanos, considerados, portanto, seus principais inimigos.   Osama Bin Laden e Ayman al-Zawahiri  A Al-Qaeda passou a ser conhecida, mundialmente, após o maior atentado terrorista da história. No dia 11 de setembro de 2001, 19 integrantes dessa organização sequestraram quatro aviões comerciais nos Estados Unidos, onde duas aeronaves foram lançadas contra as torres gêmeas doWorld Trade Center, promovendo a destruição dos prédios mais altos de Nova York. Outro avião caiu em Washington, no Pentágono. A quarta aeronave caiu em um campo próximo à Pittsburgh.   Esses atentados terroristas provocaram a morte de aproximadamente 3 mil pessoas, além de gerar um prejuízo financeiro de 90 bilhões de dólares aos Estados Unidos.   A Al-Qaeda juntou-se ao regime do Talibã, no Afeganistão. Foram construídos campos de treinamentos nesse país, ocorrendo também um grande recrutamento de soldados para a organização. Porém, após os atentados de 11 de setembro houve uma intervenção de tropas estadunidenses e britânicas em solo afegão. Cabul, capital afegã, foi bombardeada, e os campos de treinamento da Al Qaeda, destruídos.  O regime Talibã foi deposto e, após quase 10 anos da invasão, Osama Bin Laden foi capturado e morto na cidade de Abbottabad, próximo a Islamabad, capital do Paquistão, conforme pronunciamento realizado em 1 de maio de 2011 pelo atual presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.   Atualmente, a Al-Qaeda possui bases em vários países (Somália, Argélia, Líbia, Chade, etc.), suas ações terroristas ocorrem em nações ocidentais e em países muçulmanos que apoiam os Estados Unidos, como, a Arábia Saudita, a Turquia e a Indonésia.
Osama Bin Laden e Ayman al-Zawahiri

A Al-Qaeda passou a ser conhecida, mundialmente, após o maior atentado terrorista da história. No dia 11 de setembro de 2001, 19 integrantes dessa organização sequestraram quatro aviões comerciais nos Estados Unidos, onde duas aeronaves foram lançadas contra as torres gêmeas doWorld Trade Center, promovendo a destruição dos prédios mais altos de Nova York. Outro avião caiu em Washington, no Pentágono. A quarta aeronave caiu em um campo próximo à Pittsburgh. 

Esses atentados terroristas provocaram a morte de aproximadamente 3 mil pessoas, além de gerar um prejuízo financeiro de 90 bilhões de dólares aos Estados Unidos. 

A Al-Qaeda juntou-se ao regime do Talibã, no Afeganistão. Foram construídos campos de treinamentos nesse país, ocorrendo também um grande recrutamento de soldados para a organização. Porém, após os atentados de 11 de setembro houve uma intervenção de tropas estadunidenses e britânicas em solo afegão. Cabul, capital afegã, foi bombardeada, e os campos de treinamento da Al Qaeda, destruídos. 
O regime Talibã foi deposto e, após quase 10 anos da invasão, Osama Bin Laden foi capturado e morto na cidade de Abbottabad, próximo a Islamabad, capital do Paquistão, conforme pronunciamento realizado em 1 de maio de 2011 pelo atual presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. 

Atualmente, a Al-Qaeda possui bases em vários países (Somália, Argélia, Líbia, Chade, etc.), suas ações terroristas ocorrem em nações ocidentais e em países muçulmanos que apoiam os Estados Unidos, como, a Arábia Saudita, a Turquia e a Indonésia.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Brasil na Nova Ordem Mundial

O Brasil na Nova Ordem Mundial vem adquirindo um papel cada vez mais relevante em função de sua presença no grupo de nações emergentes.

Brasil na Nova Ordem Mundial Entende-se por Nova Ordem Mundial o contexto econômico, político e militar entre os Estados no plano internacional no período que sucede a queda do Muro de Berlim e o fim da Guerra Fria, em que o sistema capitalista se consolidou, até o momento, como a premissa dominante e os Estados Unidos como a principal potência mundial.  Esse período, chamado de multipolar para designar as várias potências que dominam a ordem mundial (Japão, EUA, União Europeia e China) e unimultipolar para fazer referência ao papel destacado dos norte-americanos frente aos demais, é marcado por novas perspectivas. Antes, no mundo bipolar, as corridas armamentista e espacial ditavam o ritmo de desenvolvimento, o que agora ocupa um segundo plano em detrimento do ritmo de crescimento social e econômico das nações.  Organizações militares, como a OTAN, apesar de ainda importantes, passaram a ocupar um segundo plano, em benefício dos blocos econômicos, com destaque para a União Europeia. A polarização mundial entre leste e oeste, que coloca em lados opostos os países capitalistas e socialistas, foi substituída pela oposição norte-sul, dos países centrais contra os países periféricos.  Nesse contexto, o papel do Brasil na Nova Ordem Mundial pautou-se em transformações em seu comportamento político e econômico. No âmbito político, o regime ditatorial foi substituído na década de 1980 por uma democracia presidencialista, quando os governos posteriores adotaram uma política neoliberal, minimizando a participação do Estado na economia e garantindo o predomínio da iniciativa privada, inclusive em setores estratégicos, como a mineração, os transportes, as telecomunicações e energia.  Essa postura seguiu uma tendência internacional posta no chamado Consenso de Washington, em que os países do chamado Norte desenvolvido pressionaram os países do Sul emergente para a adoção de políticas neoliberais, além de uma maior abertura comercial por parte desses países, o que se viu plenamente nos anos 2000 no país.  No entanto, na década seguinte, o Brasil passou a compor duas frentes internacionais de contraposição ao domínio dos países desenvolvidos. De um lado, o país integrou a retomada de ideais de esquerda que passaram a compor boa parte da América Latina, estabelecendo uma medida de contestação, sobretudo, aos Estados Unidos, o que teve maior representatividade no fracasso da ALCA (Área de Livre Comércio das Américas). Por outro lado, o país também integrou o grupo dos chamados BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), em que as principais economias emergentes se uniram de modo informal em uma posição de ações estratégicas do contexto econômico e político internacional.  Um exemplo dessa atuação são os esforços brasileiros em fortalecer o Mercosul e, propriamente, o continente sul-americano como um todo, estabelecendo uma maior integração com países da região, como a Venezuela. Outro é a criação recente, em conjunto com o restante do BRICS, de um banco financeiro para conceder empréstimos a países subdesenvolvidos e ampliar a colaboração Sul-Sul, ou seja, a integração das nações em desenvolvimento, que poderá fazer frente ao Banco Mundial e ao FMI nos próximos anos.  Em resumo, podemos dizer que o Brasil, no contexto da Nova Ordem Mundial, integra a perspectiva dos países periféricos em busca de melhores condições para a promoção do desenvolvimento e para fazer frente às nações do Norte. Para isso, será necessário que o país encontre uma maneira de melhor se desenvolver no plano tecnológico e industrial, a fim de diminuir a sua dependência no contexto da Divisão Internacional do Trabalho.
A importância do Brasil no contexto mundial

Entende-se por Nova Ordem Mundial o contexto econômico, político e militar entre os Estados no plano internacional no período que sucede a queda do Muro de Berlim e o fim da Guerra Fria, em que o sistema capitalista se consolidou, até o momento, como a premissa dominante e os Estados Unidos como a principal potência mundial.
Esse período, chamado de multipolar para designar as várias potências que dominam a ordem mundial (Japão, EUA, União Europeia e China) e unimultipolar para fazer referência ao papel destacado dos norte-americanos frente aos demais, é marcado por novas perspectivas. Antes, no mundo bipolar, as corridas armamentista e espacial ditavam o ritmo de desenvolvimento, o que agora ocupa um segundo plano em detrimento do ritmo de crescimento social e econômico das nações.
Organizações militares, como a OTAN, apesar de ainda importantes, passaram a ocupar um segundo plano, em benefício dos blocos econômicos, com destaque para a União Europeia. A polarização mundial entre leste e oeste, que coloca em lados opostos os países capitalistas e socialistas, foi substituída pela oposição norte-sul, dos países centrais contra os países periféricos.
Nesse contexto, o papel do Brasil na Nova Ordem Mundial pautou-se em transformações em seu comportamento político e econômico. No âmbito político, o regime ditatorial foi substituído na década de 1980 por uma democracia presidencialista, quando os governos posteriores adotaram uma política neoliberal, minimizando a participação do Estado na economia e garantindo o predomínio da iniciativa privada, inclusive em setores estratégicos, como a mineração, os transportes, as telecomunicações e energia.
Essa postura seguiu uma tendência internacional posta no chamado Consenso de Washington, em que os países do chamado Norte desenvolvido pressionaram os países do Sul emergente para a adoção de políticas neoliberais, além de uma maior abertura comercial por parte desses países, o que se viu plenamente nos anos 2000 no país.
No entanto, na década seguinte, o Brasil passou a compor duas frentes internacionais de contraposição ao domínio dos países desenvolvidos. De um lado, o país integrou a retomada de ideais de esquerda que passaram a compor boa parte da América Latina, estabelecendo uma medida de contestação, sobretudo, aos Estados Unidos, o que teve maior representatividade no fracasso da ALCA (Área de Livre Comércio das Américas). Por outro lado, o país também integrou o grupo dos chamados BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), em que as principais economias emergentes se uniram de modo informal em uma posição de ações estratégicas do contexto econômico e político internacional.
Um exemplo dessa atuação são os esforços brasileiros em fortalecer o Mercosul e, propriamente, o continente sul-americano como um todo, estabelecendo uma maior integração com países da região, como a Venezuela. Outro é a criação recente, em conjunto com o restante do BRICS, de um banco financeiro para conceder empréstimos a países subdesenvolvidos e ampliar a colaboração Sul-Sul, ou seja, a integração das nações em desenvolvimento, que poderá fazer frente ao Banco Mundial e ao FMI nos próximos anos.
Em resumo, podemos dizer que o Brasil, no contexto da Nova Ordem Mundial, integra a perspectiva dos países periféricos em busca de melhores condições para a promoção do desenvolvimento e para fazer frente às nações do Norte. Para isso, será necessário que o país encontre uma maneira de melhor se desenvolver no plano tecnológico e industrial, a fim de diminuir a sua dependência no contexto da Divisão Internacional do Trabalho.

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