sábado, 19 de abril de 2014

Iceberg do tamanho de Cingapura está se desprendendo na Antártida.


O observatório da NASA registrou que um grande pedaço de gelo do tamanho de Cingapura se quebrou ao longo da Antártida e pode, em breve, ficar à deriva no Oceano Antártico. Chamado de B-31 pelo Centro Nacional do Gelo dos Estados Unidos, o bloco tem cerca de 700 quilômetros quadrados e agora flutua na baía de Pine Island, no sudoeste da ponta sul do Chile.
Segundo as informações do observatório, as imagens infravermelhas de radar mostraram uma rachadura separando o B-31 do resto da Antártida em julho deste ano, mas só recentemente começou a se mover para longe da costa.
O observatório da NASA registrou que um grande pedaço de gelo do tamanho de Cingapura se quebrou ao longo da Antártida e pode, em breve, ficar à deriva no Oceano Antártico. Chamado de B-31 pelo Centro Nacional do Gelo dos Estados Unidos, o bloco tem cerca de 700 quilômetros quadrados e agora flutua na baía de Pine Island, no sudoeste da ponta sul do Chile. Segundo as informações do observatório, as imagens infravermelhas de radar mostraram uma rachadura separando o B-31 do resto da Antártida em julho deste ano, mas só recentemente começou a se mover para longe da costa.  Imagens mostram o antes e o depois da posição do iceberg Fonte da imagem: Reprodução/NASA Por enquanto, o novo iceberg deve permanecer na baía de Pine Island, mas quando baía passar pela redução anual de gelo, que acontecerá no início do próximo ano, então é bastante provável que ele se solte. Com isso, ele fica suscetível a ser pego em uma das duas correntes que rodam em torno do continente e, dessa forma, acabar “navegando” perto de rotas de embarcações. “Nos últimos dias, o iceberg começou a se romper, e agora há uma faixa de um ou dois quilômetros de água que se desenvolveu entre ele e a geleira. Normalmente leva um tempo para que os icebergs dessa área deixem a baía de Pine Island, mas quando saem podem ir tanto para a direção leste, ao longo da costa, quanto podem circular na parte principal do Atlântico Sul”, afirma o pesquisador Grant Bigg, da Universidade de Sheffield. A movimentação da geleira será constantemente monitorada para prever o seu deslocamento. Segundo os pesquisadores, ela fica na Passagem de Drake, entre o Cabo Horn, na América do Sul, e as Ilhas Shetland do Sul, na Antártida.  Fonte: Nasa
Imagens mostram o antes e o depois da posição do iceberg
Fonte da imagem: Reprodução/NASA
Por enquanto, o novo iceberg deve permanecer na baía de Pine Island, mas quando baía passar pela redução anual de gelo, que acontecerá no início do próximo ano, então é bastante provável que ele se solte.
Com isso, ele fica suscetível a ser pego em uma das duas correntes que rodam em torno do continente e, dessa forma, acabar “navegando” perto de rotas de embarcações.
“Nos últimos dias, o iceberg começou a se romper, e agora há uma faixa de um ou dois quilômetros de água que se desenvolveu entre ele e a geleira. Normalmente leva um tempo para que os icebergs dessa área deixem a baía de Pine Island, mas quando saem podem ir tanto para a direção leste, ao longo da costa, quanto podem circular na parte principal do Atlântico Sul”, afirma o pesquisador Grant Bigg, da Universidade de Sheffield.
A movimentação da geleira será constantemente monitorada para prever o seu deslocamento. Segundo os pesquisadores, ela fica na Passagem de Drake, entre o Cabo Horn, na América do Sul, e as Ilhas Shetland do Sul, na Antártida.

Fonte: Nasa

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