sábado, 1 de junho de 2013

Prosa Naturalista

                              O Naturalismo surgiu na França, na segunda metade do século XIX, retrata o homem como o produto de forças “naturais”, instintivas que comporta conforme o meio, o momento e situações específicas.   O elemento fisiológico, natural e instintivo predomina, assim como o erotismo, a violência e a agressividade são apresentadas como características naturais do homem.  A literatura naturalista tem caráter reformista, uma vez que seus escritores passaram a analisar o comportamento humano e social, de maneira que eram capazes de apontar saídas e soluções.   A obra que marca o início do Naturalismo brasileiro é O Mulato (1881), de Aluísio Azevedo.   No Brasil, a prosa naturalista foi influenciada por Eça de Queirós, com as obras O crime do padre Amaro e O primo Basílio (ambos da década de 1870).Todos os assuntos ligados ao homem, desde os mais bestiais até os mais repulsivos, foram introduzidos pelo Naturalismo, dessa forma as camadas desfavorecidas d sociedade ganharam voz.   São características da linguagem naturalista:   - determinismo: o homem é visto como produto do meio, privado de livre-arbítrio, à mercê de forças incontroláveis.   - preferência por temas de patologia social: tratavam da influência dos vícios, das taras, das doenças na formação do caráter do indivíduo.   - objetivismo científico e impessoalidade: o Naturalismo se apegou somente à precisão das teorias coentíficas, e atentou-se somente aos fatos.   - literatura engajada: o Naturalismo apresenta intenção realista de reformar a sociedade.   Aluísio Azevedo – senso coletivo   Aluísio Azevedo se consagrou como escritor naturalista com a publicação de O mulato (1881). Foi o primeiro escritor que se profissionalizou, viveu do que produzia. O que é novo em Aluísio é a percepção do coletivo: multidão, massa, o povo nas ruas, nas praças, nos becos, nos cortiços.   O autor reflete o processo de transformação e econômica pelo qual passava o Brasil, momento no qual os centros urbanos cresciam, abrigando todo tipo de gente, que iam às cidades à procura de trabalho.   O apogeu foi alcançado pelo Naturalismo com o romance O cortiço (1890), de Aluísio Azevedo, que destaca o jogo dos fatores sociais.   Em 1890, também foi lançado A fome, de Rodolfo Teófilo, O missionário, de Inglês de Sousa, seguido de A normalista (1892) e O Bom crioulo (1895), ambos de Adolfo Caminha.

O Naturalismo surgiu na França, na segunda metade do século XIX, retrata o homem como o produto de forças “naturais”, instintivas que comporta conforme o meio, o momento e situações específicas. 

O elemento fisiológico, natural e instintivo predomina, assim como o erotismo, a violência e a agressividade são apresentadas como características naturais do homem. 
A literatura naturalista tem caráter reformista, uma vez que seus escritores passaram a analisar o comportamento humano e social, de maneira que eram capazes de apontar saídas e soluções. 

A obra que marca o início do Naturalismo brasileiro é O Mulato (1881), de Aluísio Azevedo. 

No Brasil, a prosa naturalista foi influenciada por Eça de Queirós, com as obras O crime do padre Amaro e O primo Basílio (ambos da década de 1870).Todos os assuntos ligados ao homem, desde os mais bestiais até os mais repulsivos, foram introduzidos pelo Naturalismo, dessa forma as camadas desfavorecidas d sociedade ganharam voz. 

São características da linguagem naturalista: 

- determinismo: o homem é visto como produto do meio, privado de livre-arbítrio, à mercê de forças incontroláveis. 

- preferência por temas de patologia social: tratavam da influência dos vícios, das taras, das doenças na formação do caráter do indivíduo. 

- objetivismo científico e impessoalidade: o Naturalismo se apegou somente à precisão das teorias coentíficas, e atentou-se somente aos fatos. 

- literatura engajada: o Naturalismo apresenta intenção realista de reformar a sociedade. 

Aluísio Azevedo – senso coletivo 

Aluísio Azevedo se consagrou como escritor naturalista com a publicação de O mulato (1881). Foi o primeiro escritor que se profissionalizou, viveu do que produzia. O que é novo em Aluísio é a percepção do coletivo: multidão, massa, o povo nas ruas, nas praças, nos becos, nos cortiços. 

O autor reflete o processo de transformação e econômica pelo qual passava o Brasil, momento no qual os centros urbanos cresciam, abrigando todo tipo de gente, que iam às cidades à procura de trabalho. 

O apogeu foi alcançado pelo Naturalismo com o romance O cortiço (1890), de Aluísio Azevedo, que destaca o jogo dos fatores sociais. 

Em 1890, também foi lançado A fome, de Rodolfo Teófilo, O missionário, de Inglês de Sousa, seguido de A normalista (1892) e O Bom crioulo (1895), ambos de Adolfo Caminha.

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