Sempre considerei as ações dos homens como as melhores intérpretes dos seus pensamentos.
sexta-feira, 28 de março de 2014
Brasileiros descobrem o 1º asteroide com anéis
Uma equipe de astrônomos, incluindo 11 brasileiros e liderada por Felipe Braga-Ribas, do Observatório Nacional, descobriu anéis em um asteróide do tipo centauro, que são objetos que orbitam o Sol entre Saturno e Urano.
O asteroide de 250 km de diâmetro, chamado Chariklo Centauro, está localizado entre os planetas Saturno e Urano, e tem dois anéis separados por 9 quilômetros. Os anéis possuem 7 e 3 km de largura, e foram nomeados de Oiapoque e Chuí, respectivamente. Os nomes ainda devem ser aprovados pela União Astronômica Internacional.
“Não estávamos à procura de anéis, nem pensávamos que pequenos corpos como o Chariklo os poderiam ter, por isso esta descoberta – e a quantidade extraordinária de detalhes que obtivemos do sistema – foi para nós uma grande surpresa,” disse Braga-Ribas.
A descoberta destrói a noção de que somente planetas gigantes, como Saturno, Júpiter, Urano e Netuno, possuem anéis. É ainda um grande mistério a formação dos anéis em torno de um corpo pequeno, uma vez que a gravidade de Chariklo é muito fraca para ter conseguido capturar e manter um sistema de anéis. Os pesquisadores levantaram a hipótese de que uma colisão com outro corpo teria formado um disco de detritos que foi atraído pelo asteróide, mas novos estudos são necessários para corroborar com essa ideia. A descoberta de um pequeno satélite em volta do asteróide seria uma clara evidência de que realmente isso aconteceu.
“Quase a metade dos anéis é feita de gelo, então eles são visíveis do espaço, como os anéis de Saturno”, diz Braga-Ribas. ”Tento imaginar como seria estar sobre a superfície deste corpo gelado – tão pequeno que um carro esportivo veloz poderia atingir a velocidade de escape e lançar-se no espaço – e olhar para cima para um sistema de anéis com 20 quilômetros de largura e situado 1.000 vezes mais próximo do que a Lua está da Terra”.
A descoberta foi feita através do Observatório de La Silla, do Observatório Europeu do Sul, no Chile.
quinta-feira, 27 de março de 2014
Eis a solução para o paradoxo do buraco negro de Hawking
No início deste ano, Stephen Hawking propôs uma reformulação radical na forma como definimos os buracos negros, mas essa explicação ainda deixou uma grande pergunta sem resposta de como os buracos negros funcionam. Agora, um físico diz ter resolvido esse problema.
O problema gira em torno do que acontece à informação quando ela é encontrada por um buraco negro. Um buraco negro se mantém cercado por um brilho de radiação chamado radiação Hawking, que lentamente evapora o monstro cósmico, embora isso demande uma incrível quantidade de tempo. Mas, conforme a radiação evapora, as informações que contém nela, teoricamente, são destruídas, o que viola um dos princípios fundamentais da física, que diz que a informação nunca pode ser perdida.
É aí que Chris Adami, da Universidade de Michigan, entra em cena com sua solução. A resposta para o que acontece com a informação, explicou ele em um comunicado, encontra-se no conceito de emissão estimulada – basicamente a informação é copiada, assim como uma Xerox:
“A emissão estimulada é o processo físico por trás dos LASERS (amplificação de luz por emissão estimulada de radiação). Basicamente, ela funciona como uma máquina de cópia: você joga algo na máquina, e duas coisas idênticas saem. Se você joga informações em um buraco negro, pouco antes dela ser engolida, o buraco negro primeiro faz uma cópia que é deixado do lado de fora. Este mecanismo de cópia foi previsto por Albert Einstein em 1917, mas nunca havia sido aplicado a um buraco negro. Sem esse mecanismo, a física não poderia ser consistente”.
É uma ideia interessante que poderia oferecer uma explicação potencialmente elegante para o paradoxo de como a informação é tratada por buracos negros. Além do mais, Adami diz que sua solução se encaixa com a teoria de Hawking, mostrando que a teoria de como um buraco negro evapora está correta.
quarta-feira, 26 de março de 2014
O Jurássico tinha 5 vezes mais CO2 do que temos hoje.
Os dinossauros que habitaram a Terra 250 milhões de anos atrás conheceram um mundo com cinco vezes mais dióxido de carbono do que está presente hoje no planeta. As informações são confirmadas por pesquisadores, e novas técnicas visando estimar a quantidade de dióxido de carbono na Terra pré-histórica podem ajudar os cientistas a prever como o clima da Terra pode mudar no futuro. As descobertas foram detalhadas em um artigo recente publicado na revista da National Academy of Sciences, dos EUA.
Durante o Período Jurássico, os dinossauros – que vão desde o Diplodocus herbívoros até o Ceratosaurus, sedentos por carne – governaram o mundo. Durante este tempo, o supercontinente da Pangeia começava a se dividir em duas massas de terra menores, chamadas de Laurásia e Gondwana.
Esses movimentos tectônicos fizeram com que os oceanos e placas tectônicas afundassem na Terra. Esse processo, chamado de subducção, ocasionou vulcanismos na superfície, com pedras constantemente derretendo e emitindo CO2 para a atmosfera. Enormes quantidades deste gás de efeito estufa estavam presentes durante o Período Jurássico, causando um clima extremamente úmido e quente.
Os cientistas sabem há algum tempo que a grande quantidade de atividades vulcânicas daquela época provavelmente teria causado uma maior emissão de CO2. Entretanto, com os métodos anteriores, era complicado chegar a uma estimativa confiável.
Olhando profundamente
A equipe de pesquisadores, liderada pelo autor Van der Meer, utilizou uma técnica de imagem de última geração chamada tomografia sísmica para reconstruir as emissões vulcânicas de 250 milhões de anos atrás.
Para tanto, os pesquisadores analisaram as ondas sísmicas que viajam através da Terra para formar imagens da estrutura interior do planeta. O objetivo foi demonstrar como variações de placas tectônicas levaram a variações nas emissões de CO2 dos vulcões de 250 milhões de anos atrás.
Em outras palavras, a técnica mostra o interior da Terra, permitindo que os pesquisadores ‘vejam’ as placas tectônicas que se afundaram no planeta nos últimos milhares de anos. Quantificando tais placas, é possível afirmar que a Terra já produziu duas vezes mais CO2 do que o existente hoje.
Considerando que a quantidade de CO2 absorvida pela vegetação, rochas e oceanos na época era muito inferior a de hoje, os cientistas afirmam que os níveis de CO2 na atmosfera, no Período Jurássico, era cerca de cinco vezes maiores do que os de hoje em dia.
terça-feira, 25 de março de 2014
Ex-ministro do Canadá alega que há alienígenas no governo dos EUA.
Paul Hellyer, ex-ministro da Defesa do Canadá, afirmou que existe no mínimo quatro espécies diferentes de alienígenas vivendo em nosso planeta há muito tempo. O pronunciamento aconteceu durante uma conferência em Washington DC, EUA, sobre vida fora da Terra.
Hellyer é o mais antigo membro do Conselho Privado da Rainha para o Canadá, e seu interesse sobre seres alienígenas iniciou quando ele mesmo alegou ter visto um OVNI. Desde então, ele vem dando muita atenção ao assunto, mas vem sendo rigidamente contrariado pelas autoridades.
E você, leitor, o que acha disso? Acredita que há seres alienígenas infiltrados no governo norte-americano? Não deixe de comentar!
“Nosso planeta está sendo conduzido rumo à destruição e estamos fazendo muito pouco a respeito para evitar isso”, alegou Hellyer, de 89 anos, durante a conferência. Anteriormente, autoridades ordenaram ao Exército para responder tentativas de contato de forma violenta, uma vez que o ex-ministro já havia dado polêmicas declarações semelhantes.
Como se não bastasse, Hellyer afirmou que vários presidentes norte-americanos tem um amplo histórico de interesse em OVNIs (objetos voadores não identificados), e que ainda mantém seres de outros mundo como seus funcionários. Será?
Hellyer é o mais antigo membro do Conselho Privado da Rainha para o Canadá, e seu interesse sobre seres alienígenas iniciou quando ele mesmo alegou ter visto um OVNI. Desde então, ele vem dando muita atenção ao assunto, mas vem sendo rigidamente contrariado pelas autoridades.
E você, leitor, o que acha disso? Acredita que há seres alienígenas infiltrados no governo norte-americano? Não deixe de comentar!
Durante 15 anos, o código para detonação nuclear dos EUA foi “000000000″
Em 1962, o presidente dos Estados Unidos John F. Kennedy assinou um termo que requeria que todas as armas nucleares do país fossem equipadas com dispositivas de segurança conhecidos como Permissive Action Link (PAL). PAL era um sistema de segurança designado para prevenir a detonação de armas nucleares por pessoas não autorizadas. O sistema funcionava através de um código, que apenas as pessoas autorizadas guardavam em segredo. Entretanto, os líderes da nação temiam que tamanha precaução retardasse o disparo de tais armas em uma eventual necessidade de emergência – caso alguma outra nação colocasse os EUA em evidente perigo, por exemplo.
O Comando Aéreo Estratégico dos Estados Unidos foi um dos órgãos mais relutantes ao projeto. Entretanto, pressionado, teve de instalar os dispositivos PAL sob o olhar atento do então secretário de Defesa Robert McNamara. Contudo, assim que McNamara deixou este mundo, todos os códigos de dispositivos foram alterados para “000000000″, visando dar aos EUA a capacidade de se defender rapidamente de um eventual ataque da URSS. Se as senhas fossem seguras, soldados poderiam esquece-las, o que demandaria tempo até entrarem em contato com o centro de comunicações.
Essa história originalmente fez manchetes em 2004, quando o ex-controlador de lançamento de mísseis Bruce Blair revelou sua história em uma coluna do Centro de Informações de Defesa. Durante 1962 e 1977, o Comando Aéreo Estratégico manteve seus códigos de lançamento mais simples do que a maioria das senhas comuns utilizadas em bancos, por exemplo. Felizmente, para aqueles que se preocupam com uma possível aniquilação nuclear, os códigos foram alterados em 1977.
Hoje em dia, quase 40 anos depois da mudança do código, nos resta esperar que uma medida de segurança mais imponente tenha sido colocada em prática. Caso contrário, desastres nucleares podem acontecer à qualquer momento.
segunda-feira, 24 de março de 2014
Quem foram os Illuminatis?
Muito se fala, muito se inventa e pouco se explica sobre os Illuminati. Objeto de teorias e fantasias, esta antiga sociedade secreta ganhou imensa notoriedade na Internet, principalmente após a popularização de obras do escritor Dan Brown. Em meio a este cenário, este artigo busca trazer informações e referências históricas sobre a organização. Não abordaremos teorias, suposições, rumores e fantasias.
Os ‘Illuminatis’ formavam uma sociedade secreta do século 18, composta por inúmeros intelectuais influentes e livres-pensadores da época. A organização, que também é conhecida como ‘Illuminatis da Baviera’, se colocou em oposição ao controle da Igreja Católica Romano sobre a filosofia e a ciência. A organização promovia a educação das mulheres e seu tratamento como iguais. Procurava ‘iluminar’ a mente das pessoas e libertá-las de superstições e preconceitos. A organização foi uma ideia de Adam Weishaupt, professor de Direito Canônico da Universidade de Ingolstadt, na Baviera (um estado no sudeste da Alemanha), e surgiu no início da década de 1770.
Weishaupt era crítico da intolerância e fanatismo da igreja, que na época possuía forte influência sobre a Universidade de Ingolstadt, bem como na política de governo da Baviera. Suas críticas resultaram em confrontos com os jesuítas, fazendo com que Weishaupt concluísse que era necessária uma organização secreta de indivíduos ‘liberais’ para superar os ‘inimigos da razão’. Assim, em 1º de maio e 1776, Weishaupt formou a Ordem dos Illuminati, com outros quatro membros.
A organização cresceu rapidamente, ganhando cerca de 2 mil membros de países de toda a Europa, incluindo a França, Polônia, Hungria e Itália. Essa rápida expansão foi em grande parte devida ao diplomata alemão Afolf Frantz Friederich Knigge, que reestruturou a ordem em 1780 e ajudou a espalhá-la pelo mundo.
O crescimento da ordem (já não tão secreta) contribuiu para sua própria queda. Em junho de 1784, o governador da Baviera, Carl Theodore, baniu todas as sociedades secretas. Em março de 1785, o mesmo governador designou os Illuminati como um dos ramos da maçonaria, uma organização ilegal já conhecida.
O governo começou a erradicar os membros dos Illuminati. Desta forma, Weishaupt teve de fugir da Baviera, mantendo correspondências com os líderes da ordem. Em outubro de 1786, as autoridades revistaram a casa de um proeminente líder da ordem. Na ocasião, foram apreendidos livros, papeis e mais de 200 cartas entre Weishaupt e os líderes Illuminati, que detalhavam os assuntos mais íntimos da ordem.
Os governantes publicaram rapidamente os documentos, que traziam muitas vezes os nomes de membros da organização. Em agosto de 1787, o Duque da Baviera Karl Theodore Dalberg, aplicou um golpe final nos Illuminati. Karl Theodore emitiu punições severas – incluindo a pena de morte – para qualquer um que fosse ligado à organização.
Uma série de outras organizações fundadas posteriormente se dizem descendentes dos Illuminatis originais, e alguns autores têm afirmado que a antiga organização existe até o hoje. Entretanto, essas afirmações são, na maior parte das vezes, infundadas.
Por Leonardo Ambrosio
Assinar:
Postagens (Atom)
